Teatro Micaelense recebe II Mostra de Cinema Sueco Contemporâneo

teatro micaelense grandeDesde há muito tempo que o cinema sueco vem granjeando êxito internacional. A Suécia é muitas vezes mencionada como um modelo, quando está em causa a igualdade de género. E o cinema é um exemplo disso. A política de cinema sueco apoia a produção, promoção e distribuição de filmes suecos, envolvendo o governo, a indústria cinematográfica, os proprietários dos cinemas e as empresas de televisão.

Não é nos efeitos especiais que se pensa em primeiro lugar, quando falamos em cinema sueco. No entanto, durante a última década, têm sido feitos esforços muito ambiciosos nesta área, por empresas suecas de produção e pós-produção que têm deixado uma inquestionável marca sueca nos efeitos visuais do cinema a nível internacional.

Com esta iniciativa, pretende-se promover o país admirável que é a Suécia e a sua cultura, oferecendo-se a quem desejar a oportunidade de visionar dois excelentes filmes suecos contemporâneos, à semelhança do que sucedeu com a I edição, que teve lugar em Fevereiro do ano passado e que se revelou um enorme e surpreendente sucesso, dada a enorme afluência que ambas as sessões então tiveram, com as salas quase cheias.

 A “II Mostra de Cinema Sueco Contemporâneo” percorrerá os próximos dias 8 e 9 de Junho, com uma sessão em cada um desses dois dias, ambas às 21h30, no Teatro Micaelense.

 Na sessão do serão de Sexta-feira, 8 de Junho, será exibida o filme “Um Homem Chamado Ove” de Hannes Holm”, baseado no best-seller internacional de Fredrik Backman e nomeado para Óscar de Melhor Filme Estrangeiro. Ove é a personificação do velho zangado que habita ao nosso lado. Reformado isolado com princípios rígidos e temperamento explosivo, passa o dia a zelar por regras do condomínio só importantes para ele e visita todos os dias a campa da mulher. Ove desistiu de viver. É então que chega ao bairro uma turbulenta e jovem família horrivelmente simpática. Continuamente importunado, Ove deixa de ter um momento de sossego. Pior: à força dos novos encontros e de amizades improváveis, pode bem dar-se que venha a retomar o gosto pela vida.

 Na sessão de Sábado, 9 de Junho, será exibido o filme “O Quadrado”, de Ruben Östlund, premiado em 2017, entre outros prémios, com a Palma de Ouro, no Festival de Cannes.

Christian é o respeitado curador de um museu de arte contemporânea; homem divorciado e bom pai dos seus dois filhos, conduz um carro eléctrico e apoia boas causas. A sua próxima exposição, “O Quadrado”, é uma instalação que pretende evocar o altruísmo em quem a vê, recordando-nos o nosso papel enquanto seres humanos responsáveis pelos nossos congéneres. Mas, às vezes, é difícil viver à altura dos nossos ideais: a resposta incauta de Christian ao roubo do seu telefone vai conduzi-lo a situações das quais se envergonha. Entretanto, os Relações Públicas do museu criam uma campanha inesperada para “O Quadrado”. A reacção é inflamada e lança Christian, bem como o próprio museu, numa crise existencial.

Turma de 68 celebra bodas de ouro de docência em encontro

Professores - curso ano 67-68Os professores do 1º ciclo do Ensino Básico, que terminaram o curso do então denominado Magistério Primário, no ano lectivo de 1967/1968, irão comemorar no próximo Sábado, dia 2 de Junho, as suas Bodas de Ouro.

A assinalar este dia festivo haverá uma missa solenizada pelas 11 horas na Igreja do Convento dos Franciscanos na Lagoa em acção de graças pelas intenções dos presentes e, lembrando também os que já não se encontram entre nós. A missa será presidida pelo pároco de Santa Cruz, padre Nuno Maiato e abrilhantada pelo Orfeão de Nossa Senhora do Rosário da Lagoa. 

Seguir-se-á um almoço de confraternização com o grupo de professores e familiares.

