easyJet abandona Ponta Delgada durante o Inverno

EasyjetA easyJet vai deixar de operar o voo Lisboa-Ponta Delgada no Inverno deste ano, anunciou a companhia ontem, num encontro com a imprensa em Lisboa.
“A easyJet ficou sempre com um produto que não estava ao nível das exigências do mercado”, explicou José Lopes, responsável pela companhia em Portugal, referindo que a intenção da companhia aérea era oferecer dois voos diários o que não conseguiu concretizar.
“Os nossos concorrentes entraram com maior força e disponibilidade no mercado de Ponta Delgada”, explicou ainda, acrescentando: “Achamos que não vai haver um impacto negativo no destino”.
O último voo vai ser operado no último Sábado deste Verão IATA (28 de Outubro).
O A320 utilizado nesta rota vai servir para reforçar outras quatro rotas à partida de Lisboa.
A transportadora iniciou a sua operação para Ponta Delgada em Março de 2015 no âmbito da liberalização das rotas aéreas para o arquipélago.
José Lopes, Diretor Comercial da easyJet, refere que, agora, a companhia deixa de ter “disponibilidade de avião em Portugal para nos permitir por dois voos diários a operar para os Açores” pelo que as últimas ligações acontecem em Outubro.
No site da companhia aérea esta decisão já vem reflectida no calendário de reservas que não vai além do dia 28 desse mesmo mês.
“No Inverno concorremos com entre seis a oito voos da nossa concorrência, o que também se irá verificar no Verão e ao que se vai juntar uma terceira operação da TAP”, explicou ainda, concluindo que a companhia não tinha aviões disponíveis para concorrer com as operações das outras companhias.

Depósitos dos açorianos atingiram 2.600 milhões de euros e créditos concedidos foram 3.600 milhões

dinheiro - carteiraAs famílias açorianas e as empresas estão a poupar mais, mas a banca açoriana continua a financiar-se lá fora, porque os depósitos não são suficientes para cobrir o crédito concedido.
Este é o cenário da poupança açoriana, depois dos contactos estabelecidos pelo nosso jornal junto de algumas instituições.
Apesar de tudo, os depósitos baixaram nos Açores porque as Instituições Financeiras Não Monetárias (IFNM) contribuiram para a queda, ao contrário das famílias e empresas.
Gualter Furtado, Presidente da Comissão Executiva do Novo Banco dos Açores, confirma ao “Diário dos Açores” que este banco, por exemplo, “no ano 2016 e relativamente a 2015 realmente registou um aumento de Depósitos de Balanço, tanto à Ordem como a Prazo, em cerca de 13 milhões de euros”, revelando ainda que, “se considerarmos todas as instituições bancárias a operar nos Açores e que incluí as com sede na Região e fora da Região, em  Dezembro de 2015, o montante total de Depósitos nos Açores eram 2.867 milhões de euros, enquanto que em Dezembro de 2016 totalizavam 2.623 milhões de euros, logo tivemos um decréscimo nos Depósitos totais neste período de 244  milhões de euros”.
Esta quebra em 2016 explica-se, segundo Gualter Furtado, principalmente pela queda dos Depósitos das instituições Financeiras Não Monetárias (IFNM), com menos 264 milhões de euros, enquanto que os Particulares e as Empresas registaram ligeiros aumentos nos Depósitos em cerca de 20 milhões de euros.
“Em síntese, pode-se dizer que no ano de 2016 tivemos um ligeiro aumento dos depósitos tanto dos Particulares como das Empresas. Esta realidade nos últimos anos tem levado a que a concessão de crédito nos Açores, mesmo com quedas principalmente nas instituições com sede fora da Região  tenha sido feita de um forma crescente à custa dos Depósitos nas instituições bancárias  a operar nos Açores”, acrescenta aquele dirigente bancário.
De recordar que o rácio de transformação bruta nos Açores de Depósitos em Crédito, não há muitos anos, era de cerca de 160%, isto é,  o recurso  à poupança externa para financiar o crédito nos Açores era muito elevado.
Em 2016 este rácio melhorou para 140,7 % , o que significa que, “mesmo assim  temos ainda um rácio muito elevado”, considera Gulater Furtado.
O Presidente da Comissão Executiva do Novo Banco dos Açores revelou ainda ao nosso jornal que o Crédito total concedido nos Açores em 2016 foi de 3.691 milhões de euros. “Isto é, para financiar o crédito nos Açores  em 2016, a banca teve que recorrer a 1.061 milhões de euros de poupança externa”, acrescenta.
Gualter Furtado ressalva que “é verdade que a estes números da Poupança  (Depósitos) nos Açores teria que se acrescentar os montantes que os açorianos têm aplicado em outros instrumentos de poupança (Obrigações, Certificados de Aforro, PPR, etc.)  que não os Depósitos,  só que esta estatística não está disponível, mas certamente que iria atenuar o nosso défice de poupança. Trata-se de uma informação que era importante ter acesso nos Açores.
Julgo que nos Açores o tema da poupança está mais presente e em média as famílias açorianas estão mais racionais nas suas opções”, conclui Gualter Furtado.

