S. Miguel cresce 18,6% nas dormidas

cama hotelNa Região Autónoma dos Açores, no mês de Novembro, os estabelecimentos hoteleiros registaram 81,3 mil dormidas, representando um acréscimo homólogo de 1,9%, revelou ontem o SREA.

Os proveitos totais atingiram 3,5 milhões de euros e os proveitos de aposento 2,4 milhões de euros, correspondendo a variações homólogas, respectivamente, de 11,8% e 9,9%. 

De Janeiro a Novembro de 2017, nos estabelecimentos hoteleiros da Região Autónoma dos Açores (hotéis, hotéis-apartamentos, apartamentos turísticos e pousadas) registaram-se 1.719,4 mil dormidas, valor superior em 15,5% ao registado em igual período de 2016.

De Janeiro a Novembro, os residentes em Portugal atingiram cerca de 710,9 mil dormidas, correspondendo a um acréscimo homólogo de 18,0%; os residentes no estrangeiro atingiram 1.008,4 mil dormidas, registando um aumento em termos homólogos de 13,8%.

Neste período registaram-se 568,8 mil hóspedes, apresentando uma taxa de variação positiva de 16,6% relativamente ao mesmo período de 2016. 

No país, apresentaram uma variação de 8,7%. 

As dormidas dos residentes em Portugal aumentaram 12,5% no mês de Novembro relativamente ao mês homólogo e aumentaram 18,0% de Janeiro a Novembro, comparativamente a igual período de 2016. 

As dormidas dos residentes no estrangeiro registaram uma diminuição de 7,7% no mês de Novembro e um aumento de 13,8% em termos acumulados. 

No país, em Novembro, as dormidas registaram um acréscimo em termos homólogos de 8,8%, e de Janeiro a Novembro apresentaram uma variação positiva de 7,2%.

 De Janeiro a Novembro, os residentes em Portugal atingiram cerca de 710,9 mil dormidas (41,3% do total) e os residentes no estrangeiro 1.008,4 mil (58,7% do total). 

O mercado alemão com cerca de 249,2 milhares concentrou 14,5% do total das dormidas, representou por outro lado, 24,7% das dormidas dos não residentes em Portugal e registou uma variação homóloga acumulada de 11,9%. 

De Janeiro a Novembro, o mercado norte-americano (EUA e Canadá) com cerca de 181,6 milhares de dormidas representou 10,6% das dormidas totais e 18,0% das dormidas dos não residentes, apresentando uma variação homóloga acumulada de 20,1%. 

Em termos de variações homólogas acumuladas, de Janeiro a Novembro, todas as ilhas apresentaram variações homólogas positivas, à excepção da ilha da Corvo, com uma variação negativa de 6,8%. 

As ilhas das Flores, de São Miguel, de São Jorge, da Terceira, do Pico, de Santa Maria, da Graciosa e do Faial, apresentaram respectivamente variações de, 28,7%, 18,6%, 11,8%, 11,6%, 8,8%, 7,0%, 5,2% e 0,4%.

A ilha de S. Miguel com 1198,2 mil dormidas concentrou 69,7% do total das dormidas, seguindo-se a Terceira com 273,7 mil dormidas (15,9%) e o Faial com 102,5 mil dormidas (6,0%). 

Em Novembro, a taxa de ocupação-cama atingiu 27,5%, valor inferior em 1,0 p.p. em relação ao mês homólogo do ano anterior. 

A taxa de ocupação-cama no país atingiu 37,1%.

A taxa de ocupação-quarto no mês de Novembro atingiu 34,8%.

A estada média foi de 2,83 noites, tendo registado uma diminuição de 5,7% em relação a Novembro de 2016. 

No país a estada média foi de 2,53 noites. 

Os proveitos totais nos estabelecimentos hoteleiros, de Janeiro a Novembro de 2017, atingiram 84,3 milhões de euros, tendo os proveitos de aposento atingido, no mesmo período, 61,5 milhões de euros. 

