Exportações para o estrangeiro crescem 8%

exportações graficoAs exportações dos Açores para fora do país atingiram, de Janeiro a Abril, um valor de 28 milhões de euros, o que representa um acréscimo relativamente a igual período do ano de 2017 de 8,1 % e dizem respeito, na sua maior parte, ao comércio de carne, peixe e conservas.

O crescimento verificado é semelhante ao que se verificou no total do ano passado. 

No total do ano de 2017 as exportações atingiram 91 milhões de euros. 

Este ano, se continuar neste ritmo, poderá chegar aos 100 milhões. 

As vendas para o exterior servem para compensar as importações, que nestes primeiros 4 meses representaram 36 % das aquisições fora do país, um cenário que tem vindo a ser favorável, nos últimos tempos, nesta balança comercial com o exterior.

Os maiores volumes de exportação dos Açores são em carne, peixe fresco, conservas, bebidas e tabaco.

Nas importações os valores mais significativos são produtos agrícolas e produtos das indústrias alimentares, de bebidas e de tabaco.

 

Texto e gráfico de Rafael Cota/Exclusivo Diário dos Açores

 

“Para evoluir tem que haver criatividade e estar um passo à frente do que já existe”

3É com as bandeiras dos países do mundo que o Saca Rolhas Taberna, na Rua da Corujeira, na Relva, dá as boas-vindas aos clientes que chegam de todas as partes do globo. Isso mesmo conta o gerente do restaurante, ao Diário dos Açores, que revela já ter recebido clientes de várias nacionalidades, desde tibetanos e até um príncipe do Dubai. Apesar do número de turistas estar a aumentar, Fernando Soares garante que o grande foco do negócio está nos locais. Recentemente, na passada semana, teve a honra de servir o Presidente da República, Marcelo Rebelo Sousa, e toda a sua comitiva, mas garante que todos os clientes são importantes. Fernando Soares, que gere o restaurante da filha, Marlene Soares, conta ao nosso jornal qual a chave para  manter o sucesso do restaurante.

 

Diário dos Açores – Como é que surgiu a oportunidade de abrir o Restaurante Saca Rolhas?

Fernando Soares (FS) – A minha vida este sempre ligada à restauração. Durante toda a vida eu trabalhei na área de cozinha em restaurantes. E há alguns anos surgiu a oportunidade de abrirmos um espaço aqui na Relva. É uma freguesia com uma boa história ligada à gastronomia e o local onde estamos localizados é uma zona bonita, junto ao mar, com uma linda vista. Além da minha experiência, a minha filha também gosta imenso desta área, mas está a estudar no continente, na área de Contabilidade e Fiscalização. O que fizemos, então, foi juntar o útil ao agradável: ela abriu o restaurante e ficou responsável pela parte das contas, enquanto eu fico a gerir o restaurante e sou cozinheiro. Também a minha mulher é cozinheira e trabalha connosco. Temos aqui uma gastronomia que acaba por ser uma mistura entre os produtos dos Açores e matéria-prima do continente. Fazemos pratos muito diferentes onde, por exemplo, misturamos produtos do norte com os nossos produtos regionais. Usamos produtos de alta qualidade, com uma boa selecção de carnes maturadas e peixes como o rocaz, o cherne, o imperador, o boca-negra, o atum… 

 

E porquê o nome Saca Rolhas?

FS – A ideia surgiu por acaso, numa conversa à mesa. Estávamos à procura de um nome para o restaurante – eu, a minha filha e um compadre meu – e tínhamos um saca-rolhas na mesa, que a dada altura, caiu da mesa. Foi um sinal e decidimos naquele momento dar o nome ao restaurante de Saca Rolhas Taberna. 

 

Há quanto tempo abriram?

FS – Já estamos aqui há quase seis anos.

 

1Referiu que trabalham com carnes maturadas e vários tipos de peixe… Que pratos são mais procurados? Há algum em especial que chame a atenção dos clientes?

