Empresas açorianas prevêem uma situação “regular” na sua actividade

Ponta Delgada - casasO Observatório Regional do Emprego e Formação profissional a acaba de divulgar o Inquérito “Sistema de Indicadores de Alerta”, que tem como principal objectivo o conhecimento de potenciais situações de crise nas empresas dos vários sectores de actividade com repercussão directa ou indirecta nos níveis de emprego. Os dados apresentados respeitam aos Inquéritos efectuados a todas as empresas sediadas nos Açores com 10 e mais trabalhadores à data de 31 de dezembro de 2017 (segundo o Relatório Único de 2017), tendo-se obtido um índice global de respostas de cerca de 83,2%. Foram inquiridas 870 empresas a que corresponderam 724 respostas válidas. Transcrevemos a seguir uma parte do sumário dos resultados.

 

boa regularNo que respeita à percentagem de trabalhadores nas empresas consoante a caracterização que estas fizeram da sua Situação Atual, em termos de comparação dos dados de 2016, 2017 e 2018 verifica-se que a percentagem mais elevada continua a situar-se nas empresas que caracterizam a sua Situação Atual como “Regular”. Tal como em 2017, a percentagem das empresas que pior melhordefiniram a Situação Atual como “Boa” é superior à das que a caraterizaram como “Má”.

No domínio “Mercado/Concorrência” é predominante a situação em que existe uma percentagem mais elevada de trabalhadores nas empresas que responderam “Alguns Problemas” (60,6%), os “Sem Problemas” representam 26,9%, e 12,5% têm “Muitos Problemas”. 

Se relacionarmos estes valores com os do ano transato verificamos que o com “Alguns previsão empregoProblemas” desceu 2,1 pontos percentuais, “Sem Problemas” subiu 2 pontos percentuais e com “Muitos Problemas” subiu 0,1 pontos percentuais.

Na “Qualificação dos Recursos Humanos”, e à semelhança do domínio anterior, temos a maior percentagem de trabalhadores nas empresas que responderam “Alguns Problemas” (60,5%).

Relativamente ao ano anterior houve uma subida de 1,6 pontos percentuais na previsão emprego 2percentagem de trabalhadores nas empresas que mencionaram “Muitos Problemas” nesta área.

No domínio “Natureza Financeira” a resposta que abrange maior número de trabalhadores é a de “Alguns

Problemas” abrangendo 53,1% dos trabalhadores que exercem a sua profissão nas empresas inquiridas e a resposta “Muitos Problemas” desceu 3,2 pontos percentuais em relação ao ano anterior. 

No que respeita ao domínio de “Natureza Tecnológica” a resposta “Alguns Problemas” apresenta a maior percentagem (51,2%). 

As empresas que se apresentam no domínio financeiro com “Muitos Problemas” abrangem 2 545 trabalhadores (menos 673 trabalhadores do que em 2017) e a principal atividade abrangida é a das Atividades administrativas e dos serviços de apoio com 686 trabalhadores (menos 73 do que no ano anterior).

No domínio “Natureza Tecnológica”, as empresas “Sem Problemas” superam largamente as empresas com “Muitos Problemas”.

 

Situação nas empresas nos próximos seis meses

 

As percentagens de trabalhadores nas empresas que perspetivam “Ficar na mesma” nos próximos seis meses é de 72,6%. 

Para o total das atividades, as empresas que prevêem “Melhorar” representam 19,6% e as empresas que prevêem “Piorar” a sua situação são 7,8%. 

Observando cada uma das atividades, constata-se que os setores onde a situação “Piorar” irá afetar um maior número de trabalhadores são o da Construção que irá afetar 770 trabalhadores (menos 101 do que em 2017), as Atividades administrativas e dos serviços de apoio (684 trabalhadores, mais 422 do que no ano anterior) e a da Atividades de saúde humana e apoio social que irá afetar 294 trabalhadores (mais 35 do que no ano anterior).

As razões invocadas para “Melhorar” a situação das empresas nos próximos seis meses, relativamente ao período de referência, são fundamentalmente de “Mercado Concorrência” e de “Natureza Financeira” com 32,9% e 27,9% respetivamente.

Relativamente às razões apresentadas que irão contribuir para que a situação atual piore nos próximos 6 meses temos em primeiro lugar as razões de “Mercado Concorrência” com 43,1% seguidas das de “Natureza Financeira” com 38,5%. 

