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PJ deteve suspeito de tentativa de homicídio na Terceira

A Policia Judiciária (PJ) anunciou ontem a detenção, na ilha Terceira, de um homem suspeito da autoria de uma tentativa de homicídio, que terá sido praticada com “uma barra de ferro e uma faca”.

“O presumível autor do crime de homicídio qualificado, na forma tentada, munido de uma barra de ferro e uma faca, desferiu vários golpes no corpo da vítima, quando esta se encontrava deitada, tendo um deles atingido uma zona considerada letal”, refere um comunicado da PJ, acrescentando que a detenção foi efectuada com a colaboração da PSP.
Segundo a PJ, o homem “agiu com elevado grau de frieza, por pensar que a vítima constituía uma forte oposição ao seu actual relacionamento amoroso”.
A PJ não adianta pormenores sobre o local e as circunstâncias em que ocorreu a detenção, referindo apenas que o homem, de 39 anos, “sem qualquer ocupação e com antecedentes criminais”, é natural e residente na Terceira.

Rafael apresenta “Origens” na Terra Natal

Rafael Carvalho, Presidente da Associação Viola da Terra, natural da Ribeira Quente, Concelho da Povoação, vai apresentar o seu primeiro trabalho a solo, intitulado "Origens", na próxima sexta-feira, pelas 21h30 no Centro Social e Paroquial da sua freguesia.

O trabalho conta com 10 temas instrumentais: 5 dos quais originais e 5 variações dos temas tradicionais da Viola da Terra.

O Lançamento do CD propriamente dito será no dia a seguir, 4 de Fevereiro, em Ponta Delgada, no Auditório Luís de Camões, pelas 20 horas.

Rafael Carvalho aprendeu a tocar Viola da Terra com Carlos Quental. Depois passou a dar formação na Escola de Viola da Terra da Ribeira Quente.

Foi membro fundador do Grupo de Violas/Foliões da Ribeira Quente em 1996 e do grupo Musica Nostra em 2005.

Foi igualmente membro do Grupo Folclórico São Paulo de 1993 a 2005 e tem colaborado com os Grupos Folclóricos das Camélias (Furnas), São Pedro (Lomba do Cavaleiro), Água Retorta, Fajã de Baixo e da Associação Académica da Universidade dos Açores.

Na última década teve o prazer de acompanhar ao Desafio, Desgarrada e Velhas, cantadores como Jorge Rita, João Luis Mariano, Lupércio Albergaria, António Silva, António de Sousa, José Eliseu, João Angelo, Mota, João Leonel, José Fernandes, Vasco e Manuel Antão.

Já atuou em 8 das 9 Ilhas dos Açores, em Bruxelas, no Teatro da Trindade e nas Lojas Fnac do Colombo e Alfragide.

Foi Formador de Viola da Terra na Academia de Música da Povoação de 2007 a 2010.

Participou no I Encontro de Violas de Arame em 2009, em Castro Verde, representando os Açores e organizou em 2010, no Conservatório Regional de Ponta Delgada, o II Encontro de Violas de Arame.

Organizou com a Associação de Juventude Viola da Terra o I Encontro de Violas Açorianas, um evento que a Viola aguardou cerca de 5 séculos nos Açores para que se concretizasse.

Tem organizado desde 2009 o "DIA DA VIOLA DA TERRA" no Conservatório Regional de Ponta Delgada.

Concluiu o Curso Básico de Viola da Terra no Conservatório Regional de Ponta Delgada, tendo sido o primeiro músico Micaelense a submeter-se a exame de V Grau de Viola da Terra. Actualmente é responsável pela Escola de Viola da Terra e Violão da Ribeira Quente.

Posto de Turismo da Vila Franca reabre com novas valências

A Câmara Municipal de Vila Franca do Campo no âmbito de um protocolo assinado com a Cooperativa de Artesanato e Solidariedade Social Senhora da Paz, irá proceder amanhã, pelas 9H30, à reabertura oficial do posto de turismo, sito no edifício da Santa Casa da Misericórdia, frente ao Jardim Antero de Quental.

No protocolo, a Câmara Municipal atribui à Cooperativa a responsabilidade pelo funcionamento do posto de turismo municipal, que passará a funcionar também como loja de lembranças da Cooperativa Senhora da Paz, proporcionando aos visitantes o contacto com o que de melhor se produz no campo do artesanato vilafranquense.

Esta parceria é produto do esforço da autarquia na racionalização dos seus meios, aproveitando sinergias com outras instituições, como é o caso da Cooperativa Senhora da Paz, que se tem distinguido na valorização do artesanato vilafranquense, através do apoio e incentivo que tem dedicado aos artesãos do concelho.

A Cooperativa de Artesanato e Solidariedade Social Senhora da Paz, CRL foi fundada em Outubro de 1997, com o apoio do Governo Regional e da Câmara Municipal de Vila Franca do Campo, tendo iniciado a sua actividade em Janeiro de 1998. Na base da sua fundação esteve a necessidade urgente de garantir ocupação, integração e complemento do rendimento familiar das antigas educandas e jovens a cargo das Filhas de Maria Imaculada, após as religiosas terem encerrado a sua actividade no Convento de Santo André.

