AIDAcara vai passar a noite das montras em Ponta Delgada

aidacara

O último mês do ano é normalmente um dos meses de menor movimento de navios de cruzeiros no arquipélago, pois praticamente todos os navios que fazem a época de Inverno nas Caraíbas e na Florida já se encontram naquelas paragens.  

Assim o mês de Dezembro trará somente 12 escalas aos Açores, com seis escalas  em Ponta Delgada, quatro na Praia da Vitória e duas na cidade da Horta.

Em Ponta Delgada as escalas deviam iniciar-se no último sábado, com a paragem no terminal de cruzeiros das Portas do Mar  do ARCADIA, mas à última da hora cancelou.

 

1.720 passageiros hoje em Ponta Delgada

 

Hoje será a vez do terminal de cruzeiros das Portas do Mar receber a visita do elegante paquete ORIANA, da P&O Cruises, com 1.720 passageiros a bordo, no âmbito dum itinerário denominado Caribbean & Azores Cruise e teve inicio a 11 de Novembro em Southampton, em  que a escala  em Ponta Delgada é a última deste interessante itinerário. 

Para além da cidade do Funchal contemplou escalas nos principais portos da Caraíbas.

Inaugurado em 1995, o ORIANA  foi construído nos estaleiros alemães Meyer Werft, em Papenburg. 

Mede 260 metros de comprimento, 32 metros de largura, 7,9 metros de calado, possui 69,153 toneladas de arqueação bruta e tem capacidade para 1820 hóspedes e 820 tripulantes. 

Com 10 decks para passageiros, dispõe de 909 cabines, 592 das quais são exteriores e 317 interiores simples. 

Este ano foi sujeito a um significativo restyling, pelo que se apresenta com algumas notórias modificações. 

 

O mais rápido navio de cruzeiros

 

Talvez a mais evidente destas transformações é visível à popa, onde lhe foram acrescentados estabilizadores.

Apesar de ser o mais antigo navio da frota da P&O Cruises é também o mais rápido, uma vez que detém o troféu Golden Cockerel, prémio que lhe foi atribuído por ter atingido a velocidade de 26,2 nós. 

Sucedeu, assim, ao emblemático Canberra, que durante largos anos foi o detentor daquela distinção. 

No final do próximo este paquete deixará a frota desta operadora britânica e rumará para a Ásia, em virtude de ter sido adquirido por um operador daquele continente.

 

AIDAcara Sábado em Ponta Delgada

 

No próximo Sábado será a vez de Ponta Delgada receber novamente a paragem do AIDAcara, que inicia nesta cidade a primeira escala do seu segundo cruzeiro de Inverno, que contempla 3 escalas nos Açores, Madeira e Canárias.

Neste itinerário, para além de Ponta Delgada, em que pernoitará de 8 para 9, o cruzeiro contempla escalas na  Horta no dia 10 e Praia da Vitória no dia 11.

De salientar que este mesmo itinerário se irá repetir pelo Natal, com escalas em Ponta Delgada nos dias 22 e 23, Horta no dia 24 e Praia da Vitória no dia 25.

Inaugurado em Junho de 1996, o AIDAcara foi construído na Finlândia pelos estaleiros Kvaerner Masa-Yards, em Turku. 

Foi o primeiro navio a integrar a jovem operadora alemã, então com a designação AIDA.

Com 193 metros de comprimento, 28 metros de boca e os 6 metros de calado, possui 38,557 mil toneladas de arqueação bruta e tem capacidade máxima para acomodar 1180 hóspedes e 420 tripulantes.

 

Queen Victoria na Terceira dia 9

 

No dia 9 a cidade da Praia da Vitória receberá a escala do luxuoso e renovado paquete QUEEN VICTORIA, da conhecida operadora inglesa Cunard, que naquela cidade fará a última escala de um cruzeiro transatlântico de 24 noites ás Caraíbas, que contemplaram escalas no Funchal, em  St Maarten, St John nas Antiquas, Martinique, St Vicent e Bridgetown.