 

Hábitos de poupança estão a aumentar nas famílias

 

De acordo com o mais recente estudo sobre Literacia Financeira do Cetelem, 13% dos portugueses referem poupar com regularidade mensal, um aumento considerável comparativamente a 4% em 2016.
 Actualmente, metade dos portugueses afirmam poupar regular ou pontualmente, mais do que no ano anterior (36%), ainda que a maior parte (32%) apenas o faça quando sobra dinheiro, existindo ainda 4% que poupam quando recebem o subsídio de Natal/Férias e prémios.
Estar atento às promoções é a estratégia de poupança mais popular entre os portugueses (34%), seguindo-se a utilização de cartões de desconto (10%) e a opção de levar almoço para o trabalho (8%).
Há ainda aqueles que referem tomar mais vezes o pequeno-almoço em casa (6%), usar transportes públicos (4%) ou recorrer a um sistema de boleias (2%) para poupar.
 Os métodos mais utilizados pelos portugueses que poupam são as contas à ordem (19%) e as contas a prazo (18%), existindo ainda 11% que optam pelo mealheiro tradicional e 4% que investem em produtos bancários.
 “O facto de haver mais pessoas a poupar mensalmente significa que parte do seu orçamento mensal pode ser direccionada para este fim, ao invés de ser utilizada em gastos fixos. De certo modo, o aumento da poupança pode indicar que os portugueses se estão a sentir mais confortáveis financeiramente e conseguem guardar parte do dinheiro que antes era destinado a despesas”, refere Leonor Santos, directora de Compliance e Jurídico do Cetelem.
 O estudo foi desenvolvido em colaboração com a Nielsen, tendo sido realizadas 500 entrevistas por telefone, a indivíduos de Portugal continental e ilhas, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, entre os dias 13 e 18 de Fevereiro de 2017. O erro máximo é de +4.4 para um intervalo de confiança de 95%.

