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Três empresas querem construir os barcos eléctricos para a Atlânticoline

A Atlânticoline recebeu três propostas para a construção dos dois barcos eléctricos, que vão operar nas ilhas do Triângulo.
A Transinsular, um grupo holandês e um consórcio de uma empresa portuguesa com uma chinesa são os três interessados.
Os dois navios eléctricos, no valor de 25 milhões de euros, devem começar a operar em 2026.
Os navios, que irão transportar passageiros e viaturas, deverão operar no canal Horta/Madalena e no canal Velas/São Roque e serão movidos inteiramente a energia elétrica, segundo a empresa, que tenciona que as embarcações integrem a operação da empresa em 2026.
A construção dos dois navios elétricos tem como objectivo “descarbonizar a operação da empresa no Triângulo”, sublinha a Atlânticoline.
Além das construções, certificações, homologações e aprestamentos dos navios, o contrato abrange a realização e desenvolvimento dos projectos, ensaios e testes.
Actualmente, a frota própria da Atlânticoline é composta por cinco embarcações: a lancha Ariel, com capacidade para 12 passageiros, os navios Cruzeiro das Ilhas e Cruzeiro do Canal, com capacidade para 191 passageiros, e os ferries Mestre Jaime Feijó e Gilberto Mariano, cujas capacidades são, respectivamente, 333 passageiros/13 viaturas e 296 passageiros/10 viaturas.

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