Festival Caloura Blues vai estar presente no European Blues Market

caloura bluesO Caloura Blues vai estar presente, nos dias 5 e 6 de Abril, no “European Blues Market”, uma feira de actividades económicas ligadas ao mundo da música, que terá lugar nas Portas do Mar, em Ponta Delgada. Este evento acontece a par do “European Blues Challenge”, o maior concurso de bandas de blues, onde irão participar 22 países. 

A 2ª edição do festival Caloura Blues, de 26 a 27 de Julho, na Baixa D’Areia, tem o seu cartaz fechado, com o norte-americano Boo Boo Davis, o músico português Paulo Gonzo, The Ramblers e Luís Barbosa Band.

No primeiro dia do festival, São Miguel vai receber em palco a estreia absoluta de Boo Boo Davis em Portugal. O músico norte-americano pertence à última geração de músicos que escreve e toca ao vivo o Blues que viveu das dificuldades sentidas na região do Delta do Mississipi. Em 2007, Boo Boo foi convidado para actuar no festival Pocono Blues, um dos maiores festivais de blues nos EUA, e actuou na BBC Radio One, no Canadá. Actualmente, Boo Boo tem 10 álbuns, editados pela editora Black and Tan. O álbum “Drew, Mississipi” foi considerado, pela revista Mojo, um dos 10 melhores álbuns de blues de 2016.

A dar as boas-vindas à nova edição do Caloura Blues estará Luís Barbosa Band, que com os seus companheiros vão apresentar na sua terra natal “Dust to the Sky”, um álbum digital lançado em 2017. Tudo começou em 2010 quando Luís começou a explorar diversas sonoridades, criando temas da sua autoria que ziguezagueavam entre o Blues, o Rock e o Funk. Com o pretexto de querer levar o projecto mais longe, Luís convida Dino Oliveira, Pedro Silva e Bem Oliveira a embarcarem nesta nova aventura. Nos últimos anos, a banda tem passado por palcos como Festival Monte Verde, Mais Jazz, Jardim Sagres Fest, Raíz Club, Baía dos Anjos e Portas da Cidade.

O segundo e último dia do festival abre as portas ao regresso do Blues e Soul de Paulo Gonzo com o álbum “By Request”, influência que o artista sempre assumiu, desde os primórdios na Go Graal Blues Band. “By Request” representa o regresso às origens de Paulo Gonzo. Mais do que uma homenagem aos mais variados nomes do Blues, o músico português desejava há algum tempo poder compilar num só disco as músicas que sempre quis cantar, nomeadamente “These arms of mine”, “Midnight hour”, “Let’s stick together” ou ainda o primeiro single “That’s Life”, de Frank Sinatra, verdadeiros hinos do Blues norte-americano.

Ainda antes de Paulo Gonzo encerrar a segunda edição do Caloura Blues, estão em cena The Ramblers. De Norte a Sul do país são já vários os palcos que a banda de Lisboa pisou com o cognome de “Piratas dos Blues”. Pelo mundo fora, abriram concertos de B.B King, Ian Siegal, Carvin Jones e ainda Blasted Mechanism. Em 2018, The Ramblers foram os vencedores do festival ibérico Sube Rock, o que lhes permitiu gravar o novo trabalho, “Corcel Kennedy”, que se juntou ao primeiro e segundo EP, “The Ramblers” (2010) e “Yer Vinyl” (2012), respetivamente, e ao primeiro álbum, “Wet Floor” (2015).

O festival, que só teve uma primeira edição o ano passado, organizado pela Câmara Municipal de Lagoa, numa produção dos Ninemedia, está nomeado em quatro categorias dos Iberian Music Awards: Best New Festival, Best Small Festival, Best Communication e Best Live Performance com Maria João & Buddha Power Blues. 

Câmara de Ponta Delgada prepara ajuda a Moçambique

ciclone idai - moçambique

A Câmara Municipal de Ponta Delgada está em contactos com diversas instituições para “encontrar parcerias das quais possa resultar um contributo e um apoio para as vítimas da tempestade dramática que assolou Moçambique”, anunciou o Presidente.

José Manuel Bolieiro afirmou que o Município está sensível ao drama social que se vive em Moçambique e a trabalhar em parcerias para dar apoio àquele país do continente africano.

Revelou que uma das instituições com as quais o Município está em contacto é a Associações dos Imigrantes nos Açores. 

Recorde-se que a passagem do ciclone Idai por Moçambique devastou territórios inteiros e causou centenas de mortos, sendo descrita, pelas agências internacionais de ajuda humanitária, como o pior desastre no sudeste da África em duas décadas.

