Empresa de conservação ambiental quer colocar turistas a tirar leite às vacas açorianas

Nuno CostaUma empresa açoriana está a lançar na Bolsa de Turismo de Lisboa um serviço inovador no sector do turismo nos Açores, que passa por colocar os turistas que visitam a ilha de São Miguel em contacto directo com as vacas, tão características da paisagem açoriana, ligando desta forma o sector agro-pecuário ao turístico.
Trata-se da rota do leite, promovida pela empresa de animação turística e de conservação ambiental Azores Green Mark, com sede no concelho da Ribeira Grande.
“O turista poderá ter a experiência de tirar o leite à vaca ou de fazer o seu próprio queijo. É uma experiência completamente inovadora na área turística, aproveitando a agro-pecuária que tanto existe na ilha de São Miguel”, disse ao Diário dos Açores Nuno Costa, sócio-gerente da empresa.
“Para nós, açorianos, talvez não tenha significado esse tipo de experiências, mas para os turistas é uma mais-valia e tem um significado extraordinário”, defendeu.
A rota do leite está a ser lançada pela Azores Green Mark a par de outros dois novos serviços, que são os acampamentos e a conservação ambiental por parte dos turistas.
“Lançamos agora também o acampamento em que o turista pesca o seu peixe, assa-o e faz tudo isso em contacto com a natureza. Vamos fazer isso pela ilha toda”, avançou.
Na área da conservação da natureza, Nuno Costa adiantou que a Azores Green Mark quer colocar os turistas a contribuir para a manutenção e limpeza de trilhos, como forma de apelo à consciência ambiental de quem visita a região.
“Esta actividade tem tido um primeiro feedback altamente positivo por parte dos operadores que nos visitam. O que acontece é que as pessoas, com esta experiência, podem contribuir para a preservação ambiental, enquadrando-se com a nossa equipa de manutenção e abertura de trilhos. É uma experiência totalmente inovadora no sentido de limpar o que eles próprios estão a utilizar, plantar endémicas, entre outros aspectos”, explicou o responsável.
Nuno Costa salientou que, “para quem vive numa grande cidade rodeado de betão, chegar à natureza e deixar essa marca significará muito e é esse o contributo que queremos dar ao turismo dos Açores”.
Na BTL, que está a decorrer até amanhã, Domingo, o sócio-gerente da empresa garante que as novas actividades estão a ser muito bem aceites. “Têm tido uma aceitação enorme por parte dos operadores estrangeiros”, referiu.
“Eles gostaram muito do ‘mix’ destas três ideias. Quem vai aos Açores procura a natureza e pessoas de fácil trato, que é o que somos. Além disso, por toda a ilha vemos vacas e pastos. Dar a oportunidade ao turista de estar no meio deles e dar a oportunidade de tirar leite às vacas é uma experiência única”, frisou.
“Tivemos um contacto com um operador continental que trabalha com mercado exterior, que vende para todo o mundo, com especial foco na Europa. Quando lhe falei das três actividades novas que lançamos, o operador mostrou-se muito interessado e disse que já levou turistas a fazer o mesmo tipo de actividades no Brasil, no meio da selva”, contou ao Diário dos Açores.
Contactos com operadores do Brasil é a principal novidade desta BTL, em relação a anos anteriores, salientou o responsável.
“No ano passado não tivemos este feedback do Brasil e penso que o serviço de ‘stop-over’ da TAP nos Açores nas rotas brasileiras vai trazer um incremento bastante grande em termos do mercado brasileiro para os Açores”, considerou.
Para Nuno Costa, sócio-gerente desta empresa que existe há dois anos, “é uma oportunidade única estar dentro de um pavilhão com o nome dos Açores, que é a região que mais tem crescido em termos de turismo em Portugal. A Azores Green Mark é uma empresa da área da conservação ambiental aliada à animação turística e julgamos que é do maior interesse estar neste stand”, afirmou.
O símbolo da empresa é uma impressão digital e, segundo o responsável, vai ao encontro da ideia de “deixar uma marca de natureza, uma marca verde, de sustentabilidade”. “Promovemos várias actividades, nomeadamente passeios ao longo da ilha, actividades mais radicais como o snorkeling, passeios pedestres, espeleologia, observação da natureza”.
“Outros dos factores de que nos orgulhamos de ter investido é na qualidade dos equipamentos que temos. Temos viaturas novas, moderas, recursos humanos qualificados, jovens, e isso faz muita diferença em termos da promoção turística dos Açores.
“O crescimento do turismo nos Açores tem sido enorme, mas pode chegar o dia em que vamos cometer os mesmos erros que outras regiões e temos por isso temos que apostar na qualidade”, defendeu.
“O que nós temos feito é isso mesmo: apostar na qualidade, nos recursos humanos que efectivamente possam contribuir para uma boa imagem dos Açores, com equipamentos que dignificam quem nos visita. E damos o melhor que nós temos que é a natureza, mas uma natureza sustentável e não danificada e pisada pela massificação do turismo. É precisamente este conceito que tentamos transpor a quem nos visita e que tem resultado, bem com os operadores que têm passado por aqui”, afirmou ao Diário dos Açores.
A Azores Green Mark é a única empresa nos Açores que interliga a prestação de serviços em conservação e protecção ambiental com a organização de actividades de animação turística. Tem como missão, além da protecção e conservação ambiental, desenvolver actividades de animação turísticas “que potenciem experiências reais aos seus clientes nomeadamente, através de pacotes exclusivos que evidenciam a beleza das paisagens naturais dos Açores, a história e os costumes do povo açoriano e o imenso património arquitectónico e religioso existente nas ilhas açorianas”. Na Ribeira Grande tem uma loja de turismo.

