TAP cresceu nos voos para os Açores

tap3A companhia aérea nacional TAP transportou quase 16 milhões de passageiros em 2018, no que foi um crescimento de 10,4% face ao ano anterior. 

Foram as rotas na Europa que contribuíram mais para este aumento, onde a companhia transportou mais 932 mil passageiros do que em 2017. 

Ainda assim, a taxa de ocupação caiu dois pontos percentuais.

 Os aviões da TAP fizeram mais ligações entre cidades portuguesas no ano que passou. 

Os voos entre Lisboa, Porto e Faro ultrapassaram a fasquia de um milhão de passageiros, bem como aqueles entre o continente e os arquipélagos da Madeira e dos Açores, revela a empresa em comunicado.

Os mercados internacionais onde a companhia aérea opera registaram um aumento no número de passageiros transportados, sendo que a TAP destaca a “grande aposta e investimento” no mercado norte-americano, onde cresceram 9,6% para os 800 mil passageiros. 

Também as rotas do Brasil são “determinantes”, com mais 124 mil pessoas a viajar entre as cidades portuguesas e brasileiras do que no ano anterior.

Já a taxa de ocupação dos lugares oferecidos caiu para 81%, “devido a um crescimento da oferta superior ao aumento da procura”, explica a TAP. 

O número de passageiros pagantes por quilómetros voados totalizou os 38 milhões, enquanto os assentos disponíveis fixaram-se nos 47 milhões, em 2018.

Preço máximo de venda dos combustíveis actualizado nos Açores

gasolinaO preço da gasolina de 95 octanas e do gasóleo rodoviário desceu hoje dois cêntimos por litro, nos Açores.

Esta actualização do preço máximo de venda dos combustíveis na Região Autónoma dos Açores abrange ainda o fuelóleo industrial, que também desceu dois cêntimos por quilo.

Assim, a gasolina de 95 octanas passa a custar 1,39 euros por litro e o gasóleo rodoviário 1,26 euros por litro.

Já o fuelóleo industrial passa a custar 0,56 euros por quilo, de acordo com nota divulgada pelo Governo Regional.

O executivo açoriano justifica estas actualizações com “as recentes alterações das cotações de referência dos produtos petrolíferos registadas nos mercados internacionais”.

 

SINTAP quer o alargamento da atribuição da remuneração complementar

francisco pimentelO Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (SINTAP) defende uma revisão da tabela de remuneração complementar, exigindo o seu alargamento e atribuição a 90% aos trabalhadores que passam a auferir entre 635,08 € e os 700,99 €.

O sindicato defende, neste sentido, a fusão do 2º e 3º escalão da tabela da remuneração complementar num único escalão, “por uma questão de justiça”.

Em comunicado, a estrutura sindical explica que a medida tornaria possível “a aplicação da remuneração complementar a 90%, aos trabalhadores que aufiram vencimentos entre os 635,08€ e os 700,99€ e avançar com a criação de um novo escalão de 20% para aqueles trabalhadores que aufiram entre 1.305,00€ e 1.510,43€, compensando estes, parcialmente desta forma, pela degradação dos seus rendimentos resultante de uma década sem quaisquer aumentos salariais e do aumento dos encargos fiscais e sociais entretanto verificados”.

A proposta do SINTAP surge na sequência da decisão do Governo Regional dos Açores de aplicar a remuneração complementar a 100% aos trabalhadores que passam a auferir 635,07€ a partir de 1 de Janeiro do corrente ano.

O SINTAP revela que enviou ontem uma proposta de revisão da tabela da remuneração complementar “visando aquele desiderato, de forma a obter uma maior equidade na sua aplicação e a abranger novos trabalhadores com rendimentos médios penalizados por uma política que os nivela cada vez mais pelo salário mínimo nacional, sem ter em conta a sua antiguidade e experiência profissionais”.

