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Homem na posse de 23 plantas de Cannabis foi detido na Povoação após denúncia por... violência doméstica

polcias-11Na passada segunda-feira foi detido um homem, de 32 anos de idade, suspeito da prática do crime de tráfico/cultivo de estupefacientes, segundo revela um comunicado da PSP/ Açores.
A detenção ocorreu, no âmbito de uma investigação levado a cabo pelas Brigadas de Investigação Criminal da Esquadra da Povoação, na sequência de uma denúncia de Violência Domestica, em que o suspeito era visado. Depois de realizada uma busca à sua residência, na freguesia do Faial da Terra - Povoação, foram detetadas e apreendidas 23 plantas de Cannabis-Sativa L, com tamanhos variáveis entre 1.90 m e 16 cm.
O detido foi presente a Tribunal para 1º interrogatório judicial, com vista a aplicação das correspondentes medidas de coacção.
Em Angra do Heroísmo, na Terceira, no decurso de duas intervenções policiais, uma no Bairro Social da freguesia da Terra-Chã e num parque de estacionamento de bar diversão nocturna, foram apreendidas a um homem de 21 anos de idade 11 doses de Haxixe e a um homem de 18 anos de idade 42 doses de Liamba da espécie Cannabis Sativa L.
Ambos foram notificados para comparência na Comissão de Dissuasão da Toxicodependência local.

11 homens detidos segunda-feira em Ponta Delgada por condução sob o efeito de álcool

Foram detidos 11 homens, com idades compreendidas entre os 24 e os 55 anos de idade, por condução de veículo automóvel, sob a influência de álcool, com as TAS de 1.42; 1.40; 1.88; 1.21 (2); 1.81; 1.28; 2.11; 2.18; 2.46 e 1.56 g/l.

Desemprego vai continuar a subir este ano para começar a descer no próximo ano, diz Sérgio Ávila

srgio-vila-alraO Vice-Presidente do Governo Regional dos Açores admitiu ontem, no parlamento açoriano, que o desemprego na Região vai continuar a subir em 2011 mas mostrou-se confiante que essa tendência será invertida já no próximo ano.
“Temos consciência que o desemprego irá continuar a crescer nos Açores durante o ano de 2011”, disse Sérgio Ávila, logo adiantando, porém, que o executivo tem a confiança e julga ter a “capacidade para já em 2012 começar a reduzir a taxa de desemprego” nas ilhas.
Sérgio Ávila prometeu ainda que o Governo Regional tudo fará, dentro das suas competências autonómicas e dos recursos regionais, para minimizar os efeitos na economia e no rendimento das famílias das medidas tomadas a nível nacional.
Este é um desafio importante que a todos nos deve convocar, assumiu o Vice-Presidente do Governo, adiantando que o Plano e o Orçamento para o próximo ano que já está a ser trabalhado têm esse objectivo também.
O governante registou ainda a circunstância desta ideia unir o PPM, o CDS/PP, o BE, o PCP, o PS e o Governo dos Acores, e disse esperar que “aqueles que ainda não compreenderam a urgência e emergência desta atitude um dia o venham a fazer, a bem dos Açores”.
Sérgio Ávila considerou também que não é bom para os Açores – até porque tal não é verdade – dizer-se, como o disse recentemente a líder do PSD/A, que os Açores não aproveitaram bem os recursos que estavam disponíveis.
“Dizer isso, é criar condições para que sejam retirados recursos da Região”, indicou o Vice-Presidente do Governo, advogando que este “é o momento para nós defendemos, independentemente de termos opiniões diferentes das opções estratégicas, a vitalidade, os valores e as razões da existência da autonomia”.
Ao contrário do que afirmou recentemente a líder do PSD/A, não é verdade que os Açores têm crescido menos do que a Europa, assegurou Sérgio Ávila. “Só nos últimos três anos (2007-2009), os Açores cresceram mais seis pontos percentuais que a média da União Europeia”, exemplificou o governante.
O Vice-Presidente do Governo garantiu ainda que, nos últimos 15 anos, os Açores cresceram mais 15 pontos percentuais que o conjunto dos 27 países da União Europeia e mais 16 pontos percentuais do que a média do País.
Conforme referiu, esta evolução “é um valor fundamental da nossa autonomia” e uma razão essencial para continuarmos a defender a afectação de recursos aos Açores, não só porque é justo mas também porque aplicamos correctamente esses recursos”.

