Ponta Delgada escolhida como escapadinha para Dia dos Namorados

ponta delgada - avenidaSegundo os dados do motor de busca internacional Momondo, Lisboa, Porto, Ponta Delgada, Covilhã e Funchal são os destinos nacionais mais procurados pelos portugueses, para uma escapadinha romântica nacional no Dia dos Namorados.

A Momondo sugere, em relação a Ponta Delgada, que se procura um ambiente mais descontraído e um ritmo mais calmo, poderá voar do Continente para as ilhas e visitar Ponta Delgada, nos Açores. 

 

Lisboa e Porto nas primeiras escolhas

 

“Descubra os mercados, jardins, lojas de iguarias e visite as inúmeras plantações de ananases que cobrem a cidade. Com preços de alojamento apelativos, é possível encontrar hotéis de 3 a 4 estrelas com um valor médio de 46 euros por noite”, avança o motor de busca. 

Para Lisboa, Belém, Baixa, Avenida da Liberdade, Parque das Nações… são inúmeras as zonas da capital que convidam a um passeio de mãos dadas na época mais romântica do ano. 

“Visite monumentos, desfrute da paisagem em diversos miradouros, faça um passeio de barco pelo Rio Tejo e, acima de tudo, aproveite a dois o sol de inverno que brilha na cidade das sete colinas. O valor do alojamento é também acessível, podendo ficar num hotel de 3 ou 4 estrelas, por um preço médio de 64 eurospor noite”, sugere a Momondo.

Empresas do sector agrícola dos Açores têm 28% do volume de negócios

vacas pastosO sector agrícola assumia em 2017 maior relevância no Alentejo e na Região Autónoma dos Açores, ao agregar 36% e 28%, respectivamente, do volume de negócios das empresas sediadas nestas regiões, revela um estudo do Banco de Portugal divulgado ontem. 

A área metropolitana de Lisboa era responsável por 30% do volume de negócios do sector, seguindo-se as regiões Centro e Norte (27% e 26%, respectivamente). 

O sector agrícola representava, em 2017, 9% das empresas em Portugal (37 mil empresas), 9% das pessoas ao serviço das empresas não financeiras (266 mil pessoas) e 14% do volume de negócios (49 mil milhões de euros). 

O número de empresas em actividade no sector aumentou 1,8% face a 2016, subida em linha com o aumento de 1,7% registado para o total das empresas. 

O peso do sector no total das empresas diminuiu 0,3 pp ao nível do volume de negócios e 0,2 pp no que respeita ao número de pessoas ao serviço. 

Em 2017, por cada empresa que encerrou atividade foram criadas 1,3 empresas, valor próximo do observado para o total das empresas. 

O crescimento do número de empresas em actividade no sector esteve associado ao aumento do número de microempresas (rácio natalidade/mortalidade de 1,3 em 2017) e de empresas ligadas à agricultura (rácio natalidade/mortalidade de 2,0, e de 0,9 nos restantes segmentos). 

O volume de negócios do sector agrícola aumentou 7% em 2017, crescimento inferior ao verificado no total das empresas (9%), mas superior ao registado pelo sector em 2016 (3%).

Todos os segmentos de actividade registaram subidas do volume de negócios em 2017: 10% na agricultura, 8% no comércio de produtos agrícolas e 6% na indústria de produtos agrícolas. 

Os dois últimos segmentos contribuíram com 3 pp, cada um, para a variação registada no sector como um todo.

 

Açores com a segunda maior taxa de desemprego do país

desemprego2Os Açores fecharam o ano de 2018 com a segunda maior taxa de desemprego do país, só ultrapassados pela Madeira.

Segundo dados do INE revelados ontem, no ano de 2018, as taxas de desemprego mais elevadas, e superiores à média nacional, foram observadas em cinco regiões: Madeira (8,8%), Açores (8,6%), Área Metropolitana de Lisboa (7,4%), Norte (7,3%) e Alentejo (7,2%). Abaixo da média nacional situaram-se as taxas de desemprego do Algarve (6,4%) e do Centro (5,6%).

Analisando as taxas de desemprego por regiões, verifica-se que no quarto trimestre de 2018 a taxa de desemprego foi superior à média nacional em quatro regiões do país: Madeira (8,9%), Açores (8,5%), Algarve (7,8%) e Alentejo (7,7%).

As taxas de desemprego no Norte e na Área Metropolitana de Lisboa igualaram a média nacional (6,7%), tendo a região Centro (5,7%) sido a única abaixo daquele valor.

Em relação ao trimestre anterior, segundo o INE, a taxa de desemprego manteve-se na Madeira, aumentou no Algarve (2,8 pontos percentuais), no Alentejo (1,1 pontos percentuais) e no Centro (0,3 pontos percentuais) e diminuiu nos Açores (0,2 pontos percentuais), na Área Metropolitana de Lisboa (0,4 pontos percentuais) e no Norte (0,5 pontos percentuais).