Câmara Municipal da Lagoa adere à iniciativa “A Hora do Planeta”

lagoa

Numa altura em que aumenta a consciencialização para as alterações climáticas e para todos os problemas ambientais que se colocam ao futuro da Humanidade, a Câmara Municipal da Lagoa associa-se, pela primeira vez, à iniciativa “Hora do Planeta”. Uma iniciativa promovida internacionalmente pela organização global de conservação da natureza World Wildlife Found (WWF). Assim, no dia 30 de Março, entre as 20h30 e as 21h30, a autarquia compromete-se a desligar as luzes, interiores e exteriores, de vários edifícios e espaços públicos do concelho durante 60 minutos. 

Conforme se pode ler na nota enviada pela autarquia, “as alterações climáticas são uma questão incontornável na actualidade, para a qual é importante que as consciências dos decisores políticos, e dos cidadãos em geral, continuem despertas, de modo a que se possam tomar decisões e adoptar procedimentos que contribuam para mitigar os efeitos dessas alterações”. A Associação Nacional de Municípios Portugueses tem vindo a aderir, na qualidade de entidade parceira, à iniciativa “A Hora do Planeta”.

De forma a envolver toda a comunidade, a Câmara da Lagoa irá apelar, através da página de Facebook do CEFAL (Centro de Educação e Formação Ambiental de Lagoa), para que a população em geral apague as suas luzes por uma hora, de forma a chamar a atenção para o problema das alterações climáticas. 

O Gabinete de Desenvolvimento Económico da Câmara realizará, também, uma campanha junto dos empresários da Lagoa para que desliguem as luzes dos seus estabelecimentos comerciais durante essa hora.

É neste contexto de preocupação de mudança comportamental e de adaptação aos impactes da mudança do clima, que a Lagoa adere, este ano, à “A Hora do Planeta”, iniciativa que apesar de ser simbólica, é a maior acção do género à escala mundial, que começa na Austrália e percorre todo o globo terrestre.

Escolas de Viola da Terra em destaque na Temporada de Violas da Terra 2019

viola da terra

A Temporada de Violas da Terra deste ano de 2019 vai dar destaque às Escolas de Viola da Terra da Ilha de São Miguel, revelou ontem a Associação de Juventude Viola da Terra, organizadora da iniciativa, que volta a promover os eventos “Violas do Atlântico” e “Serões de Violas da Terra”.

O objectivo passa por “valorizar o trabalho” destas escolas. Segundo a organização, as Escolas de Violas são “umas das principais responsáveis pela preservação da Viola, do seu repertório e das suas técnicas de execução, bem como da garantia de formação de músicos para as diversas manifestações culturais que decorrem nas nossas ilhas”, pelo que a Associação de Juventude Viola da Terra “tem procurado ter a participação das várias Escolas, ao longo do ano, nos seus eventos, tendo ainda começado a organizar há três anos consecutivos, o “Encontro de Escolas de Violas””.

“A Escola de Violas da Relva celebrou a 29 de Janeiro o seu 30.º Aniversário. A Classe de Conjunto de Violas da Terra do Conservatório Regional de Ponta Delgada comemora em Maio o seu 10.º aniversário. Há 25 anos iniciava-se a Escola de Violas da Ribeira Quente, inicialmente com o objectivo de formar tocadores para o Grupo Folclórico da Freguesia. A Escola de Violas da Fajã de Baixo, tendo iniciado aulas há 11 anos, comemora este ano o seu 10.º aniversário de leccionação por ter estado um ano fechada”, recorda a associação. O objectivo passa, neste sentido, por proporcionar “momentos em que estas escolas se possam apresentar em outros dos eventos da Temporada de modo a valorizar este trabalho e dedicação de muitos anos, em que têm formando dezenas e dezenas de tocadores”, lê-se em comunicado.

A organização ainda não avançou detalhes do programa da Temporada de Violas da Terra 2019, mas remeteu os anúncios para “dentro de alguns dias”.

 

Ana Cymbron apresenta Sábado “La Fille Mal Gardée” no Teatro Micaelense

teatro micaelense grande

No próximo Sábado, 30 de Março, o Estúdio de Dança de Ana Cymbron apresenta-se no Teatro Micaelense, com todos os seus alunos, numa interpretação do bailado “La Fille Mal Gardée”.

A história tem como principal personagem a alegre e irreverente Lise, que deseja casar com o seu apaixonado Colas, um camponês da quinta onde vive. No entanto, Simone, a mãe de Lise, pretende um noivo rico para a filha e tenta a todo o custo impedir o namoro. Todo o ambiente campestre com animais, flores e camponesas dão cor e movimento a esta história de amor.

O bailado “La Fille Mal Gardée” teve a sua estreia no final do séc. XVIII, em França, com coreografia de Jean Dauberval e música de Hérold-Lanchebery. É considerado como um dos primeiros bailados narrativos em que os personagens representam pessoas e animais comuns, abolindo os seres etéreos e fantasiosos do “ballet d´action”, que se dançava até então.

Os bilhetes têm um preço de 10 euros e podem ser adquiridos na bilheteira do Teatro Micaelense e em bol.pt.