Carlos César alerta para as obrigações dos beneficiados com novas casas...

csar-c_139_120Ao presidir, ontem à tarde, à cerimónia de entrega de vinte e dois apartamentos, para realojamento, na vila de Rabo de Peixe, Carlos César fez questão de acentuar que à oportunidade de ter uma casa tem de corresponder o cumprimento de obrigações por parte dos beneficiados com mais este investimento feito com o dinheiro de todos os açorianos.
O Presidente referiu, especificamente, a obrigação do pagamento das rendas dos novos apartamentos por parte dos locatários, sendo que – como também revelou na ocasião – o Governo Regional despende, mensalmente, um valor médio de 480 euros, bastante superior aos valores compreendidos entre os cinco e os noventa e cinco euros que caberão aos moradores.
Com a entrega destes apartamentos fica concluído o realojamento dos moradores da zona da Cova da Moura, que viviam em situação precária, proporcionando-se, assim, um virar de página “para um tempo novo, para um tempo de novas oportunidades, deixando para trás uma das imagens mais negativas e repetidas que aqui perduravam”, como salientou Carlos César.
“São cerca de sessenta pessoas, incluindo mais de vinte crianças, que mudam muito significativamente o seu ambiente familiar”, acentuou o governante, para logo recordar que, nos últimos cinco anos, foram realojadas, em casas novas, 108 famílias da referida zona da Cova da Moura, num investimento de cerca de nove milhões de euros, dos quais 5,4 couberam ao Governo Regional e os restantes 3,6 ao Governo da República.
Realçando que “foi possível fazer isso em Rabo de Peixe – à semelhança de outros investimentos que temos feito pelas nossas ilhas na área da habitação, como em outras áreas – graças a uma boa gestão dos dinheiros da nossa região”, Carlos César assegurou que essa boa gestão das finanças públicas vai permitir “investir na área social, dar conforto a quem de conforto precisa e ajudar quem merece a recuperar a sua vida.”
Aludindo aos problemas habitacionais que ainda existem, afirmou que “temos, por isso, de continuar, no Governo, a trabalhar da forma como temos estado a trabalhar”, de forma a, como frisou, haja esperança para os que ainda não têm uma nova casa.

Governo solicita à “deslocação urgente” à Região do Grupo de Trabalho que vai definir conceito de serviço público de comunicação social

andr-bradfordO Secretário Regional da Presidência enviou ontem uma carta ao Secretário de Estado Adjunto do Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Feliciano Barreiras Duarte, a “solicitar, com a urgência necessária, a concretização da deslocação aos Açores” do Grupo de Trabalho que vai definir o conceito do serviço público na área da comunicação social.
A visita aos Açores e os contactos que dela resultarem, por parte dos membros do Grupo de Trabalho liderado por João Duque, de acordo com a solicitação do membro do executivo açoriano, tem a maior relevância já que permitirão “uma cabal percepção da realidade e da importância do serviço público de rádio e televisão” nos Açores, “Região arquipelágica e geograficamente dispersa”.
André Bradford, na carta enviada ao Secretário de Estado lembra “o compromisso assumido” por este, na reunião do dia 21 de Setembro, em “promover a auscultação do Governo dos Açores e de outras entidades relevantes na Região por parte do Grupo de Trabalho encarregue do estudo e definição do conceito de serviço público de comunicação social”.
A diligência do Secretário Regional da Presidência, responsável pela tutela da política de Comunicação Social do Governo dos Açores, enquadra-se nas diversas acções que já foram desenvolvidas, quer junto do Governo da República, quer junto da Administração da RTP, em defesa do serviço público de rádio e televisão nos Açores.

Campanha "Causa Maior" leva felicidade e conforto a quem mais precisa através da Cruz Vermelha

eduardo-reisAo longo dos últimos 4 anos a campanha “Causa Maior” promovida pela “Popota” tem enchido as televisões de nossa casa cheias de alegria com as suas coreografias bastante alegres na altura de Natal. É exactamente fruto desta campanha natalicia que a Cruz Vermelha Portuguesa recebe uma verba que permite ajudar quem mais necessita. Em São Miguel os donativos vão ser distribuídos nos concelhos de Ponta Delgada, Lagoa e Ribeiraa Grande, contudo, não está colocada de parte a hipoteses de ajudar pessoas e instituições de outros concelhos...

