Câmara Municipal de Ponta Delgada gastou mais de 30 mil euros em 8 meses na reparação de semáforos vandalizados

semforoA Câmara Municipal de Ponta Delgada gastou, entre Janeiro e Agosto deste ano, mais de 30 mil euros na recuperação de inúmeros semáforos vandalizados por toda a cidade.
O último acto de vandalismo aconteceu no passado fim-de-semana, nos semáforos do Largo da Saúde, nos Arrifes, situação que foi prontamente acautelada pela autarquia, estando já aquele equipamento em funcionamento.
De acordo com um comunicado de imprensa, a autarquia refere que “os semáforos da cidade de Ponta Delgada e zonas limítrofes são constantemente vandalizados – regra geral estas situações acontecem aos fins-de-semana e durante a noite – sendo que, na maior parte das vezes, há testemunhas desses actos que, no entanto, não denunciam os casos à Câmara Municipal de Ponta Delgada”.
O Município de Ponta Delgada “lamenta profundamente essas situações, sobretudo aquelas que surgem na sequência de puros actos de vandalismo, que além de causarem incómodos aos automobilistas e aos peões, se tornam demasiado dispendiosas para a  autarquia”.
Mesmo assim, e de acordo com o parecer da maior autarquia açoriana, “a Câmara trabalha sempre no sentido de resolver atempadamente todas as situações que possam de alguma forma inconvenientes aos munícipes”.
De referir, ainda, que os semáforos da Arquinha, que há umas semanas sofreram uma avaria grave, e que por via disso ficaram desligados, estão já funcionar, mais precisamente desde as 11h00 de ontem.
A ausência de semáforos naquela zona de intenso tráfego de Ponta Delgada causou, de acordo com o mesmo comunicado, vários inconvenientes aos automobilistas, “não obstante o fato de autarquia ter feito tudo o que estava ao seu alcance para menorizar a situação”.
A explicação da autarquia prende-se no facto de a peça em falta para o normal funcionamento do referido equipamento, que por não se fabricar em Portugal teve de ser encomendada na Holanda, demorou mais tempo do que o previsto a chegar a Ponta Delgada, situação a que a autarquia refere ser totalmente alheia.