Em relação ao trimestre homólogo, a taxa de desemprego diminuiu na região Norte (2,6 pontos percentuais), na Área Metropolitana de Lisboa (1,5 pontos percentuais), no Alentejo (0,7 pontos percentuais) e no Centro (0,2 pontos percentuais), tendo-se mantido na Madeira e aumentado no Algarve e nos Açores (0,5 e 0,2 pontos percentuais, respectivamente).

Em relação a 2017, e à semelhança do observado globalmente para Portugal, a taxa de desemprego diminuiu em todas as regiões, tendo os dois maiores recuos ocorrido no Norte (2,5 pontos percentuais) e na Área Metropolitana de Lisboa (2,1 pontos percentuais).

Segundo recorda o INE, “a população desempregada e a subutilização do trabalho têm descrito uma trajectória descendente desde o primeiro trimestre de 2013, acumulando até ao momento uma diminuição de 62,3% e de 51,4%, respectivamente (abrangendo 577,7 mil e 756,1 mil pessoas)”.

 

População activa aumenta

 

Também o SREA publicou ontem os dados do emprego, salientando que a população activa estimada para o 4º trimestre de 2018 é de 120.956 indivíduos e a média de 2018 ficou nos 122.209. Em termos anuais apresenta uma subida de 0,1%. Na comparação homóloga e trimestral verifica-se um decréscimo de 0,9% com o trimestre homólogo e de 2,2% relativamente ao trimestre anterior.

A taxa de actividade, tomando como referência a população total, no 4º trimestre, é 50,0%, superior em 0,1 p.p. à do trimestre homólogo e inferior em 1,0 p.p. à do trimestre anterior.

A taxa de actividade (15-64 anos) é de 69,7% neste trimestre, superior em 0,3 p.p. à do trimestre homólogo e inferior em 1,5 p.p. à do trimestre anterior.

A subutilização do trabalho diminuiu 1,5 p.p. em termos anuais, reduzindo 8,1% comparando com o mesmo trimestre de 2017 e 2,5% comparando com o 3º trimestre de 2018.

 

População empregada

 

A população empregada no 4º trimestre é estimada em 110.658 trabalhadores, sendo a média anual de 111.799 empregados. Este valor é superior em 553 trabalhadores ou em 0,5%, relativamente a 2017. Na comparação homóloga e trimestral, diminuiu 1,1% relativamente ao trimestre homólogo e 2,0% em relação ao trimestre anterior.

Em termos anuais é o maior valor da actual série do inquérito ao emprego, iniciada em 2011.

A taxa de emprego (15-64 anos) é de 63,6% neste trimestre, com aumento de 0,2 p.p. relativamente ao trimestre homólogo e diminuindo 1,2 p.p. relativamente ao trimestre anterior.

 

Actividade económica

 

Analisando por sectores de actividade, em termos anuais, verifica-se um aumento da população empregada em todos os sectores: 0,6% no sector primário, 2,6% no sector secundário e 0,04% no sector terciário. Relativamente à comparação homóloga e trimestral, o emprego no sector primário apresenta acréscimos nas duas comparações (1,4% homóloga e 6,4% trimestral), no sector secundário o emprego cresce em termos homólogos (5,1%) e decresce trimestralmente (4,1%) e no sector dos serviços diminui 2,7%, quer relativamente ao trimestre homólogo quer ao trimestre anterior. 

Do total de pessoas que, no 3º trimestre de 2018, se encontravam desempregadas, 51,8% saíram dessa situação no 4º trimestre de 2018, sendo que 17,6% se tornaram empregadas/os e 34,2% transitaram para a inactividade.

Do total de pessoas com 15 e mais anos que, no 3º trimestre de 2018, eram consideradas inactivas, 2,6% transitaram para o emprego e 1,6% transitaram para o desemprego, no 4º trimestre de 2018.

No 3º trimestre de 2018, do total de pessoas consideradas empregadas, 94,8% mantiveram essa situação no 4º trimestre de 2018. Assim 5,2% deixaram de manter o emprego, tendo 3,8% saído para a inactividade e 1,4% para o desemprego.

 

Taxa de desemprego

 

A taxa de desemprego no 4º trimestre de 2018 foi de 8,5% e a média anual de 2018 situou-se em 8,6%. 

Este valor é inferior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao ano de 2017 e a taxa anual mais baixa da actual série do Inquérito ao Emprego, iniciada no 1º trimestre de 2011, há oito anos. Comparando com os trimestres, a taxa de desemprego para o 4º trimestre é inferior em 0,2 p.p em relação ao trimestre anterior e superior em 0,2 p.p relativamente ao trimestre homólogo.

Neste trimestre, a população desempregada nos Açores, estima-se em 10.298 indivíduos, menos 506 desempregados que no trimestre anterior e mais 148 que no trimestre homólogo.

A média em 2018 foi de 10.514, menos 4,1% e 449 desempregados que no ano anterior. É o menor número, anual, de desempregados desde há oito anos.

 

O que diz o Governo

 

A Directora Regional do Emprego e Qualificação Profissional afirmou que os dados do emprego agora divulgados  pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) “confirmam a trajectória favorável” do emprego nos Açores nos últimos anos.

