Trinta acidentes de viação nos Açores entre 22 e 26 de Dezembro

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A Polícia de Segurança Pública (PSP) deu conta da ocorrência de 30 acidentes de viação no arquipélago no fim-de-semana de Natal, entre os dias 22 e 26 de Dezembro. 

Segundo foi avançado no relatório policial, dos acidentes resultaram três feridos graves, 11 ligeiros e danos materiais.

A mesma fonte dá conta da detenção, por elementos da Esquadra de Trânsito, de um homem, de 58 anos de idade, por condução de um veículo, sem habilitação legal, que foi interveniente num acidente de viação.

Já a PSP da Maia, concelho da Ribeira Grande, deteve um condutor alcoolizado, de 43 anos, que apresentava uma taxa de álcool no sangue (TAS) de 2.85 g/l.

Na ilha de Santa Maria, foram detidos dois homens, de 55 e 50 anos de idade, também por condução sob o efeito do álcool. Os detidos apresentavam TAS de 1,93 e 2.13 g/l, respectivamente.

Entretanto, no Faial, a PSP deteve outro homem, de 39 anos de idade, por condução de um ciclomotor sob influência do álcool, apresentando uma taxa de 2,13g/l.

 

Fracções de 250 mil euros vieram para São Miguel

notas 500 eurosOs bilhetes com o número 27223, atribuído  ao primeiro prémio da Lotaria Clássica de Natal, foram vendidos a apostadores nos distritos da Guarda, de Faro, de Vila Nova de Gaia e na ilha de São Miguel. 

Cada uma das fracções vencedoras corresponde a um prémio de 250 mil euros, o que, após subtraído o imposto de selo aplicado pelo Estado (20% em ganhos acima dos cinco mil euros), corresponde a 201 mil euros. 

Assim, de um primeiro prémio de 12,5 milhões de euros, foram entregues cerca de 1,6 milhões. 

Os apostadores têm até ao dia 26 de Março de 2018 para reclamar o montante. 

A lotaria levou ainda a jogo um segundo prémio de 2,5 milhões de euros. 

Neste caso, também foram apuradas oito fracções com o número 71321, vendidas nos distritos de Lisboa, do Porto e através do portal da internet dos Jogos Santa Casa. 

Cada apostador recebe 50 mil euros - 41 mil euros após os impostos. 

Já no que diz respeito ao terceiro prémio, com um valor previsto de cerca de 1,2 milhões de euros, não foi vendida nenhuma fracção do número apurado: 20671. 

O próximo sorteio extraordinário da Lotaria Clássica é dedicado ao Ano Novo. 

São sorteados cinco milhões de euros, no dia 2 de Janeiro. 

O primeiro prémio do sorteio desta terça-feira da Lotaria Clássica, com o prémio extraordinário de Natal de 12 milhões e 500 mil euros, saíu ao número 27.223.

“O 1º prémio, no valor de 12,5 milhões de euros (atribuído num total de dez séries emitidas), foi vendido este ano nos distritos da Guarda, Porto, Faro e nos Açores – Ilha de São Miguel”, diz a Santa Casa. 

O segundo prémio, de dois milhões e 500 mil euros, foi para o número 71.321. 

O terceiro prémio, de um milhão e 250 mil euros, saiu ao número 20.671. 

Cinco fracções do primeiro prémio foram vendidas no quiosque da Central de Camionagem da Guarda.

 

Construção de edifícios aumentou nos Açores

construção civil2De acordo com os últimos dados do Sistema de Informação de Operações Urbanísticas (SIOU), em 2016, o número total de edifícios concluídos (construções novas e obras de ampliação, alteração e reconstrução) em Portugal foi cerca de 10,7 mil, representando um decréscimo de 3,2% face ao ano anterior. 

As  regiões Centro e Alentejo registaram as diminuições mais expressivas (-9,3% e -3,7%, respectivamente), enquanto nas regiões autónomas e na Área Metropolitana de Lisboa o número de edifícios concluídos aumentou face a 2015.

Em Portugal, do total de edifícios concluídos em 2016, cerca de 63,5% destinavam-se a habitação familiar.

A maioria dos edifícios concluídos para habitação familiar correspondia a construções novas (cerca de 70%), sendo os restantes 30% obras de reabilitação (ampliações, alterações e reconstruções). 

Ao nível regional, nos edifícios para habitação familiar, a proporção de construções novas era mais elevada na Área Metropolitana de Lisboa (77%) enquanto as obras de reabilitação tinham maior importância no Algarve (46% dos edifícios concluídos para habitação familiar) e na Região Autónoma da Madeira (41%).

Em 2016, em Portugal, 34% dos edifícios concluídos para outros fins, que não para habitação familiar, resultavam de obras de reabilitação. 

Em termos regionais, este tipo de obras era mais expressivo na Região Autónoma da Madeira (48% dos edifícios concluídos para outros fins). 

A análise por município sugere que os fogos concluídos em construções novas para habitação familiar tiveram maior expressão relativa no Litoral das regiões Norte e Centro do Continente bem como nas ilhas do Pico, Faial e São Jorge do grupo central da Região Autónoma dos Açores. 

