A vida velha tem-nos tirado a Paz. Sem esquecer a Ucrânia, o Sudão ou a ameaça mais recente na Venezuela, o exemplo mais gritante e alarmante desta vida velha a que nos querem habituar, é o crime genocida de Israel, suportado pelos EUA e envergonhadamente condenado pela União Europeia. Uma guerra que, desde a contraofensivado Hamas em outubro de 2023, fez 71 000 mortos e 171 000 feridos, principalmente civis palestinianos (mulheres e crianças). Uma guerra que prossegue debaixo de um hipócrita acordo de paz que, segundo a ONU, depois de 10 de outubro passado, já matou mais 400 palestinianos e feriu mais 115, e condena atualmente à fome e à escassez de medicamentos mais de 100 000 crianças e 37 000 grávidas e lactantes.
A vida velha tira-nos a Paz pela boca do super-promovido “doutor sabe tudo”, Durão Barroso, em entrevista recente ao Diário de Notícias, quando afirma do alto do poleiro para onde a finança mundial o alcandorou que se deve pedir aos europeus, Portugal incluído, que aumentem muito (3,5% dos PIB) os seus gastos bélicos e militares, e que isso não é demais até porque “deverá ser provavelmente o maior catalisador do crescimento económico da Europa nos próximos anos” (sic). O mesmo “doutor da finança” que compreende que a NATO no futuro seja baseada mais claramente: “menos em valores(???) e mais em interesses “ (ibidem).
Não! O português comum, está longe destas elites de sabedura doutoral, opressiva e enganadora, e continua justamente à espera, e às claras desde a conquista da Liberdade em Abril de 74, de uma vida nova, tal como o poeta popular António Aleixo preconizava:
À guerra não ligues meia,
porque alguns grandes da terra,
vendo a guerra em terra alheia,
não querem que acabe a guerra.
O português comum, desde a conquista da Liberdade, luta teimosamente contra a vida velha das desigualdades e da pobreza, que os detentores do poder no país e também na nossa região tanto têm alimentado, pelas razões que igualmente António Aleixo tão bem explicava:
És feliz, vives na alta
e eu de ratos como a cobra.
Porquê? Porque tens de sobra
o pão que a tantos faz falta.
E Sérgio Godinho, desde 1974 do lado certo da história e da Liberdade a sério, além de apelar à Paz e ao Pão, também já apelava à Habitação, à Saúde e à Educação, todas elas frentes essenciais à vida nova nascida da Revolução e consagradas na Constituição Portuguesa, mas que a vida velha se esforça por negar aos portugueses em nome dos interesses de minorias privilegiadas.
A pintora Graça Morais na sua obra mais recente, “Anjos do Apocalipse”,mostra saber bem o segredo da vida nova a que temos direito. Acabar com o sofrimento humano resultante “da exploração dos fortes sobre os fracos”, e “chamar a atenção das pessoas, à sua consciência, para olharem com mais empatia e bondade para as outras pessoas que [as] cercam» deixando de cultivar ódios entre iguais e alertando para os perigos das redes sociais, e da difusão de notícias falsas”.
NÃO À VIDA VELHA! VOTOS DE UM BOM ANO NOVO.
A vida velha tem-nos tirado a Paz. Sem esquecer a Ucrânia, o Sudão ou a ameaça mais recente na Venezuela, o exemplo mais gritante e alarmante desta vida velha a que nos querem habituar, é o crime genocida de Israel, suportado pelos EUA e envergonhadamente condenado pela União Europeia. Uma guerra que, desde a contraofensivado Hamas em outubro de 2023, fez 71 000 mortos e 171 000 feridos, principalmente civis palestinianos (mulheres e crianças). Uma guerra que prossegue debaixo de um hipócrita acordo de paz que, segundo a ONU, depois de 10 de outubro passado, já matou mais 400 palestinianos e feriu mais 115, e condena atualmente à fome e à escassez de medicamentos mais de 100 000 crianças e 37 000 grávidas e lactantes.
