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Agricultores açorianos representados na grande manifestação em Bruxelas

A Federação Agrícola dos Açores esteve ontem na linha da frente da manifestação que junta milhares de agricultores na capital belga, contra a política agrícola da Comissão Europeia.
Os alvos dos agricultores, oriundos de todos os países da União, são as propostas da nova Política Agrícola Comum (PAC), o Quadro Financeiro Europeu 2028/20234 e as negociações em curso com o Mercosul.
Jorge Rita, que integrou a manifestação, juntamente com outros dirigentes da FAA, disse ontem em Bruxelas que há um preceito adicional que toca aos Açores, que é o POSEI. “Para nós essa é uma questão muito problemática. Em 2028/2034, o POSEI estará englobado nos fundos nacionais e deixamos de ter autonomia, sobre aquilo a que os Açores têm direito”, sublinha.
“Obviamente, temos de nos afirmar e, de uma forma muito assertiva, fazer com que os Açores, Portugal e a Europa, a nível da agricultura, mantenham uma posição muito firme, para que a situação não se agrave nos próximos anos”, vincou.
Os agricultores açorianos partilham das mesmas preocupações dos congéneres da União e o presidente da FAA sustenta que “a proposta da nova Política Agrícola Comum (PAC) da Comissão Europeia “pode ser um desastre para o sector e levá-lo à falência em toda a Europa”.
“Dar sustentabilidade às próprias regiões, como é o caso dos Açores, e ainda garantir alimentos e a segurança alimentar que nos é exigida, não será possível com a redução de verbas, nem com a estratégia que a Comissão Europeia está a definir para o futuro”, conclui Jorge Rita.
O centro de Bruxelas foi invadido ao final da manhã de ontem, por milhares de agricultores, na maior manifestação do sector, de que há memória.

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