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“Rabiscos da minha Ilha” para apoiar todos os que são portadores de deficiência visual

Rabiscos da minha ilhaÉ lançado no dia 20, pelas 19h00 no Hotel Marina Atlântico, em Ponta Delgada, o livro “Rabiscos da minha Ilha”, com desenhos da autoria de Paulo Brilhante e texto da jornalista Carmen Ventura. Esta iniciativa tem como objetivo “apoiar todos os indivíduos portadores de deficiência visual na busca de ganhos sociais ao nível da sua autonomia e acessibilidade aos recursos existentes” e todas as importâncias recolhidas com a sua venda reverterão a favor da ACAPO - Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal – Delegação dos Açores.
O livro será apresentado pelo deputado José Andrade, que tem vasta obra publicada sobre Ponta Delgada e o prefácio é da autoria do Arqtº António Eduardo Soares de Sousa. A obra inclui um CD Audio, dado os elevados custos para a produção de um livro com o texto escrito em braille. A opção passou pela realização de um CD com a voz de Bárbara Moniz a relatar as palavras escritas de Carmen Ventura, numa iniciativa que conta com o apoio da RTP-Açores, através do trabalho do técnico de som de Jorge Santos.
A iniciativa assume-se como “uma aposta forte na sensibilização da comunidade para as questões inerentes à igualdade de oportunidades para todos os cidadãos”. O registo dos desenhos apresentados no livro é feito em “diários gráficos” pelo autor “in situ”, pela cidade onde habita, pelos sítios por onde viaja, registando diretamente o que observa num determinado tempo e lugar, usando qualquer tipo de técnica e de forma despretensiosa. Pelo seu lado, Carmen Ventura fala dos desenhos que observa inseridos no livro. Carmen e Paulo deixam, agora, à imaginação de cada leitor o vaguear pelos “rabiscos”, pelas cores, pelas envolvências onde ambos se deixaram possuir pela ilha que amam – sabendo em simultâneo que estão a apoiar a causa dos invisuais.
Paulo Vicente Brilhante nasceu em Agosto de 1972, na cidade de Nampula, Moçambique e vive em Ponta Delgada. Em Janeiro de 2013 apresentou  nos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Ponta Delgada a sua primeira exposição, intitulada “Ponta Delgada – Sob um olhar urbano”. Em Julho de 2013 expôs “Esboçando Lagoa...um rabisco de cada vez” no Centro Social e Paroquial de Santa Cruz. Em Outubro de 2013 expôs no Museu Vivo do Franciscanismo, a propósito do “Dia Nacional dos Bens Culturais da Igreja”
Carmen Ventura nasceu em 1965 e iniciou-se no Jornalismo no “Correio dos Açores”. Mais tarde ingressou na RTP- Açores (Antena 1 Açores) onde é jornalista. Foi diretora do Semanário “Jornal das Ilhas”. É licenciada em Serviço Social pela Universidade dos Açores. Tem vários trabalhos publicados em revistas e lançou recentemente, numa iniciativa da Câmara de Ponta Delgada, o guia “Alma Bretã”, sobre a freguesia da Ajuda da Bretanha, em São Miguel.

