No âmbito da Walk&Talk – Bienal das Artes, o Teatro Micaelense acolhe, a 8 de Novembro, “Bando”, uma co-criação do 37.25 – Núcleo de Artes Performativas com Daniela Cruz e Nuno Preto.
“O futuro é um lugar enfadonho”: A partir deste ponto de partida, a obra imagina a abundância como uma sala de espelhos — a levitar sobre lugares-comuns, a mover-se sem travões, frágil e imparável.
Reflecte sobre o nosso tédio em relação ao futuro e aos seus excessos, perguntando o que resta quando já não é possível reparar. E, ainda assim, dentro desse tédio, “Bando” insiste na possibilidade da abundância e das suas múltiplas formas.
“Bando” é uma nova comissão do 37.25 Núcleo de Artes Performativas, colectivo fundado por bailarinos de São Miguel, que se tornou uma plataforma central da dança contemporânea nos Açores. Enraizado no património e na geografia da ilha, o seu trabalho desenvolve-se pela via da interdisciplinaridade e de colaborações entre diferentes campos artísticos.
O espectáculo é apresentado em duas sessões, uma às 17h00 e outra (já esgotada) às 21h30. A plateia é montada no palco, pelo que a lotação é reduzida.