 

Viking Sun em P. Delgada no dia 19

 

No dia 19 teremos a escala do VIKING SUN, um dos mais recentes navio de cruzeiros da luxuosa  companhia Viking Cruises, que acaba de ser inaugurado, no passado dia 18, em Veneza.

É a segunda vez que os Açores recebem um navio de cruzeiros desta operadora sediada em Los Angeles, na Califórnia, e que até à poucos anos se dedicava exclusivamente ao mercado de cruzeiros fluviais mas que a partir de 2015 estendeu as suas operações para os cruzeiros marítimos.

Esta escala faz parte de um cruzeiro transatlântico que se inicia em Civitavecchia no dia 4 de Dezembro e que contempla diversas escalas em alguns dos principais portos do Mediterraneo, Lisboa, Ponta Delgada, Hamilton, nas Bermudas, antes de terminar o itinerário em Miami.

Construido nos estaleiros de Fincantiari, em Itália, em 2017, o VIKING SUN desloca 47.800 toneladas, sendo as suas dimensões de 227 metros de comprimento e 28,8 metros de boca. 

Tem capacidade para alojar 930 passageiros, todos em camarotes com varanda e 602 tripulantes.

 

Saga Saphire no dia 23

 

As escalas de 2018 em Ponta Delgada terminam no dia 23 com a passagem no terminal de cruzeiros das Portas do Mar do SAGA SAPPHIRE, da companhia britânica Saga Cruises, que fará em Ponta Delgada a primeira escala de um interessante itinerário transatlântico de 33 noites, e que levará aquele paquete ás Bermudas e a diversos portos das Caraíbas, onde fará um conjunto muito abrangente de escalas antes do seu regresso ao seu porto base de Southampton a 21 de Janeiro do próximo ano

Possui 37.301 toneladas de arqueação bruta, sendo as suas dimensões de 199,6 metros de comprimento, 28,5 metros de boca e um calado de 8,30 metros. 

Tem capacidade para alojar 706 passageiros e 416 tripulantes.

Recordemos que o SAGA SAPPHIRE, construido em 1981 nos estaleiros de Bremen Vulkan, na Alemanha, para a Hapag Lloyd, e baptizado como Europa, foi considerado na altura como o melhor navio de cruzeiros do mundo pelo conceituado “Berlitz Guide”.

 

jornal@diariodosacores/com o Azores Cruise Club

China poderá estar interessada no porto da Praia da Vitória e não faz parte ainda do Air Center

baía praia da vitóriaO interesse em atrair a China para os portos portugueses tem vindo a ser manifestado em vários momentos pela Presidência da República e pelo governo português, sendo que Sines e o porto de águas profundas da Praia da Vitória, no Açores, são vistos como infraestruturas com capacidade de atracção de empresas chinesas, escreve o jornal Dinheiro Vivo, a propósito da visita do Presidente da China, que hoje chega a Portugal.

 Empresas chinesas – nomeadamente, a Cosco – têm já presença em portos espanhóis como o de Valencia, no entanto o governo de Espanha, onde Xi Jinping se deslocou no final do mês passado, rejeitou a assinatura de um memorando de entendimento para a inclusão do país na iniciativa Faixa e Rota. 

A decisão foi tomada por Madrid devido ao facto de a União Europeia ter, ela própria, lançado uma iniciativa de promoção de infraestruturas nos corredores euroasiáticos, adianta o jornal.

Por outro lado, a China tem vindo a manifestar interesse em cooperar com os Açores no âmbito do “Air Center” mas não integra “para já” o projecto. 

A China esteve representada na primeira reunião ‘Atlantic Interactions’, na ilha Terceira, em Abril de 2017, mas “não integra, para já”, o Air Center – Centro de Investigação Internacional do Atlântico, segundo fonte do governo dos Açores.

Elementos de uma comitiva do Ministério da Ciência e Tecnologia da China e da Academia de Ciência Chinesa estiveram, entretanto, nos Açores, em Dezembro de 2017, tendo sido anunciado em Maio, que o governo português pretende desenvolver parcerias com a China e com a Índia no âmbito do “Air Center” e do programa espacial português. 

