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Renda dos novos contratos de arrendamento baixou nos Açores

No 4.º trimestre de 2023, a renda mediana dos 23 637 novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares em Portugal atingiu 7,71 euros/m2.
Este valor representa um aumento de 11,6% em relação ao período homólogo, sendo esta variação a mais elevada desde o 1.º trimestre de 2020.
Relativamente ao trimestre anterior, a renda mediana do 4.º trimestre de 2023 aumentou 6,6%.
No 4.º trimestre de 2023, o número de novos contratos de arrendamento foi maior do que o registado no mesmo trimestre de 2022 (22 628 novos contratos), representando um aumento da atividade de arrendamento de 4,5%.

Menos novos contratos
de arrendamento
nos Açores

No 4.º trimestre de 2023, seis das 26 NUTS III registaram decréscimos homólogos no número de novos contratos de arrendamento: Douro (-13,3%), as regiões autónomas da Madeira (-6,5%) e dos Açores(-2,3%), Beiras e Serra da Estrela (-1,1%), Região de Coimbra (-0,4%) e Península de Setúbal (-0,3%).
Com crescimentos acima de 15%, destacaram-se o Oeste (22,8%) e o Baixo Alentejo (15,8%).
A Grande Lisboa e a Área Metropolitana do Porto concentraram 41,7% dos novos contratos de arrendamento.
Em relação ao trimestre anterior, a renda mediana aumentou em 22 das 26 sub-regiões NUTS III, tendo diminuído no Douro (-9,8%), Alentejo Litoral (-9,7%), Região Autónoma dos Açores (-2,8%) e Alentejo Central (- 1,8%).
O maior aumento registou-se na sub-região Terras de Trás-os-Montes (27,8%).
A renda mediana também aumentou na Península de Setúbal (6,5%), Área Metropolitana do Porto (4,7%) e Grande Lisboa (1,0%).
O valor das rendas situou-se acima do valor nacional (7,71 euros/m2) nas sub-regiões Grande Lisboa (12,54 euros/m2), Península de Setúbal (9,65 euros/m2), Região Autónoma da Madeira (9,30 euros/m2), Algarve (9,09 euros/m2) e Área Metropolitana do Porto (8,64 euros/m2).
No 4.º trimestre de 2023, a renda mediana aumentou, em relação ao período homólogo, em todas as subregiões NUTS III do país, com excepção da Região Autónoma dos Açores, onde diminuiu 3,2%.
A Região Autónoma da Madeira (23,3%) e Terras de Trás-os-Montes (23,0%) destacaram-se, com as maiores variações homólogas, superiores a 20%.
As cinco sub-regiões NUTS III com valores medianos de rendas superiores ao nacional, registaram variações homólogas iguais ou superiores à observada para o conjunto do país (11,6%).
No 2.º semestre de 2023 (últimos 12 meses terminados nesse semestre), a renda mediana dos novos contratos de arrendamento em Portugal foi 7,21 euros/m2 e as sub-regiões NUTS III da Grande Lisboa (11,93 euros/m2), Península de Setúbal (8,92 euros/m2), Algarve e Região Autónoma da Madeira (ambas com 8,33 euros/m2) e Área Metropolitana do Porto (7,98 euros/m2) registaram valores acima do nacional.
Em 38 municípios, o valor mediano das rendas de novos contratos de arrendamento foi mais elevado do que o valor nacional. Lisboa apresentou o valor mais elevado (15,22 euros/m2.

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