Nos céus um objeto não identificado
Chrys Chrystello

Nos céus um objeto não identificado

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Em 17.6.2016 escrevi:
Comecemos por um evento surreal ontem à noite quando o meu filho João ao fechar as portadas das janelas me aler-tou para um objeto brilhante de cor alaranjada na direção sul, 5 a 10º abaixo da lua quase cheia…ele e a mãe tinham visto dois objetos similares, um dos quais desapareceu com uma velocidade astronómica sem se saber para onde. O outro, caraterizado por emitir luz para os lados e para baixo, em tom laranja ali permaneceu, depois desapareceu e tornou a voltar antes de desaparecer para o resto da noite. Cheguei a esta avançada idade de seis capicuas sem jamais ter observado algo semelhante, embora tenha lido e visto documentários sobre o tema centenas de vezes. Estou consciente das reproduções de eventos similares desde as civilizações mais antigas, mas nunca tinha sido privilegiado com uma visão pessoal do fenómeno UFO OVNI. Foi a primeira, sem explicação lógica, racional ou científica. Aceitemos como diz o povo “eles andem aí”.

Era uma noite calma e fria (9 ºC) estava no pátio perto da meia noite de dia 24.2.2021 a imaginar as 3 naves que aterraram em Marte nestes dias e mandam imagens de um planeta onde os iluminados pensam que a Humanidade irá viver no futuro quando tiverem concluído a atual fase de destruição da Terra como planeta habitável. Evoquei uma conversa nos idos de 20 julho 1969 quando Neil Armstrong alunou no nosso satélite natural, sendo o primeiro humano conhecido a fazê-lo e um aldeão na Eucísia me comentava que estava farto de olhar para a Lua e não via nada, por isso devia ser mentira que tivéssemos ido à Lua.
Ontem no pátio (a minha sala de chuto noturna) a tomar a minha dose de nicotina, antes de me deitar, quando olhava os céus em busca de Marte, vi algo estranho mesmo aqui por cima de casa, um objeto multicolorido a pairar a enorme altitude sem se mover (ontem dia 24.2.2021) entre as 24 e 00.20. Estive longos minutos a certificar-me que estava imobilizado e não era um avião de longo curso. As estrelas têm luz, normalmente intermitente mas fixa, os aviões piscam as suas luzes multicolores e pode acompanhar-se o seu movimento ao cruzarem os céus na noite, esta estava a elevada altitude, fixa, pairando, com as luzes intermitentes numa cadência de cores sem nexo, ora azul, ora amarelado, ora vermelho, mas sempre com luz. Já vi – pelo menos uma vez - a  ISS (estação espacial internacional) e vi-a mover-se lentamente (parecia mais lenta que um avião) e esta não se parecia nada com a ISS. Permaneci alguns minutos com a cabeça encostada ao pilar e um olho fechado a tentar descortinar se haveria movimento, vim abrir a janela da frente de casa e a coisa mantinha-se no seu pisca-pisca imóvel lá nas alturas. 
Passados vinte minutos subi à falsa a investigar melhor e peguei na máquina fotográfica, pressenti que podia ser um momento invulgar, foquei o zoom e obtive estas três imagens num mesmo minuto. 
A última é com o zoom no máximo. Não sei o que era mas não esperei tempo suficiente para a ver desaparecer a uma velocidade impossível como acontecera em 2016, fiquei sem saber se seria um satélite. Os cometas e asteroides não emitem estas luzes nem pairam. 
Mistérios que não chegaram para me tirarem o sono.
 

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