Cabouco terá novo museu etnográfico em 2012

O museu etnográfico do Cabouco, actualmente instalado numa das salas da sede da junta de freguesia local, vai ganhar um novo espaço. Neste momento, a edilidade lagoense encontra-se a proceder a obras de beneficiação e reconstrução do mesmo, por forma a adaptá-lo para a futura instalação do respectivo espólio museológico.

A apresentação deste novo projeto foi realizada no passado fim de semana na sede da junta de freguesia do Cabouco, durante a assinatura de um protocolo com a junta de freguesia, através do qual a mesma cedeu a responsabilidade da gestão deste espólio à edilidade, considerando que esta possui um quadro de pessoal com competências técnicas na área da cultura e do património, que lhe permite reorganizar museograficamente este espólio, bem como a sua gestão.

Durante esta cerimónia, o presidente da câmara municipal de Lagoa, João Ponte, destacou a importância do futuro museu etnográfico do Cabouco para a história, identidade e afirmação cultural da Lagoa. Trata-se do culminar de um desafio que foi lançado pela autarquia lagoense à junta de freguesia do Cabouco, e que a mesma aceitou.

"Tenho de enaltecer a visão que a presidente da junta e a sua assembleia tiveram em relação a esta matéria", disse, realçando o fato de não ser muito normal haver museus de freguesia com o valor e a história como o do Cabouco, sendo pena que o mesmo estivesse fechado e asfixiado no espaço onde se encontra atualmente.

"A nossa perspectiva sobre os museus é que estes existem para estar abertos e não fechados. Portanto, aqui na Lagoa temos este princípio e nos esforçamos em recuperar e dar outras condições aos nossos núcleos museológicos", disse, acrescentando que o exemplo do Cabouco, deveria servir de inspiração para outros.

Aliás, nesta matéria, João Ponte explicou que a autarquia lagoense tentou fazer o mesmo com os núcleos museológicos da Ribeira Chã, embora sem sucesso. "Não iriamos tirar nada da Ribeira Chã, apenas queríamos fazer um projeto semelhante ao que estamos a fazer aqui no Cabouco, mas, de facto, não foi possível", disse, desafiando novamente o centro social e paroquial da Ribeira Chã a abraçar um projeto deste género, pois "como sabemos, apesar dos recursos não serem muitos, ainda temos mais recursos que essas instituições e conseguimos agregar competências técnicas, fato que é extremamente importante".

João Ponte reportou-se ainda à rede de núcleos museológicos que o seu executivo pretende criar ainda durante o presente mandato, designadamente o museu do presépio, casa das memórias do convento e o museu etnográfico do Cabouco, que virão, assim, juntar-se ao já inaugurado núcleo museológico Mercearia Central – Casa Tradicional, em Água de Pau, este último um sucesso no que concerne ao número de visitantes que tem atraído e que se intensificará durante o presente ano, em virtude da parceria com uma agência de viagens esperando-se que cerca de cinco mil turistas o que para o edil lagoense "é qualquer coisa de notável", esperando-se que o mesmo aconteça no museu etnográfico do Cabouco e no museu do presépio.

Aludindo à reforma das freguesias, João Ponte disse que o governo da República até pode extinguir juntas de freguesia, mas nunca poderá aniquilar a "nossa história, as nossas raízes e tradições. Isso o governo nunca conseguirá fazer e este tipo de investimento também contribui muito para isso".

II Feira de Empreendedorismo desafia imaginação de nordestenses

A Escola Profissional do Nordeste promoveu a II Feira de Empreendedorismo decorreu na Vila de Nordeste, nos passados dias 26 e 27 do corrente mês de janeiro.

Os formandos desafiaram a imaginação e mostraram como combater a crise. Venderam bolos, café e chá, mini-pizzas, doces e gomas.

Livros, DVDs e jogos playstation, em 2ª mão, banca de reparação de software na hora e acesso à Internet compunham o espaço-feira.

Enquanto lavava o carro, o espectador podia degustar galinha, morcela e chouriço grelhados, ou adquirir um mealheiro ou um diploma com o significado do seu nome. Também era possível recorrer a um posto de avaliação de saúde, para controlo da tensão arterial, imc e diabetes.

Apresentações do projeto "Poupança", pelo Curso de Técnico de Contabilidade, e de um Vídeo sobre confecção de vestidos do Curso de Costureira/Modista – Programa Reativar - completaram o programa do 1º dia, enquanto as Scuts (Eixo Norte/Nordeste) com um vídeo e trabalhos, pelos Cursos de Técnico de Multimédia, Contabilidade e de Turismo marcaram o 2º dia, com um desusado movimento na Vila de Nordeste, onde se realizou o evento.