Sector primário regista maus resultados e perde empregos

comparação economia 1A pesca e a produção de leite foram os sectores que registaram piores resultados, ao longo de 2016, relativamente ao ano anterior, com repercussões em várias áreas da economia, tendo em conta que são sectores estruturantes da Região.
No caso do leite, a diminuição tem a ver com as limitações impostas pelas fábricas, de modo a não se ultrapassarem as quantidades absorvidas pelos mercados.
É visível o esforço que tem sido feito no sentido de se enveredar por produtos de maior valor acrescentado, mas é um caminho longo e lento tendo em conta que são áreas altamente concorrenciais no país e no estrangeiro, e será sempre uma parte pouco significativa da produção que, mesmo com a diminuição, ainda está nos 603 milhões de litros de leite e representa à volta de 30 % da produção nacional.
No caso das pescas, as quebras têm a ver com vários factores, que vão desde as condições do tempo, as temperaturas das águas no caso do atum – problema que vem já de há vários anos  -  e as quotas impostas por Bruxelas.
Neste caso, a diminuição do valor do pescado não acompanhou a redução das capturas, enquanto o volume da pesca descarregada desceu quase 30%, as receitas reduziram 9%.
Mesmo assim, não deixa de ser uma significativa perca de rendimento.
Na agricultura há uma viragem já visível no sentido da produção de carne, daí que o abate de bovinos tenha crescido cerca de 20% e há também alguma diversificação de culturas, mas o conjunto é insuficiente, dizem os responsáveis, para compensar a produção resultante dos enormes investimentos feitos na agro-pecuária ao longo de várias décadas.
O sector da construção, começa a dar sinais de alguma recuperação, a ter em conta a venda de cimento, mas o número de licenças de construção continua baixa, continuando a ser um sector com maior influência social do que económica.
Nos valores positivos há a destacar a venda de carros novos, um sector alavancado pela dinâmica do turismo e o significativo aumento das dormidas, com um crescimento de 21%.
São indicadores positivos e mostram que, independentemente do peso que venham a ter na dinamização da riqueza regional, tiveram já o benefício de contribuir para a criação de empresas e circulação de dinheiro. Se cruzarmos estes dados com outros factores, como, por exemplo, o peso do turismo e respectivos serviços, no Valor Acrescentado Bruto da Região, parece poder deduzir-se que o turismo ainda não é o novo ciclo dos Açores, dado que os rendimentos locais são reduzidos e os vencimentos do sector muito baixos. Pesa ainda uma sazonalidade significativa.
 
Desemprego desce, Inflação sobe
 
O comportamento da economia pode também ser apreciado por outros indicadores como a taxa de inflação, o desemprego e o total da população empregada.
A inflação tem vindo a crescer desde o início de 2015 de uma forma mais acentuada na Região do que no conjunto do país.  Esta diferença, entre outros factores, deverá estar relacionada com a falta de concorrência na Região e pequena dimensão de alguns mercados.
Entende-se a inflação como um conceito que designa o aumento continuado e generalizado dos preços dos bens e serviços e portanto o seu crescimento significa que há uma diminuição do poder de compra, sobretudo se o rendimento salarial não acompanhar essa alteração, como é o caso.
Deste modo, o aumento do índice de preços no consumidor tem repercussões negativas, sobretudo para as classes sociais de menores recursos.
Mas, em termos económicos a subida da taxa da inflação significa que existe mais dinheiro em circulação e um maior poder de compra, seja dos turistas ou de sectores sociais com mais recursos e isso leva a que a taxa de inflação tenha tendência a registar uma maior aceleração.
Em contrapartida mais compras e mais dinheiro em circulação leva ao crescimento das empresas e à criação de empregos.
Segundo os economistas, no curto prazo, um aumento da inflação traduz-se numa menor taxa de desemprego, enquanto uma menor taxa de inflação leva a uma maior taxa de desemprego.
Na situação actual, nos Açores, esta teoria é visível, dado que enquanto a inflação sobe, a taxa de desemprego tem vindo a diminuir, conforme mostram os gráficos.
Já relativamente à população empregada, os dados não são tão positivos.
 Os Açores já chegaram a ter cerca de 113 mil empregos, que foram diminuindo nos anos da crise e voltaram a crescer com a melhoria da economia.
Todavia, era de esperar que face à dinâmica que se tem gerado à volta do turismo, era de esperar que os tempos recentes tivessem gerado mais empregos.
Tem contribuído também para a diminuição do total da população empregada, a agricultura, que continua a perder postos de trabalho e a indústria e a construção, que apesar de alguns sinais positivos, ainda não são significativos. O último boletim trimestral do Serviço Regional de Estatística dos Açores refere que a evolução do emprego no sector primário, no 4º trimestre de 2016, registou uma diminuição de 8,1%, relativamente a igual período do ano anterior.


