Tempestade vai atingir todas as ilhas mas Flores e Corvo serão as mais fustigadas

vila do corvoOs efeitos do furacão Helene deverão começar a fazer-se sentir a partir da tarde de amanhã no Grupo Ocidental dos Açores, segundo um comunicado emitido ontem pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O IPMA adianta que “é provável (probabilidade entre 60 e 70%) que as ilhas do Grupo Ocidental (Flores e Corvo) comecem a sentir os efeitos desta tempestade a partir da tarde de Sábado”, período para o qual está previsto “vento muito forte do quadrante sul com rajadas até 120 quilómetros por hora, chuva forte e ondas do quadrante sul entre seis e oito metros de altura significativa”.

“Nas restantes ilhas do arquipélago também se prevê um agravamento do estado do tempo, devido à passagem da tempestade tropical, no entanto, será de forma menos significativa”, adianta o IPMA.

Amanhã, para o Grupo Central (Terceira, São Jorge, Pico, Graciosa e Faial) as previsões apontam para vento forte do quadrante sul com rajadas até 80 quilómetros por hora e períodos de chuva forte.

No Grupo Oriental (São Miguel e Santa Maria), prevêem-se vento do quadrante sul moderado a fresco com rajadas até 50 quilómetros por hora e períodos de chuva forte.

De acordo com o IPMA, o furacão “Helene” (categoria 1) “está a deslocar-se para norte com uma velocidade de 22 quilómetros por hora, prevendo-se que diminua de intensidade durante quinta-feira, passando a classificar-se como tempestade tropical”.

 

Grupo Ocidental

Aviso LARANJA referente a:

PRECIPITAÇÃO

No período entre as 12H00 de sábado, 15 de Setembro, e as 06H00 de Domingo, 16 de Setembro.

Aviso AMARELO referente a:

VENTO

No período entre as 18H00 às 20H00 de Sábado, 15 de Setembro.

Aviso LARANJA referente a:

VENTO

No período entre as 20H00 de Sábado, 15 de Setembro, e as 03H00 de Domingo, 16 de Setembro.

Direcção sudoeste, passando a noroeste.

Aviso AMARELO referente a:

VENTO

No período entre as 03H00 às 06H00 de Domingo, 16 de Setembro.

Aviso AMARELO referente a:

AGITAÇÃO MARÍTIMA

No período entre as 15H00 às 20H00 de Sábado, 15 de Setembro.

 

Ondas de sul, passando a sudoeste.

Aviso LARANJA referente a:

AGITAÇÃO MARÍTIMA

No período entre as 20H00 de Sábado, 15 de Setembro, e as 03H00 de domingo, 16 de Setembro.

Ondas de sudoeste, passando a noroeste.

Aviso AMARELO referente a:

AGITAÇÃO MARÍTIMA

No período entre as 03H00 às 06H00 de Domingo, 16 de Setembro.

 

 Grupo Central

 Aviso AMARELO referente a:

PRECIPITAÇÃO

No período entre as 12H00 de Sábado, 15 de Setembro, e as 06H00 de Domingo, 16 de Setembro.

Aviso AMARELO referente a:

AGITAÇÃO MARÍTIMA

No período entre as 21H00 de Sábado, 15 de Setembro, e as 12H00 de Domingo, 16 de Setembro.

 

Grupo Oriental

 Aviso AMARELO referente a:

PRECIPITAÇÃO

No período entre das 06H00 às 16H00 de Domingo, 16 de Setembro.

O Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores recomenda que sejam tomadas, entre outras, as seguintes medidas de autoprotecção:

Mantenha limpos os seus sistemas de drenagem, bem como os adjacentes à sua residência, alerte as autoridades competentes;

Não circule sem necessidade. Pode atrapalhar a circulação das forças de segurança ou cair em buracos ocultados por lençóis de água;

Em locais não pavimentados, as águas podem causar erosão dos solos, levando à queda de muros, taludes, postes, entre outros;

Consolide telhados, portas e janelas;

Corte ou pode as árvores próximas em risco de queda, procure informação na sua autarquia;

Guarde os objectos soltos do jardim. Um objecto, mesmo que o considere leve, projetado pelo vento forte pode causar grandes prejuízos materiais e até acidentes pessoais graves;

Feche bem as janelas e persianas;

Reforce as amarrações da sua embarcação ou mude-a para local seguro;

Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas. Afaste-se de áreas baixas junto à costa;

Não praticar actividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos ou passeios à beira mar;

Estar atento às informações e indicações da Protecção Civil e Forças de Segurança.

 

3 furacõesHá 3 furacões activos em pleno Atlântico

 

Há três furacões em actividade no Atlântico: Florence, Isaac e Helene, este último o mais próximo dos Açores, que nos atingirá amanhã. 

