Enfermeiros saem à rua amanhã na Horta e sexta em Ponta Delgada

Hospital interiorA greve dos enfermeiros continua a nível nacional, incluindo nos Açores, tendo ontem registado nos blocos operatórios do Hospital de Ponta Delgada uma adesão de 93%.

 Apesar da mundana do  Ministro da Saúde, os enfermeiros açorianos continuam “alinhados com as propostas de luta do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses”, segundo nota sindical, anunciando que os blocos operatórios dos Hospitais da Horta e de Ponta Delgada estiveram parados relativamente a cirurgia programada, e em Angra esteve a funcionar, mas abaixo dos 50% da produção prevista.

No seguimento das greves agendadas, o sindicato recorda que vão ocorrer nos Açores duas concentrações de enfermeiros:

Na Horta, dia 18, às 17h30, em frente ao edifício da Assembleia Legislativa.

Em Ponta Delgada, dia 19, às 14h30, na porta principal do Hospital do Divino Espírito Santo.

 

O balanço a nível nacional

 

Os enfermeiros regressaram ontem à greve nacional de seis dias, iniciada na semana passada.

“Hoje (ontem) concretiza-se a segunda etapa de uma greve nacional que começou no dia 10 de Outubro e que visa exigir ao Governo que apresente uma nova proposta negocial da carreira de enfermagem que vá ao encontro das expectativas dos profissionais e dos compromissos assumidos pela tutela”, afirmou Guadalupe Simões, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).

A greve arrancou às 08h00 e vai focar-se sobretudo “nos blocos operatórios e nas cirurgias de ambulatório”.

De acordo com os sindicatos, nos primeiros dias de greve –  10 e 11 de Outubro – a greve de enfermeiros teve uma adesão entre os 70 e os 75%.

Para estes dias, Guadalupe Simões prevê uma adesão ainda maior: “Seguramente agora ainda estão mais mobilizados, depois do próprio Ministério da Saúde ter assumido que as reivindicações dos enfermeiros são justas”, disse.

“Independentemente de quem é o titular da pasta, o que se espera é que o processo negocial se desenvolva rapidamente para que atinjamos o objectivo que é a entrada em vigor em Janeiro” de 2019 da carreira de enfermagem, respondeu, questionada sobre o esperado avanço das negociações com a nova Ministra da Saúde, Marta Temido.

A greve é convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), pelo Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM), pelo Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal (SINDEPOR) e pela Associação Sindical Portuguesa dos Enfermeiros (ASPE).

Revista norte-americana considera os Açores o “Hawai da Europa”

LagoadasSeteCidades

A revista de lifestyle e viagens norte-americana “Thrilist” apontou os Açores as “ilhas paradisíacas que todos os americanos têm de descobrir”, considerando o arquipélago como o “Hawai da Europa”.

Numa reportagem publicada na segunda-feira, 15 de Outubro, o repórter da revista, Matt Meltzer, explica que, ao visitar a região açoriana, tem-se a sensação de que este é o fim de uma era, uma época a que os moradores se referem como “antes dos turistas chegarem”.

“O aço e o vidro ainda não se intrometeram na beleza natural”, garante.

O jornalista visitou São Mateus da Calheta, na ilha Terceira, onde assistiu às mini touradas de rua. Conheceu ainda as Lajes e diz que os militares estão a decrescer à mesma ordem que crescem os turistas: “Quanto mais pessoas descobrirem o país das maravilhas vulcânicas e tropicais nestas ilhas portuguesas, pior será. Este pode ser o último ano” em que elas parecem intocadas, considerou. 

Já sobre Angra do Heroísmo, Património Mundial da UNESCO, afirma ser uma cidade de edifícios coloridos da era colonial, ainda cheia de pequenas padarias, galerias e lojas diversas. Segundo a publicação, a cidade recebe a sua parte de navios de cruzeiro, mas até mesmo os lugares mais populares não foram tomados em excesso.