Estes valores correspondem a variações homólogas positivas de 23,7% e de 22,7%, respectivamente; para o total do país em igual período, os proveitos totais e os de aposento apresentaram variações homólogas positivas de 16,5% e de 18,2%, respectivamente.

Em Novembro, os proveitos totais e os proveitos de aposento apresentaram variações homólogas positivas, respectivamente de, 11,8% e 9,9%. Para o total do país, estas variações são, respectivamente, de 15,5% e de 17,4%.

As ilhas de São Miguel, Terceira e Faial foram as que maior peso tiveram nos proveitos totais, respectivamente com 72,1%, 13,0% e 6,2%. 

Em Novembro, o rendimento médio por quarto (Revenue Per Available Room) foi de 17,1 euros, apresentando uma variação homóloga positiva de 3,6%. 

De Janeiro a Novembro, o RevPAR foi de 39,4 euros, apresentando uma variação homóloga positiva de 15,5%.

No país, o RevPAR de Novembro e em termos acumulados foram respectivamente de 32,6 euros e de 52,1 euros.

 

Enfermeiros acusam Santa Casa de Angra de “intransigência”

santa casa de angra“Lamentável” é a expressão utilizada por Luís Furtado, Presidente do Conselho Diretivo Regional (CDR) da Secção Regional dos Açores da Ordem dos Enfermeiros perante a intransigência da Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo em colocar as questões financeiras e economicistas à frente dos superiores interesses dos utentes institucionalizados no Lar de Idosos e na Unidade de Cuidados Continuados.

A afirmação foi proferida depois de uma visita de acompanhamento do exercício profissional realizada aquela instituição, na passada sexta-feira, dia 12 de Janeiro, e onde foram identificados um conjunto muito considerável de situações irregulares que serão, nos termos próprios, remetidas às entidades competentes para que sejam corrigidas. 

A Secção Regional dos Açores da Ordem dos Enfermeiros relembra que a Inspecção Regional da Saúde já havia determinado que algumas das situações detectadas fossem corrigidas, mas que estas ainda persistem, num quadro que não se poderá manter. 

“Estas situações comprometem os cuidados de Enfermagem prestados”, afirma Luís Furtado.

Para o Presidente do CDR da Secção Regional da Ordem dos Enfermeiros, “não satisfaz a falta de compromisso efectivo do Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo em iniciar, de imediato, os procedimentos conducentes à contratação de enfermeiros”. 

Luís Furtado acrescenta ainda que, “a dotação de enfermeiros encontrada, tanto no Lar de Idosos, como na Unidade de Cuidados Continuados, é incompatível com um exercício profissional seguro, e com qualidade, para enfermeiros e utentes, pelo que não poderá manter-se”.

Luís Furtado concluiu dizendo que , “não podemos aceitar que, num turno da noite, um enfermeiro assegure cuidados de Enfermagem a 150 utentes num lar de idosos e a 35 utentes numa unidade de cuidados continuados integrados. Apelo às famílias destes utentes que juntem a sua voz à voz da Secção Regional dos Açores da Ordem dos Enfermeiros, formalizando a sua insatisfação junto desta Secção Regional e das autoridades competentes”.

A Secção Regional dos Açores da Ordem dos Enfermeiros já notificou, através de ofício, o Instituto de Segurança Social dos Açores, a Secretaria Regional da Solidariedade Social e a Secretaria Regional da Saúde, alertando e solicitando a intervenção destas entidades.

Federação das Pescas dos Açores indignada com dados apresentados

pescaA Inspecção Regional das Pescas (IRP) fez saber que realizou em 2017 um total de 1.638 inspecções em 771 missões efectuadas nas nove ilhas dos Açores, o que representa um aumento de 15% relativamente ao número de missões efectuadas no ano anterior.