 

Evolução do emprego

 

Este conjunto de questões do Inquérito faz a recolha de informação sobre o fluxo de Entradas e Saídas de trabalhadores para um período de análise de seis meses, imediatamente anteriores ao período de referência.

Considerando como “Saldo Positivo” a percentagem do número de trabalhadores nas empresas que tiveram mais Entradas do que Saídas, no ano anterior ao do período de referência do Inquérito, e como “Saldo Negativo” a mesma percentagem nas empresas que tiveram mais Saídas do que Entradas, em igual período de referência, verifica-se um “Saldo Positivo” superior ao das empresas que apresentam “Saldo Negativo” com uma diferença de 37 pontos percentuais.

No que se refere ao “Saldo Nulo”, este desceu de 17,5% para 13,8%.

Relativamente aos saldos negativos, estes estão acima dos saldos positivos nas seguintes atividades: Construção e Educação.

 

Previsão de emprego

 

Este conjunto de questões destina-se a analisar as previsões de emprego em termos de “Aumento”, “Manutenção” ou “Diminuição” do número de pessoas ao serviço da empresa considerando dois períodos de análise: os 6 meses seguintes ao período de referência do Inquérito - Curto Prazo - e os 6 a 12 meses imediatos a esse período - Médio Prazo.

Relativamente às expetativas sobre a evolução do volume de trabalhadores, para o total das atividades, as empresas que não esperam a Curto Prazo qualquer alteração representam 69,8% de trabalhadores.

Este valor desceu 1,4 pontos percentuais em relação a 2017.

Por outro lado, a percentagem de trabalhadores nas empresas que anteviam “diminuições” no número de trabalhadores é de 10% (mais 2 pontos percentuais do que no ano anterior) e a dos que aguardavam “aumentos” é de 20,2% tendo, portanto, este valor diminuído 0,6 pontos percentuais em relação ao ano de 2017.

As perspetivas de redução de trabalhadores, para este período de referência do Inquérito, observam-se essencialmente na atividade da Construção (1 010), do Alojamento (662) e dos Transportes aéreos (306).

A Médio Prazo, a expetativa de “Manutenção do volume de emprego” de trabalhadores situa-se nos 70,7% (mais 0,2 pontos percentuais do que em 2017). 

As previsões para os 6 a 12 meses seguintes ao período de referência do Inquérito e para o total das atividades são, em termos de “Aumento”, superiores às do Curto Prazo (mais 1,7 pontos percentuais) e a previsão de “Diminuição” do número de trabalhadores diminuiu em 2,6 pontos percentuais em relação às previsões a Curto Prazo.

A Médio Prazo, as empresas que previam “Diminuir” o volume de emprego representam menos trabalhadores do que aquelas que previam “Aumentar”. A resposta “Aumentar” é superior à de “Diminuir” em 14,5 pontos percentuais.

As atividades onde se observa a Médio Prazo, as maiores percentagens de trabalhadores nas empresas que previam “Diminuir” em relação às que previam “Aumentar”, são as das Indústrias metalúrgicas de base, a Construção e o Comércio, manutenção e reparação de veículos.

 

Salários

 

Pretende-se com este conjunto de questões ter um conhecimento sobre a “Normalidade no Pagamento de Salários” em dois períodos distintos: no semestre anterior e nos seis meses subsequentes, isto é, o pagamento atempado a todos os trabalhadores, da totalidade do montante previsto nos contratos de trabalho.

Para o total das atividades, as empresas que referem a não ocorrência de qualquer tipo de anormalidade quanto ao “Pagamento dos Salários” representam 95% dos trabalhadores. 

Por outro lado, a percentagem de trabalhadores das empresas que, pelo contrário, referem a não ocorrência de Normalidade no pagamento dos Salários é de 5%, tendo este valor diminuído 2,1 pontos percentuais em relação ao ano de 2017.

A principal atividade onde a não Normalidade no Pagamento dos Salários abrange maior número de trabalhadores é a das Atividades administrativas e dos serviços de apoio (445).