Detida mulher por violência doméstica

PSP3A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve este domingo, através da Esquadra de Trânsito da Divisão de Ponta Delgada, uma mulher, pelo crime de violência doméstica.
Segundo o relatório de actividade policial, relativo ao fim-se-semana de 13 a 15 de Dezembro, foi ainda detido um homem, de 36 anos de idade, por condução de veículo automóvel, sem habilitação legal. O mesmo aconteceu com um homem de 24 anos, que conduzia um ciclomotor também sem carta.
De acordo com a mesma fonte, a PSP deteve um homem, de 29 anos de idade, pelo furto de gasóleo, em instalações industriais.
Foi igualmente detida uma mulher, de 29 anos de idade, por conduzir sob a influência de álcool, com uma TAS de 1.26 g/l, e um homem, de 38 anos de idade, pelo mesmo motivo, apresentando uma TAS de 2.09 g/l.
Em Ponta Delgada, a polícia deteve, por violência doméstica, um homem de 45 anos de idade, após ter agredido uma mulher, com a qual mantém uma relação análoga à de cônjuge.
Já no âmbito de actuação da Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial, no domingo foi detido um homem, de 38 anos de idade, por posse de arma proibida.
Em Rabo de Peixem a PSP deteve, por violência doméstica, um homem de 26 anos de idade, após ter agredido a cônjuge no interior da residência.
Na Ribeira Grande, foram detidos três homens, pela condução de veículo automóvel, sob a influência de álcool. Os condutores apresentavam TAS de 1.21, 1.97 e 1.31 g/l.
Pelo mesmo motivo, a PSP prendeu um homem, de 32 anos de idade, na Maia, que conduzia com uma TAS de 1.38 g/l.
Quanto à sinistralidade rodoviária, a PSP registou a ocorrência de 26 acidentes de viação nos Açores, de 13 a 15 de Dezembro, dos quais resultaram dois feridos ligeiros e danos materiais.

Sérgio Ávila quer que as “empresas açorianas sejam mais competitiv?as”...

sergio avila1O vice-presidente do Governo Regional alertou os agentes económicos para a mudança de paradigma no que respeita aos apoios ao sector produtivo regional, no âmbito do aproveitamento dos fundos do próximo quadro comunitário 2014-2020.
De acordo com nota de imprensa divulgada pelo Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GaCS), Sérgio Ávila disse que os fundos foram reforçados, mas frisou ser necessário aplicá-los da forma mais eficaz possível, para o que é preciso perceber que “os desafios que se colocam à estrutura produtiva regional, hoje, são completamente diferentes daqueles que se colocavam em 2007 e em 2000, pelo que não podemos replicar os sistemas que existiam de apoio às empresas.”
“Estamos perante o facto concreto: por um lado, a procura interna não irá crescer e, por outro, a concorrência irá aumentar substancialmente”, afirmou o governante, acrescentando que “isto quer dizer que as empresas têm de ser mais competitivas e têm deixar de produzir ou de vender exclusivamente para o mercado que está mais próximo e que é mais fácil”.
Para Sérgio Ávila, é “essencial que os apoios públicos e as políticas públicas não sejam para manter artificialmente um nível de procura que já não existe e que permite às empresas manterem a sua estrutura produtiva, que já não satisfaz as necessidades.”
“Temos de ter todos a coragem de inovar, de reestruturar, de forma a que, efectivamente, sejam as empresas a ajustarem-se às necessidades da procura e nunca a influenciarem artificialmente a procura para se manterem exactamente como estão”, afirmou.
O vice-presidente do Governo Regional, que falava quinta-feira, em Ponta Delgada, à margem do lançamento da edição deste ano da revista “As Cem Maiores Empresas dos Açores”, editada pelo jornal Açoriano Oriental, considerou que o apuramento feito pela revista fornece indicações muito concretas sobre onde assenta o futuro da estrutura produtiva regional.
Sérgio Ávila fez notar que o melhor gestor e o melhor projecto eleitos por aquela publicação são de sectores produtivos de bens transacionáveis, o que o levou a frisar que “o nosso desafio, no futuro, tem de ser, necessariamente, ter a capacidade de produzir bens e serviços transacionáveis, ou seja, aqueles que possam ser comercializados em qualquer sítio”, reforçando com isso as exportações e reduzindo as importações.
“As empresas que terão sucesso no futuro serão as que se adaptarem às regras da concorrência”, considerou o governante, sublinhando que, hoje, “qualquer bem ou serviço está à distância de um clique” e, portanto, serão bem sucedidos “aqueles que tiverem a capacidade de terem o melhor preço, a melhor qualidade, e poderem disponibilizar esse produto ou serviço em qualquer parte do mundo”.