Do total de inspecções realizadas, 1.086 incidiram sobre a actividade da pesca profissional, tendo sido realizadas 263 inspecções à actividade de pesca lúdica e 289 à comercialização de pescado, representando um acréscimo de 8% e 26%, respectivamente, relativamente ao número de inspecções realizadas em 2016.

Do total de missões realizadas, 76 foram efectuadas em conjunto com outras entidades com competência na fiscalização das pescas, nomeadamente a Polícia Marítima, GNR, Marinha e Inspecção Regional das Actividades Económicas.

No decorrer destas missões de inspecção, foram identificadas diversas situações de não cumprimento das medidas legalmente estabelecidas, que resultaram na instauração de 164 processos de contra-ordenação, dos quais 155 referentes à actividade de pesca profissional, cinco relacionados com a pesca lúdica e quatro com a comercialização de pescado.

O número de processos instaurados duplicou relativamente ao ano de 2016.

À semelhança de anos anteriores, as principais infracções detectadas estão relacionadas com captura de pescado subdimensionado, captura de espécies em período de defeso, falta de licenciamento, pesca em áreas não permitidas ou ainda comercialização de pescado sem os comprovativos de aquisição.

Para além das acções de controlo e fiscalização, o corpo inspectivo da IRP é igualmente responsável pela sensibilização e divulgação das medidas legalmente estabelecidas e das medidas de gestão em vigor.

Perante estes números, a Federação das Pescas dos Açores (FPA) veio ontem a público defender que os dados publicados pela Inspecção Regional das Pescas (IRP) em relação às inspecções realizadas em 2017, “tal como em 2016, revelam num ataque severo à Pesca Profissional em detrimento da Pesca Lúdica”, considerando que neste caso “existem três vezes mais embarcações em actividade e que a venda ilegal de pescado capturado pela pesca lúdica é um problema cada vez mais grave, com fortes implicações no rendimento da pesca”.

Em comunicado, a FPA dá conta que “as autoridades têm conhecimento de que existem evidências de que este problema tem aumentado, com impactos fortes sobretudo na economia das ilhas mais pequenas, onde a comercialização do pescado ilegal facilmente satisfaz o mercado da ilha, competindo com a pesca profissional”.

Avança a Federação que “mesmo tendo conhecimento destes factos, a IRP apenas fiscalizou uma embarcação de pesca lúdica em cada quatro de pesca profissional em 2017, resultando em 1638 inspecções realizadas, onde 66% incidiram sobre a pesca profissional, quando apenas cerca de 570 estiveram em actividade e 16% sobre a pesca Lúdica e 18% sobre a comercialização do pescado”.

Uma vez qua a FPA considera a fiscalização importante para o sector, a Federação “apontou ao Governo Regional para o plano de 2018, como prioritário, o reforço dos meios de fiscalização em toda a Região”.

Garantindo que a Federação não irá “permitir que estes meios recaiam sempre sobre os mesmos” este organismo irá solicitar uma reunião de urgência ao Secretário Regional do Mar Ciência e Tecnologia, “de modo a perceber a razão que leva a Inspecção Regional das Pescas a incindir a sua fiscalização apenas sobre pesca profissional”, lê-se no comunicado.

 

Açorianos nos EUA atolados em neve

neve em providenceMais de duas dezenas de pessoas morreram em consequência da tempestade de inverno “Grayson”, que se abateu quinta-feira, dia 4 de Janeiro, no Nordeste dos Estados Unidos e particularmente na Nova Inglaterra, sobretudo nos estados de Massachusetts e Rhode Island, onde reside numerosa comunidade açoriana, atingindo proporções verdadeiramente épicas e causando vários estragos, ao ponto de serem consideradas zonas de calamidade.

“Grayson” paralisou durante mais de 36 horas praticamente os grandes centros urbanos, nomeadamente Boston, MA e Providence, RI, consequência da grande acumulação de neve, ventos fortes e temperaturas excepcionalmente negativas.