 A Directora Regional referiu também que a taxa de desemprego de 8,6%, para a média do ano de 2018, “é a mais baixa taxa de desemprego anual da atual série do Inquérito ao Emprego, desde o primeiro trimestre de 2011”.

“É de realçar, igualmente, a descida continuada da taxa de desemprego desde 2013, quando foi de 17,0%, ou seja, em cinco anos desceu praticamente para metade”, frisou. 

A Directora Regional do Emprego e Qualificação Profissional sublinhou ainda que os dados demonstram um “crescimento sustentado” do emprego nos Açores, revelando, para além do aumento da população activa, que “a média de 2018 foi de quase 111.800 empregados, representando, no espaço de um ano, mais 553 postos de trabalho, ou seja, o maior valor anual desde 2011”.

 

O que dizem os TSD

 

Os TSD/Açores manifestaram ontem a sua profunda preocupação com a evolução negativa que o desemprego continua a registar na Região onde, “pelo sexto ano consecutivo, o Governo do PS foi incapaz de reduzir a taxa para valores inferiores à média nacional”, constatou Joaquim Machado.

Para aquele responsável partidário, “continuamos, infelizmente, a divergir da média nacional. E é forçoso concluir que a crise ainda não acabou nos Açores, porquanto se regista um número de desempregados bastante superior ao que se verificava há dez anos”, afirma.

Segundo Joaquim Machado, as políticas de combate ao desemprego e promoção do emprego são inconsequentes: “Por muito que Vasco Cordeiro e Sérgio Ávila façam discursos cor de rosa, que digam que a economia e as finanças públicas regionais estão de saúde e em crescimento, a realidade desmente-os”, refere.

Número de empresas cresceu 150% na Horta em Janeiro

faial horta 2A abertura de novas empresas em Janeiro deste ano, em todo o país, teve um impulso de 19,8% face ao período homólogo de 2018. 

Segundo dados da Iberinform, o ano arrancou com 6.333 novas empresas constituídas versus 5.288 em Janeiro do ano passado. 

Em termos absolutos, o distrito de Lisboa liderou o ranking com 1.974 novas constituições, que traduzem um aumento de 8,7% face ao ano passado. 

O Porto surge em segundo lugar, com 1.146 novas empresas e um incremento de 17,3%. 

Em termos percentuais, os distritos com diferenciais mais significativos foram: Horta (150%), Castelo Branco (83,3%) e Évora (63%). 

Vila Real e Madeira foram os distritos com decréscimos face a 2018. Vila Real passou de 62 para 57 novas empresas (-8,1%) e a Madeira reduziu de 144 para 137 (-4,9%). 

Angra do Heroísmo, com 17 novas constituições, é o único distrito com crescimento zero em 2019.

Quanto a insolvências, Ponta Delgada atingiu -33%. Lisboa e Porto lideram as insolvências.

TAP lança voos de baixo custo com 40 euros Lisboa-Açores

TAPA TAP acaba de lançar uma campanha de voos baratos para vários destinos, sobretudo nas rotas europeias. 

Barcelona, Madrid e Paris são alguns deles, sendo que para as duas cidades espanholas, o preço começa em 26 euros com partida do Porto; mais um euro com partida de Lisboa. 

Já para Paris, o preço promocional é de 31 euros à partida do Porto - mais quatro euros de Lisboa. 

Para Bilbau voa-se por 37 euros de Lisboa; também da capital, voa-se para Bordéus, Lyon, Nice ou Marselha por 35/36 euros - estas rotas francesas, com saída do Porto, passam para 47 euros. De entre as rotas a baixo custo, destaque ainda para Lisboa - Roma desde 36 euros a ida ou Milão a 40; ou para Luxemburgo a 38 euros e Bruxelas a 36 (do Porto, Luxemburgo a 43, Bruxelas a 34 euros). Entre outras propostas, Amesterdão também surge como boa alternativa: 38 euros do Porto, 40 de Lisboa.

Por comparação, saliente-se que um voo Lisboa-Porto custa desde 37 euros e os voos para a Madeira ou Açores desde 40 euros. 

 

Bestravel duplicou vendas para os Açores

 

A rede de agências de viagens Bestravel teve em 2018 o seu “melhor ano”, com as vendas a subirem 29% e a margem a crescer 22% face ao ano anterior, revelou o novo administrador da empresa, Carlos Baptista.

O destino mais vendido nas agências Bestravel em 2018 voltou a ser Portugal, com uma facturação de mais de 9 milhões de euros e um crescimento superior a 30% face ao ano anterior.

O destino que mais cresceu na rede, por sua vez, foram os Açores, com mais do dobro das vendas que em 2017, uma evolução que o executivo associa à realização da Convenção da rede em Ponta Delgada em 2018. 

Apesar do ano recorde, 2018 era antecipado como um ano difícil devido à introdução da nova directiva europeia das viagens em plena época alta, a 1 de Julho, o que, segundo Carlos Baptista, acabou por não ter consequências de relevo por ter sido “um ano imaculado”, em que “não houve atentados, não houve catástrofes naturais, e isso obviamente que facilitou muito”.