Em 16 municípios do país registavam-se valores mais elevados neste indicador, acima de 3 fogos novos concluídos por 1 000 alojamentos familiares clássicos.

Por outro lado, em 15 dos 308 municípios do país não se registaram fogos novos para habitação familiar. 

A Região Autónoma dos Açores, o Tâmega e Sousa e o Alto Minho apresentavam, no ano de 2016, uma maior assimetria entre municípios no número de fogos novos concluídos para habitação familiar por 1000 alojamentos familiares clássicos.

Novo modelo de gestão da quota de goraz rende a pescadores mais de 1M€ em Dezembro

Goraz1O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia congratulou-se ontem com o facto de a primeira venda de goraz ter rendido durante o mês de dezembro cerca de um milhão e 100 mil euros aos pescadores açorianos, ou seja, “o dobro do rendimento atingido no período homólogo de 2016”.

Gui Menezes frisou que, com cerca de 55 toneladas de goraz, a Região atingiu em Dezembro mais de um milhão de euros, salientando que “estes valores nunca tinham sido atingidos em apenas um mês”.

“Os objectivos estipulados no início do ano para a gestão da quota de goraz para 2017 foram superados”, afirmou o Secretário Regional.

“Com a nova forma de gestão da quota que propusemos, tínhamos previsto atingir este ano com a primeira venda de goraz 6,7 milhões de euros, ou seja, mais 7,5% do que em 2016, mas neste momento já atingimos cerca de 7 milhões de euros, o que representa mais 13% do que em 2016”, disse, acrescentando que “este valor apenas foi atingido em 2010, quando a quota da Região era mais do dobro do que a quota actual”.

Os Açores, que tinham disponíveis para este ano 507 toneladas de quota de goraz, valor idêntico ao de 2016, na sequência de diligências efectuadas pelo Executivo açoriano e de acertos relativos ao consumo da quota em anos anteriores, passaram a dispor de mais 34 toneladas, ficando, no total, com 541 toneladas.

Gui Menezes defende que os resultados obtidos com o novo modelo de gestão da quota de goraz resultam da “estreita colaboração entre a administração regional e os parceiros do sector, designadamente armadores, pescadores e comerciantes”.

“O rendimento obtido vem confirmar o sucesso das políticas públicas que estão a ser implementadas, nomeadamente no que se refere a uma aposta clara na valorização do pescado e na redução do esforço de pesca”, disse.

O titular da pasta das Pescas refere ainda que, quando comparado com 2016, verificamos que, até ao momento, “com uma quantidade inferior de goraz capturado, o valor das descargas registou um aumento de 12% como consequência de uma valorização do preço em cerca de 16%”, sendo que o preço médio o ano passado era 12,13 €/kg e este ano é de 14,07 €/kg.

 O Secretário Regional afirma que o goraz, pelo seu valor comercial, é “a espécie demersal mais importante dos Açores”, lembrando que grande parte da quota europeia de goraz pertence à Região, sendo, por isso, necessário “realizar uma exploração sustentável e economicamente mais inteligente” desde recurso.

Pedro Santana Lopes está hoje em Ponta Delgada

Santana lopes1Pedro Santana Lopes, candidato à liderança do PSD, está hoje em Ponta Delgada para reunir com os seus apoiantes e militantes do PSD-Açores.

Às 12h30m irá à sede do PSD em Ponta Delgada para reunir com o líder regional, Duarte Freitas.

Santana Lopes candidata-se à liderança do PSD nacional, assim como Rui Rio, que também já esteve em S. Miguel.

Pedro Santana Lopes defende que o partido “neste momento não pode apostar num perfil de liderança distante, hermético, fechado”, numa alusão a Rui Rio, o seu adversário na corrida eleitoral interna.

Em entrevista ao Jornal de Notícias de Domingo, o Ex-provedor da Santa Casa admite não ter gostado que Rui Rio dissesse que fazer debates em todas as distritais era uma tenda de circo. 

“Lá está: acho que ele é muito exagerado, é muito radical nas guerras”, afirmou.

Santana Lopes admite que Rui Rio “foi um bom Presidente da Câmara do Porto, no geral, apesar dos seus exageros face ao sector da cultura, do desporto e a outros”. 

Mas defende que “o PPD/PSD neste momento não pode apostar num perfil de liderança distante, hermético, fechado”. 

Como exemplo Santana Lopes refere que Rui Rio não falou sobre os incêndios de Junho e de Outubro e não visitou as zonas afectadas. “E o que acho extraordinário é que ninguém estranhe isto. Nem sequer deslocações lá. Só se foi incógnito”, afirmou.

O antigo primeiro-ministro defendeu que o futuro líder do PSD tem de ser alguém “com capacidade de adaptação e de disputa” no tempo em que se vive. 

“Só Marcelo Rebelo de Sousa toma conta do tempo de comunicação todo, sobra pouco. Mais António Costa. Se o PPD/PSD tem um líder mais fechado em gabinete e não gosta destas situações… Aí, de facto… como o dr. Rui Rio diz, o partido corre o risco de desaparecer”, afirmou.