“Black Watch” traz hoje a Ponta Delgada 661 passageiros e 379 tripulantes

black watchO navio de cruzeiros BLACK WATCH, da popular operadora inglesa Fred Olsen Cruise Line, escala hoje o terminal das Portas do Mar, em Ponta Delgada. Traz 661 passageiros e 379 tripulantes.

Esta visita resulta de um interessante cruzeiro de 13 noites, iniciado em Liverpool, denominado “Cidades de Portugal”, e que inclui, para além de Ponta Delgada, escalas nas cidades da Horta, Praia da Vitória, Lisboa e Leixões.

Construído em 1972, nos estaleiros Wartsila, na Finlândia, foi o primeiro navio de um trio de encomendas para a já extinta companhia Royal Viking Line. 

Foi inaugurado como Royal Viking Star, e era de menores dimensões e capacidade do que a actualidade, pois acabou por ser aumentado (1981) em cerca de 28 metros.

Desde então, já assumiu outras designações, em virtude de ter sido adquirido ou transferido para outras companhias. 

Até à denominação actual, o Black Watch já navegou como Westward e também como Star Odyssey.

Possui 205 metros de comprimento, 25 metros de boca e 7,3 metros de calado. 

Desloca 28,613 toneladas de arqueação bruta e tem capacidade máxima para acomodar 800 passageiros com 380 tripulantes.

 

Disney Magic regressa Domingo

 

 Domingo marca o regresso a Ponta Delgada do DISNEY MAGIC, o mais antigo paquete da conceituada operadora Disney Cruise Line.

O navio estará a fazer um roteiro transatlântico, iniciado em Miami, no dia 12, e que irá terminar em Barcelona, no próximo dia 25, contemplando escalas igualmente em Lisboa, Málaga, Cádiz e Cartagena.

Inaugurado em 1998, o DISNEY MAGIC foi construído na Itália pelos estaleiros Fincantieri, em Monfalcone.

Como principais características, salientamos os 294 metros de comprimento, 32,2 metros de boca, 8 metros de calado, 83 mil toneladas de arqueação bruta e capacidade máxima para 1800 hóspedes em ocupação normal e 900 tripulantes. 

O navio disponibiliza 11 decks para passageiros, com um total de 875 cabines.

Orientado para os mais novos e para o universo Disney, o navio surpreende pelas suas linhas exteriores,  influenciadas pelos grandes paquetes dos anos 30, sendo igualmente de destacar o seu colorido.

 

Seven Seas na Quinta-feira

 

Para a próxima Quinta-feira está agendado o regresso a Ponta Delgada do luxuoso navio de cruzeiros SEVEN SEAS NAVIGATOR, um dos navios da famosa operadora Regent Seven Seas Cruises, uma das empresas “Premium” do grupo Norwegian Cruise Line Holdings Lda, que no início do mês esteve em Ponta Delgada e na Horta.

Esta escala em Ponta Delgada está inserida num cruzeiro “east bound”, de 15 noites, iniciado em Nova York, no dia 15, e que contempla igualmente paragens em Brest e Cherbourg, na França, e Zeebrugge, na Bélgica, antes de terminar o itinerário em Amesterdão, no próximo dia 29.  

Construído em 1999 nos famosos estaleiros Moriotti, em Itália, o SEVEN SEAS NAVIGATOR possui 28.803 toneladas de deslocamento. 

As suas dimensões são 170,6 metros de comprimento, 24,8 metros de boca e um calado de 7,5 metros. 

Tem capacidade para receber até 504 passageiros, sendo a sua tripulação composta por 326 elementos.

 

Peace Boat no dia 31

 

As escalas do mês de Maio irão terminar no próximo dia 31, com a segunda visita a Ponta Delgada  do OCEAN DREAM, navio que opera pela ONG nipónica Peace Boat, e que passou pela primeira vez em Ponta Delgada a 14 de Outubro de 2015.

Antigo navio da Carnival, o OCEAN DREAM navega agora sob a bandeira daquela organização japonesa que se dedica a promover a paz pelo mundo, bem como os direitos humanos e respeito pelo meio ambiente.

Anualmente aquela organização organiza três voltas ao mundo com a duração de pouco mais de 3 meses e que permite aos seus passageiros e voluntários percorrer muitos portos ao longo do seu itinerário, estando neste momento a realizar  a sua 101ª viagem global, iniciada a 20 de Abril, na cidade japonesa de Yokohama, e que terá o seu fim no próximo dia 2 de Agosto, na cidade de Osaka, igualmente no Japão.  

Construído em 1981 nos estaleiros Aalborg Vaerft, em Aalborg, na Dinamarca, sob o nome Tropicale, foi o primeiro navio de cruzeiros mandado construir pela Carnival.

