Alunos da Ribeira Grande levam os Açores à Roménia

Alunos da RG na RoméniaAlunos da Escola Profissional da Ribeira Grande deslocaram-se à Roménia, entre 1 e 11 de Abril, no âmbito do programa Erasmus +, projecto financiado pela União Europeia, onde divulgaram a cultura açoriana.

Os quatro formandos, nomeadamente Bianca Medeiros, Carolina Barão, Eduardo Vieira e Jessica Furtado, dos cursos técnicos de Turismo e Termalismo, fizeram-se acompanhar pelo professor Nuno Rafael Costa. 

“Tendo como objectivo o reforço da interculturalidade europeia, a Escola Profissional da Ribeira Grande visou, acima de tudo, elevar a imagem de Portugal na Europa, e em particular, a singularidade de uma região ultraperiférica – os Açores”, lê-se em comunicado.

“Encetámos duas apresentações aos restantes participantes (Bulgária, Espanha, Roménia e Turquia) no âmbito da temática das migrações portuguesas, e em torno da religiões, démos a conhecer o significado cultural das Romarias na ilha de São Miguel; e, momento de particular emoção, dinamizámos (como todos os países) a chamada Noite Intercultural, onde através da Literatura (Camões e Pessoa), da Música (Fado), da Dança (Folclore) e da Gastronomia (Picado de Carne de Vaca e Arroz Doce), mostrámos o que o nosso país tem de melhor”, descreve a mesma nota, divulgada pela escola.

A instituição de ensino destacou a experiência como “única”. “A Europa está de parabéns. Mostrou-se, num curto espaço de tempo, que são mais as semelhanças do que as diferenças entre os povos; reconheceram-se que as fronteiras existem apenas na imaginação; e, acima de tudo, cinco nações que se encontraram umas às outras sob o espírito do companheirismo e da Humanidade”, lê-se na mesma nota. 

 

“O meu receio era mesmo o facto de ser uma mulher no mundo dos homens”

Barbearia JesusSandra Jesus é natural da Graciosa e confessa que, desde muito nova, sempre gostou de cortar cabelos a homens. Neste sentido, esta empresária optou por ir fazer um curso de barbeira a Lisboa e, em 2017, levou a cabo a abertura da Barbearia Jesus, localizada em Ponta Delgada. Recentemente abraçou um novo projecto e levou a Barbearia para a ilha Graciosa. Passado um ano de actividade, Sandra Jesus revela que o negócio está a superar as expectativas iniciais.

 

Diário dos Açores – Como começou a Barbearia Jesus?

Sandra Jesus – Foi uma ideia que nasceu a partir do momento em que decidi tirar um curso de barbearia, por ser uma área que já me dedicava desde os meus 14/15 anos de idade. Como na minha vida profissional não me sentia realizada, e como a barbearia era algo que gostava, em 2016, decidi ir para Lisboa especializar-me neste ramo.

Passado um ano, depois de finalizar o curso, comecei a ver espaços em Ponta Delgada para poder abrir um espaço de barbearia, tornando desta forma o que era um hobbie, num negócio para a minha vida.

Acabei por encontrar, com alguma facilidade, um espaço localizado na Rua Dr. João Francisco de Sousa nº29, em Ponta Delgada. Fiz algumas obras e cá estou desde 2017.

 

O que tem esta área que a fascina?

SJ – Quando comecei a cortar cabelos (aos 14/15 anos) foi com uma máquina oferecida pelo meu irmão e, desde logo, sempre gostei de cortar cabelos a homens. Curiosamente, nunca tive muito interesse em cortar cabelos a mulheres, apesar de ter tido alguns pedidos. Comecei por cortar o cabelo ao meu irmão e depois veio os meus vizinhos e os meus primos. Creio que o facto de ter sido criada no meio de homens, possa ter influenciado este meu gosto por pertencer a este mundo dos homens. Sempre fui a maria rapaz do sítio… Se for preciso também corto a mulheres, mas não é o que me entusiasma.

 

A Barbearia Jesus já completou um ano. Como correu este primeiro ano de actividade?