Por: Alexandra Narciso

Russos procuram cada vez mais mergulho nos Açores

season challengeSão cada vez mais os turistas que procuram fazer mergulho nos Açores. Turistas da Rússia são os que mais têm manifestado interesse na actividade na ilha de São Miguel
Quem o diz é Fernanda Alves, administrativa financeira da empresa Season Challenge, em declarações ao Diário dos Açores.
“Tivemos uma surpresa muito grande com o mercado russo. Estivemos em várias feiras este ano tivemos uma grande procura deste mercado. Aqui também já há agências de viagens que querem vender pacotes de turismo para a Rússia. Eu acho que o mercado russo poderá ser ter o grande foco nos Açores, este ano”, revelou a responsável, que se encontra a promover os serviços da empresa na Feira Internacional de Turismo, em Lisboa.
Fernanda Alves avançou que, no último ano houve também um “grande aumento” na procura de cursos de mergulho.
“Enquanto que nos outros anos a maior parte dos turistas procurava os pacotes de mergulho de uma semana inteira ou pacotes diário, tem havido este ano uma grande procura de cursos de mergulho. Para nós, é a principal novidade”, explicou.
De acordo com a responsável, além do mercado russo, também o alemão tem registado uma procura considerável.
Ao nosso jornal, Fernanda Alves disse que, apesar de todo o trabalho que tem sido feito, há ainda um longo caminho a percorrer na divulgação do destino Açores. “Muita gente ainda não sabe onde ficam os Açores e ficam perdidos no mapa”, frisou, acrescentando, no entanto que a conjuntura em que vivem muitos países tem beneficiado a Região.
“Muitos dos outros destinos de mergulho tornaram-se perigosos pela sua localização perto de áreas de guerra. O mercado principal era o mar vermelho e este mercado decresceu”, apontou.
Segundo considerou, os Açores são “dos melhores locais do mundo para a prática de mergulho e são um sítio paradisíaco e tranquilo. Eu acho que isso é o ponto base que se pode oferecer nos Açores, a tranquilidade. É pacífico, tem beleza e pode-se fazer de tudo”, destacou, afirmando esperar que “as empresas correspondam às expectativas do mercado, que vai crescer nos próximos anos”.
“As expectativas para 2017 sem dúvida que são as melhores”, concluiu Fernanda Alves.

