Edit Template

Francisco César exige aplicação imediata da nova Lei da Continuidade Territorial a partir de 6 de Junho

O Presidente do PS/Açores, Francisco César, exigiu ontem a aplicação imediata da nova Lei da Continuidade Territorial, publicada, ontem, em Diário da República, considerando que a sua entrada em vigor representa “uma vitória dos Açorianos” e o fim de um modelo que criou injustiças no acesso ao Subsídio Social de Mobilidade.
Em conferência de imprensa, Francisco César recordou que a lei entra em vigor a 6 de Junho e esclareceu que nenhuma adaptação administrativa, informática ou regulamentar pode servir de justificação para atrasar a sua aplicação.
“Uma portaria não está acima de uma lei da Assembleia da República. A partir de 6 de Junho deixam de poder ser aplicadas regras que a nova lei eliminou”, afirmou.
O líder socialista destacou que a nova legislação põe fim ao limite máximo de 600 euros no custo elegível dos bilhetes, elimina os cortes aplicados em função da modalidade tarifária, acaba com a exigência de regularidade tributária ou contributiva para acesso ao apoio e permite que a factura seja suficiente para solicitar o reembolso.
Francisco César sublinhou ainda que a própria lei prevê mecanismos alternativos de tramitação enquanto a plataforma não dispuser de todas as funcionalidades necessárias.
“A lei não diz para esperar pela plataforma. Diz exactamente o contrário. Se a plataforma não estiver pronta, a entidade gestora tem de garantir outros meios para assegurar o pagamento do subsídio segundo as novas regras”, salientou.
O Presidente do PS/Açores deixou um aviso ao Governo da República para que garanta a aplicação da lei desde o primeiro dia da sua vigência e criticou a passividade do Governo Regional ao longo de todo o processo.
“Os Açorianos não podem ser prejudicados pela incapacidade operacional do Estado. A continuidade territorial é um direito dos Açorianos e não uma concessão administrativa”, afirmou.
Francisco César garantiu que o PS continuará a acompanhar a aplicação da nova legislação, lembrando que já apresentou uma participação junto do Provedor de Justiça para salvaguardar o cumprimento dos direitos dos Açorianos.
“O Estado tem de cumprir a lei. Esta foi uma conquista importante para os Açores e não permitiremos que atrasos ou interpretações abusivas retirem aos cidadãos os direitos que acabaram de ser consagrados”, concluiu.

Edit Template
Notícias Recentes
Director-geral da Autoridade Marítima aponta Açores como ponto-chave nas rotas atlânticas
Santa Clara convoca accionistas para decidir transformação de suprimentos em prestações assessórias de capital
Detido suspeito do crime de posse de arma proibida no concelho da Ribeira Grande
Ordem dos Enfermeiros defende vigilância da gravidez de baixo risco assegurada por enfermeiros especialistas
Lagoa apresenta plano municipal para a infância e assinala Dia Internacional do Brincar com seminário dedicado à aprendizagem
Notícia Anterior
Proxima Notícia

Copyright 2026 Diário dos Açores