FS – A verdade é que as pessoas vêm já aqui com uma referência e já sabendo os pratos que vão pedir. Mas temos sempre a preocupação de fazer pratos diferentes. O cozinheiro vai à mesa perguntar se os clientes querem peixe ou carne e, a partir do que é pedido, tentamos dar-lhes uma experiência de gastronomia em que possam saborear algo diferente. Por exemplo, fazemos muito peixe frito, porque as pessoas não estão habituadas a fritar o peixe em casa. Também apostamos em acompanhamentos e entradas diferentes, como presuntos vindos de Espanha, além das entradas com produtos regionais.

Mas respondendo à sua pergunta, podemos dizer que o peixe que tem muita saída, especialmente o cherne, o imperador, o rocaz e o atum. O atum é mesmo muito pedido, mas só o servimos de Maio a Setembro. Não vendemos atum fora de época, só fresco.

 

Como é que surge a sua ligação à área da cozinha? Como é que se tornou cozinheiro?

FS – Ora bem… Esta é uma área pela qual se cria gosto desde pequeno. Naquele tempo, quando não se queria continuar estudos, tínhamos que ir logo trabalhar. Isso há mais de 30 anos. Comecei a trabalhar na cozinha e o gosto foi aumentando. Fui tirando formações, ganhando cada vez mais experiência, até chegar aqui.

 

Que balanço faz destes seis anos de actividade?

FS – Faço um balanço positivo. Para evoluir tem que haver muita criatividade e temos que estar sempre um passo à frente do que já existe. Estamos sempre a aprender. Hoje em dia, existem clientes cada vez mais exigentes e temos que nos actualizar para estar à sua altura.

 

O aumento do turismo, verificado nos últimos dois anos nos Açores, tem se reflectido muito na actividade do restaurante?

FS – Sim, nota-se a diferença, apesar do nosso cliente principal ser o local. 80% dos nossos clientes são locais e são eles que nos dão estabilidade. 

 

Recebem muitas personalidades conhecidas aqui no restaurante… 

FS – Sim, é verdade. Muitas pessoas passam por aqui. Na semana passada,  o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e toda a sua comitiva jantaram aqui. É uma honra para nós recebê-los. Mas todas as pessoas que recebemos são importantes para nós. Tenho várias fotografias que tirei com clientes, expostas numa das paredes do restaurante, e tanto tenho fotografias com personalidades famosas, como tenho com pescadores. São todos nossos clientes.

 

Qual foi o cliente mais marcante?

FS – São todos importantes para nós. Mas claro que receber aqui a comitiva do Presidente da República foi um momento marcante… Mas, é interessante saber que os Açores recebem pessoas de destinos tão diferentes, como o Dubai ou até o Tibete. Recebemos aqui turistas tibetanos e pensámos: “como é possível os Açores serem conhecidos no Tibete?”. Também já passaram por aqui mulheres que no Dubai são polícias e até um príncipe também do Dubai, com toda a sua família. Este príncipe teve o azar de partir uma perna quando passava as férias cá na ilha e, enquanto estava no hospital, nós, aqui do Saca Rolhas, é que lhe fazíamos a comida. 

Temos na fachada do edifício do restaurante todas as bandeiras do mundo representadas e os estrangeiros ficam satisfeitos quando identificam a bandeira do seu país. É uma forma de fazê-los sentir em sua casa.

 

E qual é o maior desafio que encontra na gestão do restaurante?

FS – O mais difícil é gerir as compras dos produtos de qualidade. Existe no mercado uma procura por peixe que nunca me lembro de ter assistido durante a minha vida. Por exemplo, o cherne está a 32€/quilo, o imperador a 36€/quilo… Estão cada vez mais caros. Se queremos optar por uma gastronomia de excelência, a gestão torna-se muito complicada para os restaurantes. As pessoas que nos visitam têm a ideia de que, porque vivemos numa ilha rodeada de mar, tudo é barato... Mas não. O peixe não é barato. Podemos estar a chegar a um ponto em que quem vai consumir peixe é quem tem mais possibilidades. Além disso, sabemos que o nosso peixe é muito exportado e nós, nos Açores, estamos a comprar o peixe de excelência ao mesmo preço que compra um italiano, um japonês, um alemão… Mas o nosso nível de vida não é o mesmo do que nesses países. Dou-lhe outro exemplo: em Dezembro o goraz chega a estar a 40 ou 50€/quilo. É insuportável para os restaurantes poderem suportar. O peixe está mesmo muito caro e esse é o nosso principal desafio.