Neste momento, o furacão Florence é o que representa uma maior ameaça, tendo atingido recentemente a categoria 4 numa escala que vai até ao 5, devendo ter chegado ontem à costa dos EUA, atingindo vários estados da costa leste.

Todos os furacões  formaram-se no Domingo passado.

São mais de 3.000 quilómetros que separam os três furacões, por isso a única forma de os observar em simultâneo é a partir do espaço.

As imagens foram feitas pelo GOES 16, um satélite de última geração lançado no ano passado com a objectivo claro de melhorar as previsões sobre furacões. 

O GOES 16 também tem a capacidade de ampliar as imagens de furacões específicos, oferecendo bons close-ups  que correm o mundo.

A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA compartilhou recentemente o olho do furacão Florence. 

O turbilhão de nuvens em volta do centro do furacão é um sinal de que está a ganhar força como era esperado.

Nos EUA há milhares de evacuações e entre os evacuados estarão muitos emigrantes açorianos que residem nas Carolinas, a do Norte a do Sul.

Tribunal Judicial da Comarca dos Açores reforça quadro de pessoal e reduz processos

Tribunal de Ponta DelgadaO Tribunal Judicial da Comarca dos Açores revelou ontem, em conferência de imprensa, em Ponta Delgada, o relatório semestral (1 Janeiro a 30 Junho de 2018) quanto ao «estado dos serviços e à qualidade da resposta» da instituição.

Da análise dos dados, em matéria de recursos humanos, verifica-se que apesar da saída de dois funcionários, o quadro de efectivos, no que concerne aos Oficiais de Justiça, foi reforçado em Maio de 2018 com sete novos oficiais de justiça (no âmbito do movimento extraordinário de Dezembro de 2017), o que produziu, como dá conta o Presidente do Tribunal, “uma relevante alteração nos recursos humanos da secretaria”. O quadro de oficiais de justiça em funções nos serviços judiciais afectos aos diversos Juízos do Tribunal, sedeados em 13 concelhos distintos, dispersos por 8 ilhas, é agora de 129 (sendo o quadro legal de 155). O quadro de funcionários conta ainda com 5 assistentes operacionais (sendo o quadro legal de 9) e 1 técnico de informática (sendo o quadro legal de 2).

Neste semestre o número de Juízes de Direito manteve-se em 32, sendo um deles auxiliar. 

Quanto à pendência de processos judiciais, o relatório dá conta que neste momento é de 10 333 (estatística oficial) e de 21 846 (estatística de secretaria), sendo que no período em referência entraram no sistema 7 638 novos processos; tendo findado no mesmo período 9 688 (estatística oficial) e 12 194 (estatística de secretaria). 

Indica o relatório que o Tribunal Judicial da Comarca dos Açores “continua a reduzir, de forma consistente, a pendência geral, sendo neste semestre tal diminuição de cerca de 17%, registada mais pronunciadamente nas áreas cível e tutelar”.

No documento assinado pelo juiz desembargador, José Francisco Moreira das Neves, lê-se que “os dados estatísticos evidenciam um desempenho geral substancialmente positivo. A redução de pendências, sinal mais visível da eficiência alcançada pelos serviços, ocorre transversalmente em todos os Juízos, nas diversas jurisdições, se bem que, aqui e ali, se registem alguns aumentos (nas áreas de instrução criminal ou laboral) em razão de entradas extraordinárias, que no cômputo anual se tornarão irrelevantes”.

No que diz respeito ao cumprimento dos objectivos processuais, o relatório revela que “neste momento os objectivos podem considerar-se totalmente cumpridos em todos os Juízos, ainda que aqui e ali seja necessário equilibrar resultados menos conseguidos numa dada área jurisdicional (como sucede por exemplo no Juízo Local da Horta com os processos da jurisdição laboral)”.

Na nota conclusiva do relatório, o Tribunal Judicial da Comarca dos Açores recorda que já propôs aos órgãos de governo central alguns ajustamentos ou mudanças. Alias, avança, “é neste contexto que se enquadram as propostas de alteração à estrutura do Tribunal, cuja justeza foi já reconhecida e se aguarda para breve a sua completa implementação. Espera-se que o mesmo suceda relativamente ao sistema de acesso ao Direito, sobretudo no concernente aos cidadãos residentes nas ilhas de Flores e Corvo”.

Por outro lado, o Presidente do Tribunal diz ainda estar convicto “que o aprofundamento da especialização a breve prazo, como se preconiza para a ilha Terceira, acrescentará vantagens não apenas nas novas áreas de especialização (na jurisdição de família e menores e trabalho) mas também no desempenho das demais”.

 

TAP promete aumentar operação nos Açores

TAPA TAP vai aumentar a sua operação nos Açores, sem especificar como, não sendo no imediato.