Na reportagem, o jornalista não esquece a freguesia das Furnas, como o seu e alojamentos “incríveis”. A revista destaca a reticência, em todas as ilhas, de se construírem mega resorts capazes de descaracterizar  arquipélago. Por enquanto, até mesmo pontos mais turísticos, como a Lagoa das Sete Cidades, são completamente visíveis, calmos e acessíveis — quase tão acessíveis como o preço das refeições e das viagens para chegar ao arquipélago. 

“Apenas um punhado de europeus conhecedores fez o voo de férias, e teve as cachoeiras, vulcões e géiseres de tirar o fôlego, todos para si. Mas a palavra está-se a espalhar. Ainda é uma jóia pouco visitada, mas está no topo da lista de viagens de muitos. O que significa que é apenas uma questão de tempo até que seja completamente descoberto. Especialmente quando chegar lá se tornar ridiculamente fácil”, lê-se.

PSD diz que Secretário da Saúde não tem condições para continuar a exercer o cargo

Rui Luís jornalistasOs deputados do PSD/Açores consideraram ontem de manhã que o inquérito às evacuações médicas ocorridas em Fevereiro de 2017 é um caso que demonstra “o culminar de um indisfarçável processo de degradação política do Governo Regional do Partido Socialista”.

Em conferência de imprensa, Mónica Seidi criticou o Presidente do Governo Regional por ter “dado cobertura política aos abusos de poder verificados neste caso, como já deu a outros ocorridos anteriormente. O Governo Regional dos Açores tem hoje uma liderança frágil e sem autoridade”, afirmou a social democrata.

“Mesmo com um inquérito repleto de provas de interferências ilegítimas, o Presidente do Governo recusou apontar responsáveis” e, ao não tirar consequências políticas do caso, “tornou-se cúmplice dos abusos de poder cometidos”, referiu.

“Apesar dos factos muito graves apurados pelo inquérito da Inspecção Regional de Saúde, o senhor Presidente do Governo preferiu que a culpa morresse solteira”, lamentou.

Para a deputada do PSD/Açores, a governação do PS nos Açores “entrou em falência política e moral”, numa situação “que não deixa margem para dúvidas, pois ficou provado que diversas pessoas – alheias ao processo – interferiram na decisão da médica reguladora, a única a quem competia tomar decisões”.

No caso em apreço, “foram quebradas todas as regras em benefício da familiar de uma gestora pública nomeada pelo Governo do PS. Para cúmulo, o Secretário Regional da Saúde interferiu na evacuação médica, sem ter qualquer autoridade legal ou técnica”, lembrou.

“Se Vasco Cordeiro ainda tivesse algum sentido de decência política, já teria percebido há muito tempo que o Secretário Regional da Saúde deixou de ter condições para continuar no cargo”, disse a deputada, frisando que Rui Luís “abafou este caso, ao não abrir um inquérito na altura. Desde esse dia, o Secretário Regional da Saúde perdeu toda a credibilidade para desempenhar quaisquer funções públicas”, sublinhou Mónica Seidi.

“Além de ter tentado abafar o caso, sabe-se agora que Rui Luís também interferiu na evacuação médica, tendo ainda o desplante de dizer que tinha legitimidade para interferir em evacuações médicas”, acrescentou a deputada.

“Por este andar, o ainda Secretário Regional da Saúde pode até passar a telefonar para os hospitais, dizendo quais são os doentes que devem ter prioridade para serem operados. Pelo que resta aos açorianos assistir, nos próximos dois anos, ao definhar de alguém que está politicamente acabado”, considerou.

Mónica Seidi não deixou de lembrar que “a incapacidade política de Vasco Cordeiro pôs em causa a confiança que os açorianos devem ter no sistema de evacuações médicas, que já ajudou tantas pessoas, e que funciona bem”.

