Edit Template

Três start-ups açorianas entre as que marcaram os 12 meses de 2025

Três start-ups com sede e/ou ligação aos Açores foram escolhidas pela Link to Leaders como “Start-up do mês”. A seleção coube às incubadoras e aceleradoras e parques tecnológicos que, todos os meses, selecionaram, entre as start-ups que acolhem, aquela que de alguma forma se destacava pela inovação da sua proposta que estava a marcar a diferença em áreas como saúde, educação, energia, inteligência artificial ou ambiente, entre muitas outras. As eleitas distiguiram-se pela criação de produtos ou serviços com o propósito de melhorar a vida dos consumidores.
Na seleção do ano, Junho elegeu a Atlantic Infitity, que aposta em soluções tecnológicas de vanguarda que combinam realidade virtual, realidade aumentada e inteligência artificial.
Fundada por Paulo Santos, a Atlantic Infinity é uma empresa de desenvolvimento de software sediada no Nonagon – Parque de Ciência e Tecnologia de São Miguel, nos Açores.
O seu principal foco é criar ferramentas inovadoras, utilizando as tendências mais recentes em tecnologia, como XR, VR e AR. “Acreditamos que ainda existem muitas novas oportunidades que podem ser criadas com estas tecnologias, por isso procuramos melhorar e inovar continuamente a sua qualidade e utilização. Um dos principais fatores da empresa é combinar estas tecnologias com inteligência artificial para criar ferramentas com o maior impacto possível“, pode ler-se no site da start-up.
“Temos um forte foco em construir soluções modernas de TI com desenvolvimento de software e web, com especial atenção aos setores de realidade virtual, realidade mista e realidade aumentada“, acrescenta a empresa.
Em termos de desempenho financeiro, a start-up registou um volume de negócios de 69.202,00  euros em 2024 e, em 2025, conta já com um volume de faturação na ordem dos 40.400,00 euros.
Uma outra start-up “açoriana” distinguida foi a Redcatpig, no sector dos videojogos. Fundada por Marco Bettencourt (CEO), João Toste (Art Lead) e Bryan Freitas (Programming Lead) em 2019 na Ilha Terceira, a Redcatpig apresenta-se como o maior estúdio independente de videojogos em Portugal, com uma equipa de mais de 40 colaboradores de 10 nacionalidades, que deverá crescer para 100 até 2026, segundo a start-up. A empresa, que distribui os seus jogos em mais de 120 países, registou cerca de 700 candidaturas apenas nos últimos seis meses.
O primeiro jogo do estúdio, o KEO, não só conquistou o prémio de Melhor Videojogo da PlayStation Talents como alcançou mais de 2 milhões de downloads no seu lançamento. Disponível na Steam, em “early access” desde dezembro de 2021, a 9,99 euros, o título de combate veicular multiplayer continua a ser atualizado com base no feedback da comunidade.
Por fim, Dezembro foi o mês de Tânia Santos, arquitecta de um “atelier com alma açoriana”.
Trata-se de um atelier de arquitetura dedicado ao desenvolvimento de projetos de edificação e urbanismo, com foco em soluções sustentáveis, integradas no contexto açoriano e adaptadas às necessidades de clientes particulares, empresariais e institucionais. A atividade abrange desde estudos prévios e conceção de projetos até compatibilização de especialidades, assistência técnica em obra e coordenação de equipas multidisciplinares.
A empresa, em nome individual, iniciou atividade a 11 de setembro de 2015 e procurou sede no CEmpA em 2016, dando início ao seu percurso empreendedor. A sua fundadora, a arquiteta Tânia Santos, iniciou o seu trajeto profissional em 2010, tendo colaborado em diversas empresas e participado em múltiplos estudos, projetos e planos.

Edit Template
Notícias Recentes
Governo dos Açores leva jornais regionais a todas as IPSS e escolas das nove ilhas
Candidaturas ao Sistema de Incentivos ao Desenvolvimento do Artesanato até 31 de Março
AASM promove colóquio sobre Acordo UE-Mercosul e futuro quadro financeiro europeu
Câmara Municipal aprova isençãode taxas à Santa Casa para construção de 20 novas habitações
“Tratar o Cancro por Tu”leva debate sobre prevençãoa Angra do Heroísmo
Notícia Anterior
Proxima Notícia

Copyright 2023 Diário dos Açores