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PS/Açores acusa Governo de “esconder a realidade” e lembraque os alunos dos Açores obtiveram resultados abaixo da média nacional em 14 disciplinas

O Grupo Parlamentar do PS/Açores (GPSS) “lamenta a tentativa do Governo Regional de esconder a realidade dos resultados dos exames nacionais de 2025 com mensagens publicitárias que omitem o essencial: os alunos açorianos obtiveram notas inferiores à média nacional em 14 das 22 disciplinas avaliadas no ensino secundário”, referem os parlamentares socialistas, em comunicado.
O GPPS salienta que, embora os Açores apresentarem médias superiores em apenas oito disciplinas, os dados oficiais demonstram que “a Região recuou em termos globais, acompanhando uma tendência de descida nacional, mas agravando os seus próprios resultados face ao ano anterior.
“Ainda assim, o Governo opta por um discurso de propaganda em vez de assumir a responsabilidade pelas fragilidades que persistem no sistema educativo regional”, evidencia Inês Sá, deputada do Grupo Parlamentar do PS/Açores.
“O que deveria preocupar a Secretária Regional da Educação é o facto de a maioria dos exames revelar médias açorianas abaixo das nacionais e não apresentar esse resultado como um feito político”, critica a socialista, sublinhando que “este resultado traduz um claro sinal de que os alunos açorianos continuam a ser prejudicados por um sistema que falha na equidade e na qualidade”, diz a deputada, citada no comunicado.
Inês Sá recorda ainda que as alterações ao modelo de exames implementadas este ano, com a obrigatoriedade de todos os alunos realizarem três provas para conclusão do secundário, exigiam uma preparação atempada e eficaz por parte do Governo Regional, que não se verificou.
“Mais do que celebrar resultados pontuais, o Governo deve assumir um compromisso sério com a melhoria do ensino, apoiando as escolas, os professores e os alunos de forma contínua e estruturada”, defendeu a deputada.
“Fingir que estamos no bom caminho quando se regista um desempenho abaixo da média nacional em 64% das disciplinas é desresponsabilizar-se de uma função essencial: garantir igualdade de oportunidades aos jovens açorianos”, concluiu Inês Sá.

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