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Governo e Câmaras de Ponta Delgada e Ribeira Grande reconhecem importância do Tremor

tremor arranque

O Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada afirmou que o festival Tremor é uma “experiência de cultura  e de amizade” que “enaltece Ponta Delgada, os Açores e o País”. 

José Manuel Bolieiro, que falava na sessão de abertura do evento, sustentou que o Tremor é um “acto cultural”, que “permite a descoberta de novos talentos e imprime outra dinâmica” nas ilhas de São Miguel e de Santa Maria.

O edil destacou, igualmente, a adesão e a projecção mediática do Tremor nos contextos nacional e internacional, dando conta da capacidade organizativa do festival que se realiza pelo sexto ano consecutivo, apresentando-se como um motivo de orgulho e de expectativa: “o orgulho pelo que o Tremor já realizou em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, e em Santa Maria e a expectativa de que, se no ano passado foi bom, este ano será ainda melhor”.

“O Tremor é uma experiência de cultura, de amizade, de actividade que engrandece toda a gente”, concluiu.

Perante um auditório repleto, o autarca pontadelgadense dirigiu uma palavra de apreço à organização, nas pessoas de António Pedro Lopes, Luís Banrezes, Joaquim Durães e Márcio Laranjeira. 

 

Tremor “eleva a oferta cultural e criativa na Ribeira Grande”

 

A sexta edição do Festival Tremor, que decorre até ao próximo Sábado na ilha de São Miguel, terá vários palcos musicais na Ribeira Grande, renovando-se o apoio da autarquia à organização do evento tendo em vista o reforço das dinâmicas nesta altura do ano.

“O Tremor é um festival diferenciador, dinâmico e cada vez mais pujante, que se afirma a cada ano que passa”, destacou Alexandre Gaudêncio, satisfeito com o resultado da parceria iniciada no ano passado e que mereceu replicação no corrente.

“Não restam dúvidas de que este é um festival que congrega vários quadrantes da música e que combina estilos diferentes com propósitos bem vincados: elevar a música e oferecer um cartaz cultural rico que extravasa os limites do que estamos habituados a ver”, acrescentou Alexandre Gaudêncio.

O edil elogiou também a envolvência que o Tremor oferece a várias associações culturais da ilha, colocando enfoque naquelas que têm sede na Ribeira Grande. “É um gosto ver muita gente do concelho envolvida”, destacou, nomeadamente associações locais que promovem a integração de jovens na sociedade.

“Para além disso, vemos que o festival combina diferentes formas de arte e isso acrescenta valor aos projectos que estão a ser desenvolvidos. Por isso mesmo, e não só, é um evento que merece o nosso respeito e reconhecimento, na medida em que combina o tradicional com o inovador, apresentando-nos, muitas vezes, espectáculos que surpreendem pela positiva”, destacou.

 

Governo dos Açores apoia Festival Tremor

 

 O Governo dos Açores, através das Direcções regionais da Cultura e do Turismo, apoia a realização do 6.º Festival Tremor, organizado pela Associação Cultural e Recreativa Plutão Camaleão, que decorre até 13 de Abril.

A Directora Regional da Cultura, que esteve presente Terça-feira, em Ponta Delgada, na abertura do festival, salientou que, nos últimos três anos, esta iniciativa foi apoiada pelo Governo Regional num montante global de cerca de 150 mil euros.

Para Susana Costa, a programação interdisciplinar que caracteriza este festival é realçada pela multiplicidade de iniciativas pertencentes às mais diversas áreas que fazem parte da programação agendada e que incluem concertos em locais inusitados, interacções e caminhadas na paisagem, workshops, laboratórios criativos, arte na rua, residências artísticas, actividades para crianças e momentos dedicados ao pensamento e ao debate.

O Festival Tremor também é apoiado pela Direcção Regional do Turismo por se apresentar como um importante evento de cariz cultural e artístico, que decorre na época baixa, trazendo à Região muitos visitantes que têm a possibilidade de desfrutar de uma panóplia de experiências sonoras que evidenciam, em muitos casos, as particularidades e a autenticidade do património ambiental dos Açores.

Esta sexta edição do Tremor contempla ainda a possibilidade duma viagem à ilha de Santa Maria, levando mais longe o nome do festival e a promoção dos Açores em termos internacionais, pelo que o Governo dos Açores se assume como parceiro desta iniciativa, onde se prevê um impacto muito significativo ao nível da dinamização do comercio tradicional.

Por outro lado, a exposição mediática deste evento contribui para reforçar a imagem dos Açores como destino turístico cultural, com a presença de artistas de todo o mundo que permitem a promoção da Região junto de públicos alargados e com interesse pela cultura e pelas artes, gerando novos fluxos de turismo que aliem a experiência da natureza do arquipélago a uma actividade cultural crescente, constituindo-se como uma oportunidade única de desenvolver vários formatos de fruição de música, envolvendo vários agentes e locais, a comunidade e visitantes, no tecido social e cultural das ilhas.

O festival Tremor começou anteontem, no Teatro Micaelense, com a estreia absoluta de um espectáculo construído em residência artística no Tremor que junta o colectivo “ondamarela”, com a escola de música de Rabo de Peixe, músicos locais, poetas e vários utentes da Associação de Surdos da ilha de São Miguel.

Sob o lema “uma experiência musical no centro do atlântico” o Festival prossegue até Sábado, 13 de Abril, com uma programação interdisciplinar que inclui concertos, interacções na paisagem, laboratórios, momentos dedicados ao pensamento, arte nas ruas e residências artísticas que se fundem com a comunidade local e a ilha.