Grandes superfícies comerciais dos Açores compram mais produtos alimentares fora da região

supermercadarrinhoA compra de produtos alimentares, por parte de grandes superfícies comerciais açorianas, efectuada no mercado da Região Autónoma dos Açores superou os 47 milhões de euros em 2018, aumentando 6,1% relativamente ao ano anterior e 3,6% comparando com 2014, revela uma publicação emitida pelo SREA (Serviço Regional de estatística dos Açores).

A compra de produtos alimentares, destas superfícies comerciais, no resto do país teve uma subida de 19,8% no último ano e 38,9% nos últimos cinco anos, registando o valor de 118,6 milhões de euros em 2018. 

 

8 milhões de produtos alimentares comprados no estrangeiro

 

Já a compra destes produtos no estrangeiro estabilizou nos 8 milhões de euros no período de 2014 a 2018.

Em termos percentuais, as compras realizadas nos Açores, em 2018, foram 27% do total. 

A maior percentagem corresponde às compras realizadas no mercado nacional (Portugal Continental+ Madeira) (68%) e os restantes 5% referem-se a compras realizadas no estrangeiro.

 

De cá: mais ovos, carne e peixe

 

Contudo, existem produtos alimentares, que pela sua natureza agrícola ou agrícola-industrial, são produzidos nos Açores e que, por esse motivo, representam uma percentagem significativa nas compras de grandes superfícies comerciais. 

Por exemplo, os ovos adquiridos por aquelas superfícies comerciais, em 2018, foram 93% produzidos na Região Autónoma dos Açores. 

A compra de carne fresca ou frigorificada, incluindo animais vivos, de grandes superfícies foi 82% de origem açoriana. 

A compra de peixe, crustáceos e moluscos e produtos à base de peixe, frescos ou frigorificados no mercado açoriano representou igualmente 82% do total de compras de grandes superfícies comerciais e a compra de carne congelada ou processada (salgada, fumada, seca, etc.), incluindo presunto e toucinhos, foi 53% de produção açoriana.

 

Turismo nos Açores aumentou em Janeiro 17%

turista sete cidadesEm Janeiro de 2019, no conjunto dos estabelecimentos hoteleiros (hotéis, hotéis-apartamentos, apartamentos turísticos e pousadas), do turismo no espaço rural e do alojamento local da Região Autónoma dos Açores registaram-se 96,5 dormidas, valor superior em 17,7% ao registado em Janeiro de 2018, revelou ontem o SREA.

Em Janeiro, os residentes em Portugal atingiram cerca de 54,2 mil dormidas, correspondendo a um acréscimo homólogo de 28,7%; os residentes no estrangeiro atingiram 42,3 mil dormidas, registando um aumento em termos homólogos de 6,0%.

Neste período registaram-se 35,2 mil hóspedes, apresentando uma taxa de variação positiva de 18,3% relativamente a Janeiro de 2018. 

Em termos de variações homólogas, em Janeiro, as ilhas que apresentaram variações homólogas positivas foram as ilhas de São Miguel, do Faial, do Pico e das Flores, respectivamente de 36,1%, 27,2%, 8,5% e 2,4%. 

As ilhas de Santa Maria, da Terceira, de São Jorge e da Graciosa, apresentaram variações negativas respectivamente de, 37,3%, 20,0%, 17,5% 6,6%.

A ilha de S. Miguel com 68,7 mil dormidas concentrou 71,1% do total das dormidas, seguindo-se a Terceira com 16,9 mil dormidas (17,6%), o Faial com 4,6 mil dormidas (4,8%) e o Pico com 2,9 mil dormidas (3,0%).

 

Aumento de 4,2% nos hotéis

 

Na Região Autónoma dos Açores, no mês de Janeiro, os estabelecimentos hoteleiros registaram 70,2 mil dormidas, representando um acréscimo homólogo de 4,2%. 

As dormidas dos residentes em Portugal aumentaram 16,2% e as dormidas dos residentes no estrangeiro diminuíram 9,9%.

Os proveitos totais atingiram 3,0 milhões de euros e os proveitos de aposento 2,0 milhões de euros, correspondendo a variações homólogas positivas, respectivamente, de 1,1% e 0,2%. 