SJ – Foi muito bom! Confesso que no início estava receosa por estar a meter-me num mundo de homens. Não sabia como os homens iam encarar uma mulher barbeira, no entanto, desde que abri, a barbearia tem vindo sempre a crescer e hoje em dia até já tenho dificuldades em ter horas vagas na agenda para marcações.

 

Só trabalha por marcações?

SJ – Basicamente sim, mas se aparecer um cliente que não esteja marcado e se eu tiver um espaço na agenda, nós atendemos na hora. Mas as marcações também servem para a comodidade dos clientes que assim não ficam à espera para serem atendidos, sendo também mais cómodo para mim que assim consigo organizar melhor o meu dia-a-dia e o meu trabalho.

 

Que tipo de serviços têm ao dispor do cliente?

SJ – Temos vários tipos de corte de cabelo. Há clientes que, por vezes, até trazem fotografias com o corte que querem fazer e também temos corte e tratamento de barba. O tratamento de barba é um processo que se faz com uma toalha quente, sendo que os homens mais antigos já conheciam este ritual que está a voltar novamente, que é o serviço Barba Artesanal. Trata-se de um tratamento que ajuda a abrir os poros, proporcionando um barbear mais perfeito. Em seguida, é colocada uma toalha fria para fechar os poros e assim temos um trabalho muito mais satisfatório. Também aparamos e delineamos barbas, ou retiramos completamente. Também fazemos corte e tratamento do bigode.

 

Qual é o ponto forte da Barbearia Jesus?

SJ – Como na barba temos um tratamento diferenciado, eu diria que esse é um dos nossos pontos fortes, até porque ganhei muitos clientes só mesmo por causa da barba. Entretanto, uma coisa levou à outra… os clientes da barba, acabaram por também querer cortar o cabelo.

Eleito pelos clientes, posso dizer que o tratamento com a toalha quente é o nosso ex-libris, embora me sinta à vontade a realizar qualquer trabalho nesta área.

 

Abriu um espaço em São Miguel, mas recentemente também apostou na ilha Graciosa com a abertura lá de uma barbearia. Fale-me deste novo projecto?

SJ – Sou natural da Graciosa e como senti que fazia falta um espaço deste género naquela ilha decidi avançar com este projecto. Apesar de estar a residir em São Miguel há cerca de 15 anos, sempre tive a intenção de ter um negócio meu na ilha Graciosa. Como eu já tinha alguns clientes na ilha, porque ia lá de dois em dois meses fazer alguns trabalhos, e como não existia na Graciosa nada do género, decidi colmatar esta lacuna porque os graciosenses também merecem ter tratamentos tão bons como os micaelenses.

Como na minha família havia uma pessoa que tinha o sonho de ser barbeiro, acabei por dar asas a este sonho, juntando o útil ao agradável. A barbearia está aberta desde Janeiro deste ano, sendo que vou lá uma vez por mês.

 

Quem é a equipa da Barbearia Jesus em Ponta Delgada?

SJ – Sou eu, o faialense Leandro que é barbeiro e que vive em São Miguel há cerca de dois anos e, há cerca de um mês, também faz parte o meu marido (Nelson) que também foi tirar o curso de barbeiro. Neste momento, o meu marido ajuda na parte das marcações, pagamentos, toalhas, etc, enquanto eu e o Leandro estamos apenas a cortar. No entanto, o meu marido também irá fazer da equipa de barbeiros. Estamos só à espera de fazer uma pequena remodelação ao nosso espaço para podermos ser três barbeiros a tempo inteiro.

 

Com apenas um ano de actividade e já há novos projectos…

SJ – É verdade! No início quando comecei, considerava que o espaço era muito grande para mim, mas agora é pequeno demais. Este será o novo projecto a levar a cabo, de modo a poder três cadeiras na Barbearia Jesus.

 

E abrir novos espaços em outras localidades está também nos seus planos?

SJ – Para já, a ideia é fazer crescer esta Barbearia Jesus, mas nunca se sabe o que poderá vir no futuro.

 

E dificuldades, sentiu?

SJ – Honestamente devo dizer que não senti dificuldades. O meu receio era mesmo o facto de ser uma mulher no mundo dos homens. Pensei que isso pudesse ser um entrave ao crescimento do negócio, mas na realidade isso não aconteceu. Alguns clientes até veem nesse facto uma mais-valia, pois entendem que as mulheres são mais delicadas, enquanto os barbeiros à moda antiga eram mais “despachados”.

