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PIB dos Açores regista crescimento superior a dois mil milhões de euros, destaca Paulo Estêvão

O Secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão, valorizou, ontem, o actual momento económico dos Açores, realçando que “nunca” a economia regional “registou um crescimento de tão grande dimensão”.
“No final deste ano, o PIB dos Açores superará os 6.000 milhões de euros. Em 2012, no início dos dois governos de Vasco Cordeiro, o PIB era de 3.546 milhões de euros. Nos últimos oito anos de Governos do PS, liderados por Vasco Cordeiro, o PIB dos Açores cresceu uns raquíticos 450 milhões de euros. Em oito anos. Se contabilizarmos o crescimento previsto para este ano, os Açores terão registado, em apenas cinco anos, um crescimento do PIB superior a 2.000 milhões de euros”, destacou o governante.
O Secretário Regional falava na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, na cidade da Horta.
O crescimento económico actual “só está a acontecer” graças às “políticas que foram implementadas” pela coligação PSD/CDS-PP/PPM, lembrou.
“Diminuíram-se os impostos e, mesmo assim, aumentaram-se enormemente os apoios sociais e requalificaram-se as carreiras profissionais. Tudo isso fez aumentar o consumo e contribuiu para aquecer ainda mais a economia açoriana. É por isso que, no espaço de duas legislaturas, o PIB dos Açores, a riqueza produzida pela Região, terá duplicado”, disse.
Reconhecendo que o Governo meteu “a carne toda no assador”, numa alusão futebolística, Paulo Estêvão vincou que a aposta no crescimento económico foi bem-sucedida, mesmo com desafios ainda por ultrapassar.
E declarou: “Existem atrasos nos pagamentos da Região? Sim, existem. É um problema que temos de resolver e já o estamos a fazer. Na saúde, por exemplo. Mas em todas as outras áreas, é vital colocar os pagamentos em dia. Esse é o nosso foco e o nosso compromisso. E vamos conseguir. Vamos manter o crescimento económico. Os impostos baixos. Manter e até incrementar os apoios sociais. Continuar a valorizar carreiras. Vamos apostar no crescimento das receitas através do crescimento económico e vamos afinar o esforço orçamental”.
O governante defendeu ainda a necessidade de se criar “mais disponibilidade de tesouraria”, reiterando a ideia de que “é necessário comprimir todas as despesas que não ponham em causa o crescimento económico da Região, os apoios sociais e o aumento do rendimento das famílias”.
“Vamos fazer isso e vamos voltar a ter sucesso. Quem está à beira de duplicar o PIB em apenas duas legislaturas pode comprometer-se com isso. Não é impossível e nós já conseguimos fazer o que quase todos consideravam impossível”, concluiu.

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