 

Menos estrangeiros

 

Em Janeiro de 2019, nos estabelecimentos hoteleiros da Região Autónoma dos Açores (hotéis, hotéis-apartamentos, apartamentos turísticos e pousadas) registaram-se 70,2 mil dormidas, valor superior em 4,2% ao registado em Janeiro de 2018.

Os residentes em Portugal atingiram cerca de 42,5 mil dormidas, correspondendo a um acréscimo homólogo de 16,2%; os residentes no estrangeiro atingiram 27,7 mil dormidas, registando uma diminuição em termos homólogos de 9,9%.

Em Janeiro registaram-se 27,1 mil hóspedes, apresentando uma taxa de variação positiva de 5,8% relativamente a Janeiro de 2018.

No país, as dormidas nos estabelecimentos hoteleiros registaram um acréscimo em termos homólogos de 4,7% e o hóspedes um aumento de 7,3% .

 

Há menos alemães

 

Em Janeiro, os residentes em Portugal atingiram cerca de 42,5 mil dormidas (60,5% do total) e os residentes no estrangeiro 27,7 mil (39,5% do total).

O mercado norte-americano (EUA e Canadá) com cerca de 9,6 milhares de dormidas representou 13,7% das dormidas totais e 34,7% das dormidas dos não residentes, apresentando uma variação homóloga de 15,2%. 

O mercado alemão com cerca de 5,5 milhares concentrou 7,8% do total das dormidas, representou por outro lado, 19,7% das dormidas dos não residentes em Portugal e registou uma variação homóloga acumulada negativa de 7,6%.

 

São Miguel com mais dormidas

 

Em termos de variações homólogas acumuladas, em Janeiro, todas as ilhas apresentaram variações homólogas negativas, à excepção da ilha de São Miguel que apresentou uma variação homóloga positiva de 20,6%.

As ilhas de Santa Maria, de São Jorge, da Terceira, das Flores, do Corvo, do Pico, da Graciosa e do Faial, apresentaram variações negativas respectivamente de, 47,3%, 28,9%, 23,2%, 20,7%, 10,0%, 9,1%, 7,9% e 0,7%.

A ilha de S. Miguel com 49,0 mil dormidas concentrou 69,8% do total das dormidas, seguindo-se a Terceira com 14,3 mil dormidas (20,3%) e o Faial com 2,8 mil dormidas (4,0%).

 

Estada média cai

 

Em Janeiro, a taxa de ocupação-cama atingiu 22,7%, valor inferior em 0,1 p.p. em relação ao mês homólogo do ano anterior. 

A taxa de ocupação-cama no país atingiu 30,2%.

A taxa de ocupação-quarto no mês de Janeiro atingiu 29,5%.

A estada média foi de 2,59 noites, tendo registado uma diminuição de 1,5% em relação a Janeiro de 2018. 

No país a estada média foi de 2,44 noites.

 

Proveitos sobem

 

Os proveitos totais nos estabelecimentos hoteleiros, em Janeiro de 2019, atingiram 3,0 milhões de euros, tendo os proveitos de aposento atingido, no mesmo período, 2,0 milhões de euros. 

Estes valores correspondem a variações homólogas positivas de 1,1% e de 0,2%, respectivamente; para o total do país em igual período, os proveitos totais e os de aposento apresentaram variações homólogas positivas de 9,4% e de 8,6%, respectivamente.

As ilhas de São Miguel, Terceira e Faial foram as que maior peso tiveram nos proveitos totais, respectivamente com 72,4%, 17,1% e 4,5%.

 

Rendimento médio desce

 

Em Janeiro, o rendimento médio por quarto disponível (Revenue Per Available Room) foi de 14,0 euros, apresentando uma variação homóloga negativa de 2,1%.

No país, o RevPAR de Janeiro foi de 26,6 euros.

Em Janeiro, o rendimento médio por quarto utilizado (Average Daily Rate) foi de 47,3 euros.

 

Alojamento Local

 

O inquérito ao alojamento local foi realizado entre 2014 e 2017 pela DR do Turismo.