Num entrevista ao semanário Expresso, o novo CEO da TAP, Antonoaldo Neves, revela que a TAP tem interesse “em aumentar a operação nos Açores. Não consigo fazer isso imediatamente porque temos limitações de pilotos e aeronaves, mas vemos potencial nos Açores”.

A TAP vai abrir 15 novas rotas no próximo ano, pretendendo duplicar a dimensão da companhia, depois de já ter facturado este ano mais 15% do que no ano passado.

No próximo ano vai ter mais 15 novos aviões e vai contratar, até 2025, mais pessoal.

Neste momento a TAP tem 1000 pilotos e 3000 comissários, prevendo até 2025 passar para 1.800 pilotos e 5.500 comissários e de 90 para 130 aviões.

 

TAP estreia novo NEO nos Açores com o nome de Gonçalo Velho

 

Começou ontem a voar o segundo avião Airbus A321neo da TAP, e o terceiro dos 71 novos aviões que a companhia aérea nacional vai receber da Airbus até 2025.

A operação comercial desta aeronave estreou-se à tarde com um voo de Lisboa para Ponta Delgada.

A TAP decidiu homenagear a personalidade do navegador português a quem se atribui a descoberta dos Açores, ao escolher o nome de Gonçalo Velho Cabral (1400-1460) para baptizar esta aeronave.

“O novo Airbus A321neo da TAP tem 216 lugares, mais equipamentos, mais conforto e modernidade”, destaca um comunicado da TAP.

O mesmo documento acrescenta que, “com reduções significativas no consumo de combustível”, este modelo de avião “é 15% mais eficiente do que o modelo anterior e permite uma poupança de 1.500 toneladas de combustível por ano e uma redução de 4.700 toneladas de CO2 (dióxido de carbono) emitido”.

PPE quer cortar financiamento aos Açores e à Madeira, denuncia eurodeputada madeirense

liliana rodrigues eurodeputada

A eurodeputada socialista da Madeira, Liliana Rodrigues, classificou de “ataque à sustentabilidade das regiões ultraperiféricas” a intenção do Partido Popular Europeu (PPE) em cortar o financiamento das RUP no âmbito do programa de Cooperação Territorial Europeia (Interreg).

No relatório sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho, que estabelece disposições específicas ao objectivo de Cooperação Territorial Europeia, os eurodeputados do PPE apresentaram uma proposta que preconiza a redução de 3,2% para 2,2% na componente afecta à cooperação das RUP.

De acordo com a imprensa madeirense, Liliana Rodrigues mostrou-se surpreendida com a “falta de sensibilidade da direita europeia para com as especificidades e as dificuldades das regiões ultraperiféricas de toda a União, incluindo a Madeira e os Açores”. 

A eurodeputada afirmou que não esperava “testemunhar um ataque à sustentabilidade das regiões ultraperiféricas, tanto no programa do Interreg, como através do Mecanismo Interligar a Europa”.

No relatório sobre o Mecanismo Interligar a Europa, os eurodeputados de direita “apagaram todas as referências às regiões ultraperiféricas, substituindo-as por regiões fronteiriças”, referiu Liliana Rodrigues, acrescentando que esta acção pode levar a que as RUP sejam “inelegíveis ao financiamento” deste programa. 

“Estão, simplesmente, a fazer ‘delete’ das RUP”, disse a eurodeputada madeirense, afirmando que o grupo socialista, na Comissão do Desenvolvimento Regional, já se encontra a introduzir alterações ao documento, com a firme intenção de reverter as duas propostas, evitando assim a potencial redução da capacidade de financiamento por parte das RUP.

O programa de Cooperação Territorial Europeia (Interreg) tem como objectivo a cooperação territorial. 

Já o Mecanismo Interligar a Europa procura financiar projectos que complementem as lacunas nas áreas do digital, dos transportes e da energia na Europa.

 

“Há preocupação! O Outono e Inverno poderão ser sombrios”

Mario fortuna111

O Presidente da Câmara do Comércio e Indústria dos Açores está preocupado com a queda do turismo que se está a registar este Verão e manifesta apreensão com o Outono e Inverno.

Nesta entrevista concedida ontem ao nosso jornal, em reacção aos últimos números, Mário Fortuna deixa algumas sugestões para inverter a tendência de queda.

 

As dormidas estão em queda este verão na hotelaria tradicional dos Açores. Como interpreta isto, depois dos fortes crescimentos?

Em primeiro lugar é importante sublinhar que não era expectável que continuássemos a crescer acentuadamente, particularmente na época alta. 

Já não esperávamos era uma travagem brusca tão depressa. Estamos com evoluções negativas nos meses de Verão e arriscamo-nos a ter uma evolução acumulada negativa para o ano todo. 

A travagem e até retrocesso vem, sobretudo, de operações externas com a Alemanha à cabeça, seguida do Canadá, da Holanda e de Espanha. 

Estes são mercados que dependem, sobretudo, da SATA e de operações charter. 