O encontro contará com a presença de José Eduardo Carreiro, que foi professor deste grupo.

Livro de Furtado Dias lançado amanhã no liceu de Ponta Delgada

Escola Antero de QuentalO superintendente Jorge Furtado Dias lança amanhã, 1 de Junho, pelas 21 horas, na Biblioteca da Escola Secundária de Antero de Quental, o seu livro “O que ninguém diria…”, que será apresentado por Susana Goulart Costa, numa iniciativa da Associação de Antigos Alunos do Liceu Antero de Quental, aberta ao público.

Nesta obra autobiográfica, Furtado Dias atravessa uma parte da história dos séculos XX e XXI, pontuando-a com os acontecimentos da sua vida pessoal, familiar e profissional. Como escreve Susana Goulart Costa, que também assina o prefácio, “esta é uma obra verídica, que traduz a visão duma pessoa sobre um passado, que reflecte uma geração, uma ilha e um país”.

Neste seu segundo livro, Jorge Furtado Dias partilha com os leitores a sua vivência de jovem estudante do Liceu Antero de Quental, a sua experiência de militar, como oficial, na Guerra Colonial e o seu percurso como Comandante Regional da PSP, nos Açores, acompanhando o processo de consolidação da autonomia regional, ao mesmo que escreve sobre os acontecimentos que marcaram a sua vida pessoal, desde o casamento por correspondência, até ao nascimento dos filhos.

O superintendente Jorge Furtado Dias nasceu em Ponta Delgada, a 25 de Setembro de 1942, em plena II Guerra Mundial, frequentou a escola primária de São José, na Praça 5 de Outubro e ingressa no Liceu Nacional de Ponta Delgada, mais tarde, Liceu Antero de Quental. É oficial do Exército Português e foi Comandante Regional dos Açores da PSP, força de segurança em que prestou serviço durante 23 anos.

 

Competição pela melhor app para resolver problemas sociais arranca amanhã nos Açores

Escola Domingos RebeloA maior competição portuguesa pela melhor aplicação criada por jovens para resolver problemas sociais está de volta e começa já amanhã, 1 de Junho. No primeiro encontro regional da quarta edição do Apps for Good, que decorrerá na Escola Secundária Domingos Rebelo, em Ponta Delgada, equipas de jovens entre os 10 e os 18 anos vão demonstrar o trabalho desenvolvido ao longo do ano lectivo, apresentando as suas ideias (Apps) que solucionam problemas reais.

O encontro contará com vários membros do Governo Regional dos Açores, como João Pedro Resendes (Direcção Regional da Juventude) e Luís Amaral (Direcção Regional da Ciência e Tecnologia), estando igualmente presente José Cascalho (Universidade dos Açores), Fernanda Ledesma (ANPRI), André Ruela (Expolab – Centro Ciência Viva) e Lázaro Raposo (Cereal Games). O júri irá escolher a melhor solução tecnológica que estará no evento final, em Setembro, na Fundação Calouste Gulbenkian.

As seis equipas que vão participar no encontro regional dos Açores são a DI-Control, uma solução para melhorar a qualidade de vida dos diabéticos; a Eat Now, uma solução que permite reservar, descobrir a localização, a ementa e saber a disponibilidade de restaurantes nos Açores; a Help Student, uma solução para motivar o estudo dos alunos, permitindo-lhes uma melhor organização, com questionários e obtenção de vouchers com Escola Virtual; a Oh My Tools!, uma solução para realizar todas as actividades culinárias de forma organizada e em segurança; a Student’s Guide, uma solução para ajudar o aluno a decidir sobre a área e curso que deve escolher na passagem do secundário para a universidade, dando-lhe uma ideia de como é o dia-a-dia da profissão que escolherá; e a USISM (Unidade de Saúde de S. Miguel), uma solução para marcar consultas online, para justificar faltas e saber o que é preciso levar para as consultas.