Bento Sampaio lança romance “O mar de Sergei” este sábado

O Mar de Sergei - Bento Sampaio“O mar de Sergei”, 1º romance de Bento Sampaio, é lançado no dia 21 de Dezembro pelas 21h30, no Auditório do Conservatíorio Regional de Ponta Delgada. Sob a chancela da Pastelaria Studios Editora”, o romance fala da demanda das ilhas açorianas por mercadores estrangeiros nos séculos XVIII e XIX, explorando as redes de trocas de bens e de conhecimentos. A história centra-se na chegada à ilha do Pico, em Junho de 1901, do engenheiro russo Sergei Moore Pavlov, que promove a derradeira busca de vinho verdelho, porventura remanescendo na ilha do Pico, depois da razia de vinhedos e laranjais pela ocorrência, nas ilhas açorianas, da devastadora praga da filoxera, por volta dos anos sessenta do século XIX.
Ao longo das suas páginas o leitor é conduzido a sentir a demanda das ilhas açorianas, quer pela sua estratégica posição no meio do Atlântico de apoio a escalas oceânicas – comerciais, mas também de pirataria –, quer pelo que de melhor as ilhas produziam, como o pastel, trigo, vinhos e frutas, que fizeram despertar nos séculos VVIII e XIX a apetência de mercadores estrangeiros, desejosos de encontrar auxílio para viagens à vela, como aguadas e reparações das frágeis embarcações, mas sobretudo para comercializar, nos seus países, os produtos de excepcional qualidade produzida pelas ilhas.
Daí realçar o cultivo de laranjeiras, fruta exportada em larga escala para a Inglaterra e outros países do norte europeu, chegando alguma dela a São Petersburgo, constituindo os seus proventos vultosas fortunas para os empresários ilhéus, principalmente os da ilha de São Miguel. Avulta, ainda, o vinho verdelho, nas ilhas do Pico e Terceira, em terrenos de biscoito vulcânico, muitíssimo apreciado nas cortes de suas majestades britânicas e na dos poderosos czares russos, bem como fazendo as delícias dos consistórios papais de Roma, também chegando aos principados europeus e outros magnificentes senhores da Europa setecentista e oitocentista, rica.
Bento Sampaio nasceu “ao fim da tarde soalheira de 20 de Agosto de 1942, tomando o nome dos meus avôs, João Francisco, a que juntaram o do santo de Sales, rematando com o de família, Bento Sampaio”, como refere na sua biografia. “Da poeirenta Ponta Garça, na ilha de São Miguel, franqueei os portões do Liceu de Ponta Delgada, agora de Antero de Quental, orgulhando-me da primorosa educação do tempo, então recebida”. Concluiu o antigo 7º ano, na alínea de arquitectura, o que lhe conferiu “a base do bom gosto pelas artes”. Sobrevivente de quatro irmãos, granjeou de pai o gosto pela música e pela escrita, o rigor do pensamento e do discurso. “De minha mãe herdei a descrição, a bondade do trato e a nobreza do relacionamento”, diz. “A cruenta guerra colonial atropelou-me o sonho, ocorrendo o mesmo a tantos jovens, emigrando. Roído de saudades, do conchego da família e do viço da ilha, de onde nunca saí, voltei e entreguei-me ao ganha-pão numa Secretaria do Governo Regional, como chefe de divisão, de onde me aposentei. Nessa situação, escolhi como obi, além da música coral, a escrita como contista”.
Mas foi na crónica domingueira que assentou arraiais, desde 1998, que lhe mantém vivo o que chama de “um convívio relaxante com os leitores”, sob a sigla de “Viagens no Tempo” no jornal quotidiano mais antigo do arquipélago, o “Diário dos Açores”.
A entrada é livre.

