Árvore do Campo de São Francisco com a idade do Diário dos Açores sofre intervenção da autarquia

Campo São Francisco metrosíderoO metrosídero do Campo de São Francisco vai ser alvo de uma intervenção com o objectivo de prolongar a vida da árvore centenária, classificada de interesse público, a partir da próxima segunda-feira, 29 de Julho.
A intervenção, que é de iniciativa da Câmara Municipal de Ponta Delgada, será feita pela empresa “Planeta das Árvores”, que, recentemente, procedeu a um estudo de avaliação do estado fitossanitário e biomecânico do metrosídero monumental existente no Campo de São Francisco, segundo revelou a autarquia, em comunicado veiculado pela comunicação social.
Foi responsável pelo estudo o director da “Planeta das Árvores”, Serafim Riem, pós-graduado em Arboricultura Urbana pelo Instituto Superior de Agronomia da Universidade Técnica de Lisboa e autor de mais de uma centena de estudos semelhantes, que abrangem mais de oito mil árvores avaliadas e estudadas.
A avaliação feita ao metrosídero do Campo de São Francisco aponta para a necessidade de se proceder a uma poda de reequilíbrio e redução da copa, a ser realizada em moldes correctos, instalação de mais cabos de reforço entre os ramos e a aplicação de mais prumos verticais.
A obra de beneficiação do Campo de São Francisco tem em vista a preservação da memória histórica e arquitectónica, bem como, também, a sua exigida e incontornável requalificação sob o ponto de vista do saneamento e da iluminação pública. Tudo para que esteja em condições, para que as próximas festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres se realizam, em 2014, com o Campo de São Francisco absolutamente requalificado.
Depois das obras, o Campo estará mais bonito e confortável, tanto para a expressão e para a manifestação religiosa das festividades do Senhor Santo Cristo, como, também, para o lazer e ocupação de um espaço destinado a oportunidades de encontro de famílias e de amigos, entre outras propostas, que se encontram em avaliação pelo executivo municipal de José Manuel Bolieiro, com objectivos de promover a produção regional.
A intervenção no metrosídero do Campo de São Francisco faz parte deste projeto de beneficiação da praça, pois trata-se de uma árvore centenária, plantada em 1870, que foi classificada de interesse público em 1965.

Meia tonelada de resíduos recolhidos no Areal de Santa Bárbara

Areal Santa Bárbara - limpezaCerca de duas dezenas de voluntários juntaram-se à iniciativa da empresa municipal Ribeira Grande Mais e recolheram 520 quilos de resíduos ao longo do Areal de Santa Bárbara, na Ribeira Grande, no último sábado, dia 20 de Julho.
O grupo de voluntários composto por funcionários da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Escoteiros da freguesia da Ribeira Seca, entre outros, recolheu 340 quilos de resíduos de embalagens que foram encaminhados para valorização/reciclagem, enquanto os restantes 180 quilos foram depositados em aterro sanitário.
Segundo foi avançado em nota de imprensa, a MUSAMI – Operações Municipais do Ambiente EIM SA apoiou a operação de limpeza da orla costeira de Santa Bárbara, suportando os encargos inerentes à descarga dos resíduos no Ecoparque da Ilha de São Miguel, à semelhança de colaborações com outras entidades quer municipais quer organizações não-governamentais, com vista à protecção e conservação da natureza.
“O evento inseriu-se no âmbito da actividade de promoção e sensibilização ambiental que a empresa municipal da Ribeira Grande Mais tem vindo a desenvolver, gerando a mobilização dos mais jovens na defesa das boas práticas ambientais no concelho”, refere a mesma fonte.

AMISM acusa a Quercus de “argumentos falsos” no caso da queixa contra incineradora

