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Directores, gestores, administrativos e construção são os empregos que mais cresceram no último ano

construção civilEntre o 3º trimestre do ano passado e o deste ano, as profissões que mais empregos conseguiram foram “Representantes do poder legislativo e de órgãos executivos, dirigentes, directores e gestores executivos”, com um aumento homólogo de 21,6% (8,3% na variação trimestral), passando de 2.826 empregos para 3.437 (mais 611 empregos), seguindo-se os “Trabalhadores qualificados da indústria, construção e artifícies”, com mais 21% (8,8% na variação trimestral), passando de 11.556 para 13.986 (mais 2.430 , num crescimento alavancado pela construção e indústria do turismo) e o “Pessoal administrativo”, que passou de 7.080 para 8.237, um crescimento de 16,3% (7,6% na variação trimestral).

De acordo com os dados agora revelados pelo SREA, a profissão que sofreu a maior queda homóloga foi a dos “Técnicos e profissionais de nível intermédio”, que caiu de 16.274 no ano passado para 14.619 este ano (menos 1.660), uma diminuição de 10,2% (menos 10,9% na variação trimestral).

Os “Trabalhadores não qualificados” também tiveram uma queda de 7,8%, passando de 17.527 para 16.160.

Quem subiu no espaço de um ano foram os “Agricultores e trabalhadores qualificados da agricultura, da pesca e floresta”, com crescimento de 7,5% na variação homóloga, mas com queda de 1,4% na variação trimestral, passando de 11.029 para 11.851.

No 3º trimestre deste ano havia nos Açores 97.033 trabalhadores por conta de outrem (mais 2,5% do que no ano passado) e 14.932 por conta própria (menos 10,6%).

A população empregada a tempo completo, no 3º trimestre deste ano, era de 103.023 (mais 2% do que no ano passado) e a tempo parcial era de 9.870 (menos 12,7% do que no ano passado).

 

Maioria dos empregos é nos Serviços

 

O grosso da população empregada dos Açores está no sector dos “Serviços”, com 82.793 no 3º trimestre deste ano (menos 0,3% do que no ano passado), seguindo-se a “Indústria, construção, energia e águas”, com 18.631 (mais 9,7%) e, finalmente, a “Agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca”, com 11.470 (menos 7,1%).