Valor dos apartamentos volta a aumentar nos Açores

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ponta delgada - avenidaNo mês de Outubro, o valor mediano de avaliação bancária de apartamentos no país foi 1 239 euros/m2, aumentando 7,3% relativamente ao mês homólogo. 

O valor mais elevado foi observado no Algarve (1 535 euros/m2) e o mais baixo no Alentejo (852 euros/m2). 

O Norte apresentou o crescimento mais expressivo (8,8%) e a Região Autónoma dos Açores o menor (2,5%).

Comparativamente com o mês anterior, o valor de avaliação subiu 0,5%, tendo a Região Autónoma dos Açores apresentado a maior subida (6,5%) e o Centro a única região em que o valor não subiu, tendo-se mantido igual ao mês anterior. 

O valor mediano da avaliação para apartamentos T2 subiu 2 euros, para 1 255 euros/m2, tendo os T3 subido 7 euros, para 1 127 euros/m2. 

No seu conjunto, estas tipologias representaram 80,7% das avaliações de apartamentos realizadas em Outubro.

Por sua vez, o valor mediano da avaliação bancária das moradias foi de 947 euros/m2 em Outubro, o que representa um acréscimo de 3,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Os valores mais elevados observaram-se no Algarve (1 607 euros/m2) e na Área Metropolitana de Lisboa (1 533 euros/m2), tendo o Centro registado o valor mais baixo (789 euros/m2). 

A Área Metropolitana de Lisboa apresentou o maior crescimento (9,0%), sendo que a descida mais intensa ocorreu no Alentejo (-0,5%).

Comparativamente com o mês anterior, o Algarve apresentou o maior aumento (3,8%) tendo-se verificado a descida mais acentuada no Centro (-1,0%).

Comparando com setembro, os valores das moradias T2, T3 e T4, tipologias responsáveis por 69,5% das avaliações, atingiram os 855 euros/m2 (mais 40 euros), 886 euros/m2 (mais 30 euros) e 969 euros/m2 (mais 17 euros).

Ainda em Outubro, o valor mediano de avaliação bancária, realizada no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação, fixou-se em 1 131 euros por metro quadrado (euros/m2), tendo aumentado 0,3% face a setembro (1 128 euros/m2).

O maior aumento face ao mês anterior registou-se na Região Autónoma da Madeira (2,4%).