Rafael Cota, para o “Diário dos Açores”

Número de beneficiários do RSI aumentou quase 1.500 no último ano

Pessoas na rua PDLO número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) nos Açores voltou a aumentar no mês de Fevereiro, segundo dados do Instituto de Segurança Social a que o nosso jornal teve acesso.
No final do mês passado o número de beneficiários de RSI na nossa região era de 18.827, mais 1.498 do que em igual período do ano passado e mais 128 do que em Janeiro passado.
Ou seja, num ano o número de beneficiários de RSI aumentou mais do que nos últimos dez anos, cujo valor rondou os 1.160 beneficiários e quase que igual o todo nacional, que foi de 1.863.
Cada um destes beneficiários recebeu, em Fevereiro, em média, 82,71 euros, quando no mesmo mês do ano passado era de 69,12 euros (65,29 euros há dez anos).
Por famílias, em Fevereiro existiam 6.376 (6.141 em fevereiro do ano passado), mais 40 do que em Janeiro.
Cada família recebeu, em média, 275,51 euros (223,95 no ano passado).

Menos prestações por desempregado

De acordo com os mesmos dados recolhidos pelo nosso jornal, em Fevereiro passado havia 6.776 beneficiários com prestação de desemprego nos Açores, menos 149c beneficiá4rios do que no mesmo mês do ano passado e menos 35 do que em Janeiro.
O valor médio mensal do subsídio de desemprego processado em Fevereiro, por beneficiário, foi de 399,13 euros, menos cerca de dois euros do que em igual período do ano passado e menos cerca de seis euros do que em Janeiro.

RSI também aumenta a nível nacional

A nível nacional, o número de beneficiários do subsídio de doença e do RSI aumentou no último ano e diminuiu no desemprego e CSI.
O número de beneficiários do abono de família registou uma redução no último ano.
De acordo com os dados do Instituto da Segurança Social , em Fevereiro foram processados 1.054.477 abonos de família, o que representa uma quebra de 54.249 prestações em relação a igual período de 2016.
Em termos mensais, a redução foi de 257 abonos face a Janeiro.
Os números revelam ainda que no final de Fevereiro foram atribuídos 217.255 subsídios de desemprego, o que corresponde a uma redução de 38.888 prestações relativamente ao mês homólogo do ano passado.
Em termos mensais, os dados indicam um decréscimo de 3.979 subsídios.

Mais de 128 mil subsídios por doença

 As estatísticas mensais da Segurança Social revelam ainda que foram processados 128.924 subsídios de doença, o que traduz um acréscimo de 5.246 em relação a Fevereiro de 2016, mas uma descida de 2630 face a Janeiro deste ano.
Já no que toca ao rendimento social de inserção, os dados do ISS indicam que havia 96.023 famílias a receber o RSI, ou seja, mais 1.863 do que em Fevereiro do ano passado e mais 88 do que em Janeiro.
Em termos individuais, foram processados 214.310 prestações, mais 8.243 do que em Fevereiro de 2016 e mais 688 do que no primeiro mês do ano.
Em relação ao Complemento Solidário para o Idoso, havia 163.016 beneficiários no final de fevereiro, o que representa um decréscimo de 2.456 prestações relativamente ao período homólogo do ano passado.
Em termos mensais, registou-se um aumento de 1.315 prestações.


Maior queda de desemprego

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego baixou 15,3% em Fevereiro, face a igual mês de 2016, para 487.629 pessoas, representando a maior redução em termos homólogos desde que há registo.
De acordo com os dados divulgados ontem pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), em comparação com o mês anterior, o número total de desempregados registados em dezembro do ano passado recuou 1,4%, o que representa menos 7.101 pessoas.