Felizmente não temos tido grandes dificuldades.

 

Recorreu a algum tipo de apoio ou a Barbearia é um investimento totalmente privado?

SJ – Na altura chegamos a recorrer a um financiamento para este tipo de projectos para pequenas empresas, mas ao ver as condições que nos colocavam, optei por fazer um investimento totalmente privado.

 

Quais eram as suas expectativas iniciais? Pensou que o seu negócio fosse correr tão bem, como está a correr?

SJ – Nunca pensei que fosse correr assim tão bem logo no primeiro ano de actividade. Ainda hoje em dia fico espantada com o sucesso da barbearia, mesmo com a barbearia da Graciosa, porque é uma ilha pequena e é mais difícil as pessoas aderirem a coisas novas e diferentes. Ambas estão a correr muito bem e superaram de longe todas as minhas expectativas.

 

A que se deve este sucesso?

SJ – Não sei. (risos)… Mas penso que quando fazemos algo que gostamos e que nos dá prazer, isso reflecte-se no trabalho que realizamos. Qualquer elemento da minha equipa consegue transmitir ao cliente o quanto gosta do que está a fazer. Os clientes conseguem perceber e ver que o que estamos a fazer é com gosto e dedicação. Encaramos cada corte de cabelo, como sendo único e especial e por isso tem que sair perfeito. Queremos que os clientes saiam da barbearia satisfeitos e que as pessoas comentem favoravelmente o nosso trabalho.

Creio que a nossa dedicação levou ao nosso sucesso, para além de também termos tido o cuidado de proporcionar um bom ambiente aos nossos clientes. Para nós um cliente é um amigo, são pessoas que vêm ao nosso espaço, que ficam connosco, que conversam e que acabamos por ficar a conhecer melhor e a criar laços. O facto da pessoa chegar à barbearia e poder tomar uma bebida gratuita da nossa garrafeira nos nossos sofás como se estivesse em casa, creio que também leva a este bom ambiente que queremos proporcionar a todos quantos nos visitam. Creio que o nosso sucesso se deve à conjugação de todos estes factores.

 

Quem são os vossos clientes?

SJ – De várias faixas etárias, ao contrário do que eu pensava. No entanto, ao fazer promoção da barberia tenho sempre o cuidado de mostrar que chegamos a todas as idades e isso acabou também por atrair um público mais diverso. Chegam-nos desde os jovens que querem fazer cortes radicais, até à pessoa que quer cortes mais clássicos, sem radicalidades e ainda as pessoas com mais idade que vêm desfazer a barba toda uma vez por semana, como se fazia antigamente.

 

Sente-se realizada?

SJ – Sim. Sinto que andei a perder o meu tempo durante 15 anos, no entanto se também não tivessem existido estes 15 anos eu não seria a pessoa que sou hoje, porque estes 15 anos fizeram parte do meu crescimento. Contudo, sinto que actualmente estou realizada a 100 por cento.

 

Como olha para o futuro da Barbearia Jesus?

SJ – Todos os dias chegam-nos clientes novos e espero que isso continue e acontecer e que, acima de tudo, consigamos dar uma boa resposta aos nossos clientes e a proporcionar a todos não só um bom corte, como também um bom ambiente a todos. Que a Barbearia Jesus seja aquele sítio que os nossos clientes gostem de ir.

 

Professor José Francisco Costa lança livro nos EUA

josé francisco costa(NEW BEDFORD, EUA) - O professor José Fran­cisco Costa vai lançar novo livro dia 6 de Maio, no Clube Português de Hud­son, com início pela 12:30 da tarde.

Trata-se de um livro de crónicas do antigo diretor do LusoCentro do Bristol Community College, de Fall River e tem por título “Estórias do Tempo”.

O evento consta ainda de actuação de Carlos Sousa e Ana Isabel Medeiros, do grupo Belaurora, das Ca­pelas, São Miguel, que se deslocam aos EUA propo­sitadamente para partici­parem neste lançamento do livro do seu conterrâneo.