 

4Quantos colaboradores tem o restaurante?

FS - Temos uma equipa de nove trabalhadores. Somos quatro cozinheiros – eu, a minha mulher Nélia Soares, o César Arruda e o Marco Martins. E porquê quatro para uma sala de apenas 40 pessoas? Porque achamos que a evolução de um restaurante deve acontecer na cozinha. Depois temos o resto da equipa: a Rafaela, o Roberto, a Hélia e a Carina, sem esquecer a minha filha Marlene Soares, que é a proprietária e trata de toda a parte da contabilidade do restaurante. 

A meu ver, é muito importante ter uma equipa satisfeita. Quando não pagamos o que os trabalhadores merecem, nunca conseguimos construir uma boa equipa, uma equipa estável. Além de pagar bem, temos que dar as folgas e as férias que merecem, para poderem descansar e estar com as suas famílias. Tudo isso faz com que trabalhem motivados. Além disso, optámos por dar folgas e férias iguais para todos. Ou seja, fechamos o restaurante ao domingo e todos tiram folga, encerramos também umas semanas em Outubro e na altura do Natal e final de ano. É uma estratégia em que saem todos a ganhar.  

 

Qual é a chave para o sucesso?

FS – Na minha área, que é a restauração, a chave passa por ter uma cozinha de qualidade. Temos que usar produtos muito bons e ter uma boa mão-de-obra. Uma das melhores satisfações é ver o cliente voltar uma segunda e terceira e quarta vez. É sinónimo que estamos a ter sucesso.  

 

Como é que olha para o futuro do restaurante?

FS – Para mim, o futuro é o dia de hoje e o dia de amanhã. Não gosto de pensar para além disso porque é tudo sempre muito incerto, é tudo uma incógnita. Ainda essa semana, vi no jornal que no mês de Maio tivemos menos turismo. Ora aumenta, ora diminui… É preciso pensar nisso. Precisamos reflectir sobre o assunto e saber se todas as áreas de actividade estão bem. Precisamos reflectir sobre se os açorianos estão bem, com mais poder de compra, porque são eles os nossos clientes mais estáveis. O turismo é muito bom, mas não é tudo. 

 

Recuperado corpo de mergulhador desaparecido na zona da Maia

Mergulhador encontrado na MaiaFoi recuperado ontem recuperado o corpo de um mergulhador desapareceu quando fazia caça submarina na zona da Maia, concelho da Ribeira Grande, costa norte da ilha de São Miguel.

O mergulhador, cidadão português com 34 anos e morador na zona da Maia, estava desaparecido desde o fim do dia de Quinta-feira depois de ter ido mergulhar sozinho, embora só na manhã de ontem tenha sido dado o alerta por familiares, após o que se iniciaram as buscas no mar, segundo avançou o comandante da Polícia Marítima, em comunicado.

“O mergulhador desaparecido foi encontrado já cadáver, dentro de água, a uma profundidade de cerca de dez metros, nas proximidades da zona onde se deduz que tenha entrado no mar. Depois de recuperado para uma das motas de água, foi transportado para terra”, explica a mesma fonte. 

A Polícia Marítima tomou conta da ocorrência e abriu um inquérito para tentar apurar as causa do acidente.

Nas buscas, coordenadas pelo Capitão do Porto de Ponta Delgada, estiveram envolvidas duas motas de água de salvamento, uma da Estação Salva Vidas do ISN de Ponta Delgada e outra dos Bombeiros Voluntários da Ribeira Grande, e por terra participaram elementos dos referidos bombeiros, da Policia Marítima, da Capitania e da PSP. No mesmo comunicado, a Autoridade Marítima alerta para “a importância de nestes casos os mergulhadores não irem sozinhos para o mar, ou pelo menos deixarem em terra alguém informado sobre o local para onde vão e da hora a que tencionam regressar, de forma a que, se necessário, as autoridades sejam informadas rapidamente de qualquer ocorrência”.