Para os parlamentares social democratas, ao fim de 22 anos de poder, as instituições da nossa Autonomia “deixaram de estar ao serviço dos açorianos. Estão agora apenas ao serviço dos familiares e protegidos do Partido Socialista”, concluíram.

Empresários preocupados com turismo, SATA, pagamentos em atraso e transportes marítimos

turistas sete cidadesO Fórum das Câmaras do Comércio e Indústria dos Açores esteve reunido no fim de semana na ilha Terceira, tendo como tema central a competitividade da economia regional, com especial ênfase nas áreas dos transportes e da energia. 

Os empresários concluíram que se colocam vários desafios, designadamente: potencial da Região na utilização de energias renováveis; potencial para crescimento de ligações aéreas com a América do Norte e Europa, que deverá ser através da criação de um Hub nos Açores; ajustamento nos horários dos voos e das frequências interilhas, para melhorar a conectividade com o exterior. Esta discussão contou com a participação de especialistas de craveira internacional, anunciou o Fórum.

De acordo com as conclusões, divulgadas em conferência de imprensa, foi constatada a persistência de pagamentos em atraso no SPER, particularmente nos EPEs que gerem os hospitais. 

 

Pagamentos em atraso nas empresa públicas

 

“No final do primeiro semestre de 2018, o SPER devia a fornecedores 193,7 milhões de euros, sendo que destes 115 eram dos hospitais e 50 milhões da SATA, representando 85% do total. Ao mesmo tempo, o SPER regista na conta de clientes correntes um valor de 186,7 milhões de euros, sendo que os hospitais assumem 110 milhões deste valor e a EDA 42 milhões. No caso da EDA os valores estão alinhados com a exploração normal da actividade da empresa. No caso dos hospitais as dívidas resultam, sobretudo, de desacertos com subsistemas de saúde, como é o caso da ADSE, num “dossier” que permanece por resolver entre os governos central e regional”, denunciam os empresários.

“A degradação dos resultados líquidos do Grupo SATA foram considerados uma preocupação crescente, que resulta de um desacerto generalizado da operação da SATA Internacional. No seu todo o SPER, no, final de 2017, agregava um capital próprio positivo de 150 milhões de euros (sendo que só a EDA apresentava um valor positivo de 223,4 milhões e os hospitais um valor negativo de 290,6 milhões de euros). O SPER apresenta, à data de 30 de Junho de 2018, resultados transitados acumulados de -515,5 milhões de euros, sendo que a EDA contribui com 171,7 milhões de resultados acumulados positivos e os hospitais e a SATA com resultados transitados negativos de 438,8 e 168 milhões de euros, respectivamente. O SPER tem-se afigurado, no global, como um sorvedouro de recursos, pese embora o contributo positivo da EDA”, afirmam os patrões.

 

Taxa de execução nos investimentos bastante baixa

 

Concluíram ainda ser “fundamental que se prossiga no sentido de uma maior execução dos planos anuais, fortemente financiados pelo PO2020. As taxas de execução dos últimos anos, têm rondado os 73%, evidenciam uma manifesta sobredotação ilusória.  Fundamental e imprescindível que o PO pós 2020 tenha pelo menos a mesma dotação real do PO 2020, o que implica um aumento nominal da ordem dos 10%. Importante a manutenção da taxa de uma comparticipação regional de 85%. Determinado o envelope não repetir os erros de afectação de verbas do passado”, lê-se no comunicado final.

