PS/Ribeira Grande exige solução da autarquia para resolver contaminação da praia do Monte Verde

Praia do Monte VerdeO Partido Socialista da Ribeira Grande manifesta a sua preocupação sobre a falta de soluções para o grave problema de contaminação microbiológica da praia do Monte Verde, por parte do Executivo camarário do PSD, liderado por Alexandre Gaudêncio.

“Em causa está o ambiente e a saúde pública, sendo este um problema recorrente na Ribeira Grande e que deriva da contaminação fecal das linhas de água que desaguam no Monte Verde”, afirmou o recém-eleito Secretário Coordenador da Concelhia do PS da Ribeira Grande, Emanuel Furtado.

“O Partido Socialista da Ribeira Grande denuncia a falta de vontade e a desistência da Câmara Municipal em resolver este problema, alertando, ainda, que a Estação de Tratamento de Águas Residuais Compacta (ETAR) já devia estar instalada em 2014, mas passados quatro anos, nada foi feito”, acrescenta Emanuel Furtado.

O PS/Ribeira Grande realça, ainda, que Alexandre Gaudêncio, na campanha eleitoral de 2013, prometeu resolver este problema, mas, após cinco anos, não cumpriu a promessa feita e colocou na gaveta um projecto estrutural de melhoramento e modernização do saneamento na cidade feito pelo Partido Socialista, que asseguraria uma praia mais segura para os ribeiragrandenses e para os turistas que visitam o concelho.

“Desafiamos Alexandre Gaudêncio a recentrar as prioridades camarárias em resolver os problemas de saúde pública, em vez de dedicar a promover eventos, apostando no investimento estrutural que resolva este grave problema, que prejudica seriamente quem vive na Ribeira Grande e contribui, ainda, de forma bastante significativa, para uma imagem muito negativa do concelho para quem nos visita.

Não consideramos ser esta a forma de “virar a cidade para o mar”, muito menos de promover a Ribeira Grande como capital do surf, não esquecendo ainda o perigo que a situação actual comporta também para a zona balnear das Poças, muito próxima da praia do Monte Verde, que acolhe centenas de pessoas todos os dias”, acrescentou o Secretário Coordenador de Concelhia.

PS diz-se “preocupado” com as contas da SATA

sataaa“As contas da SATA relativas ao ano de 2017 merecem toda a atenção do Partido Socialista dos Açores, são prejuízos elevados com os quais não podemos naturalmente estar felizes e que nos preocupam”, assim começa uma nota do Grupo Parlamentar do PS enviada aos jornais.

“Temos consciência que o ano foi muito atípico, por diversas razões, como por exemplo, as consequências de greves “por tempo indeterminado”, a saída da frota dos 310 e a subida do preço dos combustíveis”, prossegue a nota, acrescentando que “nesta contabilidade, também, não podemos ignorar os incidentes que ocorreram com diversas aeronaves e que, em determinado momento, implicaram a imobilização de 4 aeronaves, uma das quais fretada pela companhia Açoriana. Importa realçar ainda que a SATA concorre num mercado mais agressivo que, infelizmente, também se reproduz nos resultados alcançados”.

“É por percebermos a gravidade dos prejuízos que vemos com satisfação que o Governo dos Açores e a própria SATA tomaram um conjunto de medidas, no âmbito da sua competência, para resolver esta situação. Por um lado, conforme foi anunciado, haverá um aumento de capital da empresa e, por outro lado, está a decorrer um processo de alienação parcial da Azores Airlines, o que permitirá que a empresa seja dotada de novas capacidades operacionais e de competências necessárias para ultrapassar os enormes desafios que temos pela frente. A empresa também já tomou um conjunto de medidas no sentido de promover uma reestruturação interna onde se destaca, por exemplo, a entrada ao serviço da nova frota A321”, sublinha o PS.

“Os deputados do Partido Socialista dos Açores garantem, na medida das suas possibilidades, que vão acompanhar e contribuir para que a SATA ultrapasse estas dificuldades. No entanto, os deputados socialistas recusam desvalorizar a situação, entrando em ataques pessoalizados e partidários, ao Presidente do Partido, sem qualquer fundamento, e que em nada servem os Açores e os açorianos, muito menos a SATA”, conclui a nota socialista.