O sindicato defende que a proposta irá corrigir “não só as injustiças relativas que poderiam eventualmente resultar da aplicação, sem mais, da actual tabela da remuneração complementar aquando da publicação do diploma que fixa a remuneração nos 635,07€, permitindo-se nomeadamente que um trabalhador, assistente técnico ou operacional, com o nível 5 da TRU, que aufere 683,13€, possa auferir de uma remuneração complementar de 90%, no valor 58,29 €, como também aplicar a remuneração complementar em 20%, no valor de 12,95€, àqueles novos trabalhadores que viram os seus rendimentos entretanto penalizados”.

Apenas 11,7% das casas à venda nos Açores têm garagem

tabela garagensApenas 11,7% das casas à venda nos Açores têm garagem, avança um estudo realizado pelo ‘Idealista”, o marketplace imobiliário de Portugal.

No arrendamento esta percentagem duplica, chegando aos 23,8%,

Açores, Castelo Branco e Beja é onde é mais difícil comprar casa com garagem e o Porto é o distrito com mais casas à venda com garagem, seguido pela Madeira e Bragança

Numa altura em que em algumas cidades do país é cada vez mais difícil estacionar, apenas um quarto das casas à venda em Portugal tem garagem, segundo o mesmo estudo.

O Porto é o distrito português onde o número de imóveis residenciais à venda com espaço privado para estacionar um veículo é mais elevado, sendo que, 35,1% dos anúncios publicados dispõem desta comodidade. 

Seguem-se a Madeira (31,8%), Bragança (30,4%), Braga (30,1%), Aveiro (30%) e Viseu (26,2%). Por baixo dos 20% situam-se Faro (19,2%), Santarém (18,6%), Viana do Castelo (18,5%), Évora (16,5%) e Guarda (16,1%).    

No lado oposto do ranking estão os Açores, com apenas 11,7%, o valor mais baixo do país, seguido pelos distritos de Castelo Branco (13,2%) e Beja (14,3%).

Já a percentagem de habitação disponível para arrendar uma casa com garagem é ligeiramente mais alta, sendo 31% em todo o país. 

É na Madeira onde o valor é mais elevado com 48,1%, seguido pelo distrito do Porto (40,3%), Aveiro (37,9%) e Braga (32,3%). 

Nos Açores esta taxa situa-se nos 23,8%.

Rui Bettencourt desafia jovens a serem activos na construção dos Açores e da Europa

Rui Bettencourt jovens

O Secretário Regional Adjunto da Presidência para as Relações Externas desafiou ontem, em Ponta Delgada, os jovens a participarem e a agirem na construção do futuro dos Açores e da Europa.

“É a vossa geração de 20 anos que, até 2070/2080, vai moldar os Açores, Portugal e a Europa, é a vossa geração que vai fazer agora o futuro”, afirmou Rui Bettencourt, numa palestra sobre ‘Os jovens e o futuro da Europa’ aos alunos do Clube Europeu da Escola Profissional da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada.

Para o titular da pasta das Relações Externas, “a Europa do século XXI será a Europa que os jovens de hoje construírem”, frisando que “este é o momento  de cada jovem, de cada um de vocês, fazer parte desta aventura”.

“A Europa é um território, uma história, uma cultura, uma maneira de viver, são pessoas e, sobretudo, é aquilo que falta inventar e construir, é o futuro”, salientou Rui Bettencourt, para quem “há muita coisa ainda para fazer e construir”, reafirmando aos jovens que é a geração deles “que vai agora construir e fazer essa Europa, imaginar e inventar”.

Rui Bettencourt apelou ainda aos jovens para que “não deixem de exercer a cidadania europeia, de participar em tudo aquilo que for necessário, indo para fora e voltando, dando opinião ou construindo”, sublinhando a importância da sua participação num futuro cheio de novos desafios, “para que não sejam outros a decidirem o que é necessário fazer”.

“Há três palavras que acho importantíssimo celebrar em 2019. São três palavras fundamentais que é necessário colocarmos em reflexão na sociedade civil dos Açores, que são a Juventude, a Europa e o Futuro”, disse o Secretário Regional, apelando aos jovens para serem cidadãos activos e assumirem os seus direitos e deveres.