O Fórum afirma ainda que procedeu a uma “análise exaustiva” da situação do transporte aéreo de passageiros, em geral e do papel da SATA, em particular, tendo concluído: “Desastrosas as limitações da conectividade interna nos Açores pelos impactos castradores que tiveram nas operações turísticas da generalidade das ilhas, com a agravante da prática de preços excessivamente elevados, não permitindo o crescimento potencial das ilhas mais pequenas; Alteração do modelo de gestão da SATA Air Açores com maior oferta, redução de tarifas, aumento de frequências e alargamento de horários, de forma a permitir uma maior distribuição dos passageiros que entram pelas gateways que se encontram liberalizadas; Necessidade urgente de se proceder ao ajustamento do modelo nacional de apoio à mobilidade dos Açores; Profunda preocupação com a situação da SATA dado o impacto no mercado interno e no mercado externo, em especial do norte-americano; Profunda reestruturação da SATA com a separação clara da actividade e do financiamento das empresas do grupo; Incompreensível e inaceitável que, chegados ao final de 2018, ainda não se tenha clarificado qual o modelo para a resolução do problema do transporte aéreo de cargas, nas ilhas de S. Miguel e Terceira, em face de uma situação em que o serviço é demasiadas vezes imprevisível e acarreta custos demasiado elevados”.

 

Transportes marítimos não servem

 

Quanto aos transportes marítimos de carga, conclui que o “modelo atual, como está, não serve adequadamente os interesses da economia e da sociedade açorianas! Não é competitivo, não funciona adequadamente e as rotas e escalas definidas têm um grau elevado de incumprimento.  Definição do que deve ser o modelo para o futuro tendo em consideração a necessidade dos operadores actualizarem as suas das frotas, em face de novas exigências do sector. A não resolução rápida deste assunto implicará a replicação da atual situação por um largo período de tempo uma vez que os armadores terão que fazer investimentos de renovação de frota até 2020,. Discordância liminar com a aquisição do navio ró-ró sem que antes se tenha revisto e equacionado, de forma tecnicamente balizada, o que será o modelo de transportes marítimos para os Açores, sob pena de se fazerem opções erradas e onerosas para o futuro.

O mau funcionamento dos portos dos Açores, por via da sua organização, prejudica a sua competitividade.

Não existe um planeamento estratégico evidente e adequado para os portos dos Açores.

As soluções neste sector, dado o seu impacto em toda a economia dos Açores, devem ser racionalizantes levando a reduções de custos de investimento e operacionais”.

Os empresários concluíram ainda que é importante aliviar a carga fiscal. 

“A economia privada ficou com menos 40 a 50 milhões de euros por via da manutenção das políticas de agravamento fiscal.  Imprescindível a clarificação acessível no sistema de fixação de preços dos combustíveis na RAA, pelo peso fiscal que comporta”, afirmam.

Consideram positivo o aumento da dotação na anteproposta de Plano Regional Anual para requalificação profissional, que contrasta com a ausência quase total de dotações para esta rubrica em planos anteriores.

Consideram também a “necessidade da continuidade de investimentos públicos em infraestruturas, equipamentos portuários, equipamentos turísticos e equipamentos para a formação, associados à dinamização reprodutiva e sustentável da economia dos Açores.

 

Urgente obras no porto 

de Ponta Delgada

 

Urgência dos investimentos estruturantes no porto de Ponta Delgada; Adaptação do Porto da Praia da Vitória para funções de apoio à navegação e logística internacional; Melhoria da operacionalidade/ampliação do aeroporto da Horta.

Considerado não prioritário o investimento na construção de um navio para o transporte inter-ilhas dado o seu avultado valor e reduzido impacto na economia, quer na fase de construção – com impacto zero –, quer na fase de operação, com exploração negativa”.

Quanto aos pagamentos em atraso, verificam a “continuação da situação de atrasos de pagamentos por parte da Administração Regional e sector público empresarial, em volume muito significativo, torna  imprescindível que o Governo tenha uma estratégia para a sua regularização imediata”.

“A Anteproposta de Plano não contempla os recursos financeiros que seriam necessários para consolidar o sector do turismo O Fórum manifestou a sua preocupação com a situação da ATA e entendeu, face à saída concretizada da SATA e anunciada do Governo, que a participação futura da CCIA nesta entidade só deve acontecer caso sejam encontrados mecanismos que assegurem o seu equilíbrio financeiro, incluindo a cobertura integral da estrutura e da sua racionalização”, lê-se na nota empresarial.

