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Detido homem na posse de arma branca

pspA Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve na passada segunda-feira, dia 6 de Março, um homem, em Rabo de Peixe, por posse de uma arma branca.
O indivíduo, de 37 anos de idade, tinha na sua posse uma navalha de abertura automática, com o comprimento total 19.30 cm sendo que de lâmina, atinge os 8.50 cm.
A PSP salienta, no relatório de actividade policial, que “o detido foi abordado na via publica por ser um indivíduo que faz do furto modo de vida e realiza muitas ameaças contra as pessoas empunhando armas brancas”.
Entretanto, nas Capelas, foi realizada uma operação de fiscalização rodoviária. Foram fiscalizados 68 veículos e detectadas cinco infracções de natureza contraordenacional, por condução sob a influência de álcool, falta de inspecção periódica obrigatória do veículo e falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.
Quanto à sinistralidade rodoviária, a PSP registou a ocorrência de cinco acidentes de viação, na segunda-feira, dos quais resultaram sete feridos ligeiros e danos materiais.

Lapas continuam em risco de extinção devido à “apanha exagerada”...

lapaSinais de exploração estão presentes em todas as ilhas do arquipélago, não havendo, por isso, uma ilha específica onde a sobre-exploração é mais visível ou onde o risco de extinção é maior. Em entrevista ao Diário dos Açores, a investigadora responsável pelo projecto PatelGene, Ana Neto, considera que “a principal salvaguarda deste recurso está na sensibilização da população açoriana”



 

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PSP detém homem por furto em estabelecimento

pspA Esquadra de Investigação Criminal da PSP de Ponta Delgada deteve, em flagrante delito, na terça-feira, um homem, de 38 anos de idade, por furto no interior de um estabelecimento.
Ao detido foram apreendidos diversos artigos de artesanato, feito em osso de baleia, no valor de 290 euros. Após ter sido presente a primeiro interrogatório judicial, foi aplicada a medida de coacção de prisão preventiva ao autor do furto.
Entretanto, a PSP de Rabo de Peixe deteve dois homens, de 21 e 29 anos de idade, por posse de arma proibida na via pública, nomeadamente arma branca.
Foi ainda detido outro homem, de 31 anos de idade, por ofensas à integridade física de cidadãos civis e resistência e coacção a um Agente de Autoridade.
Já a Esquadra da Ribeira Grande deteve, por desobediência, um homem, de 24 anos de idade, por condução de um veículo automóvel, com a carta de condução apreendida.
No mesmo dia, a Esquadra de Trânsito deteve, por desobediência, um mulher de 36 anos de idade, por condução de um veículo, encontrando-se impedida de o fazer por um período de 12 horas.
A PSP deteve ainda um homem, da mesma idade, por conduzir sob influência de álcool, apresentando uma taxa de álcool no sangue de 2.16 g/l.
Em Angra do Heroísmo, foram apreendidas a um homem, maior de idade, 4.4 doses de haxixe, tendo sido elaborado o correspondente auto de notícia por contraordenação. O indivíduo foi ainda notificado para comparecer na comissão para a dissuasão da toxicodependência local.
Já na Horta, na sequência de uma queimada, foram elaborados dois autos de contraordenação, por falta de comunicação prévia aos Bombeiros e por não existirem no local meios de primeira intervenção contra incêndio.
Quanto à sinistralidade rodoviária, na terça-feira, a PSP registou a ocorrência de 11 acidentes de viação no arquipélago, dos quais resultaram três feridos ligeiros e danos materiais.

