Lions Clube de S. Miguel conquista prémio nacional

lions clubeO Lions Clube de São Miguel conquistou o primeiro lugar, a nível nacional, no “Concurso de Eficiência Lionística”,no âmbito do programa do Governador Frederico Burnay para o presente “Ano Lionístico”.
O anúncio da distinção foi feito pelo próprio Governador, no decurso da Convenção dos Lions, realizada em Lisboa em finais do transacto mês de Abril, no momento da ordem de trabalhos destinado a fazer o reconhecimento público de vários “Companheiros” e Clubes Lions que se distinguiram no Ano Lionístico em curso, em função da sua dedicação ao trabalho voluntário, assim cumprindo e fazendo cumprir o Programa anual do Presidente Internacional e da Governadoria Nacional, ao intervirem com grande sucesso nas suas Comunidades.
Segundo avançou a organização em comunicado de imprensa, na altura da entrega da condecoração, o Governador fez questão de enaltecer o excelente “Ano Lionístico” que o Lions Clube de S. Miguel está a fazer, o mesmo tendo depois repetido em mensagem a Cidália Silva, que posteriormente lhe enviou, dando-lhe conta do galardão que ao Clube acabava de atribuir.
Frederico Burnay referiu na mensagem ser “com grande satisfação” que veio comunicar que, “durante os trabalhos da XXIV Convenção Distrital, realizada em Lisboa no passado dia 27 de Abril”, teve “o grato prazer de anunciar publicamente que o Lions Clube de S. Miguel foi o grande e justo vencedor” do concurso.
Afirmando, na sua mensagem, ser esta, efectivamente, “a forma singela de reconhecer a liderança de Cidália Silva, quer pelas boas práticas da Secretaria e Tesouraria, quer pela participação e grande empenho nas Actividades de Serviço e publicação de Boletim, entre outras”, Frederico Burnay finalizou a sua mensagem acrescentando que “para os Lions e, particularmente, para os Companheiros do Lions Clube de S. Miguel, a força, a liderança e a vontade de servir manifestada pela Companheira Cidália Silva é motivo de orgulho e exemplo a seguir”.
Já a a presidente do clube, Cidália Silva, afirmou: “foi com muito gosto que vi reconhecido o trabalho do Clube, tendo constituído uma grande honra e uma agradável surpresa receber esta notícia”.
“Trabalhamos para o Bem do nosso Clube e sem esperar nada em troca a não ser passar a mensagem de um verdadeiro lionísmo, ajudando os que mais precisam e sensibilizando as comunidades para os problemas actuais da saúde, da educação e da cultura”,  sublinhou a Presidente do Lions Clube de S. Miguel que admitiu que a atribuição deste “prestigiante” prémio constituía um forte incentivo para “continuarmos a enaltecer o nome do nosso Clube e dos Lions dos Açores” não dispensando e desejando firmemente o apoio, a presença e o estímulo dos Lions comprometidos com o lema “Nós Servimos”.
Para além1º prémio, atribuído ao Lions Clube de S. Miguel, e do 2º e do 3º prémios, atribuídos a dois Clubes Lions da região da Grande Lisboa, no âmbito deste “Concurso de Eficiência Lionística” foram ainda atribuídas duas Menções Honrosas, uma das quais ao Lions Clube da Lagoa (S. Miguel), fruto da eficiência revelada e da actividade desenvolvida, sobretudo no âmbito da “Casa Lion” que, com grande mérito, este Clube criou e mantém em funcionamento há já vários anos.

José Manuel Bolieiro quer “alternativas à nova localização da Arrisca”

