Os aeroportos dos Açores receberam 186.824 passageiros desembarcados em Maio de 2026, menos 12,7% do que no mesmo mês do ano anterior, segundo os dados divulgados pelo Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA), no destaque mensal sobre transportes aéreos. A quebra foi sentida em todos os tipos de voo. Nos voos interilhas, que continuaram a representar a maior fatia do movimento de passageiros desembarcados, chegaram aos aeroportos da Região 81.790 passageiros, menos 6,1% em termos homólogos. Nos voos territoriais, isto é, ligações com origem ou destino em Portugal Continental ou na Madeira, desembarcaram 76.751 passageiros, o que corresponde a uma descida de 17,6%. Já os voos internacionais registaram 28.283 passageiros desembarcados, menos 16,3% face a Maio de 2025.
De acordo com o SREA, os voos interilhas concentraram 43,8% do total de passageiros desembarcados nos Açores em Maio, seguindo-se os voos territoriais, com 41,1%, e os voos internacionais, com 15,1%.
O movimento de passageiros embarcados também recuou. Em Maio, embarcaram nos aeroportos dos Açores 184.184 passageiros, menos 12,3% do que no mesmo mês do ano anterior. Nos voos interilhas foram contabilizados 82.664 passageiros embarcados, uma redução homóloga de 5,3%. Nos voos territoriais embarcaram 76.225 passageiros, menos 18,3%, enquanto nos voos internacionais o número de passageiros embarcados foi de 25.295, traduzindo uma descida de 14,3%. Por ilha, apenas o Corvo registou uma variação homóloga positiva no número de passageiros desembarcados, com uma subida de 27,5%. Todas as restantes ilhas apresentaram quebras: São Miguel recuou 16,3%, Terceira 9,6%, São Jorge 8,8%, Flores 8,2%, Santa Maria 7,3%, Faial 4,7%, Graciosa 3,9% e Pico 2,9%.
São Miguel manteve-se como a principal porta de entrada aérea da Região, com 108.302 passageiros desembarcados em Maio, o equivalente a 58,0% do total regional. Seguiram-se a Terceira, com 38.355 passageiros, representando 20,5% do total, o Faial, com 12.779 passageiros, ou 6,8%, e o Pico, com 10.170 passageiros desembarcados, correspondentes a 5,4%.
