Eurodeputado do PS diz que Governo  dos Açores “é uma frente de oposição  ao Governo do continente”
Diário dos Açores

Eurodeputado do PS diz que Governo dos Açores “é uma frente de oposição ao Governo do continente”

Previous Article Previous Article Governo Regional garante apoios do ProRural+ sem rateios
Next Article Governo transfere 1 milhão para a Lotaçor, 1 milhão para a Azorina e cerca de 200 mil euros para estragos do furacão Lorenzo Governo transfere 1 milhão para a Lotaçor, 1 milhão para a Azorina e cerca de 200 mil euros para estragos do furacão Lorenzo

O eurodeputado do PS, Carlos Zorrinho, considera que o Governo dos Açores “é uma frente de oposição ao Governo do continente”.
Num comentário à situação da vacinação em Portugal, na Rádio Campanário, questionado sobre a ameaça do Governo dos Açores romper com o plano de vacinação da UE, o eurodeputado acredita que “efectivamente  é uma forma de pressionar o Governo, uma vez que agora o Governo dos Açores é uma frente de oposição ao Governo no continente”.
Continua mencionando que, “estão a usar politicamente uma necessidade que sentem todos os portugueses, os portugueses dos Açores, da Madeira e de Portugal”. Já que, “todos os países estão a passar por isto, todos desejavam vacinar mais rápido”.
Contudo, Carlos Zorrinho está confiante de que vamos chegar ao Verão com as percentagens de vacinados desejadas. E salienta que, o importante é fazer todo o processo em segurança, porque variados especialistas explicaram ao longo do tempo de pandemia que, normalmente uma vacina demora mais ou menos 10 anos a estar num mercado e estas vacinas estiveram no mercado num ano apenas. 
“Portanto uma parte do desenvolvimento está a ser feito com amostras reais. Isto é um risco, mas este é um risco muito menor do que não vacinar”. Finaliza o nosso comentador, mostrando confiança nos especialistas. 
“A falha da Astrazeneca está longe de ser vencida”, como consequência, “as vacinas estão a ser desenvolvidas em cenário real, ou seja, surgem novas estirpes que é preciso adaptar/alinhar e cada vez que se adapta uma vacina pode haver um impacto colateral”. 
Situação que acaba por levar a questões de precaução, como ter de ser suspensa uma administração de um certo tipo de vacina. 
O eurodeputado Carlos Zorrinho, acaba por concordar com a decisão da UE e Portugal, no entanto lamenta que a agência da vacina Astrazeneca apenas se reúna na Quinta-feira, pois dadas as condições, “é preciso agir mais depressa”. 

Share

Print
Ordem da notícia14

Theme picker