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Chega critica postura da República e pede requalificação das esquadrasda Madeira e Açores

O grupo parlamentar do Chega à Assembleia da República apresentou uma proposta que pede a requalificação das esquadras da PSP localizadas na Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.
Numa nota à imprensa, o partido considera que as instalações estão “ao abandono e não garantem condições mínimas de dignidade aos agentes nem segurança às populações”.
No mesmo documento, o Chega salienta que a PSP enfrenta há anos uma carreira desvalorizada, marcada por falta de progressão, baixos salários e condições de trabalho “inadmissíveis num Estado de Direito”. Diz o partido que tal situação é resultado directo da “má gestão contínua” de sucessivos governos, que, “durante décadas, não investiram nem modernizaram a infra-estrutura policial das regiões autónomas”.
Francisco Gomes, eleito pela Madeira, critica ainda a postura da direcção Nacional da PSP, que considera “silenciosa, conformada e incompetente”, “incapaz de defender os seus próprios profissionais ou de denunciar as condições degradantes em que muitos trabalham” e acrescenta que “muitas esquadras na Madeira e nos Açores estão a cair aos pedaços”. Mais diz que “Isto é uma vergonha nacional! A PSP tem sido maltratada por anos de negligência do governo e por uma Direcção Nacional que assobia para o lado”, garantindo que o Chega quer “pôr fim a este escândalo”.
Por sua vez, a deputada Ana Martins, eleita pelos Açores, afirma que as condições actuais colocam em causa o funcionamento normal dos serviços policiais e a segurança de agentes e cidadãos, sublinhando que as regiões autónomas têm sido esquecidas.

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