Turismo cai em Abril 4,3%

Turistas de cruzeiroNa Região Autónoma dos Açores, no mês de Abril, os estabelecimentos hoteleiros registaram 149 mil dormidas, representando um decréscimo homólogo de 4,3%, revelou ontem o SREA.

Os proveitos totais atingiram 7 milhões de euros e os proveitos de aposento 5,1 milhões de euros, correspondendo a variações homólogas, respectivamente, de 6,3% e 9,1%. 

 

Dormidas crescem nos primeiros 4 meses

 

De Janeiro a Abril de 2018, nos estabelecimentos hoteleiros da Região Autónoma dos Açores (hotéis, hotéis-apartamentos, apartamentos turísticos e pousadas) registaram-se 416,9 mil dormidas, valor superior em 4,1% ao registado em igual período de 2017.

De Janeiro a Abril, os residentes em Portugal atingiram cerca de 232,5 mil dormidas, correspondendo a um acréscimo homólogo de 9,4%; os residentes no estrangeiro atingiram 184,4 mil dormidas, registando uma diminuição em termos homólogos de 1,8%.

Neste período registaram-se 145,3 mil hóspedes, apresentando uma taxa de variação positiva de 5,0% relativamente ao mesmo período de 2017. 

No país, apresentaram uma variação de 3,1%. As dormidas dos residentes em Portugal aumentaram 7,3% no mês de Abril relativamente ao mês homólogo e aumentaram 9,4% de janeiro a Abril, comparativamente a igual período de 2017. 

As dormidas dos residentes no estrangeiro registaram uma diminuição de 15,2% no mês de Abril e uma diminuição de 1,8% em termos acumulados. 

No país, em Abril, as dormidas registaram um decréscimo em termos homólogos de 8,4%, e de Janeiro a Abril apresentaram uma variação positiva de 1,6%.

 

Menos dormidas de alemães e mais de americanos

 

De Janeiro a Abril, os residentes em Portugal atingiram cerca de 232,5 mil dormidas (55,8% do total) e os residentes no estrangeiro 184,4 mil (44,2% do total). 

O mercado alemão com cerca de 46,8 milhares concentrou 11,2% do total das dormidas, representou por outro lado, 25,4% das dormidas dos não residentes em Portugal e registou uma variação homóloga acumulada negativa de 18,6%. 

De Janeiro a Abril, o mercado norte-americano (EUA e Canadá) com cerca de 45,2 milhares de dormidas representou 10,9% das dormidas totais e 24,5% das dormidas dos não residentes, apresentando uma variação homóloga acumulada de 3,2%. Em termos de variações homólogas acumuladas, de Janeiro a Abril, as ilhas que apresentaram variações homólogas positivas foram as ilhas do Pico, da Terceira, de Santa Maria, do Faial, de São Jorge, de São Miguel, das Flores e do Corvo, que apresentaram variações respectivamente de, 8,4%, 8,3%, 7,4%, 6,5%, 4,6%, 2,9%, 1,1 e 1,0%. A ilha da Graciosa apresentou uma variação negativa de 10,2%.

A ilha de S. Miguel com 286,4 mil dormidas concentrou 68,7% do total das dormidas, seguindo-se a Terceira com 82,7 mil dormidas (19,8%) e o Faial com 19,4 mil dormidas (4,7%).

Em Abril, a taxa de ocupação-cama atingiu 49,1%, valor inferior em 3,2 p.p. em relação ao mês homólogo do ano anterior. A taxa de ocupação-cama no país atingiu 49,9%. A taxa de ocupação-quarto no mês de Abril atingiu 57,7%.

A estada média foi de 2,91 noites, tendo registado uma diminuição de 4,0% em relação a Abril de 2017. 

No país a estada média foi de 2,62 noites.