A vida velha tira-nos a Paz pela boca do super-promovido “doutor sabe tudo”, Durão Barroso, em entrevista recente ao Diário de Notícias, quando afirma do alto do poleiro para onde a finança mundial o alcandorou que se deve pedir aos europeus, Portugal incluído, que aumentem muito (3,5% dos PIB) os seus gastos bélicos e militares, e que isso não é demais até porque “deverá ser provavelmente o maior catalisador do crescimento económico da Europa nos próximos anos” (sic). O mesmo “doutor da finança” que compreende que a NATO no futuro seja baseada mais claramente: “menos em valores(???) e mais em interesses “ (ibidem).
Não! O português comum, está longe destas elites de sabedura doutoral, opressiva e enganadora, e continua justamente à espera, e às claras desde a conquista da Liberdade em Abril de 74, de uma vida nova, tal como o poeta popular António Aleixo preconizava:
À guerra não ligues meia,
porque alguns grandes da terra,
vendo a guerra em terra alheia,
não querem que acabe a guerra.
O português comum, desde a conquista da Liberdade, luta teimosamente contra a vida velha das desigualdades e da pobreza, que os detentores do poder no país e também na nossa região tanto têm alimentado, pelas razões que igualmente António Aleixo tão bem explicava:
És feliz, vives na alta
e eu de ratos como a cobra.
Porquê? Porque tens de sobra
o pão que a tantos faz falta.
E Sérgio Godinho, desde 1974 do lado certo da história e da Liberdade a sério, além de apelar à Paz e ao Pão, também já apelava à Habitação, à Saúde e à Educação, todas elas frentes essenciais à vida nova nascida da Revolução e consagradas na Constituição Portuguesa, mas que a vida velha se esforça por negar aos portugueses em nome dos interesses de minorias privilegiadas.
A pintora Graça Morais na sua obra mais recente, “Anjos do Apocalipse”,mostra saber bem o segredo da vida nova a que temos direito. Acabar com o sofrimento humano resultante “da exploração dos fortes sobre os fracos”, e “chamar a atenção das pessoas, à sua consciência, para olharem com mais empatia e bondade para as outras pessoas que [as] cercam» deixando de cultivar ódios entre iguais e alertando para os perigos das redes sociais, e da difusão de notícias falsas”.
NÃO À VIDA VELHA! VOTOS DE UM BOM ANO NOVO.
A vida velha tem-nos tirado a Paz. Sem esquecer a Ucrânia, o Sudão ou a ameaça mais recente na Venezuela, o exemplo mais gritante e alarmante desta vida velha a que nos querem habituar, é o crime genocida de Israel, suportado pelos EUA e envergonhadamente condenado pela União Europeia. Uma guerra que, desde a contraofensivado Hamas em outubro de 2023, fez 71 000 mortos e 171 000 feridos, principalmente civis palestinianos (mulheres e crianças). Uma guerra que prossegue debaixo de um hipócrita acordo de paz que, segundo a ONU, depois de 10 de outubro passado, já matou mais 400 palestinianos e feriu mais 115, e condena atualmente à fome e à escassez de medicamentos mais de 100 000 crianças e 37 000 grávidas e lactantes.
A vida velha tira-nos a Paz pela boca do super-promovido “doutor sabe tudo”, Durão Barroso, em entrevista recente ao Diário de Notícias, quando afirma do alto do poleiro para onde a finança mundial o alcandorou que se deve pedir aos europeus, Portugal incluído, que aumentem muito (3,5% dos PIB) os seus gastos bélicos e militares, e que isso não é demais até porque “deverá ser provavelmente o maior catalisador do crescimento económico da Europa nos próximos anos” (sic). O mesmo “doutor da finança” que compreende que a NATO no futuro seja baseada mais claramente: “menos em valores(???) e mais em interesses “ (ibidem).
Não! O português comum, está longe destas elites de sabedura doutoral, opressiva e enganadora, e continua justamente à espera, e às claras desde a conquista da Liberdade em Abril de 74, de uma vida nova, tal como o poeta popular António Aleixo preconizava:
À guerra não ligues meia,
porque alguns grandes da terra,
vendo a guerra em terra alheia,
não querem que acabe a guerra.
O português comum, desde a conquista da Liberdade, luta teimosamente contra a vida velha das desigualdades e da pobreza, que os detentores do poder no país e também na nossa região tanto têm alimentado, pelas razões que igualmente António Aleixo tão bem explicava:
És feliz, vives na alta
e eu de ratos como a cobra.