Por: Alexandra Narciso

Reputação do destino Açores aumentou no ano passado

lagoa do fogoA reputação do destino Açores, na sua globalidade, cresceu em 2016 em relação ao ano anterior, de acordo com um relatório que teve por objectivo analisar a “pegada digital” deixada pelos turistas que visitaram a região no ano passado.
Foi, no entanto, um crescimento “ligeiro”, tendo o índice de satisfação dos visitantes passado de 87,6% em 2015 para 88% em 2016.
Os números foram apresentados ontem por José Maia, da GMT Hospitality, na Bolsa de Turismo de Lisboa, e são o resultado do estudo “Destino Açores: Quem é o Turista e o que diz de nós” que analisou o rasto que os visitantes deixaram sobre os Açores em 175 websites de 45 idiomas, desde redes sociais, a sites de avaliação ou ‘online travel agencies’.
O objectivo, segundo afirmou José Maia, passa por aprender sobre os atributos dos recursos açorianos e “focar a atenção, na melhoria dos serviços produtos e na comunicação ao turista na altura da promoção”. Outro grande objectivo, acrescentou, “é a monitorização ao longo do tempo dos vários recursos”.
De acordo com o responsável da GMT, para a concretização do relatório, encomendado pelo Governo Regional dos Açores, foram recolhidas avaliações de turistas em de mais de 100 mil publicações sobre os recursos dos Açores, nomeadamente estabelecimentos de restauração, alojamento, animação turística, património natural e património cultural.

Património cultural e património natural

Segundo os dados ontem divulgados, a área do património cultural dos Açores (como é o caso dos museus) teve uma performance abaixo da média de 88% do destino Açores, tendo sido registado um índice de satisfação dos visitantes de 85.1%.
Os aspectos com melhor avaliação nesta vertente foram o estado de conservação do património cultural na região, a variedade e a quantidade dos conteúdos. Com pior avaliação surge a mediação. “A mediação é a nossa prioridade, sendo muito relevante e algo que podemos trabalhar”, referiu José Maia.
Quanto ao património natural, em 2016 mais de 90%  das avaliações efectuadas foram positivas. Nesta área, a vista e envolvente não receberam qualquer menção negativa, sendo que, para além disso, o staff, a limpeza e a consciência ambiental dos conteúdos e práticas foram os aspectos com maior percentagem de menções positivas online pelos visitantes.
Segundo o mesmo estudo, na vertente do património natural a língua estrangeira, “quer pela indisponibilidade do seu domínio pelo staff, quer pela indisponibilidade de material informativo”, foi o único atributo abaixo dos 90% de menções positivas.


Animação turística com 97% de satisfação

O estudo revela ainda que, no ano passado, a área da animação turística na região teve um índice de 96.9% de satisfação, por parte dos visitantes, sendo que as competências técnicas, a segurança e a relevância e interesse das actividades promovidas foram os aspectos que mereceram destaque pela positiva.
Ainda na animação turística, José Maia referiu que “a comunicação prévia ao serviço, o preço e a consistência ambiental demonstrada no serviço são os atributos com maior peso de menções negativas”, segundo a análise da pegada digital dos visitantes dos Açores em 2016.

Restauração nos Açores com performance “mais modesta”

No estudo “Destino Açores: Quem é o Turista e o que diz de nós”, a restauração surge com uma avaliação “mais modesta”, referiu José Maia, com um índice de satisfação inferior à média global (84,5%).
De acordo com o estudo, os turistas que visitaram os Açores deixaram mais comentários online sobre a comida, serviço, staff e instalações dos restaurantes.
Com melhor avaliação, surge a localização dos estabelecimentos de restauração, o staff e a bebida. A limpeza, a segurança e os lavabos surgem, na análise, com a “maior percentagem de menções negativas”.