 

Proveitos e RevPAR

 

Os proveitos totais nos estabelecimentos hoteleiros, de Janeiro a Abril de 2018, atingiram 18,1 milhões de euros, tendo os proveitos de aposento atingido, no mesmo período, 12,7 milhões de euros. 

Estes valores correspondem a variações homólogas positivas de 10,9% e de 12,2%, respectivamente; para o total do país em igual período, os proveitos totais e os de aposento apresentaram variações homólogas positivas de 9,5% e de 10,7%, respectivamente.

Em Abril, os proveitos totais e os proveitos de aposento apresentaram variações homólogas positivas, respectivamente de, 6,3% e 9,1%. 

Para o total do país, estas variações são, respectivamente, de 2,0% e de 2,1%.

As ilhas de São Miguel, Terceira e Faial foram as que maior peso tiveram nos proveitos totais, respectivamente com 73,2%, 15,2% e 4,8%. Em Abril, o rendimento médio por quarto (Revenue Per Available Room) foi de 35,5 euros, apresentando uma variação homóloga positiva de 6,3%. 

De Janeiro a Abril, o RevPAR foi de 22,8 euros, apresentando uma variação homóloga positiva de 7,7%.

No país, o RevPAR de Abril e em termos acumulados foram respectivamente de 47,4 euros e de 35,2 euros.

Portos dos Açores aumenta em 6% tarifário dos portos e marinas

porto ponta delgada1A Portos dos Açores anunciou ontem uma actualização de 6%, a partir de 30 de Junho, no tarifário dos portos, das marinas e dos núcleos de recreio sob a jurisdição da empresa.

“Após um congelamento de preços durante praticamente 10 anos, é chegada a altura de proceder a uma actualização do tarifário dos portos e das marinas e núcleos de recreio náutico sob a jurisdição da Portos dos Açores, S.A., a qual entrará em vigor no próximo dia 30 de Junho”, adianta um comunicado de imprensa enviado pela empresa.

Segundo a empresa pública, o tarifário portuário no arquipélago tem-se mantido inalterado desde 2009, tendo em conta a conjuntura económica e financeira na altura e “a necessidade de garantir, durante esse período, alguma estabilidade nos preços dos bens aos cidadãos e às empresas regionais”.

No entanto, acrescenta, “perante um contexto completamente diferente, a economia dos Açores tem vindo a registar um crescimento relevante e consistente”.

A empresa explica também que “este incremento de 6% no tarifário fica muito abaixo daquele que resultaria se as atualizações tarifárias tivessem sido efectuadas anualmente, desde 2009”, num valor que “atingiria 15,41%”.

“De acordo com as contas finais do Instituto Nacional de Estatística, publicadas em dezembro de 2017, a taxa de crescimento real da economia nos Açores, em 2015, foi de 3%, estimando-se que em 2016 e 2017 a taxa de crescimento real seja de 1,6% e 1,8%, respectivamente”, acrescenta.

A Portos dos Açores sublinha que esta actualização tem em consideração o sistema tarifário dos portos da Região Autónoma dos Açores, que determina que as tarifas devem ser actualizadas anualmente, “tendo em perspectiva os custos totais inerentes à disponibilidade e ao uso dos meios operacionais e humanos integrados nas unidades prestadoras dos serviços portuários ou fornecedoras de bens”.

Entre as tarifas portuárias encontram-se a tarifa de uso do porto (TUP-Navio e TUP-Carga), a tarifa de pilotagem, a de reboque, a de amarração e desamarração, assim como a tarifa de movimentação de cargas.

Em causa estão ainda a tarifa de armazenagem, a de uso de equipamento e a de fornecimentos.

“A par destas coexistem, ainda, tarifas específicas, casos do fornecimento de água, fornecimento de energia elétrica e ocupações de terrenos e edifícios, entre outras”, explica a empresa.

No caso das marinas e núcleos de recreio náutico, existem, entre outras, a tarifa de utilização de posto de acostagem, a tarifa de estacionamento a seco e a tarifa de alagem.