No mercado alemão, recorde-se, deu-se a falência da Air Berlim, circunstância que poderá ter afectado o turismo deste mercado e do da Holanda. 

Os resultados do Canadá serão mais surpreendentes e poderão estar associados a uma operação menos eficaz da SATA sem reflexos aparentes nos Estados Unidos apenas devido aos efeitos positivos da operação da Delta.

 

Há aqui razões para alguma preocupação?

Há! Dependendo o sucesso do turismo da qualidade da operação aérea, a indefinição na evolução da SATA e os eventuais tropeções nas operações charter deixam-nos num contexto menos bom, mesmo mau. 

Para além da qualidade da operação pontua muito o preço das passagens. 

A concorrência nas ligações para os Açores não está no seu melhor. 

Nas ligações com os Estados Unidos e Canadá não há propriamente concorrência porque não há nenhum aeroporto próximo de que opere mais do que uma companhia. 

A concorrência é, por isso, ténue, se é que se pode dizer que existe. 

A presença da TAP, ou de outro operador, nestas rotas da América do Norte seria muito positivo sendo um propósito no qual deve ser feito investimento activo. 

Nas ligações com o continente a concorrência está contaminada com a prática actual das tarifas no âmbito do subsídio de mobilidade. 

Todos os “stakeholders” já aprenderam a maximizar o valor do modelo para si, o que tem levado a passagens com preços absurdamente elevados e que, naturalmente, privilegiam estratégias das operadoras de primazia para a satisfação do mercado interno e não do mercado do turismo. 

Em certa medida, somos nós próprios, através da aquisição de passagens com preços elevados que estamos a afugentar o turista. 

É urgente rever este aspecto do modelo para que não continue a trazer estes efeitos perversos indesejados. 

 

Há quem diga que, para além da reabertura dos novos destinos em África e Médio Oriente, a indústria turística açoriana aumentou demasiado rápido os preços, conforme se pode comprovar pelos proveitos totais da estatística, e que isto poderá também contribuir para um turismo mais seleccionado. Concorda?

Concordo. De facto, os preços da hotelaria tradicional aumentaram bastante, o que era normal e desejável num processo de qualificação do destino. 

Esta política poderá ter de ser revista para não degradar mais a procura. Este é um processo que as empresas terão de encetar por si, tornando o sector mais comedido nos progressos que vinha evidenciando.

É também bom que percebamos que não estamos no mercado sozinhos e que a crise do Norte de África não durará para sempre. 

Tivemos um momento muito bom, propiciado por uma onda favorável, mas as ondas não são eternas e quebram. Temos de estar sempre preparados para isso.

É por isso que contestamos a ideia do maná do turismo, propalada por forças políticas que evidenciam um total desconhecimento da dinâmica destes mercados e da fragilidade em que ainda vive o sector do turismo nos Açores.

 

Com a paragem, nesta época baixa, da operação de Nova Iorque da Delta Airlines, o mais previsível é que vamos ter novas quedas até ao final do ano?

Claramente que esta será a expectativa para os próximos meses. 

O Outono e o Inverno poderão ser sombrios, a não ser que arranjemos uma estratégia competitiva (via preço ou promoção, por exemplo) para contrariar a tendência que se veio a instalar este ano.

A operação da Delta confirmou que há mais mercado para os lados da América, com aviões, que cheguem e partam a tempo e horas. 

É pena que não se tenha trabalhado mais na não interrupção da operação no Inverno e que não estejamos em condições de criar nova oferta imediata dirigida àquele mercado.

Vai haver muito para ler e estudar nas estatísticas finais do turismo de Julho, Agosto e Setembro. 

As de Junho não são um bom pronúncio nem os indicadores agora publicados o serão. 

Haverá, também, que adicionar o impacto do fenómeno do alojamento local que já assume dimensão de mudança estrutural, o que justifica que se passe a publicar estas estatística numa base mensal coincidente com as da hotelaria tradicional. É um novo desafio para o SREA.

 

“Açores precisam de um resgate para pagar a fornecedores”

 

Mário Fortuna, na qualidade de Presidente da Câmara de Comércio dos Açores, declarou ontem numa entrevista à Antena 1-Açores que os Açores “precisam de um resgate entre 200 a 300 milhões de euros para pagar a fornecedores”.

De acordo com o empresário, “os pagamentos em atraso às empresas privadas por parte das empresas públicas estão a contaminar a economia açoriana. É uma epidemia!”. Adiantou ainda que há empresas públicas que devem à Segurança Social, “uma vergonha!”, declarou.

Mário Fortuna explicou também que as dívidas das empresas públicas que vão fechar serão transferidas para o Orçamento da Região, “o que vai mais do que duplicar a dívida directa da região, passando dos actuais 600 milhões para mais de 1,5 milhões de euros”.