Internet, segurança e instalações sanitárias com pior avaliação no alojamento

Também o sector do alojamento teve uma performance abaixo a média da região, com um índice de satisfação de 85.4%. Nesta área, os aspectos mais comentados online pelos visitantes são a alimentação e bebidas, as instalações dos estabelecimentos e a unidade de alojamento.
Ainda na análise dos comentários realizados sobre o alojamento nos Açores, verifica-se que os hóspedes deram melhor avaliação ao staff, localização e instalações dos espaços e atribuíram uma pior performance à internet ou outra tecnologia ao dispor do hóspede, à segurança e às instalações sanitárias das unidades de alojamento.

São Miguel atrás do Pico e Faial na avaliação do alojamento

O estudo realizado pela GMT Hospitality revela ainda que as ilhas que obtiveram melhor performance, ao nível do alojamento, em 2016, foram o Pico (89.4%), Faial (85.8%) e São Miguel (85.6%).
As melhores classificações de alojamento vão para o turismo em espaço rural e turismo de habitação (ambos com 92% de satisfação) e para o alojamento local (88% de satisfação).
Apesar de a maior ilha do arquipélago ficar, de acordo com o estudo, em terceiro lugar, é em São Miguel, nomeadamente nas Furnas, que encontramos 4 dos alojamentos que constam do Top 20 com melhor performance na região.
Nos alojamentos do Top 20, cinco são hostels localizados em Ponta Delgada, oito localizam-se na zona costeira e seis em meio rural.
Ao nível da sazonalidade, nos meses do verão a satisfação decai “ligeiramente” em quase todas as áreas.
José Maia a animação turística e o património natural estão “overperforming” e o património cultural e restauração “underperforming”.
“Estando a maioria das empresas de animação turística açorianas a operar no turismo de natureza, é coerente que os resultados da performance da Animação Turística e DO Património Natural se apresentem próximos. São claramente os recursos em destaque no destino”, referiu José Maia.


Perfil psicográfico do turista que nos visita

Sobre o perfil psicográfico do turista, o relatório da GMT Hospitality revelou que mais de 70% dos perfis dos turistas que deixaram comentários online sobre os Açores enquadram-se em três tipos de personalidade: o introvertido intuitivo apoiado pelo pensamento (“the strategist”), o introvertivo sensitivo apoiado no pensamento (“the examiner”) e o intuitivo pensativo apoiado na intuição (“the engineer”).
O relatório hoje apresentado terá actualizações mensais e trimestrais sobre os vários sectores, disponibilizando ainda um sistema de alertas que irá sinalizar reclamações publicadas online.

Estudo de carácter periódico é “ferramenta inovadora”

Para o Director Regional do Turismo, Filipe Macedo, o relatório é uma “ferramenta inovadora, online, que permite, por um lado, analisar a reputação do destino Açores através da pegada digital que o turista dos Açores deixa, analisando as avaliações e experiências que os visitantes partilham” e, por outro, “identificar as características comportamentais e os traços de personalidade destes mesmos visitantes”.
“O estudo psicográfico permite construir o perfil do turista, transmitindo o conhecimento aprofundado do visitante do destino Açores, organizando em tipologias de personalidade, o que permitirá uma maior assertividade na comunicação do destino nos mercados emissores”, considerou Filipe Macedo, que interveio na apresentação do estudo.
Para Filipe Macedo, o estudo “visa a dotar os parceiros públicos e privados do sector com informação válida sobre as expectativas dos turistas que nos visitam, permitindo nos adaptar, mudar, reformular e inovar a oferta de produtos e serviços que comercializam”.