 

PSD do Faial exige mudança nos transportes aéreos

 

O PSD do Faial considerou ontem essencial uma mudança nas políticas de transporte aéreo nos Açores, de forma a garantir uma melhoria da acessibilidade àquela ilha.

Em comunicado, o PSD/Faial admite que este é um assunto pelo qual tem vindo a debater-se e que já há muito que consideravam que a “Administração da SATA era, em conjunto com a orientação política do Governo Regional, um sério obstáculo à melhoria das acessibilidades aéreas à ilha”.

A propósito da nomeação de António Teixeira para a Presidência do Conselho de Administração da SATA e da esperada recomposição daquele órgão, os sociais-democratas consideraram que, “além de mudar as pessoas, o Governo deve mudar as políticas de transporte aéreo, de forma a prestar um serviço que corresponda às necessidades do Faial, da sua população e da economia local”.

O Vice-presidente do PSD/Faial, Eduardo Pereira, lembrou que os deputados regionais do partido já tinham manifestado desagrado pela recondução do anterior Presidente da companhia aérea, Paulo Menezes, e que tanto os representantes do PSD no Conselho de Ilha do Faial como a oposição na Câmara da Horta contestaram as “opções da Administração da SATA e do Governo Regional, exigindo um melhor serviço da companhia aérea regional ao Faial e aos faialenses”.

Esta é uma questão que diz unir “toda a sociedade civil da ilha”, já que às reivindicações dos sociais democratas se juntaram às da Câmara do Comércio e Indústria da Horta, bem como a duas manifestações populares em frente à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.

Eduardo Pereira ressalva que os trabalhadores da transportadora aérea, “apesar das dificuldades geradas por uma má gestão e políticas erradas, procuram minimizar os danos causados a passageiros e empresários, dando todos os dias o melhor de si. Esse é, certamente, um valioso capital para o futuro da companhia aérea regional”.

 

Deputados do PSD a partir de hoje nas Flores e Corvo

corvo033Os deputados do PSD/Açores eleitos ao parlamento açoriano reúnem, a partir de hoje,  para jornadas parlamentares nas Flores e no Corvo.

 Os trabalhos terminam sexta-feira, dia 13, com a apresentação das conclusões. 

Segundo Bruno Belo, “as jornadas parlamentares do PSD/Açores são essenciais para estar próximo das populações e para escutar o que as populações têm para nos dizer. É esse trabalho de proximidade que nos dá a capacidade para defender no parlamento as expectativas e as necessidades de quem vive numa das ilhas dos Açores, neste caso nas Flores e no Corvo”. 

O deputado do PSD/Açores eleito pelas Flores explica que essas jornadas vão dedicar particular atenção aos sectores da Saúde e Educação, sem esquecer a Solidariedade Social e a Agricultura, tanto nas Flores como no Corvo, ilha onde os deputados estarão amanhã para visitar a Unidade de Saúde do Corvo, a Escola Básica Mouzinho da Silveira e a Santa Casa da Misericórdia do Corvo. 

Já na ilha das Flores, onde os deputados farão também o seu trabalho interno de preparação para a sessão plenária de Julho da Assembleia Legislativa dos Açores, que decorre na próxima semana na Horta (Faial), estão agendadas visitas à Unidade de Saúde de Ilha, à Escola Básica e Secundária das Flores e à Associação Agrícola da Ilha das Flores. 

A sessão de abertura das jornadas parlamentares será na quarta-feira, em hora e local a comunicar oportunamente. 

A sessão de encerramento das jornadas será na sexta-feira, também em hora e local a comunicar oportunamente.

PSD/A quer estudo técnico rigoroso sobre operacionalidade dos portos

mestre simão encalhadoO grupo parlamentar do PSD/Açores considera que o relatório da Atlânticoline sobre o acidente com o navio ‘Mestre Simão’, no qual é apontada a dimensão exígua do porto da Madalena do Pico, onde o navio encalhou, reforça a necessidade de um estudo sobre a operacionalidade dos portos de passageiros da Região e exorta o PS a contribuir para uma discussão rigorosa.   

Marco Costa, deputado do PSD/Açores eleito pelo Pico, sublinha que o relatório da Atlânticoline sobre o acidente aponta problemas no porto da Madalena, como a dimensão exígua daquela infraestrutura portuária ou as dificuldades na atracação das rampas Ro-Ro, que “devem ser alvo de um estudo técnico aprofundado até para identificar se esses problemas existem em outros portos dos Açores”. 