Em termos de perspetivas para os seis meses seguintes ao do período de referência do Inquérito, a informação é muito semelhante à do ponto anterior, ou seja, as empresas que, para o total das atividades, não perspetivam qualquer anormalidade quanto ao pagamento dos salários representam 94,3% dos trabalhadores e as que esperam situações anómalas abrangem 1 713 trabalhadores, menos 74 trabalhadores do que em 2017.

As atividades com maior número de trabalhadores em que são previsíveis situações de anormalidade no Pagamento de Salários são a das Atividades administrativas e dos serviços de apoio, a da Construção e a das Atividades de saúde humana e apoio social.

 

Encargos sociais

 

Através deste conjunto de questões procurou conhecer-se a situação da empresa quanto ao pagamento de “Encargos Sociais”, isto é, se a empresa teve, ou terá, que atrasar esse pagamento ou mesmo suspendê-lo. 

Nos Encargos Sociais estão englobados os encargos sobre remunerações, os encargos com seguros de acidentes de trabalho e doenças profissionais e os custos da ação social.

A percentagem de trabalhadores nas empresas onde ocorreu “Atraso/suspensão” no pagamento dos “Encargos Sociais” atingiu 6,7% (menos 1,9 pontos percentuais do que em 2017).

As atividades que mais se destacam neste tipo de atrasos (ou seja, as que abrangem mais trabalhadores) são: as Atividades administrativas e dos serviços de apoio (550), a Construção (320) e os Transportes aéreos (276).

A percentagem de trabalhadores nas empresas onde, para o total das atividades se prevê que ocorra atraso/suspensão no pagamento dos Encargos Sociais, para os seis meses seguintes ao período de referência, é de 5,1%.

O maior número de trabalhadores envolvidos na atividade com maior expetativa de dificuldade neste campo no semestre seguinte é no sector das Atividades administrativas e dos serviços de apoio.

 

Obrigações financeiras

 

Através deste conjunto de questões procurou saber-se se as empresas tiveram e/ou esperavam ter problemas quanto ao pagamento atempado aos fornecedores, ao fisco e à banca. 

De um modo geral, apesar de se refletir mais nos pagamentos aos Fornecedores, cada um destes aspetos tem, à sua maneira, um mesmo objetivo: verificar se a empresa está numa situação financeira desafogada ou de crise, o que poderá acarretar, a maior ou menor prazo, o eventual despedimento de trabalhadores/encerramento de postos de trabalho.

O atraso ou a suspensão de “Pagamento a fornecedores” nos últimos seis meses, anteriores ao período de referência, abrangeu 25,8% de trabalhadores das empresas inquiridas (mais 2,4 pontos percentuais do que em 2017). 

As atividades que mais contribuíram para essa situação foram: Atividades da saúde humana e apoio social (2 016), Construção (1 112), Transportes aéreos (970) e Comércio a retalho exceto de veículos (747).

Quanto à previsão para os próximos seis meses, relativamente ao período de referência, a percentagem de trabalhadores abrangidos é de 26%, mais 2,4 pontos percentuais do que no ano anterior. 

As atividades mais atingidas são: Atividades da saúde humana e apoio social (2 001), Construção (1 023) e Transportes aéreos (970).

A percentagem de trabalhadores nas empresas que tinham o pagamento de “Encargos Fiscais” em atraso era para o total de atividades de 2,6% e os que previam que iriam atrasar os pagamentos nos próximos seis meses de 2,2%. 

A diferença em relação ao ano transato é de menos 2,3 pontos percentuais no atraso do pagamento e menos 2 pontos percentuais no que diz respeito à previsão.

Nas empresas onde ocorreu “Atraso” no “Pagamento de Encargos Fiscais”, o número de trabalhadores é mais elevado no sector da Construção.

A percentagem de trabalhadores nas empresas que têm problemas no pagamento de “Encargos Bancários” é de 2,7%, menos 2,4 pontos percentuais do que no ano anterior e a previsão aponta para 2,5%.

A atividade que nos últimos seis meses teve mais problemas neste domínio, e no que se refere ao número de trabalhadores abrangidos, foi a das Atividades da saúde humana e apoio social; a que se prevê venha a ter mais problemas nesta área é também a das Atividades da saúde humana e apoio social.

Ano Novo, preços novos com descida nos combustíveis

gasolinaAs recentes alterações das cotações de referência dos produtos petrolíferos registadas nos mercados internacionais vão levar a uma actualização do preço máximo de venda dos combustíveis na Região Autónoma dos Açores, segundo anunciou ontem o governo regional.

