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PDLPT acusa Pedro Nascimento Cabral de ser “incapaz de avaliar os problemas existentes e antecipar soluções”

Numa iniciativa da vereação do PDLPT, a Câmara Municipal de Ponta Delgada apreciou uma moção que defendia a necessidade de “uma programação municipal mais participada, inovadora e previsível”. A mesma acabou por ser rejeitada, na sequência do voto contra do PSD, da abstenção do PS e do CHEGA e, por consequência, do recurso ao voto de qualidade do Presidente da Câmara, que determinou a rejeição da proposta.
Perante tal, o PDLPT, em comunicado, diz lamentar a rejeição da proposta, situação que considera representar “uma governação incapaz de avaliar os problemas existentes e antecipar soluções, perante um ano que se afigura desafiante para os empresários”, como referiu João Ribeira, à margem da reunião, citado na mesma nota.
Asclarece o Movimento Cívico e Independente que no documento era sublinhada a importância de uma maior previsibilidade e concertação da programação municipal, em particular no período do Natal e da Passagem de Ano, defendendo-se uma maior articulação com os agentes económicos, culturais e associativos, bem como uma aposta reforçada na inovação e na eficácia do investimento público.
Entre as propostas apresentadas constava a elaboração, no início do ano, de um plano previsional de iniciativas para 2026, com o respetivo enquadramento financeiro, abrangendo áreas como a cultura, o artesanato, o entretenimento e o desporto, a submeter a parecer das entidades representativas dos setores envolvidos.
A moção, conforme é acrescentado no comunicado do PDLPT, partia “do reconhecimento do papel central de Ponta Delgada enquanto principal porta de entrada turística da Região Autónoma dos Açores, concentrando cerca de 70% do fluxo turístico regional, realidade que exige um planeamento antecipado, estratégico e devidamente articulado das iniciativas promovidas pelo Município”.
E acrescenta que “A moção refletia ainda as preocupações manifestadas por representantes do comércio local, da hotelaria e da restauração, designadamente quanto à ausência de envolvimento prévio na definição do programa de Natal e Ano Novo, aos horários da animação natalícia pouco ajustados ao funcionamento do comércio e à interrupção antecipada de algumas atrações no Centro Histórico.

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