2.193 bebés açorianos fizeram o “teste do pezinho”

recém nascido

No ano passado houve 2.193 bebés açorianos que foram submetidos a estudo no âmbito do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, vulgo “teste do pezinho”, um aumento relativamente ao ano anterior, que registou 2.145 recém-nascidos.

De acordo com dados obtidos pelo “Diário dos Açores” junto de fonte oficial do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, através da sua Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética, do Departamento de Genética Humana, os meses em que se registaram mais testes com os recém-nascidos dos Açores foram em Janeiro, Outubro e Novembro, ultrapassando a casa das duas centenas em cada mês, enquanto que nos restantes meses do ano ficaram-se pela casa de acima da centena.

Apesar de se registar um aumento em relação a 2017, trata-se de uma diminuição quando comparado com os anos de 2014, 2015 e 2016.

 

Ligeiro aumento também no país

 

Cerca de 87 mil crianças nasceram em Portugal em 2018, um ligeiro aumento face a 2017, de acordo com os mesmos dados do Instituto Nacional Ricardo Jorge baseados no rastreio neonatal, conhecido por “teste do pezinho”.

No último ano, foram estudados no âmbito do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce 86.827 recém-nascidos, mais 674 do que em 2017, ano em que foram realizados 86.180 testes.

“Trata-se de um aumento ligeiro, mas nos últimos cinco anos apenas em 2016 foram estudados mais bebés (87.577)”, refere o INSA.

Lisboa registou o maior número de testes (25.672), seguindo-se do Porto com 15.699 e Braga com 6.692. Já os distritos de Bragança (596), Portalegre (681) e da Guarda (770) foram os que registaram o menor número de testes.

O mês de Agosto foi o que registou o maior número de exames feito (8.044), enquanto Fevereiro foi o que teve menos registos (6.199).

Em 2017, foram estudados 86.180 recém-nascidos, menos 1.397 do que em 2016, uma diminuição que ocorreu após três anos consecutivos de aumento de nascimentos, segundo os “testes do pezinho” realizados.

Coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, através da sua Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética, o Programa Nacional de Diagnóstico Precoce cobre a quase totalidade de nascimentos, sendo um indicador relativo à natalidade em Portugal, embora o teste não seja obrigatório.

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