Esta actualização consiste na descida de três cêntimos por litro no preço máximo da gasolina de 95 octanas e de dois cêntimos por litro no gasóleo rodoviário e no gasóleo colorido e marcado consumido na agricultura e nas pescas.

Assim, a gasolina de 95 octanas passa a custar 1,43 euros por litro.

O litro do gasóleo rodoviário passa a custar 1,28 euros.

Já o gasóleo consumido na agricultura passa a custar 0,75 euros por litro, enquanto o preço do gasóleo consumido nas pescas passa a ser de 0,56 euros por litro.

Os novos preços entram em vigor às 00h00 de terça-feira.

 

Também baixa no continente

 

Encher o depósito do carro vai ficar também mais barato no Continente, na próxima semana, com descidas quer no gasóleo, quer na gasolina, que refletirão não só uma redução do custo internacional das matérias-primas mas também efeitos fiscais.

Segundo fonte do sector petrolífero contactada pelo jornal Expresso, o gasóleo deverá baixar 2 cêntimos por litro na segunda-feira, enquanto a gasolina poderá recuar meio cêntimo por litro. 

Estes valores poderão ainda variar em função das cotações de fecho de ontem.

Mas a gasolina será ainda beneficiada, a partir de terça-feira (1 de Janeiro), por uma descida de 3 cêntimos por litro (ou 3,7 cêntimos por litro incluindo IVA) no ISP - Imposto Sobre Produtos Petrolíferos.

O preço final de venda ao públicos dos combustíveis na próxima semana será ainda afectado por um ajuste da taxa de carbono, que apenas será conhecido a 31 de dezembro.

Os combustíveis rodoviários têm registado um ciclo de descidas (a gasolina não sobe há quase três meses). A gasolina deverá entrar em 2019 com o preço mais baixo em dois anos e o gasóleo com um mínimo de nove meses.

Valor da habitação teve a subida mais acentuada nos Açores

casas ponta delgada

O valor médio da avaliação bancária, usado nos pedidos de crédito para compra de habitação, subiu 6,2% em Novembro, em termos homólogos, para 1215 euros por metro quadrado (m2), segundo dados divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Este valor representa também uma subida de 0,2%, face a Outubro, o que equivale a mais três euros. 

O indicador sobe há praticamente dois anos, de forma contínua e facilita a concessão de mais crédito às famílias, duas situações que têm preocupado o Banco de Portugal.

“Quando comparado com o mês anterior, o valor médio de avaliação dos apartamentos em Novembro manteve-se em 1277 euros/m2. Nas moradias, o valor médio de avaliação subiu cinco euros para 1115 euros/m2”, adiantou o INE. 

O INE revelou ainda que a nível regional “a maior subida para o conjunto da habitação se registou na Região Autónoma dos Açores (0,7%), tendo-se verificado a descida mais acentuada no Alentejo (-1,5%)”.

No que diz respeito aos apartamentos, em Novembro “o valor mais elevado foi observado na região do Algarve (1589 euros/m2) e o mais baixo no Alentejo (1015 euros/m2)”, salientou o INE.

Face aos valores de Outubro, “a Região Autónoma dos Açores apresentou a maior subida (4,4%) e o Alentejo registou a maior descida (-2%)”.

Por outro lado, em termos homólogos, “o Algarve apresentou o crescimento mais expressivo (10%) e a Região Autónoma da Madeira a única descida (-1,1%).”

Já o valor médio da avaliação dos apartamentos T2 “foi 1286 euros/m2 (menos dois euros do que no mês precedente)”. 

No caso dos T3, “observou-se uma subida de dois euros, para 1208 euros/m2”.

 No segmento das moradias, os valores mais elevados registaram-se na Área Metropolitana de Lisboa (1560 euros/m2) e no Algarve (1533 euros/m2), sendo o mais baixo no Centro (965 euros/m2).

 “Comparativamente com Outubro, a Área Metropolitana de Lisboa apresentou o maior aumento (1,3%), enquanto na Região Autónoma da Madeira se registou a maior diminuição (-3,3%). 

Em termos homólogos, o maior aumento observou-se na Área Metropolitana de Lisboa (12,0%) e o menor ocorreu na região do Alentejo (2,8%)”, salienta o INE.