Segundo a mesma fonte, nesse contexto avançou em Novembro a criação do STARLab, um laboratório de investigação e desenvolvimento tecnológico para o espaço e para os oceanos e que é uma iniciativa conjunta de Portugal e a China.

 Na fundação do “Air Center” estão envolvidos os governos de Portugal, Brasil, Espanha, Angola, Cabo Verde, Nigéria, Uruguai, São Tomé e Príncipe, a par do Governo dos Açores. 

Prevê-se que venham integrar o “Air Center” a Nigéria, Angola, Namíbia e África do Sul, estando em curso o processo de selecção do CEO, que será concluído ainda este ano, para em 2019 proceder-se a seleção do CSO (Chief Scientific Officer), do CBO (Chief Business Officer) e da restante equipa operacional. 

 

S. Miguel ficou com mais cerca de 200 estabelecimentos turísticos

cama hotelNos primeiros 9 meses deste ano, entre Janeiro e Setembro, S. Miguel viu aumentar o seu parque de alojamento turístico em quase duas centenas de unidades, passando de 894 em Janeiro para 1.085 em Setembro.

De acordo com os dados disponíveis, analisados pelo “Diário dos Açores”, a capacidade de alojamento também aumentou, passando de 5.843 camas em Janeiro para 6.712 em Setembro.

Este crescimento é motivado, sobretudo, pelo fenómeno do Alojamento Local, que cresceu em S. Miguel no ano passado de 485 unidades em Janeiro para 784 em Dezembro.

Já este ano, no mês de Janeiro contavam-se 807 alojamentos locais nesta ilha, aumentando para 988 em Setembro.

 

46 hotéis em S. Miguel e 988 alojamentos locais

 

S. Miguel possui, até Setembro deste ano, 46 unidades de hotelaria tradicional (40 em Janeiro), 48 unidades de Espaço Rural (45 em Janeiro), 1 Pousada da Juventude (2 em Janeiro), 2 Parques de Campismo e as tais 988 unidades de Alojamento Local.

A Hotelaria Tradicional, a qual compreende os hotéis, hotéis-apartamentos, apartamentos turísticos e pousadas, atingiu 1.484,7 mil dormidas de Janeiro a Setembro, o Turismo no Espaço Rural 53,8 mil dormidas, as Pousadas de Juventude 37,1 mil dormidas, os Parques de Campismo 42,3 mil dormidas e o Alojamento Local 511,6 mil dormidas.   

De Janeiro a Setembro de 2018, a Hotelaria Tradicional registou uma diminuição de 0,2% nas dormidas e um aumento de 2,1% nos hóspedes, relativamente ao período homólogo de 2017. 

A capacidade de alojamento em Setembro de 2018 situou-se nas 10.730 camas repartidas pelos 98 estabelecimentos em funcionamento nesse mês. 

A oferta de alojamento, traduzida no número médio de camas disponíveis, atingiu as 10.232 camas. 

 

Mais de 2 mil empregados

 

O número médio de pessoas ao serviço foi de 2.213. 

De Janeiro a Setembro de 2018, os residentes em Portugal registaram 622,4 mil dormidas, o que traduz um aumento de 3,9% comparativamente a igual período de 2017. 

As dormidas dos residentes no estrangeiro atingiram as 862,3 mil dormidas, reflectindo uma variação homóloga negativa de 2,9%. 

O mercado norte-americano (EUA e Canadá) concentrou 19,8% do total das dormidas dos residentes no estrangeiro, cerca de 170,7 mil dormidas, tendo registado uma variação homóloga positiva de 13,7%. 

A ilha que concentrou maior número de dormidas, de Janeiro a Setembro de 2018, foi a de São Miguel, seguida da Terceira e do Faial, respectivamente com 1.023,8 mil (69,0%), 237,6 mil (16,0%) e 92,5 mil (6,2%) dormidas.

