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Licenciamento de construções novas para habitação familiar caiu 31% nos Açores

No 4º trimestre de 2023, foram licenciados 7,3 mil fogos em construções novas para habitação familiar no país, representando um aumento de 1,8% em relação ao 4º trimestre de 2022 (+9,5% no 3º trimestre de 2023) e um crescimento mais significativo em comparação com o mesmo trimestre de 2019 (+ 11,7%).
As regiões do Norte, Centro e Oeste e Vale do Tejo apresentaram variações positivas neste indicador: +28,0%, +17,5% e +5,7%, respectivamente.
A sul da região Oeste e Vale do Tejo, assim como nas Regiões Autónomas, todas as regiões verificaram decréscimos neste indicador.
Os decréscimos mais acentuados foram observados nas regiões da Grande Lisboa (-39,3%) e na Região Autónoma dos Açores (-31,5%).
Em Portugal, no 4º trimestre de 2023, verificou-se uma diminuição de 10,0% na área total licenciada em comparação com o mesmo período do ano anterior (+0,6% no 3º trimestre de 2023).
O Centro e o Norte foram as únicas regiões a registar um crescimento neste indicador, com +17,9% e +4,4%.
Todas as restantes regiões apresentaram variações negativas na área total, destacando-se a Grande Lisboa com o decréscimo mais acentuado (-43,9%).
O Norte manteve-se como o principal impulsionador em todos os indicadores, destacando-se com 38,7% dos edifícios licenciados, 39,6% das construções novas, 36,7% dos edifícios destinados à reabilitação e 49,4% dos fogos licenciados em construções novas para habitação familiar.
O Centro ocupou a segunda posição no licenciamento de edifícios (20,9%), nas construções novas (19,0%), nos edifícios destinados à reabilitação (25,5%) e também nos fogos licenciados em construções novas para habitação familiar (13,4%).
A terceira posição foi ocupada pelo Oeste e Vale do Tejo no que se refere aos edifícios licenciados (+10,9%), às obras licenciadas para reabilitação (+8,7%), e às construções novas (+11,4%).
Já no que diz respeito aos fogos licenciados em construções novas para habitação familiar, a Grande Lisboa ocupou a terceira posição, com 11,1% do total de fogos licenciados concentrados nesta região do país.

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