Porquê? Porque tens de sobra
o pão que a tantos faz falta.
E Sérgio Godinho, desde 1974 do lado certo da história e da Liberdade a sério, além de apelar à Paz e ao Pão, também já apelava à Habitação, à Saúde e à Educação, todas elas frentes essenciais à vida nova nascida da Revolução e consagradas na Constituição Portuguesa, mas que a vida velha se esforça por negar aos portugueses em nome dos interesses de minorias privilegiadas.
A pintora Graça Morais na sua obra mais recente, “Anjos do Apocalipse”,mostra saber bem o segredo da vida nova a que temos direito. Acabar com o sofrimento humano resultante “da exploração dos fortes sobre os fracos”, e “chamar a atenção das pessoas, à sua consciência, para olharem com mais empatia e bondade para as outras pessoas que [as] cercam» deixando de cultivar ódios entre iguais e alertando para os perigos das redes sociais, e da difusão de notícias falsas”.
NÃO À VIDA VELHA! VOTOS DE UM BOM ANO NOVO.
A vida velha tem-nos tirado a Paz. Sem esquecer a Ucrânia, o Sudão ou a ameaça mais recente na Venezuela, o exemplo mais gritante e alarmante desta vida velha a que nos querem habituar, é o crime genocida de Israel, suportado pelos EUA e envergonhadamente condenado pela União Europeia. Uma guerra que, desde a contraofensivado Hamas em outubro de 2023, fez 71 000 mortos e 171 000 feridos, principalmente civis palestinianos (mulheres e crianças). Uma guerra que prossegue debaixo de um hipócrita acordo de paz que, segundo a ONU, depois de 10 de outubro passado, já matou mais 400 palestinianos e feriu mais 115, e condena atualmente à fome e à escassez de medicamentos mais de 100 000 crianças e 37 000 grávidas e lactantes.
A vida velha tira-nos a Paz pela boca do super-promovido “doutor sabe tudo”, Durão Barroso, em entrevista recente ao Diário de Notícias, quando afirma do alto do poleiro para onde a finança mundial o alcandorou que se deve pedir aos europeus, Portugal incluído, que aumentem muito (3,5% dos PIB) os seus gastos bélicos e militares, e que isso não é demais até porque “deverá ser provavelmente o maior catalisador do crescimento económico da Europa nos próximos anos” (sic). O mesmo “doutor da finança” que compreende que a NATO no futuro seja baseada mais claramente: “menos em valores(???) e mais em interesses “ (ibidem).
Não! O português comum, está longe destas elites de sabedura doutoral, opressiva e enganadora, e continua justamente à espera, e às claras desde a conquista da Liberdade em Abril de 74, de uma vida nova, tal como o poeta popular António Aleixo preconizava:
À guerra não ligues meia,
porque alguns grandes da terra,
vendo a guerra em terra alheia,
não querem que acabe a guerra.
O português comum, desde a conquista da Liberdade, luta teimosamente contra a vida velha das desigualdades e da pobreza, que os detentores do poder no país e também na nossa região tanto têm alimentado, pelas razões que igualmente António Aleixo tão bem explicava:
És feliz, vives na alta
e eu de ratos como a cobra.
Porquê? Porque tens de sobra
o pão que a tantos faz falta.
E Sérgio Godinho, desde 1974 do lado certo da história e da Liberdade a sério, além de apelar à Paz e ao Pão, também já apelava à Habitação, à Saúde e à Educação, todas elas frentes essenciais à vida nova nascida da Revolução e consagradas na Constituição Portuguesa, mas que a vida velha se esforça por negar aos portugueses em nome dos interesses de minorias privilegiadas.
A pintora Graça Morais na sua obra mais recente, “Anjos do Apocalipse”,mostra saber bem o segredo da vida nova a que temos direito. Acabar com o sofrimento humano resultante “da exploração dos fortes sobre os fracos”, e “chamar a atenção das pessoas, à sua consciência, para olharem com mais empatia e bondade para as outras pessoas que [as] cercam» deixando de cultivar ódios entre iguais e alertando para os perigos das redes sociais, e da difusão de notícias falsas”.
NÃO À VIDA VELHA! VOTOS DE UM BOM ANO NOVO.
Mário Abrantes