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CHEGA defende colocação de professores mais eficaz nos Açores

O deputado do CHEGA Açores, José Paulo Sousa, reuniu com o Conselho Executivo da Escola Básica e Secundária das Flores, Escola Padre Maurício de Freitas, onde defendeu a necessidade de haver mais incentivos para cativar e reter professores na ilha das Flores.
A falta de docentes na ilha das Flores é um problema preocupante, de 86 professores colocados, 56 pediram mobilidade para outras ilhas, o que tem prejudicado os alunos na sua aprendizagem e impossibilita outros professores que queiram efectivamente leccionar e permanecer nas Flores, de o fazer, uma vez que as vagas estão ocupadas.
O parlamentar denuncia a situação que considera ser de extrema importância alterar. “A lei está demasiado permissiva. Temos professores colocados nas Flores que nunca compareceram na ilha. Temos de alterar a lei para que os professores trabalhem, pelos menos, durante três anos na escola onde foram colocados até poderem pedir mobilidade”, frisou.
Além disso, defende o parlamentar, “deve ser dada prioridade aos professores que aceitem ficar nas Flores, ou noutras ilhas com problema semelhante, pelo menos três anos. Só depois poderiam pedir mobilidade para outras ilhas”.
O CHEGA também defende que deverão ser efectivados mais apoios à fixação de professores, em especial, nas ilhas mais pequenas e com maior dificuldade para atrair estes profissionais.
“Um apoio à renda, um apoio às viagens, seriam uma forma de incentivar professores a fixarem-se nas Flores, mas também não nos podemos esquecer daqueles professores que já estão cá e que nunca se foram embora. Esses também têm de ter um atractivo para continuarem nas Flores”, afirmou José Paulo Sousa.

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