Em 2018, a recolha foi realizada em conjunto pelo SREA e pela DRT, tendo sido transferida gradualmente para o SREA. 

Os dados com referência ao mês de Outubro e seguintes são integralmente recolhidos pelo SREA, resultando num aumento significativo da taxa de resposta; pelo que uma análise comparativa dos apuramentos de 2019 com os de 2018 terá que ter sempre em atenção a taxa de resposta, pelo motivo de neste inquérito não haver tratamento de não respostas.

 

Alojamento Local cresce 80%

 

Na Região Autónoma dos Açores, no mês de Janeiro, o alojamento local registou 25,2 mil dormidas, representando um acréscimo homólogo de 80,2%.

Em janeiro, os residentes em Portugal atingiram cerca de 11,5 mil dormidas, correspondendo a um acréscimo homólogo de 113,2%; os residentes no estrangeiro atingiram 13,8 mil dormidas, registando um aumento em termos homólogos de 59,6%.

Neste período registaram-se 7,8 mil hóspedes, apresentando uma taxa de variação positiva de 100,1% relativamente a Janeiro de 2018.

Em Janeiro, a ilha de S. Miguel com 18,9 mil dormidas concentrou 75,1% do total das dormidas, seguindo-se a Terceira com 2,6 mil dormidas (10,3%), o Faial com 1,7 mil dormidas (6,9%) e o Pico com 1,1 mil dormidas (4,4%).

“Há 6 farmácias dos Açores em risco e fechá-las é acabar com o serviço de proximidade”

pedro cleto duarteOs Açores têm “seis farmácias em risco de encerramento”, duas por enfrentarem processos de insolvência e quatro processos de penhora, confirmou ao nosso jornal a principal associação daquele sector. 

As seis farmácias em risco de encerramento correspondem a 11,1% das farmácias do arquipélago nesta situação.

Existem 54 farmácias nos Açores, das quais “duas enfrentam processos de insolvência e quatro apresentam processos de penhora”.

O presidente da Associação Nacional das Farmácias, Pedro Cleto Duarte, confirmou ao “Diário dos Açores” que estará amanhã e sábado nas ilhas de São Miguel e Terceira para “recolher assinaturas para salvar a rede”.

 

Primeiras 56 mil assinaturas já foram entregues

 

Pedro Duare explicou ao nosso jornal: “A petição “Salvar as Farmácias, Cumprir o SNS” tem ultrapassado todas as expectativas. A mobilização das pessoas e das farmácias tem sido extraordinária. É inacreditável o vínculo e a relação que as farmácias estabelecem com as pessoas e estas com as farmácias”.

O dirigente nacional acrescenta ainda que “no dia 1 de Março foram entregues as primeiras 56 mil assinaturas da petição na Assembleia da República, em Lisboa. Vamos continuar a recolher assinaturas até ao dia 30 de Março. Peço a todos que não paremos, para criarmos a maior petição da nossa Democracia, e demonstrarmos esta relação indestrutível entre os portugueses e a sua rede de farmácias”.

Pedro Cleto Duarte vem agora aos Açores recolher mais assinaturas para salvar as farmácias do país em risco, que são 679, entre as quais estão as seis açorianas.

 

“Farmácias garantem o primeiro apoio às pessoas”

 

Interrogado pelo nosso jornal sobre o significado desta petição nacional, Pedro Duarte explica que tem visitado farmácias por todo o país, “muitas delas no Interior, e tenho encontrado muitos casos que revelam um enorme serviço à comunidade. É realmente impressionante percebermos a qualidade dos serviços que são prestados nestas localidades”.

E sublinha: “As farmácias garantem o acesso aos medicamentos, mas também um primeiro apoio às pessoas e aconselhamento profissional em caso de doença. Os idosos e os doentes crónicos já beneficiam disso, mas podem beneficiar muito mais, se o Estado aproveitar as farmácias para desenvolver programas de saúde pública e de acompanhamento dessas pessoas. As farmácias têm de poder marcar consultas médicas e contactar os médicos sempre que necessário, como nos casos em que há falhas de medicamentos e é preciso encontrar alternativas de imediato. As farmácias devem poder vacinar as pessoas contra a gripe em condições iguais aos centros de saúde e dispensar medicamentos aos doentes com sida e com cancro, como está previsto no programa do Governo”.