 

Impossível circular em Boston

 

Em Boston, a água, o gelo e a neve tornaram praticamente impossível a circulação pelas principais artérias da cidade, paralisando todos os meios de transporte. 

Com ventos de furacão, acima de 130 km/h, a tormenta invernal provocou forte ressaca, com ondas que ultrapassaram seis metros de altura na costa dos estados de Connecticut, Maine, Massachusetts, New Hampshire e Rhode Island, com grande precipitação de neve, além de frio extremo, superior a -30°C.

Mais de 50 pessoas foram resgatadas pelas equipas de resgate dentro de veículos em estágio de hipotermia, devido ao gelo, muitas não conseguiram nem abrir portas e vidros, o que gerou momentos de desespero.

Em Marshfield, Massachusetts, água e gelo empurrados pelos ventos da tempestade invadiram a cidade, que ficou completamente alagada e congelada. 

Grande blocos de gelo entupiram bueiros e o volume de água do Atlântico provocou grandes alagamentos. 

Ao menos três pessoas morreram congeladas.

Em Salem, na costa de Massachusetts, as águas do Oceano Atlântico congelaram e avançaram com grandes e pesados blocos de gelo para dentro da cidade com as fortes rajadas de vento.

Em Fall River, New Bedford e áreas vizinhas onde residem muitos açorianos, não há vítimas a lamentar, mas a tempestade trouxe em certas zonas mais de 12 polegadas de neve e as temperaturas excepcionalmente baixas que se fizeram sentir nos dias seguintes, dificultaram ao máximo a circulação normal do trânsito. 

 

Micaelense em New Bedford: “Nunca vi igual em 40 anos”

 

“Há mais de 40 anos que resido aqui em New Bedford e nunca vi tantos dias consecutivos de temperaturas baixíssimas de congelar tudo”, disse ao “Portuguese Times” António Medeiros, natural da ilha de São Miguel, queixando-se de que a autarquia local “fez um péssimo trabalho na limpeza das ruas, registando-se ainda grandes acumulações de neve nas artérias e passeios”.

Até mesmo em Miami, na Flórida, o frio que se fez sentir matou muitos animais e aves, onde até mesmo as iguanas, que são muito comuns ao transitarem sobre as árvores da cidade, caíram congeladas ao chão, uma situação inédita, segundo as autoridades ambientais.

Todas as construções próximas, bem como veículos congelaram de modo instantâneo. 

A temperatura na região chegou a -28°C e os ventos passaram de 90 km/h.

Em Chicago, em Illinois, o Lago Michigan, que havia congelado parcialmente nos últimos dias com a primeira invasão de ar polar, nesta sexta-feira (05) estava completamente congelado em superfície, onde todos os meios de transporte foram suspensos.

Em Ocean City, em Maryland, a neve superou 60 centímetros de espessura em menos de 12 horas, o que deixou boa parte da cidade costeira completamente isolada do continente.

Em vários trechos do litoral norte-americano, centenas de animais morreram congelados por conta do frio histórico, inclusive tubarões, que apareceram mortos na orla.

 

Mais de 20 mortos

 

O balanço divulgado na tarde da passada sexta-feira pelo governo norte-americano e entidades não-governamentais indicou que mais de duas dezenas de pessoas morreram em decorrência do frio extremo, principalmente moradores de rua e que não foram colocados atempadamente em abrigos previamente preparados pelas autoridades para suportarem temperaturas de até -30°C.

De referir ainda que o frio intenso, a chuva, a neve e os ventos fortes de “Grayson” obrigaram ao encerramento de mais de 50 aeroportos afectando quase dois milhões de pessoas. 

Também houve interrupção no fornecimento de energia elétrica para mais de 800 mil habitantes e em muitas cidades, canos de água estouraram com a pressão do gelo.