Mais homens do que mulheres

Face a Fevereiro de 2016, havia menos 88,37 mil desempregados inscritos, o que representa a maior redução em termos homólogos desde que o IEFP começou a divulgar estes dados, em 1989.
Em termos homólogos, o número de desempregados inscritos nos centros de emprego caiu em ambos os sexos, mas a queda foi mais significativa nos homens, com uma descida de 17,3%, enquanto nas mulheres a redução foi de 13,5%.
Quanto ao grupo etário, o número de jovens inscritos (com menos de 25 anos) conseguiu uma redução de 21,3% e o grupo dos adultos apresentou, igualmente, uma descida homóloga do número de inscritos de 14,5%.
No que respeita ao tempo de inscrição, os desempregados inscritos há menos de um ano diminuíram 17,5% em relação a Fevereiro de 2015, e os desempregados de longa duração, isto é, com tempo de inscrição igual ou superior a um ano, diminuíram 12,9%.
O número dos desempregados que procuravam um novo emprego diminuiu também face ao mês homólogo de 2016 (15,2%), bem como aqueles que procuravam o primeiro emprego (16,3%).

Mário Fortuna: “É insuficiente e são valores que vão demorar a chegar”

Mario Fortuna - novaO Banco de Fomento anunciou ter assinado com o Programa Operacional Açores e a Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores (SDEA), acordos que operacionalizam 100 milhões de euros de instrumentos financeiros.
A formalmente designada Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), e conhecida como Banco de Fomento, explica que os acordos de financiamento agora assinados criam os instrumentos financeiros de apoio às empresas que pretendam investir na Região Autónoma dos Açores.
Segundo adianta, “a dotação global inicial de 20 milhões de euros de fundos comunitários permitirá a operacionalização de instrumentos financeiros de dívida e garantias e capital de 100 milhões de euros”.
O valor destes instrumentos financeiros era uma das expectativas dos empresários açorianos, que mencionaram esta expectativa no parecer que deram ao Plano e Orientações a Médio Prazo que começam a ser discutidas hoje no parlamento regional.
Contactado ontem pelo nosso jornal, acerca desta decisão do Banco de Fomento, Mário Fortuna começou logo por dizer que “convém fazer uma correcção quanto a este montante. O que de facto existe é uma dotação de 20 milhões de euros que podem vir a potenciar 100 milhões de investimento, se o Banco de Fomento participar em financiamentos com, em média, 20% dos valores globais”.
Para o Presidente da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada, “o montante, para utilização ao longo dos próximos anos, não é, em nosso entender, suficiente. Há mais de 5 anos, num Forum da CCIA (Câmara do Comércio e Indústria dos Açores), que decorreu na Caloura, já tínhamos sugerido um fundo de 100 milhões de euros e não os meros 20 milhões agora propostos. Teremos de ter em linha de conta também os mecanismos através dos quais estes fundos serão disponibilizados. Já estamos há vários anos à espera de um instrumento desta natureza, que tem tardado em chegar”.
De qualquer modo, A CCIA tem referido que os instrumentos financeiros disponíveis têm sido insuficientes para a economia açoriana. Com este anúncio do Banco de Fomento e com as verbas inscritas no Plano e Orçamento estão criadas as condições para a economia crescer mais do que os 2% do ano passado?
Mário Fortuna responde à nossa interrogação: “Na nossa perspectiva estas verbas vão tardar a chegar, serão espalhadas no tempo e serão certamente insuficientes para, só por si, com o plano anunciado, conseguirem um incremento de 2% da economia dos Açores. Continuaremos a precisar dos factores de crescimento externo para nos arrastarem para taxas de crescimento mais elevadas e de um sector do turismo a crescer como cresceu nos últimos anos. Sem o impacto externo positivo não chegamos a esta meta de crescimento porque as políticas delineadas nada trazem que nos possa fazer pensar o contrário”.