Bolieiro2O presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada afirmou, sexta-feira, em conferência de imprensa, estar “muito preocupado com a instalação do programa de substituição opiácea no centro histórico de Ponta Delgada”.
Segundo nota de imprensa emitida pela autarquia, numa declaração que disse não ser de denúncia mas, antes, de “manifestação total” para cooperar para encontrar uma solução alternativa, José Manuel Bolieiro mostrou receio de “que uma boa política de apoio social possa vir a ser muito prejudicada por esta opção para a nova localização da associação Arrisca” que, em menos de um mês, vai passar da Rua dos Capas para a Rua do Aljube, no coração da cidade.
“Esta não é uma boa opção para o centro histórico de Ponta Delgada porque vai aumentar o sentimento de insegurança nesta zona da nossa cidade, é uma má opção para os comerciantes desta área e é, acima de tudo, uma má opção para todos quantos, infelizmente, precisam de recorrer a esse programa uma vez que não assegura confidencialidade nem tranquilidade aos próprios”, justificou o presidente.
O autarca considera “importantíssimo” encontrar uma solução alternativa para a instalação desse serviço e anunciou que, como presidente da Câmara, “estou disponível para reunir não só com a própria associação Arrisca, como também com o Governo Regional para, em conjunto, encontrarmos uma boa solução que satisfaça os pontadelgadenses e os utentes da Arrisca para uma nova localização”.
Neste aspecto, avançou que, antes do encontro com os jornalistas, já fez um primeiro contacto com a Arrisca e com o Governo, através do IDSA, “porque a Câmara de Ponta Delgada não foi informada desta situação que nos apanhou de surpresa”.
“Não percebo por que não fomos (Câmara Municipal de Ponta Delgada) contactados e que não tenha sido feito um esforço para encontrar essa boa localização”, disse a respeito, salientando que se a autarquia tivesse sido informada se teria disponibilizado, desde logo, para encontrar uma solução diferente daquele que foi veiculada através da imprensa local.
A título alternativo, o presidente questionou “por que não é cedido o espaço que foi construído propositadamente pelo Governo nos terrenos na Casa de Saúde de S. Miguel para o programa de substituição opiácea?”, e se “não seria mais fácil, com benefícios para ambas as entidades, que esse edifício, que agora está sem utilização, fosse cedido à Arrisca para que pudesse continuar a ter a utilização para a qual foi criado?”.
O autarca de Ponta Delgada quis deixar muito claro que a sua posição “não é contra os utentes e muito menos contra esse serviço”. O que está em causa para o autarca é que o tratamento possa ser feito “com maior dignidade”, o que, em seu entender, não acontecerá se os serviços da Arrisca forem localizados no centro histórico da cidade”.
Nestes casos, disse ter conhecimento de cidades do país onde foram tomadas opções semelhantes, em que os resultados não correram como inicialmente previsto, “nem para as cidades, nem para o comércio tradicional dessas cidades e, pior ainda, para quem recorre a estes programas”.
Sustentou, ainda, a posição da Câmara pelas próprias opiniões que lhe foram sendo dadas e até pelo contacto com alguns utentes da própria Arrisca, que “preferem que seja encontrado um local menos exposto ao público”.
O autarca de Ponta Delgada esclareceu, assim, que não se trata de afastar da cidade às pessoas que estão sob o programa. “Trata-se, isso sim, repito, de assegurar que o tratamento é feito com a necessidade de reserva da vida privada das pessoas que precisam dos tratamentos e para evitar que aconteça aqui o que aconteceu em outras cidades do país em que mudanças mal calculadas acabaram por introduzir grande instabilidade nos tratamentos”.
José Manuel Bolieiro especificou que a posição da autarquia “é clara, quanto à preocupação manifestada, quanto à disponibilidade total para cooperar e encontrar uma alternativa”, e “acompanhar o desenvolver da situação para minimizar impactos negativos enquanto não se encontrar outra opção”.
Por isso, José Manuel Bolieiro aponta para uma conjugação de esforços até porque disse ter razões para acreditar que o contrato para a nova localização possa ser denunciado.
José Manuel Bolieiro referiu que a sua grande preocupação é a de reabilitar o centro histórico para uma vivência harmonizadora, pacífica e atractiva e, portanto, tudo isto tem de ser conjugado com este tipo de iniciativas. â