BTL com resultados “muito produtivos” para a Picos de Aventura

picos de aventura - btl 2017A representante comercial da empresa de animação turística Picos de Aventura, localizada em Ponta Delgada, salientou ao Diário dos Açores que a presença na Bolsa de Turismo de Lisboa 2017 tem tido bons resultados.
Cátia Chaves salientou que tem efectuado “muitos contactos internacionais e também com o mercado nacional que nos visita”.
“Os últimos dias de feira têm sido muito produtivos, já tivemos algumas reuniões muito interessantes com operadores estrangeiros e também já tivemos contactos com agências nacionais, com as quais acredito que vamos ter sucesso”, afirmou, acrescentando que o principal objectivo “é a angariação de novos parceiros para possível divulgação das nossas actividades noutros destinos”, sublinhou.
A Picos de Aventura foi uma das empresas em São Miguel que beneficiou da abertura do espaço aéreo nos Açores e consequente aumento do turismo.
“Enquanto que há alguns anos atrás, nós tínhamos uma época alta que seria de dois meses – de Junho a Setembro – agora já temos um volume considerável de trabalho desde a Páscoa até ao final de Setembro. Temos mais trabalho, durante mais tempo, o que é bastante bom, não só para a animação turística, mas também para a restauração, para a hotelaria. Temos um período de trabalho mais consistente que nos permite aguentar o resto do ano”, considerou.
Para 2017, comparativamente ao ano passado, a empresa tem também boas expectativas.
“As pessoas estão a fazer reservas com muita antecedência para prepararem as suas férias a tempo, para conseguirem fazer as actividades que querem e arranjar alojamento atempadamente”, frisou.
A questão do alojamento, segundo defendeu, é uma “questão sensível”, que merece atenção.
“Os Açores estão muito na moda. Todas as pessoas querem ir aos Açores, é um destino europeu relativamente barato e que oferece muita qualidade a quem nos visita. Isto está a levar a que exista muita procura e, na minha opinião, os hotéis mais centrais em Ponta Delgada ficam cheios. Há, a meu ver, necessidade de mais alojamento”, defendeu Cátia Chaves.
A responsável revelou ainda que, na BTL, têm recebido contactos da França, Polónia, Espanha e de Portugal.

Por: Alexandra Narciso

Casas dos Açores alerta para necessidade de não se ceder a “tentações de lucro fácil”

Gilberto Vieira - btlO Presidente da Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural afirma ter boas expectativas para 2017, mas alerta para a necessidade de não se ceder a “tentações de lucro fácil”.
O responsável, Gilberto Vieira, salienta que há que “garantir e aperfeiçoar a oferta que faz com que tenhamos visibilidade”.
“A nossa posição neste processo de afirmação do turismo rural nos Açores nunca foi de reivindicação”. Sempre nos pautamos por expor e discutir pontos de vista e projectos que pudessem contribuir para a promoção das unidades nossas associadas e, simultaneamente, do desenvolvimento dos Açores”, referiu o responsável.
Gilberto Vieira considera que o turismo rural e de natureza é uma “âncora fundamental para afirmar o destino Açores”.
O Presidente das Casas Açorianas que conta com 55 unidades associadas em oito ilhas, salientou o crescimento registado na taxa de ocupação em 2016, salientando que “uma boa parte” dos hóspedes são oriundos do território nacional. “No que respeita a estrangeiros, a preponderância é de alemães, espanhóis, holandeses, franceses, norte-americanos, italianos, britânicos, canadianos e suíços”, acrescentou.
O responsável salientou que a “generalidade dos clientes” procura nas Casas Açorianas “sossego, contacto com a natureza e aspectos culturais e vivenciais”, salientando que não são só pessoas de mais idade que procuram os espaços de turismo rural.
“Hácasais jovens, famílias inteiras e também estudiosos que vêm explorar aspectos mais ou menos específicos do habitat natural e etnográfico do mundo rural açoriano”, salientou.
Gilberto Vieira falava à margem da apresentação de uma série de programas televisivos, intitulada “Casas Açorianas – Repertório de Vivências”, que resulta de uma parceria entre esta associação, a RTP-Açores e a SATA. O projecto, que irá para o ar em Abril, vai retratar a realidade rural açoriana, associada à actividade turística, tendo por base vivências tradicionais das várias ilhas.
A empresa de transporte aéreo SATA irá exibir a bordo dos seus aviões compactos destes programas, como forma de promover e divulgar o destino Açores.