Cerca de 40 restaurantes encerraram nos Açores entre 2012 e 2013, lamenta AHRESP

Luís Duarte - AHRESP1Entre 2012 e 2013 foram cerca de 40 os restaurantes e similares que fecharam nos Açores, na sua maioria na ilha de São Miguel. Um número “assustador”, segundo classifca o presidente da Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), nos Açores, que defende que 2014 terá de ser um ano de mudanças para melhorar a actual conjuntura de crise.
Em entrevista ao Diário dos Açores, Luís Duarte, também ele proprietário de um restaurante em Ponta Delgada, referiu que estes encerramentos levaram “famílias inteiras para o desemprego”.
“O empresário não tem direito a subsídio de desemprego, fica pura e simplesmente sem nada. Muitas vezes é o fruto do trabalho de uma vida inteira que vai por água abaixo”, lamentou, referindo que é necessário apostar numa maior formação dos pequenos empresários para evitar que determinadas situações atinjam patamares irreversíveis, como endividamento com a banca, finanças ou segurança social,
Em 2014, a taxa do IVA para o sector da restauração vai manter-se na taxa máxima, ao contrário do que era esperado. Além disso, as novas alterações na Lei das Finanças Regionais prevêem que as regiões autónomas dos Açores e da Madeira só possam diminuir as taxas nacionais do IRS, IRC e IVA até ao limite de 20%, a partir do próximo ano, quando actualmente podiam ir até aos 30%. Nas ilhas açorianas, o IVA passará de 16 para 18%.
“As pessoas não estão bem a ver em que é que isto vai dar. Nós já temos dificuldade em pagar 16% de IVA. Quando chegarmos a Janeiro e começarmos a pagar 18% isto não vai ser fácil”, alertou Luís Duarte.
A restauração até agora não mexeu em preços para o consumidor, mas a partir de Janeiro, poderá fazê-lo. “Quando as empresas não aumentam os preços ao consumidor, têm que utilizar as receitas obtidas para pagar o imposto. É isso que muitos restaurantes fazem agora, mas, em 2014, cada qual saberá o que fazer no seu estabelecimento. É muito provável que aumentem preços, porque não se pode suportar mais isso”, salientou o empresário.
Segundo o presidente da AHRESP, a maioria dos restaurantes funciona, neste momento, com os serviços mínimos. “Os restaurantes estão com muita dificuldade em manter as portas abertas devido à falta de pessoal”, referiu. O desemprego no sector é uma preocupação, pois “não há dinheiro para contratar mais pessoas”.
Apesar da aposta do Governo Regional dos Açores na área do emprego, com a implementação de programas que apoiam a contratação, Luís Duarte alerta para o facto de a maioria dos restaurantes não poder candidatar-se. “Nenhuma das medidas do governo nos ajuda. Basta ter incidentes com a banca, dívidas fiscais ou dívidas à segurança social, para invalidar a candidatura. Há uma lista interminável de burocracias para aceder aos programas que muitos não podem cumprir”, sublinhou. Luís Duarte diz que “há que dar a volta à situação” e defende a necessidade de uma maior abertura no acesso aos programas de apoio ao emprego.