José Francisco Costa, também natural das Ca­pelas, é professor, e foi o fundador do LusoCentro, no Bristol Community College. 

Tem publicado obras de poesia, conto e ensaio. 

É, ainda, autor e intérprete de composições musicais – letra e música – tendo mesmo uma delas, O Velho Pezinho, sido vence­dora num Festival da Can­ção Emigrante. 

Esta canção faz parte do repertório ha­bitual do Grupo de Cantares Belaurora e está incluída num CD deste grupo. 

O seu último livro, intitulado “Estórias do Tempo”, será apresentado pelo professor Onésimo Teotónio Almeida no decorrer deste evento.

Por sua vez, Carlos Sousa é natural das Capelas, em São Miguel. 

Para além de ter participado e dirigido alguns grupos corais, em São Miguel, Terceira, An­gola e no Continente por­tuguês, é co-fundador do Orfeão Edmundo Machado de Oliveira. 

Foi proprie­tário, director e redactor do jornal Correio do Norte. 

É actualmente o presidente da direcção da Casa do Povo das Capelas. 

É fundador do Grupo de Cantares Belau­rora, onde ainda hoje prossegue o seu trabalho no estudo e pesquisa da mú­sica tradicional açoriana, para sua preparação, divulgação e registo. 

O Belaurora, com mais de 30 anos de exis­tência e de carreira inin­terrupta, já actuou prati­camente em todos os palcos de Portugal, ilhas e conti­nente,  vários países da Europa e de outras partes do mundo, incluindo o Canadá e os Estados Unidos. 

Do seu palmarés contam-se a edição de mais de uma dezena de CD’s, DVD, e dois livros com registos históricos e musicais da autoria de Carlos Sousa.

Ana Isabel Medeiros é natural das Capelas. 

Para além de exercer funções como professora licenciada de Educação Física, dedica grande parte do seu tempo à música. 

Ingressou no Belaurora dois anos após a fundação do grupo, e desde então, é um dos seus ele­mentos fundamentais, dan­do o seu precioso contributo no canto, no instrumental e nos arranjos e harmoniza­ções do seu vasto repertó­rio. 

Considerada uma das melhores intérpretes da música açoriana, instru­mental e voz, Ana Isabel Medeiros é ainda membro dos grupos Musica Nostra e Johann Sebastian Bach, de Ponta Delgada, de cujo conservatório possui o curso de guitarra clássica.  

Durante o almoço/conví­vio com Carlos Sousa, Ana de Medeiros e José Fran­cisco Costa, serão distri­buídas letras de várias canções para que, assim, todos possam participar nesta festa de amigos.

Para os marienses, o grupo Belaurora tem um significado muito especial por ter sido este grupo que fez dar a conhecer ao resto do mundo as canções tradicionais da ilha.        

 

Exclusivo Portuguese Times/Diário dos Açores

Turismo aumentou 9,9% em Fevereiro

turistas sete cidadesNa Região Autónoma dos Açores, no mês de Fevereiro, os estabelecimentos hoteleiros registaram 80,6 mil dormidas, representando um acréscimo homólogo de 9,9%.

Os proveitos totais atingiram 3,2 milhões de euros e os proveitos de aposento 2,2 milhões de euros, correspondendo a variações homólogas, respectivamente, de 8,8% e 12,7%. 

Com efeito, segundo o SREA, de Janeiro a Fevereiro de 2018, nos estabelecimentos hoteleiros da Região Autónoma dos Açores (hotéis, hotéis-apartamentos, apartamentos turísticos e pousadas) registaram-se 148,0 mil dormidas, valor superior em 10,5% ao registado em igual período de 2017.

De Janeiro a Fevereiro, os residentes em Portugal atingiram cerca de 85,5 mil dormidas, correspondendo a um acréscimo homólogo de 10,0%; os residentes no estrangeiro atingiram 62,5 mil dormidas, registando um aumento em termos homólogos de 11,4%.

Neste período registaram-se 53,1 mil hóspedes, apresentando uma taxa de variação positiva de 7,6% relativamente ao mesmo período de 2017. No país, apresentaram uma variação de 5,2%. 