“No último mês surgiram documentos que avançam com possíveis causas, algumas delas contraditórias, deste acidente, entre os quais o relatório da Atlânticoline. O PSD/Açores, antes desse relatório ser conhecido, propôs um estudo sobre a operacionalidade dos portos, cuja necessidade nos parece agora reforçada”, explicou, em conferência de imprensa, que decorreu ontem, na Madalena. 

Os deputados do PSD/Açores eleitos pelo Faial, Pico e São Jorge entregaram, no dia 3 de Maio, no parlamento açoriano, um projecto de resolução através do qual recomendam ao Governo que promova a realização de um estudo sobre a operacionalidade dos portos de passageiros, prioritariamente aos do Triângulo. 

Através dessa iniciativa, Luís Garcia, Carlos Ferreira, Marco Costa, Jorge Jorge e António Pedroso defendem que esse estudo deve definir as condições limites em termos meteorológicos e de agitação marítima para cada cais/porto e navio e propõem a avaliação dos meios existentes ou implementar para fornecer informação fiável aos mestres dos navios para os apoiar nas suas decisões.   

Marco Costa lamenta, porém, que o PS não tenha pressa em aprofundar o conhecimento técnico sobre essas questões e denuncia que, desde 3 de Maio, apenas foram definidas, a 14 de Maio, na Comissão de Economia, as diligências a efetuar. Ou seja, nenhuma personalidade foi ainda ouvida no parlamento. 

Segundo o deputado, “esta aparente falta de disponibilidade da maioria socialista para debater esses assuntos com clareza e responsabilidade”, ficou ainda evidente com o chumbo do PS à proposta de PSD/Açores para que fossem ouvidas “personalidades alternamente conhecedoras do mar e do canal”. 

“Esta atitude do PS e dos seus deputados demonstra a forma irresponsável como o Governo regional e o PS têm decidido muitas das obras marítimas na Região, especialmente no Triângulo, sem dar ouvidos aos verdadeiros conhecedores dos nossos mares”, sintetizou Marco Costa. 

O deputado do PSD/Açores instou ainda maioria do Partido Socialista a “clarificar se quer apurar responsabilidades políticas ou se tudo fará para abafar e esconder os erros em infraestruturas portuárias, com consequências no transporte marítimo de passageiros no Triângulo e na Região”. 

BE critica Governo por suspender complemento regional de pensão

idosos1O Bloco de Esquerda acusa o Governo Regional de “extrema insensibilidade” por estar a suspender o pagamento do complemento regional de pensão a centenas de idosos por uma questão meramente burocrática. 

Em causa, segundo refere o partido, “estão idosos que aguardam a emissão de um comprovativo da pensão que recebem por terem trabalhado no Canadá”. 

“O BE considera que, enquanto o Governo do Canadá não emite o documento oficial, os cheques ou comprovativos de transferência bancária devem servir como prova provisória, para que o pagamento do complemento regional de pensão seja retomado de imediato”, salienta o partido, em comunicado.

Os deputados do BE entendem que estes idosos “não podem ser prejudicados por um atraso que não é da sua responsabilidade, e salientam que estão em causa idosos com reformas muitos baixas, a quem este apoio, de apenas algumas dezenas de euros, faz muita diferença”.

Num requerimento enviado ontem ao Governo Regional, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda pergunta ao Governo qual o número exacto de idosos abrangidos por este corte do complemento, e quer que o Governo explique por que razão não é aceite, provisoriamente, como prova do quantitativo de pensão, os cheques ou comprovativos de transferência bancária da pensão auferida até que seja emitido o documento em questão, ao invés de cortar ou suspender o apoio.

“Vai o Governo Regional retomar no imediato o pagamento do Complemento Regional de Pensão cortado/suspenso por falta de apresentação do comprovativo do quantitativo de pensão do estrangeiro aos beneficiários em questão de modo a atenuar o impacto que este corte cego está a ter?”, lê-se ainda no requerimento.

Segundo o Bloco de Esquerda, a situação não é inédita. “O Bloco de Esquerda, em Julho de 2016, denunciou o corte do complemento regional de pensão a centenas de beneficiários que auferiam reformas do estrangeiro. Uma situação que, incompreensivelmente, o Governo Regional volta a repetir”, recorda o partido.