Face a Outubro, o valor da tipologia de moradias T3 subiu um euro para 1094 euros/m2. “A moradia tipo T4 apresentou uma subida de 13 euros para 1163 euros/m2 “.

Por regiões, o Algarve, a Área Metropolitana de Lisboa, a Região Autónoma da Madeira e o Alentejo Litoral “apresentaram valores de avaliação superiores à média nacional (30%, 23%, 9% e 3% acima do registado para o país, respectivamente). 

A região das Beiras e Serra da Estrela foi a que apresentou o valor mais baixo em relação à média nacional (-32%)”.

Passagem de ano com algum chuvisco e temperatura a subir

fogo artificio pdlA passagem de ano na ilha de S. Miguel, de segunda para Terça-feira, poderá ter alguma precipitação, mas também haverá abertas e uma ligeira subida da temperatura.

De acordo com a previsão do Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA), conforma o gráfico, no dia 31 de Dezembro a previsão aponta para 78% de possibilidades de precipitação, com a temperatura a atingir os 17 graus de máxima e 13 mínima.

Já na Terça-feira, primeiro dia do ano, a possibilidade de precipitação é de 83%, mas a temperatura subirá para os 18 graus máxima e 15 mínima.

 

Chuva no Funchal

 

A passagem de ano mais mediática do país é na cidade do Funchal, na madeira, como é tradicional, para onde costumam viajar muitos açorianos.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê uma passagem de ano molhada na Madeira, com períodos de chuva, condicionada pela passagem de uma superfície frontal fria.

A informação meteorológica especial para o fim-de-ano na Madeira foi divulgada pelo IPMA: “Nos últimos dias deste ano, o estado do tempo no arquipélago da Madeira irá ser condicionado por um anticiclone, localizado a Leste dos Açores, em deslocamento para nordeste e intensificando sobre o Golfo da Biscaia”.

“Apesar desta circulação predominante, entre os dias 31 de Dezembro e 1 de Janeiro prevê-se a passagem de uma superfície frontal fria pelo arquipélago da Madeira, embora este seja um cenário com alguma incerteza”, refere o comunicado do Instituto.

Assim, até Domingo, dia 30, prevêem-se períodos de céu muito nublado, tornando-se geralmente o céu muito nublado a partir da tarde de segunda-feira, dia 31, com ocorrência de períodos de chuva até final da manhã de dia 1 de Janeiro de 2019, explicita o IPMA.

O vento irá predominar do quadrante Leste até dia 30, soprando do quadrante sul entre os dias 31 de Dezembro e 1 de Janeiro de 2019, existindo ainda uma possibilidade de ocorrência de precipitação fraca nos dias 28 e 30, em especial nas vertentes norte da ilha da Madeira.

Amena será a temperatura nesta passagem de ano. 

Os termómetros deverão variar entre 17 e 20ºC, embora nas zonas montanhosas seja inferior, entre 9 e 12º C. 

Em relação à temperatura mínima, os valores deverão variar entre 13 e 16ºC, e nas zonas montanhosas, entre 3 e 9ºC.

 

Passagem de ano em Lisboa

 

No último dia do ano a Praça do Comércio vai ser fechada. 

A partir das 19h a PSP vai criar nove entradas para a praça onde se comemorará a passagem de ano e só terão acesso ao local as pessoas que passem pelas revistas da polícia.

A polícia divulgou na manhã de ontem as medidas de segurança previstas para o dia 31 e os conselhos que pretende ver seguidos por quem quiser ir assistir aos concertos que terão lugar na praça: Daniel Pereira Cristo com Tatanka, João Só e Ana Bacalhau a partir das 22h e depois das 00.15, Richie Campbell, Dengaz, Mishlawi, Plutónio e DJ Dadda. 

Além do espectáculo pirotécnico à meia-noite.

A PSP anunciou que só vai deixar entrar na praça mochilas/bolsas com tamanho igual ou menor que uma folha de A3. 

Também não vai ser possível levar garrafas ou copos de vidro para dentro do recinto tal como chapéus de chuva com hastes compridas. 

Os restaurantes que estão na praça também não vão poder vender bebidas alcoólicas em copos de vidro, quem quiser beber pode comprar por um euro um copo reciclável e usá-lo durante a noite.