Na passada sexta-feira a Cruz Vermelha Portuguesa, delegação de Ponta Delgada, iniciou uma nova etapa de trabalho fruto da campanha de angariação de bens promovida pela empresa “Continente/ Modelo” no concelhos de Ponta Delgada, Lagoa e Ribeira Grande. A campanha teve como anfitriã a carismática “Popota” que durante o Natal do ano passado consegui arrecadar diversos donativos monetários e materiais doados pelos micaelense que decidiram apoiar a iniciativa solidária que beneficiou a Cruz Vermelha Portuguesa.
Eduardo Reis no arranque da entrega de donativos em roupa a diversas  famílias necessitadas, centros sociais, e IPSS demonstrava-se um homem feliz e satisfeito com os resultados obetidos. O responsável pela Cruz Vermelha em Ponta Delgada referiu que “ presentemente estamos a entregar roupa de uso doméstico, nomeadamente, agasalhos e roupas de cama destinadas a pessoas idosas uma vez que o programa não nos permite sequer que distribuamos roupas para outras faixas etárias.“
A campanha que agora está a decorrer é destinada a idosos e conta com o patrocínio do “Modelo/ Continente” . Segundo Eduardo Reis existem roupas de todos os tamanhos que irão permitir aos mais idosos passar um inverno em mais conformo e agasalhados.
A Cruz Vermelha de POnta Delgada antes da distribuição de donativos contatou com diversas entidades, nomeadamente, Centro de Saúde de Ponta Delgada e com os Serviços de Acção Social da Câmara Municipal de Ponta Delgada.
A campanha que iniciou-se sexta-feira na cidade de Ponta Delgada irá estender-se muito em breve aos concelho de Lagoa e Vila Franca tendo em conta a presença da marca Continente e Modelo. No entanto, e em harmonia com Eduardo Reis não existe qualquer impedimento de ajudar familias de Vila Franca, Ribeira Grande, Povoação ou Nordeste basta para tal que as famílias/ instituições solicitem ajuda e ai será preparado uma ajuda em roupa e outros bens de necessidade.

“Causa  Maior” chega a todos na mesma
proporção

Segundo o responsável pela Cruz Vermelha em Ponta Delgada a campanha que decorre anualmente sob a organização do “Modelo/ Continente” funciona de uma forma eficaz, assim sendo, argumenta que durante o período da campanha “Causa Maior” são recolhidos todos os donativos a nível nacional e ilhas posteriormente os valores obtidos globalmente são repartidos na mesma proporção por todas as delegações da cruz vermelha a nível nacional e regional.
Confrontado com a questão se numa época essencialmente marcada pela grave crise financeira se há espaço ao espírito solidário Eduardo Reis assumiu que a verba disponibilizada este ano pela campanha Causa Maior foi menor, no entanto, em termos de dádivas garante que sempre existe um pedido de ajuda na comunicação social acaba por aparecer no dia seguinte uma resposta eficaz ao pedido através de gente anónima.

Gente Feliz por ter
conseguido ajuda

A nossa equipa de reportagem, na passada sexta-feira, consegui constatar que entre muitas pessoas que deixavam donativos em roupa existiam também pessoas em dificuldades de vida que solicitavam ajuda e roupa para os seus familias alguns deles doentes e aleijados. Após serem satisfeitas no pedido de ajuda as pessoas saiam da Cruz Vermelha com um brilho no olhar e uma satisfação total por terem conseguido roupa e conforto para os seus entes queridos.
Foi também possível constatar que o sorriso ficou estampado no rosto de quem ajudou, nomeadamente, no rosto da equipa da Cruz Vermelha que associa a ajuda efectuada como um “pagamento “ ao trabalho desenvolvido.

Apoios tardam a chegar

Eduardo Reis em conversa com o Diário dos Açores revelou que as verbas das entidades chegam cada vez  mais tarde, no entanto, especificou que a verba da Câmara Municipal de Ponta Delgada ainda não chegou contudo ainda se encontra dentro do prazo de pagamento, contudo, expressou o desejo que a crise não faça com que a verba seja reduzida.
No que se refere a verbas o responsável pela Cruz Vermelha referiu que muito em breve irão iniciar um peditório junto das empresas de forma a obter donativos para ajudar quem  mais precisa e apela que sejam solidários pois com base em experiências no passado somente 3/4% respondem afirmativamente ao pedido de ajuda.
Caso não saiba a Cruz Vermelha Portuguesa por cada donativo recebido passa um recebido que poderá entrar nas despesas da empresa ou até mesmo no IRS como donativo.
Neste Ano Europeu da Solidariedade o grande apelo da Cruz Vermelha é que “para além dos sócios da Cruz Vermelha é necessários amigos para ajudar na missão da Cruz Vermelha.”
Caso queira ser sócio da Cruz Vermelha terá que desembolsar 12,5 € e têm assim direito descontos em tratamentos e outros serviços de saúde. A doação de medicamentos é outros dos apelos de Eduardo Reis na despedida da nossa reportagem.