Como destino par a as celebrações da Passagem de Ano, as regiões dos Açores e do Oeste e Vale do Tejo são as que, no território nacional, “apresentam expectativas menos favoráveis”, com a maioria dos hoteleiros a antecipar uma ocupação inferior. Na Grande Lisboa, as expectativas encontram-se repartidas entre cenários piores, iguais e melhores.
Até 12 de dezembro, data de fecho do mais recente inquérito da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), os valores mais elevados de taxas de reserva o Ano Novo registaram-se na Madeira, com 79%. Já na Grande Lisboa, as taxas de reserva situaram-se nos 44% para o Natal e nos 58% para o Ano Novo.
Para a passagem de ano, as taxas de reserva mais elevadas à data do inquérito registam-se na Madeira (79%) e na Grande Lisboa (58%). Na região da Madeira e do Alentejo, 61% e 58% dos hoteleiros, respetivamente, antecipam uma taxa de ocupação “Melhor” ou “Muito Melhor” face à passagem de ano anterior. As regiões dos Açores e do Oeste e Vale do Tejo “apresentam expectativas menos favoráveis”.
De acordo do mesmo levantamento e repercutido pela Publituris, relativamente à estada média, cerca de metade dos hoteleiros da Madeira considera que será inferior à do Ano Novo anterior, situação que a associação atribui “ao facto de a passagem de ano ocorrer a meio da semana”.
O inquérito “Perspetivas Natal & Réveillon 2025” foi realizado entre 24 de novembro e 12 de dezembro, contando com uma amostra de 261 estabelecimentos hoteleiros, distribuídos pelas regiões Norte (13%), Centro (11%), Oeste e Vale do Tejo (8%), Grande Lisboa (32%), Península de Setúbal (3%), Alentejo (7%), Algarve (9%), Açores (4%) e Madeira (13%).
O inquérito foi realizado pelo Gabinete de Estudos e Estatísticas, junto dos empreendimentos turísticos associados da AHP.