As dormidas dos residentes em Portugal aumentaram 10,6% no mês de Fevereiro relativamente ao mês homólogo e aumentaram 10,0% de Janeiro a Fevereiro, comparativamente a igual período de 2017. 

As dormidas dos residentes no estrangeiro registaram um aumento de 8,7% no mês de Fevereiro e um aumento de 11,4% em termos acumulados. 

No país, em Fevereiro, as dormidas registaram um acréscimo em termos homólogos de 6,2%, e de Janeiro a Fevereiro apresentaram uma variação positiva de 5,6%. 

De Janeiro a Fevereiro, os residentes em Portugal atingiram cerca de 85,5 mil dormidas (57,8% do total) e os residentes no estrangeiro 62,5 mil (42,2% do total). 

O mercado alemão com cerca de 13,8 milhares concentrou 9,4% do total das dormidas, representou por outro lado, 22,2% das dormidas dos não residentes em Portugal e registou uma variação homóloga acumulada negativa de 18,7%. De Janeiro a Fevereiro, o mercado norte-americano (EUA e Canadá) com cerca de 17,1 milhares de dormidas representou 11,5% das dormidas totais e 27,3% das dormidas dos não residentes, apresentando uma variação homóloga acumulada de 12,9%.

Em termos de variações homólogas acumuladas, de Janeiro a Fevereiro, as ilhas que apresentaram variações homólogas positivas foram as ilhas da Terceira, do Pico, de São Miguel, das Flores, do Corvo e de Santa Maria, que apresentaram variações repectivamente de, 24,4%, 13,9%, 8,1%, 6,7%, 4,8% e 4,4%. 

As ilhas da Graciosa, do Faial e de S. Jorge apresentaram variações negativas, repectivamente de, 20,7%, 5,0% e 1,5%.

A ilha de S. Miguel com 94,1 mil dormidas concentrou 63,6% do total das dormidas, seguindo-se a Terceira com 36,5 mil dormidas (24,7%) e o Faial com 5,6 mil dormidas (3,8%). Em Fevereiro, a taxa de ocupação-cama atingiu 29,4%, valor superior em 2,0 p.p. em relação ao mês homólogo do ano anterior. A taxa de ocupação-cama no país atingiu 37,2%.

A taxa de ocupação-quarto no mês de Fevereiro atingiu 36,5%.A estada média foi de 2,93 noites, tendo registado um aumento de 6,5% em relação a Fevereiro de 2017. 

30º Colóquio da Lusofonia será no Pico

picoO 30º Colóquio da Lusofonia será na ilha do Pico entre 4 e 8 de Outubro, na vila da Madalena.

Segundo o seu organizador, Chrys Chrystello, vão ser homenageados várias personalidades ligadas à literatura, nomeadamente José Dias de Melo, José Martins Gracia, Almeida Firmino, José Enes, Rodrigo Guerra, Urbano Bettencourt, Judite Jorge, Ermelindo Ávila, Manuel Tomás, Manuel Ferreira Duarte, Sidónio Bettencourt, Adélia Goulart, Cesaltina Martins e Maria Norberta Amorim, Manuel da Costa Jr., Padre Nunes da Rosa, Rui Goulart, Luis Filipe Borges, José Carlos Costa, Fernando Melo, Avelino Rosa e outros autores locais.

Haverá ainda uma homenagem a Dom Jaime Goulart e ao padre Áureo da Costa Nunes e Castro.

Convidados de honra serão Ana Paula Andrade, do Conservatório Regional de Ponta Delgada, autora homenageada de 2018; Dom Carlos Filipe Ximenes Belo, Prémio Nobel da Paz 1996; Sérgio Ávila, Biólogo, Universidade dos Açores e Francisco Rosas, realizador cinema

Os temas permanentes deste colóquio são a Língua Portuguesa no mundo, Lusofonia e diásporas, Língua de Identidade e Criação, Língua Portuguesa na Comunicação Social, no Ciberespaço, na arte e noutras ciências, Língua Portuguesa, Ensino, currículos, Corpus da Lusofonia. Ortografia, Desafios, constrangimentos e projectos

Será ainda debatida a literatura de matriz açoriana  e autores açorianos.