Pilotos da SATA aliciados pela PrivatAIR de Gomes de Menezes

sata2Alguns pilotos da SATA estão a ser contactados pela empresa PrivatAIR, cujo CEO é o anterior presidente da transportadora regional, Gomes de Menezes, para se candidatarem a esta companhia com sede em Genebra, na Suíça.
A empresa de Gomes de Menezes pretende pilotos qualificados nos Airbus A320 e A330 e os pilotos da SATA estão a ser contactados através de uma agência de recrutamento, a PageGroup.
Alguns pilotos da SATA já frequentaram cursos, nos últimos meses, em vários países, para estarem certificados a operar os novos A330 que a transportadora regional irá receber, não se sabe quando.
Gomes de Menezes foi nomeado responsável pela PrivatAIR em 6 de Abril deste ano, depois de ter ocupado lugar semelhante noutra operadora de Lisboa e antes ter sido Presidente da SATA.
A PrivtAIR é um grupo de aviação de executivos, líder internacional, com sede na Genebra e com bases operacionais em Frankfurt (Alemanha), Genebra (Suíça) e Brazzaville (Congo), com mais de 35 anos de existência e que emprega mais de 350 pessoas.
Na altura em que Gomes de Menezes foi contratado, a empresa anunciou-o como “trazendo uma riqueza de experiência em funções de gerenciamento sénior na SATA” e salientando o seu currículo como “especialista em wet-lease widebody com uma base de clientes em todo o mundo”.

Sindicato critica gestão da SATA e questiona o que se passa com os A330

Entretanto, o SNPVAC (Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil) anunciou em comunicado que foi recebido no passado dia 10 de Setembro pelo Presidente do Governo Regional, Vasco Cordeiro.
 Nesta reunião foram comunicadas “as preocupações dos trabalhadores do Grupo SATA e disponibilizados estudos que, a serem aplicados, poderiam melhorar a sustentabilidade financeira da companhia, permitir uma redução no valor das passagens aéreas para os residentes nos Açores e da Diáspora e aumentar o número de turistas para todas as ilhas do Arquipélago”.
 Segundo o Sindicato, “foi obtida uma resposta muito satisfatória do Dr. Vasco Cordeiro, que afirmou publicamente que “as questões levantadas seriam debatidas com a SATA e que, por parte do Governo Regional, seria dado todo o apoio à Empresa para que se cumprisse o Plano de Negócios até 2020, já estabelecido.”
 “Nesse sentido, é de estranhar que o Conselho de Administração da SATA venha ignorando as sucessivas questões enviadas pelo SNPVAC, nos últimos três meses, e também os 3 ofícios já enviados após a reunião com o Presidente do Governo Regional dos Açores”, adianta a nota.
 “Urge saber o que se passa com o novo Avião A330-200, que deveria ter integrado a frota da SATA Internacional no passado mês de Abril, mas que, aparentemente, apenas em Dezembro estará operacional”, sublinha o Sindicato, para logo a seguir lamentar “não só a forma como o Conselho de Administração tem vindo a gerir o dossier do Plano Estratégico da SATA, esquivando-se ao diálogo com os Parceiros Sociais, e, assim, poder fazer perigar a Paz Social na Empresa, mas também que aquele esteja a criar uma situação que poderá vir a ter repercussões sociais e económicas de enorme gravidade”.
 O SNPVAC afiança que, “se o Conselho de Administração da SATA se colocar à margem das falhas que têm vindo a acontecer e a, reiteradamente prejudicar a Empresa, estes podem, a curto prazo, significar a alienação do futuro do Grupo SATA”.
 “O SNPVAC exige, apenas, que se apurem responsabilidades sobre os intervenientes nas decisões que, nos últimos tempos têm gasto milhares de euros à SATA e aos Açorianos, sem um resultado prático e sem nenhum efeito”, acrescenta o comunicado.
 E conclui: “Continuará o SNPVAC a tentar, por todos os meios, informar o povo Açoriano das consequências, para toda a Região, dos erros sucessivos cometidos pela Administração e, aparentemente, avalizados pela Secretaria Regional dos Transportes”. 
 
Ryanair recruta hoje em Ponta Delgada

Esta semana será particularmente importante para quem queira candidatar-se a assistente de bordo na Ryanair.
A Crewlink estará hoje em Ponta Delgada a contratar para a irlandesa Ryanair.
 Nestes ‘open days’, os candidatos serão submetidos a uma prova de inglês e a uma entrevista, serão informados sobre o contexto da companhia aérea, da função e têm, ainda, a oportunidade de esclarecer qualquer dúvida.
Para poderem candidatar-se, os interessados têm de ter mais de 18 anos, o 12º ano de escolaridade, ser fluentes em inglês, responsáveis e organizados, possuir passaporte de um país da União Europeia e disponibilidade para viver no estrangeiro. A empresa garante que o ordenado médio mensal está fixado entre os mil e os 1400 euros.

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