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Quem tem medo de Gouveia e Melo?

Continua no segredo dos deuses a razão pela qual todos os políticos do sistema partidocrático do retângulo ibérico, temerem tanto a candidatura do Almirante Henrique Gouveia e Melo.
Se era a farda, ele já a tirou; Se é o facto de caminhar na frente das sondagens desde o início, antes mesmo de fazer campanha, os eleitores sondados assim decidiram e não ele próprio.
Está bem claro na Constituição desta Barafunda, que qualquer cidadão de qualquer género se pode apresentar como candidato à presidência da república, desde que tenha cadastro limpo (?) e carácter íntegro (?).
Seguindo estas linhas, Gouveia e Melo mais não fez senão candidatar-se.
Tem cadastro limpo – e até foi condecorado pela última vez por Marcelo Rebelo de Sousa – tem uma folha de serviços prestados com o maior brilhantismo e executou vários comandos no país e fora dele.
Chegou a Almirante de forma íntegra e tão honesta quanto permite o sistema que o fez almirante. Esse mesmo sistema que agora o critica através dos seus vassalos candidatos partidários.
Quando Gouveia e Melo disse que não pertencia ao sistema partidário e apresentava-se como independente, caiu o Carmo e a Trindade entre toda a irmandade do inferno de São Bento. Abriram-se as caixas de pandora e delas saíram todos os diabinhos, comandados pela múmia cavaquista, vice múmia marcelista, bem como todos os servidores partidários de chapéu-na-mão. E tudo isto tem uma ordem. Vejamos:
“As estruturas incluem um líder supremo (como Lúcifer, que pode ter sido deposto e recuperado o título) e demónios de alto escalão como os “Príncipes do Inferno” e “Arquidemónios”, que governam diferentes reinos ou secções. Abaixo deles, existem vários níveis de demónios, como os “Cavaleiros do Inferno”, “Lordes das Profundezas”, “Glacialmas”, “Tormentores” e, no nível mais baixo, demónios menores e espíritos.”
Todos se arvoram em “especialistas da trafulhice” e acusam o almirante de não ter a experiência deles para ser presidente deles e sobretudo com eles.
De facto e vendo bem as coisas, Gouveia e Melo é alto demais para ser presidente de um país tão pequeno. Por isso que a múmia cavaquista, saiu da sua tumba e veio dar este sábio aviso de que: “País pequeno, de gente pequena, requer um presidente pouco, poucochinho e pequenino”.
Mas será que andamos todos a dormir e só a múmia arrepia caminho?

José Soares

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