Consideram positivo “a publicação das contas das empresas públicas, impondo-se agora que passe a ser divulgada a prestação de contas numa base trimestral” e negativo a    “persistência de dúvidas sobre a formação dos preços dos combustíveis, exigindo-se, em prol da transparência, um sistema de informação acessível ao cidadão comum”.

Quanto à energia, concluíram que “alguns segmentos deste sector estão monopolizados nos Açores, exigindo melhor regulação, informação e transparência.  Os elevados custos energéticos prejudicam gravemente a competitividade da economia dos Açores”.

 

Açores são a região do país com maior carência de vitamina D, revela estudo

pessoas em Ponta Delgada1Os Açores são a região do país que apresenta o maior défice de vitamina D, quando quase metade da população do arquipélago sofre desta carência.

A conclusão é de um estudo levado a cabo pela Faculdade de Medicina de Coimbra, em colaboração com a Nova Medical School, cujos resultados foram apresentados a 13 de Outubro, no evento Forum D, em Coimbra, numa iniciativa da Clínica Universitária de Reumatologia, que visou “trazer à luz da sociedade e da comunidade médica a verdade científica sobre vitamina D e seu uso na prática clínica”.

Segundo os dados apresentados, “os Açores são a região do país onde o défice [de vitamuina D] é mais acentuado: 46.5% da população açoriana avaliada tinha níveis inferiores a 10ng/mL, o que corresponde a carência grave, segundo a Endocrine Society dos Estados Unidos da América”.

O estudo revela que a carência de vitamina D é “muito frequente na população adulta portuguesa”, sendo que “apenas 3,6% da população nacional apresenta valores considerados ‘normais’ (?30ng/mL)”.

Apesar de o arquipélago açoriano ser a região do país mais afectada, a investigação mostra que 66,6% da população adulta portuguesa apresenta também carência desta vitamina. 

“Com estes resultados o Fórum D procura sublinhar a necessidade de implementação de medidas de saúde pública de forma a minimizar esta situação a nível regional e nacional”, lê-se num comunicado, enviado às redacções. 

Os grupos populacionais com maior prevalência de carência de vitamina D, de acordo com a mesma fonte, incluem as mulheres (duas vezes mais que os homens); as pessoas com mais de 75 anos de idade (cinco vezes mais do que as pessoas com 18-29 anos); e as pessoas consideradas obesas  (duas a três vezes mais do que as IMC 18.5-24.9 kg/m2). 

A carência de vitamina D é 18 vezes mais frequente no inverno do que no verão, não só por ser menor a exposição solar, mas porque o sol não tem, nessa época, em Portugal, intensidade suficiente para induzir a produção de vitamina D na pele.

O estudo em causa mostra ainda que “um estilo de vida sem prática regular de exercício físico, a obesidade, o tabagismo e uma exposição solar inadequada são factores cuja modificação pode contribuir decididamente para a diminuição da carência de vitamina D. Contudo, a idade, o género e área geográfica também estão entre os principais factores de défice de vitamina D, mas não podem ser modificados facilmente”.

Os especialistas do Fórum D alertaram para a necessidade de se tomarem medidas ao nível da saúde pública que visem combater a carência de vitamina D na população adulta e a implementação de estratégias que podem passar pela suplementação, em função do caso e idade, para obter os níveis recomendados.

 As doses diárias recomendadas pelo Governo norte-americano como adequadas para manter a saúde do osso e o metabolismo do cálcio, em pessoas normais, são de 600 unidades/dia para crianças e adultos até aos 70 anos de idade e de 800 unidades/dia, depois dos 70 anos de idade.

 Contudo, muitos investigadores e entidades científicas independentes consideram que as doses ideais deveriam ser mais altas, na ordem de 2000 ou 3000 unidades/dia, especialmente em pessoas obesas. Importa sublinhar que esta vitamina tem uma elevada segurança, sendo necessárias doses muitíssimo elevadas para induzir toxicidade.