Perante este cenário a polícia aconselha quem quiser ir para a Praça do Comércio a utilizar os transportes públicos. 

Num comunicado divulgado ao final da manhã são deixados alguns conselhos: não ostentar bens pessoais de valor, especialmente telemóvel, carteira e relógio; evite transportar para o interior do perímetro carrinhos de bebé ou cadeiras para suprir a mobilidade reduzida pois o seu uso, no meio de milhares de pessoas, condicionará a sua utilização e poderá colocar em risco as pessoas na Praça bem como os seus utentes. Caso seja imperioso levarem, pela razão da idade dos bebés e/ou mobilidade do utilizador, a PSP aconselha a evitarem a concentração na zona mais próxima ao Cais das Colunas.

A PSP deixa ainda o alerta para o facto de ter prevista a realização de diversas Operações de Fiscalização Rodoviária, visando precisamente dissuadir os comportamentos de risco associados ao consumo de bebidas alcoólica versus condução.

Turismo cresceu 8% na Hotelaria Tradicional e 18% no Turismo Rural

turismo natureza

Segundo estimativa do SREA, através do Indicador Avançado de Turismo (IAT-Açores), as dormidas na Hotelaria Tradicional durante o mês de Novembro, 2ª estimativa, terão sido aproximadamente 88 mil (+8%).

O Turismo em Espaço Rural registou em Outubro 3898 dormidas (+18%). 

Com efeito, com base no modelo econométrico desenvolvido pelo SREA e na informação disponível até à data, nomeadamente a evolução do número de passageiros aéreos desembarcados e o valor dos levantamentos em caixas multibanco, estima-se que o número de dormidas na Hotelaria Tradicional dos Açores durante o mês de Novembro terá sido de 88 mil.

Comparando com o valor divulgado para Novembro de 2017, esse valor reflecte um aumento de 8% em termos homólogos. 

No mês de Outubro, se a taxa de resposta fosse semelhante à do período homólogo, as dormidas seriam aproximadamente 3 898 e os hóspedes 1 066 – aumentos de 17,6% e 6,7%, respectivamente, face ao mesmo mês de 2017, no qual se verificaram 3 316 dormidas e 999 hóspedes. 

No trimestre que acabou em Outubro de 2018 registaram-se 27 888 dormidas, correspondendo a 7 858 hóspedes, o que compara com 23 489 dormidas e 6 682 hóspedes em período homólogo (crescimentos de 18,7% e 17,6%, respectivamente). 

Durante o mês de Outubro a taxa líquida de ocupação-cama (TLOC) foi de 15,5%, acima do valor registado no mesmo período de 2017 (13,4%). 

A estada média (EM) foi de 3,7, o que compara com 3,3 em período homólogo. 

 

Páscoa já está a ser promovida

 

O operador turístico Solférias anunciou ao mercado um conjunto de propostas para viagens aos Açores nas férias da Páscoa, com voos TAP e três noites de alojamento desde 415 euros por pessoa em quarto duplo.

O ‘preço de chamada’ é para um programa para São Miguel, com voos TAP de ida e volta à partida de Lisboa nos dias 18 e 19 de Abril, taxas, transferes, seguro de viagem e três noites de alojamento e pequeno-almoço (APA).

O preço de 415 euros por pessoa em quarto duplo é para um pacote com alojamento no 3-strelas Neat Hotel Avenida, havendo outras opções hoteleiras como o 4-estrelas Marina Atlântico, desde 473 euros, ou o 5-estrelas Azor Hotel, a partir de 589 euros.

O operador também tem uma proposta para a Ilha Terceira, desde 417 euros por pessoa em quarto duplo, com voos TAP de ida e volta à partida de Lisboa nos idas 18 e 19 de Abril, taxas, transferes, seguro de viagem e três noites de alojamento em regime APA.

O preço de 417 euros por pessoa em quarto duplo é para um pacote com alojamento no 3-strelas Varandas do Atlântico, havendo outras opções hoteleiras como o 4-estrelas Hotel do Caracol, desde 445 euros, ou o 5-estrelas Angra Marina Hotel, a partir de 490 euros.

As promoções são para reservas efectuadas até 21 de Janeiro, acrescenta a informação divulgada pelo operador turístico.