Na entrevista concedida ao “Diário dos Açores”, o Presidente da Associação nacional das Farmácias lança o alerta: “Se não forem tomadas medidas, vai acontecer às farmácias de proximidade o mesmo que já aconteceu, neste século, a muitos outros serviços. Já fecharam cerca de mil extensões de centros de saúde e mais de 5 mil escolas primárias. As farmácias não deixam de existir, mas para subsistirem terão de ficar mais concentradas nos centros urbanos, longe das populações mais isoladas”.

 

Ribeirinha, Lagoa e S. Roque

 

A visita  de pedro Duarte aos Açores começa pela ilha de São Miguel, amanhã, onde o presidente da ANF vai visitar três farmácias, uma na Ribeirinha, concelho da Ribeira Grande, uma outra em Santa Cruz, Lagoa, e uma terceira farmácia em São Roque, em Ponta Delgada.

No sábado, na Terceira, visita uma farmácia no concelho da Praia da Vitória e três em Angra do Heroísmo.

Actualmente, 679 farmácias em Portugal enfrentam processos de penhora e insolvência, o que corresponde a 23,2% da rede, de acordo com o barómetro Centro de Estudos e Avaliação em Saúde (CEFAR) da Associação Nacional das Farmácias, citado pela ANF.

 

Bastonário dos Médicos apoia Farmácias

 

 O Bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, foi um dos primeiros subscritores, justificando que “o acesso dos doentes aos medicamentos está mais uma vez em risco. As farmácias estão em grandes dificuldades”. 

“A adesão dos mais altos representantes das profissões da saúde é para nós uma honra e uma responsabilidade”, afirma o Presidente da Associação Nacional das Farmácias.

Paulo Cleto Duarte adianta que “as farmácias querem trabalhar de forma cada vez mais articulada com médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde, para que cada português encontre sempre rapidamente a solução adequada aos seus problemas de saúde, quer viva nas grandes cidades ou nas aldeias mais isoladas”.

A petição adianta que foram reportadas 64 milhões de embalagens de medicamentos em falta nas farmácias só no ano passado, afirmando que “a austeridade sobre o sector do medicamento não pode ser eterna”.

“É urgente salvar a rede de farmácias”, pede o texto da petição, que, segundo a ANF, supera a última petição nacional das farmácias realizada em 2014. 

O farmacêutico Paulo Cleto Duarte é Presidente da Associação Nacional das Farmácias pelo segundo mandato, pretendendo ”fazer das farmácias a rede de cuidados de saúde primários mais valorizada pelos Portugueses”. 

Esta é a prioridade absoluta da sua direcção, que iniciou funções em 2013 e que vê novamente agora legitimado pelos seus pares um programa eleitoral de continuidade na missão de defesa da farmácia, da sua sustentabilidade e do seu reconhecimento como rede de cuidados de saúde primários de referência, indispensável ao Sistema Nacional de Saúde e a Portugal.

Paulo Cleto Duarte, com 46 anos, já tinha ocupado os cargos de secretário-geral e vice-presidente da direcção da ANF. 

Preside aos destinos da Associação desde Maio de 2013.

Luís Brum, do Sindicato dos Pescadores, ao nosso jornal “Está-se a criar um exagero de reservas marinhas”

luis carlos brum 1O responsável pelo Sindicato dos Pescadores dos Açores, Luís Carlos Brum, considerou ontem ao nosso jornal que “há um exagero de áreas protegidas marinhas, descurando-se a actividade piscatória na Região”.

O dirigente sindical falava a propósito da intenção do Governo Regional em criar mais áreas protegidas na ZEE dos Açores.

Com efeito, o Governo anunciou na semana passada que vai declarar dentro de três anos 15% da sua Zona Económica Exclusiva (ZEE) como reserva marinha totalmente protegida, sem pesca nem actividades extractivas de areias e recursos minerais, o que equivale a 150.000 km2, ou seja, 1,5 vezes a área de Portugal Continental.