lixeiraA Associação de Municípios da Ilha de São Miguel (AMISM) acusa a Quercus de fazer “incursões intempestívas” e utilizar “argumentos falsos” contra o projecto da incineradora para  ilha de São Miguel.
“As alegações da Quercus pretendem evitar o reinício do processo de incineração em Portugal e é por isso que tão ferozmente atacam as nossas iniciativas. Não é porque o que estamos a fazer esteja mal”, afirma a direcção da Musami - Operações Municipais do Ambiente, numa nota de esclarecimento, ontem, enviada à comunicação social.
“Sempre contamos com incursões da Quercus Nacional (com os autores regionais sempre foi possível nos entendermos, mesmo quando tínhamos discordâncias) intempestivas e utilizando argumentos falsos”, avança o documento, intitulado “As ameaças da Quercus”.
O esclarecimento foi dado em resposta à queixa que a Quercus apresentou à Comissão Europeia contra a incineradora de São Miguel. Segundo a organização ambiental, o projecto de incineração, que se encontra em concurso público, não cumpre as exigências da Declaração de Impacte Ambiental (DIA).
No entanto, a AMISM reforça a ideia de que tem “desenvolvido o sistema de gestão de resíduos na ilha de São Miguel com base nas melhores práticas europeias para o sector”.
A associação recorda ainda que têm sido feitas recolhas selectivas porta a porta “em todos os concelhos”, e também acções de sensibilização para a população “contribuir mais para este sistema de recolha”. “Em 2012 já valorizamos 24% e temos um plano para gradualmente aumentar até atingir os 50% em 2020”, acrescenta.
“Estamos a produzir um composto de alta qualidade a partir da valorização de resíduos verdes com origem selectiva e temos projectos para desenvolver ainda mais esta vertente. Em 2012 já atingimos uma valorização de 27% dos resíduos verdes”, revela a mesma fonte.
A AMISM refere ainda no comunicado que “Portugal conseguiu recuperar grande parte do seu atraso em matéria de gestão de resíduos tendo embora, ainda, um caminho a percorrer” e “nos Açores o início deu-se ainda mais tarde mas a recuperação foi muito rápida”.
“Já muitas vezes vimos forasteiros bem-falantes que, com uma linguagem elegante, nos enganam e nos deixam em má situação. Temos de promover a auto estima e acreditar que as instituições não são tontas nem estão a defender os interesses de outros”, lê-se ainda no mesmo documento.

“Galardões reconhecem qualidade das zonas balneares açorianas”

Praia agua daltoO Secretário Regional dos Recursos Naturais enalteceu na última sexta-feira, na Praia do Fogo, na Ribeira Quente, os esforços conjuntos desenvolvidos pelos poderes regional e autárquico no sentido de criar condições para que as zonas balneares dos Açores possam ostentar galardões nacionais e internacionais que reconhecem a sua qualidade e segurança.
Luís Neto Viveiros, que falava no final da cerimónia de hasteamento da Bandeira Azul e da “Praia Acessível”, que considerou “simples, mas muito significativa”, destacou “uma série de esforços” que possibilitaram criar “principalmente, condições de segurança” para quem visita esta praia da Ribeira Quente, no concelho da Povoação.
De acordo com o Gabinete de Apoio à Comunicação Social, o Secretário Regional aproveitou a ocasião para percorrer o acesso construído ao longo do areal, no sopé do talude da Praia do Fogo, que foi intervencionado pelo Governo dos Açores com o objectivo de resolver o problema de instabilidade provocado pela erosão.
Após a conclusão desta obra, que representou um investimento global de cerca de 800 mil euros, verificou-se um aumento da área do areal da praia, que passou agora a ter também condições de acesso para pessoas com mobilidade reduzida.
O projecto “Praia Acessível – Praia para Todos” teve início em 2004, tendo sido alargado aos Açores em 2005 e, desde então, o número de candidaturas apresentadas pelas autarquias tem vindo a aumentar todos os anos, refere o GACS.

Autarquia de Ribeira Grande adquire segunda máquina de limpeza de praias

camara ribeira grandeA Câmara Municipal da Ribeira Grande, através da empresa municipal Ribeira Grande Mais adquiriu uma máquina de limpeza de praias, a segunda máquina a ser adquirida desde 2009.
Esta máquina permite a limpeza das praias do concelho, em especial a Praia dos Moinhos, no Porto Formoso, que pelo seu acesso difícil a maquinaria pesada, esta será uma mais-valia. Esta aquisição insere-se numa estratégia de valorização e conservação da orla costeira, que a câmara municipal da Ribeira Grande, através da Empresa Municipal – Ribeira Grande Mais tem vindo a desenvolver ao logo da sua existência.
Com esta nova máquina será possível a limpeza das praias e a recolha de detritos espalhados pelos diversos areais do nosso concelho, o que proporcionará aos utilizadores destas zonas balneares de excelência, a sua frequência com mais segurança e conforto, não só na época de Verão mas também durante o resto do ano, referiu a autarquia no mesmo comunicado.

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