Irmãos Bettencourt fazem “Turkey Jam” com Harmonia Mosteirense
Diário dos Açores

Irmãos Bettencourt fazem “Turkey Jam” com Harmonia Mosteirense

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Na presença de mais de um milhar de pessoas em Hudson, EUA

O Turkey Jam 2022 foi mais um grandioso espetáculo a fazer descer a Hudson a guitarra bombástica de Nuno Bettencourt num final apoteótico com a Banda Harmonia Mosteirense, quando o ponteiro do relógio já apontava para 1:00 da manhã.
Este grandioso êxito que movimentou mais de 1000 pessoas teve a coordenação de Silvino e Aura Cabral e uma ativa e competente comissão: Rodney, Lizett, Stephanie, Tony Jr, Tony III, da família Frias, ao que de viria a juntar a presença do cônsul-geral de Portugal em Boston, Tiago Araújo e esposa Joa- na Araújo, numa abertura impressionante à comuni- dade, sem esquecer o antigo e ativo conselheiro das Comunidades, Claudinor Salomão.
Sem dúvida que em termos musicais o espetáculo foi grandioso. Mas ser vivido numa das mais relevantes presenças lusas nos EUA, Hudson Portuguese Club, construído pela S&F dos irmãos Anthony e José Frias, o êxito ultrapassa as palavras. Só vivido. A promoção faz-se por ela pró-pria. A preservação, projeção e imortalização cabe desde a primeira edição ao Portuguese Times. Nuno Bettencourt levou ao delírio mais de 1000 fans que esgotaram a lotação do Hudson Portuguese Club.
Foi o que se pode intitular da maior gala musical do ano. Não deslumbramos no firmamento comunitário qualquer iniciativa musical capaz de atrair uma multidão desta envergadura. E o mais importante, em espaço de excelência. Havia qualidade mais do que reconhecida em Nuno Bettencourt, que não obstante já ter pisado os maiores palcos do mundo, não se intimidou a mostrar o seu talento na hospitaleira comunidade de Hudson, que o recebeu ao deixar a ilha Terceira.
São estes exemplos que dignificam a nossa comunidade, quando não obstante os lugares de destaque atingidos não esquecem as origens.
E aqui vamos de novo utilizar a expressão do bem sucedido empresário António Frias.
Coitado daquele que não se identifica com as origens.

Orgulho nas origens de uma família grande

E Nuno Bettencourt embora tendo “descoberto” os EUA, muito jovem, nunca esqueceu as origens, não obstante ter atingido a glória no campo musical, tal como o empresário António Frias, que também nunca esqueceu as origens, não obstante ter atingido os píncaros da glória, no competitivo campo empresarial, onde tem sido distinguido com as mais diversas distinções e condecorações.
No palco do Hudson Portuguese Club, não estava só o guitarrista de fama mundial. Estava o jovem vindo da ilha Terceira, que aportou com a família a Hudson, Mass. e continua a tocar e a cantar bem alto as suas origens portuguesas.
E ninguém lhe ensinou a defender estes princípios.
Tal como a guitarra que recebeu as primeiras lições do irmão e se especializou por ele próprio. Foi da mãe que recebeu as primeiras lições de portugalidade e o resto aprendeu pelo orgulho de ter uma origem digna que não se intimida de cantar e tocar pelo mundo.
Quando as ruas circunvizinhas se viram apenhadas de carros. Quando o parque de estacionamento ficou completamente esgotado. Quando a polícia se viu obrigada a tomar medidas imediatas de modo a salvaguardar a segurança de mais de 1000 pessoas que se deliravam com o estrondoso som das guitarras e da voz de Nuno Bettencourt.
Multidão que sem o mais pequeno incidente se portou com todo o civismo dando largas à sua irreverência, mas sempre dentro dos moldes da boa educação.
Vimos segundas e terceiras gerações de portugueses a darem largas à sua alegria, com uma segunda geração em palco e como se pode constatar nesta reportagem, orgulhosos das origens. Ainda temos comunidade por muitos e longos anos.
Ouvimos Nuno Bettencourt sublinhar as suas origens portuguesas e a adoração que tem por Hudson.
E aqui temos uma pacata e simpática vila a norte de Boston, mas como de pequenas embalagens podem sair grandes presentes, de ali saem para o mundo americano duas ilustres figuras a elevar o nome de um país que sendo pequeno deu novos mundos ao mundo.
Falamos no campo mmusical Nuno Bettencourt e no campo empresarial António Frias.
Ditosa Pátria que tais filhos tem que chegaram, viram, trabalharam e venceram.
E se Nuno Bettencourt e os seus irmãos tiveram o prazer de poder subir a escadaria de acesso ao segundo andar do Hudson Portuguese Club e deparar com espaço de excelência, tudo isto se deve ao empenho de uma comunidade e em especial aos irmãos Frias, cuja S&F Concrete Contractors é a maior companhia no mundo comunitário e a terceira nos Estados Unidos, dotaram a comunidade de Hudson, de um espaço invejável.
Foi este espaço que viu mais de 1000 pessoas para admirar e aplaudir Nuno Bettencourt e os seus irmãos.
E como acima dizemos. Não deslumbramos no mundo comunitário outra iniciativa semelhante capaz de ter o mesmo sucesso.
Os ingredientes principais estavam ali reunidos. O artista considerado um magno da guitarra e o local de excelência onde atuou.
E uma vez mais se concluiu que quantidade não é qualidade. Ali foram poucos, mas bons.
E a concluir o seu trabalho subiram ao palco em lugar único do mundo comunitário.
Já ali vimos ser homenageados os presidentes da república portuguesa Cavaco Silva, o então presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, o maior e mais famoso futebolista de todos os tempos. O eterno Eusébio.
Ali vimos o bispo emérito de Angra e ilhas dos Açores, D. António de Sousa Braga. Procedeu à bênção da inauguração e anos depois ali foi homenageado.
Ali vimos o embaixador de Portugal em Washington, Fezas Vital o embaixador dos EUA em Portugal Robert Sherman.
O diretor da RTP Gonçalo Reis. No decorrer da GALA da PALCUS, uma das mais solenes na existência daquela organização. Mas também ali já vimos reunidos os naturais de Santo Espírito da ilha de Santa Maria, em convívio regional. E também a esgotar a lotação.
Só que aqui eram mesas. Na passada sexta-feira era tudo de pé.
Movimentavam-se aos pares. Aos grupos. E mesmo sós.
Era uma onda ao som da música, que fazia tremer tudo e todos.
Não obstante tratar-se de uma moderna construção, o som das guitarras e da bateria ouvia-se no parque. T
al a intensidade dos amplificadores. Tal o entusiasmo dos executantes.
Tal o brilho das interpretações. Tudo aconteceu na passada sexta feira.
Vimos mais de 1000 pessoas no Bettenfest 2017, num espetáculo memorável que ao nivel comunitário igualar é difícil... ultrapassar impossível.

por Augusto Pessoa, nos EUA *


Exclusivo Portuguese Times/
Diário dos Açores *

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