O Governo Regional dos Açores, a Fundação Oceano Azul (concessionária do Oceanário de Lisboa) e a Waitt Foundation (EUA) assinaram um acordo para concretizar este projecto, o Programa Blue Azores, numa cerimónia que decorreu no Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, na ilha do Faial. 

Na cerimónia estiveram presentes o Presidente do Governo Regional, Vasco Cordeiro, o Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, Gui Meneses, a Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, o Presidente da Fundação Oceano Azul (FOA) e do Oceanário de Lisboa, José Soares dos Santos, e o Presidente da Waitt Foundation, Ted Waitt.

Os 15% da ZEE dos Açores são 10% da Zona Económica Exclusiva portuguesa e os objectivos do Programa Blue Azores incluem também o desenvolvimento e aplicação de planos de gestão para as novas áreas marinhas protegidas (AMP) e para todas as já existentes.

Pretende ainda desenvolver e adoptar um plano espacial marinho legalmente obrigatório, melhorar a gestão da actividade pesqueira na região, identificar novas áreas de interesse para processos cientificamente sustentados de conservação, e lançar um programa de literacia azul para as crianças nas escolas e para o resto da população da região. Para todas estas medidas o Governo Regional vai aprovar as leis, regulamentos e políticas públicas necessárias no prazo de 36 meses.

Perante este compromisso, os organismos ligados à pesca não gostaram de ver mais área restringida à actividade.

O Presidente da Federação das Pescas, Gualberto Rita, veio a terreiro a declarar que “estamos muito empenhados na sustentabilidade mas, ao mesmo tempo, estamos preocupados com o sustento económico e social dos pescadores, com a possibilidade de haver uma quebra nos seus rendimentos”.

Luís Carlos Brum, do Sindicato dos Pescadores, vem na mesmo linha de argumentação, em declarações ao nosso jornal, afirmando que os pescadores “concordam em salvaguardar os recursos marinhos, mas também é preciso salvaguardar os espaços para as pescas, que já são poucos”.

“Tem que haver um equilíbrio entre as duas coisas e a tendência que vimos assistindo é a de criar cada vez mais reservas naturais, reduzindo mais ainda os bancos de pesca”, alerta Luís Brum, deixando um apelo, segundo o qual “temos que nos preocupar também com a sobrevivência da classe”.

Passageiros nacionais aumentam nos aeroportos dos Açores, mas estrangeiros diminuem

passageiros fev 2019

No mês de Fevereiro de 2019 desembarcaram nos aeroportos dos Açores 85.296 passageiros, um aumento de 5,8% face ao mesmo mês de 2018, revelou ontem o SREA.

Os passageiros desembarcados com origem no estrangeiro foram 6.259, originando um decréscimo homólogo de 16,1%, e os com origem noutras regiões do território nacional atingiram 43.719, apresentando uma variação homóloga positiva de 9,3%.

Em termos acumulados, nos últimos 6 meses, verificou-se uma variação homóloga positiva de 4,6% no desembarque de passageiros e nos últimos 3 meses, uma variação homóloga igualmente positiva de 4,7%. 

 

Passageiros aéreos 

desembarcados por ilha

 

A ilha com maior número de passageiros desembarcados no mês de Fevereiro de 2019 foi a de São Miguel com 49.326, seguida da Terceira com 20.099 e Faial com 5.001. 

A ilha que apresentou maior crescimento homólogo mensal foi a do Faial com 13,6%, seguindo-se a da Graciosa com 11,8%, São Jorge (8,6%) e São Miguel com 7,4%. 

Em sentido inverso, a ilha do Pico registou um decréscimo mensal homólogo no desembarque de passageiros (-8,0%).

A ilha que apresentou maior variação homóloga positiva nos últimos 3 meses foi a do Faial (10,2%), seguida de Santa Maria com 7,0%. 

Quanto ao acumulado dos últimos 6 meses, a ilha que verificou maior variação homóloga positiva foi a do Corvo com 11,2%, seguida do Faial (8,9%), Santa Maria (8,7%) e Pico com 8,4%.