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Bolieiro pede aos açorianos uma “vitória robusta”

O Presidente do PSD-Açores José Manuel Bolieiro pediu ao povo açoriano para que dê à coligação PSD/CDS/PPM um mandato com “estabilidade política e governativa”, de forma a “consolidar as medidas públicas em curso na Região”.
“O que agora humildemente peço é que, a partir de 4 de Fevereiro, o povo nos dê estabilidade política e governativa, para que haja previsibilidade e duração nas políticas públicas e consistência nos seus resultados”, sublinhou.
O líder da Coligação PSD/CDS/PPM discursava sábado à noite num comício no pavilhão da Associação Agrícola de São Miguel em que foram apresentados os cabeças de lista pelas nove ilhas dos Açores.
José Manuel Bolieiro não tem dúvidas de que “a consistência das políticas e a sua duração é que asseguram o sucesso, resultados positivos e consolidados”, disse.
Para tal, “é fundamental termos uma vitória robusta para podermos voltar a colocar os Açores acima das tricas partidárias e politiquices dos outros partidos”, reforçou.
Ciente de que “estávamos num rumo de mudança que estava a melhorar a vida dos açorianos”, acusa o PS por ter interrompido a sua governação que, “com a oposição urdiu uma estratégia de gabinete para rejeitar o melhor Orçamento da legislatura”, realçou o Presidente Bolieiro.
“O Orçamento para 2024, que foi chumbado, previa um valor um investimento de 2000 milhões de euros. Para continuar e reforçar as boas medidas do nosso Governo. Só os interesses partidários e pessoais, que ignoram o interesse dos açorianos, é que justificaram aquele chumbo”, lamentou. E depois, em plena pré-campanha, o PS, pela voz de Vasco Cordeiro, “para ganhar votos, pretende fazer e dar continuidade ao que o meu Governo realizou em 2021, 2022 e 2023”, mesmo em relação ao Orçamento para 2024, que chumbou, numa tentativa “de enganar os distraídos”.
“Isto é descaramento. É incoerência. Não é normal”, acusou José Manuel Bolieiro, acrescentando: “votou contra, mas agora toma como boas as nossas propostas, que nunca realizou em oito anos de governo, que criticou e chumbou repetidamente”.
Para o líder do PSD/CDS/PPM, “enquanto o Partido Socialista parte para estas eleições com intenção de fazer esquecer o seu passado e currículo de competências, nós queremos lembrar o que fizemos”.
Elencando a implementação das políticas públicas na Região, assume ter “orgulho no que já fizemos e temos motivação para fazer o tanto que ainda queremos fazer pelos Açores. Continuar e prosseguir, inovando e fazendo melhor e diferente é o que interessa ao nosso futuro”.
Desde a baixa de impostos em 30%, contra a vontade do PS, passando pela criação da ‘Tarifa Açores’ que emitiu 750 mil bilhetes, ao crescimento económico durante 32 meses consecutivos, ao término dos rateios na atribuição de fundos comunitários, à redução da precariedade do vínculo laboral dos professores, e valorização das carreiras dos profissionais de Saúde, José Manuel Bolieiro lembrou tratar-se de medidas que o “PS nunca fez, esteve e está contra isso”.
É factual igualmente que “nos anos de 2021 e de 2022, o crescimento médio anual do Produto Interno Bruto foi de 7,1%, enquanto o do país foi de 6,2%. Isto é, convergimos com o país”, enalteceu.
Outro indicador muito positivo, prende-se com o facto de termos “agora o maior número de pessoas empregadas de sempre – 118 600 pessoas. O desemprego diminuiu”, disse.
Medidas estas que abrangeram os Açores, com expressão significativa na ilha de São Miguel: “com o meu Governo, 572 professores passaram ao quadro de efectivos, dos quais mais de 400 em São Miguel”.
“Contratámos mais 582 trabalhadores de acção educativa, 260 de São Miguel”, continuou.
Ao nível do apoio social escolar, José Manuel Bolieiro apontou que “passou de 9,4 milhões de euros em 2019 para cerca de 12 milhões em 2023, nos Açores”, metade dos quais foram investidos em São Miguel.
Em 2020, a creche gratuita abrangia 590 crianças na Região, chegando a mais de 4000 em 2023, 3200 das quais em São Miguel, enumerou.
O complemento para aquisição de medicamentos pelos idosos – COMPAMID – era de um milhão de euros em 2019, aumentando para 7,5 milhões de euros com o Governo liderado por José Manuel Bolieiro para mais 19.000 beneficiários, 12.000 dos quais de São Miguel. Isto com a facilidade de ser descontado diretamente aquando da aquisição, ao contrário do que sucedia no passado socialista.
Em relação ao Complemento Regional de Pensão – conhecido como “cheque-pequenino” -, o seu valor era de 54 euros mensais – sem qualquer actualização desde 2017 -, passando a 97 euros mensais com a governação da Coligação, correspondendo a uma subida de 80%.
“Nos Açores, foram investidos em 2023, 32,3 milhões de euros. Em São Miguel, somaram 16,7 milhões de euros”, frisou José Manuel Bolieiro.
No seu discurso, não ficou esquecido também “o esforço de devolver a dignidade” aos profissionais de saúde, desde médicos, a enfermeiros, técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica, assim como aos assistentes operacionais.
“Contrataram-se mais 258 profissionais: 85 médicos, 148 enfermeiros e 25 técnicos superiores de diagnóstico”, nos últimos três anos, indicou o Presidente. “Hoje 93% dos açorianos têm médico de família. Em São Miguel, são abrangidos 97% dos utentes”, recordou.
No sector da actividade portuária, destacou o investimento em curso de 71 milhões de euros, 40 milhões dos quais alocados no Porto de Ponta Delgada, “incluindo a obra e seu apetrechamento com uma nova grua e um novo rebocador”.
No sector do Turismo, “temos registado, como nunca, uma vitalidade e um dinamismo, que atestam que o rumo que temos seguido está correto”, reiterou, sublinhando que “somos o primeiro arquipélago do mundo a ser considerado destino turístico sustentável.”
“Em 2023, desembarcaram nos aeroportos dos Açores 2,1 milhões de passageiros, o maior número de sempre. Em São Miguel, foram destes 1,2 milhões de passageiros, mais 12% que em São Miguel”, constatou.
A evolução positiva e de sucesso que se verificou nos diversos sectores de atividade económica nos Açores, nos últimos três anos, são a prova de que a aposta “num perfil de governação com diálogo aberto e construtivo de todos”, constituem o rumo que se pretende no futuro.
Portanto, votar no PS, “é andar para trás, fazer regressar a má governação não é uma boa escolha. Somos a escolha certa, porque somos futuro”, concluiu José Manuel Bolieiro.

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