“O Apps for Good desenvolve a capacidade criativa e inovadora dos jovens, sendo a tecnologia um meio e não apenas um fim, na resolução de problemas e de causas sociais que permitam criar uma sociedade mais cívica e mais sustentável”, afirma João Baracho, Director Executivo do CDI.

Lançado há cinco anos pelo CDI, o Apps for Good é um programa que pretende seduzir jovens (entre os 10 e 18 anos) e professores para a utilização da tecnologia como forma de resolver os seus problemas, propondo um novo modelo educativo mais intuitivo, colaborativo e prático. O objectivo do programa é o desenvolvimento de Apps para smartphones e tablets que possam contribuir para a resolução de problemas relacionados com a sustentabilidade do mundo em que vivemos.

A operacionalização do projecto decorre ao longo do ano lectivo, onde professores (de todas as áreas disciplinares) e alunos têm acesso a conteúdos online com uma metodologia de projecto de 5 passos. Para apoiar no desenvolvimento do projecto, os participantes têm acesso a uma rede de especialistas que se ligam online à sala de aula, para prestar todo o apoio de esclarecimento de dúvidas. O modelo de implementação poderá ser em regime curricular ou extracurricular.

No final do projecto, as escolas poderão optar por participar na competição que está dividida em duas fases: Encontros Regionais – semifinais em que todos os alunos são convidados a ir a Marketplace e a fazer o seu pitch – e Evento Final – onde são premiadas as melhores soluções.

O Apps for Good conta com vários parceiros, como a Microsoft, Fundação Calouste Gulbenkian, Synopsys, Fundação PT, Siemens, SAP, DNS.pt, REN, SIVA, BNP Paribas, SAGE, IBM, DECSIS, SRS Advogados e PWC entre outros, mas também parceiros institucionais, como a Direcção-Geral de Educação, a Associação Nacional de Professores de Informática, a APDC, a Educom, o Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e a Associação Portuguesa de Professores de Inglês. Este programa é ainda financiado pela Iniciativa Portugal Inovação Social.

Venda de produtos açorianos aumenta no El Corte Inglés

El Corte InglésAs vendas de produtos alimentares dos Açores no El Corte Inglés registaram um crescimento na ordem dos 70%, nos últimos dois anos, entre Lisboa e Gaia, avançou a empresa.

Para o El Corte Inglés, este número sublinha “a importância que os consumidores dão à qualidade dos produtos nacionais e, em particular, à autenticidade associada à marca Açores”.

Desde 2015 que, no âmbito de uma missão empresarial aos Açores, o El Corte Inglés se assume como parceiro activo do Governo Regional dos Açores através de iniciativas conjuntas que promovem os produtos do sector agroalimentar, com especial destaque para os detentores Marca Açores.

As campanhas de produtos dos Açores realizadas em 2016 e 2017 nos supermercados El Corte Inglés de Lisboa e Gaia-Porto, permitiram a entrada de centenas de novas referências na loja e um aumento global de 70% na venda destes produtos, com crescimentos mais acentuados nas categorias de charcutaria e conservas.

Este ano, os Açores voltam a estar em destaque nestas duas superfícies com uma campanha que começa amanhã e pretende, “uma vez mais, dar a conhecer ao público destas duas grandes cidades o que de melhor se produz na Região”, explica a empresa.

Até dia 14 de Junho, produtos das nove ilhas do arquipélago e das diferentes categorias de produção do sector agroalimentar vão estar disponíveis neste evento que, além da venda directa, contempla diversos momentos de degustação e tem na agenda duas sessões de showcooking, em Lisboa, com o chef Joe Best. 

Para este ano, prevê-se a entrada em campanha de mais de uma centena de novas referências, que se juntam às mais de 200 que integram já a gama permanente.

A renovação desta iniciativa reforça a parceria entre o Governo dos Açores e o El Corte Inglés e consolida a estratégia de acesso e fidelização dos produtos com o selo Marca Açores no mercado nacional, potenciando o aumento do consumo dos produtos regionais e, consequentemente, um aumento da exportação e da competitividade da economia açoriana.