Contudo, o pior já passou e as condições meteorológicas para esta semana irão melhorar consideravelmente com a temperatura a subir, designadamente nos estados de Massachusetts e Rhode Island aos 50 e até mesmo 60 graus Fahrenheit para quinta e sexta-feira (10 a 15 graus na escala de Celsius), não se prevendo nos próximos dez dias considerável queda de neve.

 

Por: Francisco Resendes, New Bedford

Exclusivo Portuguese Times/Diário dos Açores

 

“Há mais de 30 anos que não sentia tanto frio na Florida”

O Inverno também chegou aqui para os lados do sul de Florida. 

Neve nem por isso, pelo menos por agora, nesta zona onde residimos.

Mas mais um pouco a norte, a três horas donde moramos, isso sim, houve neve, embora em quantidade muito reduzida. 

As pessoas quase que entraram  em pânico, com escolas fechadas, pessoas aconselhadas a permanecerem em casa e até os parques de diversão, como a Disney World e outros, fecharam, porque o frio era assim tanto!

Aqui por estes lados, na zona de Fort Laudardale, a uma hora do norte de Miami, o frio veio feio e forte, as temperaturas desceram aos 38 graus à noite e logo pela manhã. 

Ao longo do ano saímos à rua de manga curta.

Agora, tivemos que sair de casa com camisa de dentro, camisa, camisola e até  luvas...

Já lá vão trinta anos desde a  última vez que faz assim tanto frio nesta área da Florida.

Até as iguanas ficam congeladas nos galhos das árvores e acabam por cair  no chão sem controlo algum, embora não queira isso dizer que estejam mortas (na foto). O mesmo se passa com as tartarugas marinhas. 

Queixas? 

Nem pensar!

Os meteorologistas dizem - e muito bem - que vivemos no melhor clima da América… pelo menos no Inverno. 

 

 

Por: Jack Couto, em Fort Laudardale, Florida

Especial para Diário dos Açores

 

Açorianos levantaram mais dinheiro dos multibancos durante o Natal

MultibancoOs levantamentos em caixas ATM atingiram em Dezembro de 2017, nos Açores, um montante de 51,1 milhões euros, representando um aumento homólogo de 4,7%, revela o SREA.

No quarto trimestre de 2017, verificou-se um aumento homólogo de 4,0%.

Em termos anuais, em 2017 os levantamentos totalizaram cerca de 586,1 milhões de euros, representado uma variação positiva de 3,6% face ao ano anterior. 

Com efeito, os levantamentos em caixas ATM atingiram em Dezembro de 2017, nos Açores, um montante de 51,1 milhões de euros, um aumento homólogo de 4,7%. 

Destes, 49,3 milhões de euros são de levantamentos nacionais (um aumento homólogo de 4,3%) e cerca de 1,8 milhões de euros dizem respeito a levantamentos internacionais, o que representa uma variação positiva de 17,1% comparativamente com o mesmo mês do ano anterior.

No quarto trimestre de 2017, os levantamentos em caixas ATM totalizaram 144,5 milhões de euros, crescendo 4,0% em comparação com igual período do ano anterior (139,0 milhões de euros).

Durante o ano de 2017, foram levantados em caixas ATM nos Açores 586,1 milhões de euros, mais 20,5 milhões de euros do que no ano anterior (variação de 3,6%). 

Os pagamentos de serviços realizados neste mês, nos Açores, ascenderam a 7,4 milhões de euros, representando um aumento homólogo de 1,1%. 

No quarto trimestre, verifica-se um acréscimo homólogo de 4,3%. No ano de 2017, o montante de pagamento de serviços ascendeu a 88,3 milhões de euros, constatando-se uma variação positiva de 5,3%.

Relativamente a operações realizadas em terminais TPA nos Açores, nomeadamente compras efectuadas por nacionais e estrangeiros, em 2017 o montante atingiu 870,6 milhões euros, o representa um acréscimo de 10,4% comparativamente com o ano de 2016 (788,6 milhões euros).