Restaurantes vs. Snack-bares
Entre restaurantes, bares e snack-bares, são os restaurantes que se ressentem mais com a crise. “É uma situação transversal a todos, mas a uns mais do que outros. Porque o custo de uma empresa de restauração é muito elevado pelas responsabilidades que tem que assumir perante diversas entidades, como câmaras municipais, finanças, segurança social. São custos muito elevados”, revelou o empresário.
De acordo com a AHRESP, neste momento, os almoços estão com quebras acima dos 70%. “Não vendemos o bife, mas o bife está lá. Foi comprado, custou dinheiro. Depois temos de pagar luz, água, pessoal. Tudo isto são grandes custos para uma empresa que não está a facturar”, explicou Luís Duarte. “As pessoas não pensaram que a crise fosse piorar tanto a situação do sector da restauração”.
Por sua vez, os bares também não têm a vida facilitada. No concelho de Ponta Delgada, a aposta em bares é “muito pouca”, porque os impostos são “altíssimos” e a animação tem um custo “insuportável”, refere o empresário.
“Eu, pessoalmente e em nome da AHRESP, considero isto um roubo. Têm que pagar mil e uma taxas para terem música a passar no bar com a autorização devida. Mas os pagamentos têm de ser feitos, caso contrário surgem as multas e os equipamentos apreendidos”, referiu, frisando tratar-se de uma situação  que “inibe os empreendedores para a abertura de novos bares de animação nocturna”.
Quanto aos snack--bares, estes trazem uma concorrência “penalizadora” para os restaurantes. “Nos restaurantes tradicionais são feitos grandes investimentos, na ordem dos milhares de euros, a nível de cozinha. E depois temos os snackbares a trabalhar com microondas”, aponta Luís Duarte.
“Vemos os snack-bares cheios e os restaurantes vazios”, observou, lamentando que o consumidor não saiba, por vezes, avaliar os dois espaços. “As pessoas vão aos snack-bares e pagam para comer em pé, quando quase ao mesmo preço, poderiam sentar-se num restaurante e almoçar”.

Manter a qualidade do sector
A principal preocupação da AHRESP, neste momento, passa por manter a qualidade da restauração na região.
“Os Açores, a nível nacional, estão num patamar muito elevado, em termos de qualidade, de serviços e em termos gastronómicos. E não queremos baixar isso”. Luís Duarte afirma que, apesar das dificuldades, manter a qualidade “não é uma luta perdida”.
“A AHRESP vai focar-se, em 2014, na formação do empresário. Queremos arranjar várias sinergias para que possam ter um negócio mais estável. Queremos uma melhor gestão nos negócios familiares”, afirmou. Para o responsável, a prevenção poderá ajudar muitos donos a evitar o fecho dos seus estabelecimentos.

Natal já não é o que era
Anteriormente, a época de natal era sinónimo de mais receitas. Hoje, o cenário é diferente. “A vantagem que existia na quadra natalícia era a realização das festas das empresas. Antes não tínhamos capacidade para absorver todas e neste momento contamos pelos dedos as reservas”, revela o presidente da AHRESP.
“Se não há dinheiro as pessoas não podem gastar. E, à parte de não haver dinheiro, há também um medo instalado. As pessoas não sabem o que vai acontecer no dia de amanhã por isso têm receio de gastar”, explica o empresário de restauração.
Apesar dos encerramentos, 2013 foi um ano “bastante positivo” em termos turísticos para o arquipélago. Luís Duarte relembrou que, até Março e Abril, o cenário era “desastroso”, mas depois registou-se uma melhoria surpreendente.
“Ninguém imaginava o que iria acontecer durante o período maior de negócio que é o Verão”, revelou o presidente da AHRESP que comparou 2013 ao ano de 2007. Segundo o empresário, desde há seis anos que a região não atingia um “patamar tão positivo”.
A melhoria, defendeu Luís Duarte, deveu-se ao aumento do fluxo de turistas para a região, sobretudo do estrangeiro. “Houve uma quebra muito acentuada no que toca à vinda de  portugueses para os Açores, mas por outro lado, uma crescente bastante boa da parte dos estrangeiros. A aposta que tem sido feita no mercado americano, julgo que finalmente terá grandes benefícios para os empresários açorianos”, referiu. O responsável pela AHRESP espera que o próximo ano seja como 2013, em termos de turismo, mas sublinhou que  “há ainda muito a corrigir”.
O presidente da AHRESP defende que o futuro dos Açores depende do investimento que for feito em termos turísticos. “Se queremos manter, nos próximos 10 anos, alguma estabilidade em termos de emprego, não temos alternativa senão investir no turismo”, frisou, acrescentando tratar-se de um sector que vai trazer para a região “benefício imediato”. “Todos os outros sectores são investimentos já feitos a médio e longo prazo, mas, em efeitos imediatos, será pela via do turismo que se vai atenuar este desmesurado desemprego”, referiu.

Alexandra Narciso

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