Ponta Delgada adere a Semana Mundial da Segurança Rodoviária

policia carroDe 6 a 12 de Maio, decorre a segunda Semana Mundial da Segurança Rodoviária, à qual a Câmara Municipal de Ponta Delgada aderiu. O lema desta iniciativa é Ponta Delgada – Todos pela Segurança!”.
As actividades a desenvolver no âmbito da Semana Mundial Rodoviária têm como objectivo a segurança dos peões e a prevenção de acidentes rodoviários, segundo avançou a autarquia em comunicado.
A Semana Mundial da Segurança Rodoviária visa, a curto prazo, uma semana livre de acidentes (evitar a morte nem que seja de um único peão durante o período de 6 a 12 de Maio de 2013) e sensibilizar os cidadãos para as leis existentes sobre trânsito, nomeadamente, velocidade, condução sob o efeito do álcool, mecanismos de distração quando se caminha e prioridade para peões.
Pretende, ainda, aumentar a fiscalização da legislação de trânsito, investir em “remodelações simples” que permitam melhorar a infraestrutura rodoviária, melhorar a iluminação em torno de equipamentos utilizados por peões e remover objetos que bloqueiam a mobilidade dos peões na via pública.
Por outro lado, pretende-se reforçar a segurança dos caminhos de e para a escola e em zonas peri-escolares, inclusivamente, criando projectos com “Percursos seguros para a escola” e aumentar a visibilidade dos peões, incentivando a utilização de coletes reflectores.
A longo prazo, o objectivo é caminhar em segurança (dar um contributo significativo e duradouro para que os peões de todo o mundo circulem em segurança), criar e melhorar as vias para caminhar: calçadas, viadutos, passagens inferiores, sinais de trânsito visíveis e sinalética apropriada, além de reduzir os limites de velocidade é outra forma de “acalmar” o tráfego, limitadores de velocidade, bandas sonoras e rotundas;
Ainda a longo prazo, esta Semana Mundial Rodoviária em Ponta Delgada pretende restringir ou desviar veículos de zonas pedonais, promover sistemas de segurança na construção dos veículos que protejam os peões, melhorar o desenho das vias de circulação, organizar e reforçar os sistemas de trauma e os serviços de reabilitação e proporcionar educação e formação a todos os utilizadores da estrada e ao público em geral.
Numa primeira fase, o público–alvo são algumas escolas do concelho de Ponta Delgada e sociedade civil em geral.
Numa fase posterior, a equipa da Câmara Municipal de Ponta Delgada estará disponível para trabalhar com toda a população escolar, tendo como objetivos principais despertar de consciências e enriquecimento pessoal das crianças e jovens sobre aspetos relacionados com segurança e educação rodoviária e incutir uma cultura de segurança e fomentar a cidadania.

Homem de 50 anos detido por violência psicológica contra a mãe

violencia-domestica-285x3001O Comando Regional dos Açores da Polícia de Segurança Pública deteve na última terça-feira, na Ribeira Grande, um homem, de 50 anos de idade,  por coacção e violência psicológica sobre a sua progenitora de 72 anos de idade.
As informações foram reveladas no relatório diário de actividade policial que apontou ainda a detenção de um homem de 25 anos de idade, por crime de furto em interior de residência através de arrombamento.
A Divisão Policial de Ponta Delgada prendeu ainda um homem, de 25 anos de idade, por condução de veículo automóvel, sob a influência de álcool, com a TAS de 1.77 g/l.
Já no âmbito de actuação da Divisão Policial de Angra do Heroísmo, foi efectuada uma operação de fiscalização rodoviária, na qual foram fiscalizados 30 veículos, foram detectadas cinco infracções ao Código da Estrada e efectuada uma detenção por álcool. Foi detido  um homem, maior de idade, por condução de um veículo automóvel, sob a influência de álcool, com uma TAS de 1.88 g/l.
Já na Esquadra das Lajes do Pico, foi também efectuada uma operação de fiscalização rodoviária, na qual foram fiscalizados 30 veículos e detectadas cinco infracções ao Código da Estrada.
O mesmo relatório policial refere a ocorrência oito acidentes de viação no arquipélago, dos quais resultaram 01 ferido grave e danos materiais.

27 zonas balneares dos Açores com Bandeira Azul

Praia agua daltoAs 27 zonas balneares dos Açores que se candidataram este ano ao galardão da Bandeira Azul foram todas aprovadas pelo Júri Internacional deste certificado de qualidade ambiental, que distingue o esforço de diversas entidades para a melhoria do ambiente marinho e costeiro.
A Bandeira Azul é atribuída anualmente às zonas balneares, marinas e portos de recreio que apresentam a sua candidatura e cumprem um conjunto de critérios de natureza ambiental, mas também de segurança e conforto dos utentes e de informação e sensibilização ambiental.
Em Portugal, a organização do Programa Bandeira Azul é da competência da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), estando a coordenação nos Açores a cargo da Secretaria Regional dos Recursos Naturais, através da Direcção Regional dos Assuntos do Mar.
Para as zonas balneares são considerados 27 critérios, dos quais 23 são imperativos e abrangem quatro capítulos, nomeadamente Qualidade da Água, Informação e Educação Ambiental, Gestão Ambiental e Equipamentos, Segurança e Serviços.
No que se refere aos portos de recreio e marinas são tidos em conta 22 critérios, 19 dos quais são imperativos.