GNR apreendeu máquina e maços de tabaco

GNRA Guarda Nacional Republicana (GNR) apreendeu, nos Açores, dez maços de tabaco e uma máquina de distribuição de tabaco.

As apreensões ocorreram no âmbito do conjunto de operações levadas a cabo pela GNR entre 12 e 18 de Fevereiro, que visaram a prevenção, fiscalização e investigação de infracções tributárias e aduaneiras, a vigilância da costa e do mar territorial, a fiscalização das pescas e a protecção da natureza e do ambiente.

Na mesma semana, foram ainda apreendidos 12 quilos de lapas e registados 127 autos de contraordenação no âmbito da fiscalização geral, 24 dos quais na área da proteção da natureza e ambiente, 16 no âmbito do regime de bens em circulação e três autos relacionados com legislação sobre pescas.

 

Selo evocativo de Antero de Quental lançado hoje

antero de quentalA Associação dos Antigos Alunos do Liceu Antero de Quental lança hoje, pelas 11h15, na Biblioteca da Escola Secundária de Antero de Quental, um selo filatélico, evocativo de Antero de Quental, numa sessão pública.

A edição deste selo filatélico é efectuada em parceria com a Direcção Comercial dos Açores dos CTT, e integra-se nas comemorações do 175º aniversário do nascimento de Antero de Quental, assinalando o Dia da Escola Antero de Quental.

A cerimónia de lançamento deste selo é antecedida pela celebração de Eucaristia, pelas 10 horas, no Santuário da Esperança, em Ponta Delgada, em memória de todos os que estudaram, ensinaram ou colaboram com o Liceu Antero de Quental desde a sua fundação.

 

Director Regional das Comunidades participa na abertura do ‘Ano dos Açores em Florianópolis’

Paulo TevesO Director Regional das Comunidades, Paulo Teves, desloca-se ao Brasil de hoje a 24 de Fevereiro para participar na sessão oficial de abertura do ‘Ano dos Açores em Florianópolis’, no âmbito das comemorações do 270.º aniversário da presença açoriana em Santa Catarina.

A sessão terá lugar amanhã, 22 de Fevereiro, na Câmara de Vereadores de Florianópolis, seguindo-se o descerramento de uma placa na Rua dos Ilhéus, alusiva aos 270 anos do desembarque dos primeiros açorianos em Santa Catarina.

O programa prevê depois a realização de um cortejo pelas ruas do centro de Florianópolis, com a presença do Grupo Folclórico da Casa dos Açores de Santa Catarina, de casais festeiros do Espírito Santo, de rendeiras e da Banda Filarmónica da Polícia Militar de Santa Catarina, terminando no Mercado Público Municipal, em cuja Galeria de Arte será inaugurada a exposição fotográfica “Açores”, com paisagens das nove ilhas do arquipélago.

No dia seguinte, Paulo Teves participa na conferência “Açores e Diáspora”, que terá lugar no âmbito da reunião do Conselho Deliberativo do Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina, e está presente no lançamento do livro “Penha – Relicário do Divino”, de Maria do Carmo Ramos Krieger.

No Sábado, 24 de Fevereiro, o Director Regional está presente na conferência “Experiência de um genealogista através das famílias do antigo Império Português” e na oficina intitulada “Fazer genealogias hoje em Portugal”, que contam com a presença do historiador açoriano Jorge Forjaz.

Ainda neste dia, Paulo Teves tem um encontro com a Direcção e sócios da Casa dos Açores de Santa Catarina.

Nesta deslocação ao Brasil, o Director Regional das Comunidades tem ainda previstos encontros com diversas entidades e autoridades locais, nomeadamente o Superintendente da Fundação Catarinense de Cultura, Rodolfo Pinto da Luz, o Presidente do Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina, Marcondes Marchetti, a Superintendente da Fundação de Cultura, Turismo e Esporte de São José, Joice Porto Luca, e as direcções da Fundação Franklin Cascaes e da Câmara Catarinense do Livro.