 Em termos de variações homólogas acumuladas, de Janeiro a Setembro, as ilhas que apresentaram variações homólogas positivas foram as ilhas do Corvo, do Pico e da Terceira, com variações respectivamente de, 17,3%, 4,4% e 0,9%.

 As ilhas do Faial, de São Miguel, das Flores, de Santa Maria, da Graciosa e de São Jorge, apresentaram variações negativas respectivamente de, 0,2%, 0,5%, 0,7%, 0,8%, 2,4% e 8,1%.    Nos estabelecimentos hoteleiros os proveitos totais somaram 79,8 milhões de euros e os proveitos de aposento 60,3 milhões de euros, equivalendo a um aumento de 8,4% e a um aumento de 11,4% respectivamente, em comparação com o período homólogo. 

 As ilhas de São Miguel, Terceira e Faial foram as que maior peso tiveram no total dos proveitos totais, respectivamente com 72,4%, 13,0% e 6,5%. 

Preço das habitações teve uma queda de 0,2% nos Açores

avaliação 2Em Outubro, no país, o valor médio de avaliação bancária, realizada no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação, fixou-se em 1 212 euros por metro quadrado (euros/m2), mais 7 euros que em Setembro, revela o INE.

Quando comparado com o mês anterior, o valor médio de avaliação dos apartamentos aumentou 13 euros em Outubro, para 1 277 euros/m2. 

Nas moradias, o valor médio de avaliação diminuiu 1 euro para 1 110 euros/m2. 

A nível regional, a maior subida para o conjunto da habitação registou-se no Algarve (1,2%), tendo-se verificado descidas na Região Autónoma da Madeira (-0,1%) e na Região Autónoma dos Açores (-0,2%). 

 

Subida nos apartamentos em relação a setembro

 

avaliação 1No mês em análise, o valor médio de avaliação bancária de apartamentos foi 1 277 euros/m2. 

O valor mais elevado foi observado na região do Algarve (1 606 euros/m2) e o mais baixo no Alentejo (1 036 euros/m2).

Comparativamente com Setembro, a Região Autónoma dos Açores e o Centro apresentaram a maior subida (1,5%) e a Região Autónoma da Madeira registou a única descida (-1,3%).

Em termos homólogos, o Algarve apresentou o crescimento mais expressivo (11,8%) e a Região Autónoma dos Açores a única descida (-0,2%)

 

Descida nas moradias

 

Em Outubro, a média da avaliação bancária das moradias foi 1 110 euros/m2. 

Os valores mais elevados observaram-se na Área Metropolitana de Lisboa (1 540 euros/m2) e no Algarve (1 528 euros/m2), sendo o mais baixo no Centro (971 euros/m2). Comparativamente com Setembro, a Região Autónoma da Madeira apresentou a subida mais intensa (1,6%), enquanto no Norte e Região Autónoma dos Açores se registaram descidas (-0,9% e -0,4%, respectivamente). 

Em termos homólogos, o maior aumento no valor das avaliações de moradias observou-se na Área Metropolitana de Lisboa (11,4%) e o menor ocorreu na região do Algarve (2,8%).

 

Todos os meses são criados nos Açores perto de meia centena de alojamentos locais

Alojamento local - placaO Alojamento Local teve um aumento vertiginoso nos últimos dois anos nos Açores, tornando-se já num fenómeno turístico, que está a “retirar” milhares de turistas da hotelaria tradicional, a única categoria que está em queda.

Só este ano, de Janeiro a Setembro, já foram criadas na região mais 387 unidades de Alojamento Local e no ano passado, de Janeiro a Dezembro, foram registadas mais 590 unidades, uma média de quase meia centena por cada mês que passa.

De acordo com os dados agora publicados pelo SREA, que abrangem todas as tipologias de estabelecimentos turísticos em actividade, em Janeiro do ano passado havia nos Açores 962 alojamentos locais, terminando o ano com 1.552 alojamentos.