Trabalhadores da EDA criticam tabela da remuneração complementar

EDAO presidente da Comissão de Trabalhadores da eléctrica açoriana criticou sexta-feira que a tabela para pagamento da remuneração complementar na EDA seja “inferior” à da função pública.
“O senhor vice-presidente apresentou a tabela na passada quarta-feira. Essa tabela, para surpresa nossa, é inferior à função pública, portanto, não vem resolver de todo o nosso problema”, afirmou António Melo aos jornalistas, no final de um plenário que juntou cerca de 250 trabalhadores em Ponta Delgada.
Segundo a agência Lusa, na quarta-feira, o vice-presidente do Governo Regional, Sérgio Ávila, anunciou que o executivo açoriano vai estender às empresas públicas regionais a remuneração complementar.
António Melo disse que a tabela apresentada pelo governante para a EDA “só foi analisada à posteriori” e depois de efectuadas comparações com a administração regional concluíram que os trabalhadores da EDA “recebem 20 a 30 euros menos do que a restante função pública”.
António Melo reiterou que os funcionários da EDA querem ser equiparados à solução encontrada, na República, para a Caixa Geral de Depósitos e TAP.
“Se há adaptações para uns, tem de haver para nós”, alegou.
O presidente da Comissão de Trabalhadores da EDA adiantou que será pedido o agendamento de uma reunião com a administração da EDA, a quem compete prosseguir as negociações.
“Tenho dificuldade em perceber como é que em 2013 o vice-presidente do Governo Regional esteve na mesa das negociações com os portos e com a SATA. Neste momento a postura para 2014 é a de remeter tudo para as administrações”, afirmou António Melo.
Segundo explicou Sérgio Ávila na quarta-feira, a remuneração complementar será aplicada no sector empresarial público dos Açores de modo a que “o impacto nos salários base” dos trabalhadores seja “exactamente o mesmo” que existe na administração pública regional.
O executivo açoriano fará publicar resoluções, para cada empresa, com este objectivo, explicou Sérgio Ávila, dizendo que a tabela a aplicar em cada caso não será exactamente a mesma devido às “especificidades” das “estruturas remuneratórias” de cada uma delas.
A remuneração complementar (também conhecida como subsídio de insularidade) existe há mais de dez anos nos Açores, tendo o orçamento regional de 2014 alargado a sua abrangência aos salários base até 3.050 euros.
O orçamento dos Açores de 2014 abriu ainda a possibilidade de ser estendida ao sector empresarial regional por decisão do Conselho do Governo Regional.

Carros para abate em 2013 aumentaram 3,5% nos Açores – quase o dobro da média nacional

abate de carrosNo ano passado foram entregues 1442 Viaturas em Fim de Vida (VFV) nos centros da região, contra os 1393 de 2012, o que representa uma subida de 3,5%, cerca do dobro da média nacional. O Opel Corsa foi o modelo com mais unidades entregues para abate, com 108 carros, seguindo-se o Renault Clio com 88, o Ford Fiesta com 67 e o Fiat Punto com 54.
Os dados foram-nos facultados pela Valorcar, uma entidade privada, sem fins lucrativos, que gere uma rede nacional de centros de abate de VFV, actualmente composta por 79 centros licenciados pelo Ministério do Ambiente, que estão espalhados em todos os distritos do continente (69) e nas regiões autónomas dos Açores (nove) e da Madeira (um). No arquipélago açoriano existem “dois centros em S. Miguel, dois na Terceira e um em cada uma das seguintes ilhas: Graciosa, Santa Maria, Pico, Flores e Corvo. Faltam apenas S. Jorge e Faial”, disse-nos Ricardo Furtado, director-geral da empresa, acrescentando que “os centros da Graciosa, Flores e Corvo estão integrados nos centros de gestão de resíduos que o Governo Regional anda a construir em todas as ilcarros abate 2has”.
Na região, várias empresas pertencem à Rede Valorcar, entre elas a EQUIAMBI, a RESIAÇORES a José Miguel Pedroso Nunes & Filhos, Lda. e a Serralharia do Outeiro, esta última considerada a empresa do mês de Janeiro pela Sociedade de Gestão de Veículos em Fim de Vida.
Em termos nacionais, o número de veículos entregues para abate também aumentou no ano passado (1,7%), face a 2012, para 57.780 unidades, consolidando a tendência de subida iniciada há dois anos. Estes números estão, no entanto, ainda abaixo das 80 mil viaturas que se abatiam quando vigorava o Programa de Incentivo ao Abate, extinto no final de 2010. Relativamente aos VFV recebidos, mantém-se a tendência de aumento da sua idade média, que é, agora, superior a 19 anos. Depois de entregues para abate, os VFV são desmantelados com vista à reutilização de diversas peças e à reciclagem de vários materiais. Os metais, que representam cerca de 75% de um VFV, são fundidos e posteriormente reutilizados no fabrico de vigas para a construção civil, enquanto a borracha dos pneus é usada em pavimentos para parques infantis ou relvados sintéticos, os plásticos são transformados em vasos para plantas ou mobiliário urbano (como bancos de jardim ou passadeiras de praia) e os vidros são reaproveitados na indústria cerâmica.
A entrega de um VFV num centro de abate é gratuita e é a única forma de o proprietário deixar de pagar o Imposto Único de Circulação (IUC), assegurando que os respectivos registos de propriedade e matrícula serão cancelados, além de garantir um tratamento ambientalmente adequado para o veículo.

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