A cerimónia de assinatura da lei municipal n.º 10.290/2017, que declarou 2018 como ‘Ano dos Açores em Florianópolis’, teve lugar no dia 26 de Outubro de 2017 e reconhece o contributo da presença açoriana e do seu legado cultural para o desenvolvimento desta cidade e do Estado de Santa Catarina.

Esta designação surgiu no âmbito das comemorações do 270.º aniversário da chegada dos primeiros Açorianos a Santa Catarina, a 6 de Janeiro de 1748, sendo que foi apenas a 22 de Fevereiro que estes 461 açorianos que atravessaram o Atlântico pisaram solo catarinense. 

Furnas recebe XVI Exposição de Camélias de 24 a 25 de Fevereiro

caméliasA freguesia das Furnas vai acolher, de 24 a 25 de Fevereiro, a XVI Exposição de Camélias, que volta estar presente no Casino Terra Nostra.

Organizada pela Câmara Municipal da Povoação em colaboração com o Terra Nostra Garden Hotel e com a Junta de Freguesia das Furnas, a mostra de camélias, deste ano, contará com mais de 200 variedades (algumas de plantas centenárias) que estarão em exposição num ambiente inspirado na própria flor, como tem acontecido nos últimos anos.

Os amantes desta flor de Inverno poderão observá-la no Sábado (dia 24), das 13h00 às 20h00 e no Domingo (dia 25), das 10h00 às 20h00, novamente.  

Fernando Costa, Chefe do Parque Botânico Terra Nostra, será o mentor de toda a estética que estará evidenciada nestes dias na sala central do Casino.

Além da rica, vasta e diversa variedade de camélias, na exposição deste ano estarão, uma vez mais, presentes viveiristas, vários artesãos e produtores locais com o que de melhor se faz no Concelho da Povoação, para degustação e venda.

Na exposição de camélias, desta edição, haverá também lugar para a apresentação dos trabalhos de fotografia do jovem furnense, Paulo Moniz e de pintura de Michael Iraz Shurman.

João Pinto Coelho vencedor do Prémio LeYa 2017 apresenta “Os Loucos da Rua Mazur” em Ponta Delgada

João Pinto CoelhoO escritor João Pinto Coelho apresenta no próximo dia 24 de Fevereiro o seu mais recente livro “Os Loucos da Rua Mazur”, vencedor do Prémio LeYa 2017, na livraria SolMar. A apresentação da obra estará a cargo do crítico literário Vamberto Freitas. 

João Pinto Coelho, arquitecto de formação, surgiu no panorama literário em 2015, com o romance “Perguntem a Sarah Gross”, editado pela Dom Quixote, de imediato elogiado pela crítica e público. Na senda do primeiro romance, as páginas de “Os Loucos da Rua Mazur” são um desvelar da violência de cristãos contra Judeus, o único facto histórico no romance, numa pequena localidade, a nordeste da Polónia na II Guerra Mundial «No dia 10 de Julho de 1941, em Jedwabne, pequena cidade do nordeste da Polónia, um grupo de cidadãos, na sua maioria cristãos, reuniram à força os seus vizinhos judeus na praça principal e, num festim de violência conduziram-nos até um celeiro que incendiaram, queimando vivas centenas de pessoas, incluindo muitas crianças». 

Não se trata apenas de ficcionar a partir da “banalidade do Mal” para citar a filosofa Hannah Arent, mas sim a “universalidade do mal”, segundo o autor. 

Sobre João Pinto Coelho, Vamberto Freitas escreveu: «Não, não será só esta outra narrativa fabulosa “Os Loucos da Rua Mazur”, fundamentada na História e na imaginação do próprio autor que me volta a surpreender. São as suas linguagens, a estrutura perfeita da sua prosa a vários tempos e geografias europeias, o seu equilíbrio na descrição entre o Bem e o Mal, “o coração humano em conflito consigo próprio”. Grande narrador, este, que tem a coragem de sair de temas mais do que velhos na nossa pátria, e que nos traz genialmente a condição humana nos seus piores e melhores momentos. Dá continuidade aos séculos da miséria, fazendo-nos lembrar, sem nunca nada disso mencionar, as matanças e fogueiras do Rossio. Amor e ódio, uma vez mais, o ser humano em todas as suas contingências e contradições da alma e da razão».