 

Cresce 100 por cento em dois anos

 

Em Janeiro deste ano havia 1.590 unidades e no final de Setembro já estavam registadas 1.997 unidades, sendo certo que deverão ultrapassar as 2 mil no final do ano, ou seja um crescimento de mais de 100 por cento em dois anos.

Um crescimento que contrasta com a hotelaria tradicional, que tem crescido a menor ritmo.

Em  Janeiro deste ano havia 84 estabelecimentos de hotelaria tradicional e em Setembro aumentou para 98.

O Turismo em espaço Rural também aumentou de 102 estabelecimentos em Janeiro para 114 em Setembro.

As Pousadas de Juventude desceram de 6 para 5 e os Parques de campismo aumentaram consideravelmente de 1 para 14.

A capacidade de alojamento na hotelaria tradicional ultrapassou já este ano as 10 mil camas, registando-se em Setembro 10.730, quando em Janeiro eram 9.549.

O Turismo em espaço Rural passou de 1.050 em Janeiro para 1.174 em setembro na capacidade de alojamento.

Nas outras categorias, nomeadamente no Alojamento Local, não existem registos do SREA em termos de capacidade de alojamento.

S. Miguel possuía, em Setembro, 988 alojamentos locais, seguindo-se Terceira com 332, Pico com 331 e Faial com 147.

 

Tudo somado, turismo aumenta, mas desce na tradicional

 

De Janeiro a Setembro as dormidas cresceram 6,0% no total de todos aqueles alojamentos apurados, segundo o SREA. 

Os hóspedes registaram um crescimento de 7,8%.

De Janeiro a Setembro de 2018, o Alojamento Local foi a tipologia que mais cresceu, (36,8% nos hóspedes e 30,1% nas dormidas).

A ilha Terceira registou o aumento mais acentuado (72,5% nos hóspedes e 64,9% nas dormidas).

Com efeito, de Janeiro a Setembro de 2018 o Alojamento Local foi a tipologia que apresentou a maior taxa de crescimento, com 30,1%, enquanto a Hotelaria Tradicional registou um decréscimo de 0,2%.

Por ilhas, em comparação com o período homólogo de 2017, entre as ilhas com maior crescimento tem-se a ilha Terceira, com uma variação de 64,9%, (mais de 28 mil dormidas), a ilha do Pico com 51,2% (cerca de 19 mil dormidas) a ilha do Faial com 24,4% (perto de 9 mil dormidas e a ilha de São Miguel com 20,6% (mais de 50 mil dormidas).

Relativamente aos hóspedes, a taxa de crescimento do Alojamento Local é mais acentuada que nas dormidas. 

De Janeiro a Setembro, apresentou uma taxa de 36,8% enquanto a Hotelaria Tradicional registou 2,1%. 

Destaca-se os elevados crescimentos da ilha Terceira, com 72,5% (mais de 9 mil hóspedes), da ilha do Pico com 61,8% (perto de 6 mil hóspedes) e da ilha de São Miguel com 26,4% (mais de 16 mil hóspedes).

O SREA esclarece que a ilha das Flores não apresenta informação no TER em 2018 e a ilha do Corvo de Janeiro a Abril no AL, devido a não terem registado o número mínimo de respondentes (3) e respeitar assim o princípio do Segredo estatístico.

Tal como é referido na publicação, as taxas de resposta são diferenciadas para cada tipo de alojamento. 

Assim, na Hotelaria tradicional e nas Pousadas de juventude a taxa de resposta é de 100%, enquanto nas outras tipologias andam perto dos 70% e os valores divulgados não incluem o tratamento de não resposta.

De referir ainda que enquanto na Hotelaria Tradicional, no Turismo no Espaço Rural e nas Pousadas de Juventude a recolha é feita através de Inquéritos do INE/SREA; em 2018, a recolha do Alojamento Local é feita conjuntamente pelo SREA e pela Direcção Regional de Turismo. 

A recolha efectuada pelo SREA é feita através da internet, na plataforma do SREA.