Esteve ao serviço da mesma até 2001, quando foi transferido para Costa Cruzeiros, que na altura já era uma subsidiária da Carnival, passando a chamar-se Costa Tropicale.

Em 2005 foi novamente transferido, desta vez para P&O Austrália, aonde se manteve com o nome de Pacific Star até ser adquirido pela Royal Caribbean, em 2008, e entregue à Pullmantur, onde se manteve até ao final de 2011, quando foi adquirido pela Maritime Holdings Group, e passando a operar pela Peace Boat.

O OCEAN DREAM possui 204 metros de comprimentos, 26,3 metros de boca, deslocando 33.350 Gros. Ton. Tem capacidade máxima para 1400 passageiros e possui uma tripulação de 500 elementos.

Muito embora seja um navio com 38 anos de existência e, fruto das diversas reconversões que sofreu, mantém uma excelente qualidade em todos os seus espaços, a fim de poder cativar, principalmente no mercado nipónico, passageiros e voluntários para as suas viagens pelo globo.

Nestes itinerários os seus convidados podem viver, aprender e relaxar num ambiente muito calmo, ao mesmo tempo que viajam por alguns dos lugares mais exóticos do planeta. 

Durante cada viagem a Peace Boat organiza uma série de actividades educacionais, incluindo conferências e palestras  por oradores convidados, ao mesmo tempo que existem aulas de línguas (japonês, inglês e espanhol) permitindo assim que todos possam aprender algo de novo enquanto viajam.

 

Azores Cruise Club/Diário dos Açores

IRAE instaurou 9 processos de contra-ordenação a alojamentos com restauração nos Açores

mesa restauranteTendo em conta o forte crescimento que as actividades  de restauração e similares nos empreendimentos turísticos têm vindo a demonstrar nos últimos anos face também ao crescimento exponencial do número de camas disponíveis neste sector de actividade, a IRAE – Inspecção Regional das Actividades Económicas -  procedeu em Abril a um conjunto de acções de fiscalização junto de operadores económicos da área da restauração em hotéis, empreendimentos turísticos de Alojamento Local, TER (Turismo em Espaço Rural) e TH (Turismo de Habitação) cujo objectivo foi o de fiscalizar o cumprimento das disposições legais sobre preparação, confecção e venda de géneros alimentícios neste sector.

O corpo inspectivo fiscalizou 49 operadores económicos tendo sido instaurados 9 processos de contra-ordenação onde as principais infracções constatadas foram a inexistência de processos permanentes baseados nos princípios HACCP, a falta de prova de que mantêm e aplicam um processo baseado nestes mesmos princípios, e a manutenção e actualização dos registos associados ao respectivo processo baseado nestes princípios.

Para além disso, a falta de asseio e higiene de algumas instalações onde operam e a falta de prova de que possuem um processo baseado nos princípios de HACCP existente também constituíram infracções de natureza contra-ordenacional.

 

Detectada venda ilegal de ovos

 

Do mesmo modo, durante o mês de Março, a IRAE realizou também  em todas as ilhas do arquipélago dos Açores, acções de fiscalização direccionadas aos operadores económicos que, no exercício da sua actividade, comercializam ovos, quer sejam distribuidores, retalhistas ou grossistas. O principal objectivo deste plano operacional foi verificar as condições de comercialização e armazenamento dos ovos, cumprindo com o disposto legal relativo às normas de comercialização, sua rastreabilidade, em que condições existe dispensa da sua marcação, entre outros.

Como resultado das 129 acções inspectivas realizadas em toda a região, foram instaurados cinco processos de contra-ordenação, sendo as principais infracções constatadas o incumprimento da marcação das embalagens - ovos da categoria A, falta de marcação de preços em todas as peças inteiras, devidamente identificadas por categoria e ou nomenclatura, expostas à venda ao público nos balcões expositores, falta de registo da actividade de fornecimento directo ao consumidor final, ao comércio retalhista que abasteça directamente o consumidor final ou à restauração e falta de rastreabilidade.

De acordo com o legalmente estipulado, os consumidores devem obter informação relativa ao país de origem do produto, em que condições foram criadas as galinhas e qual a zona de exploração de onde os ovos são originários, através do código que deverá estar impresso nas embalagens e nos respetivos ovos. Também é obrigatória a indicação da data de durabilidade atribuída aos ovos, não podendo a mesma exceder o prazo de 28 dias relativamente à data de postura. Os ovos só podem estar à venda para o consumidor até ao 21º dia após a data de postura.

São Miguel concentra 74% das dormidas em alojamento local

Alojamento local - placaNa Região Autónoma dos Açores, no mês de Março, o alojamento local registou 37,9 mil dormidas, representando um acréscimo homólogo de 31,9%, divulgou ontem o SREA. 

De Janeiro a Março de 2019, no alojamento local registaram-se 91,8 mil dormidas, valor superior em 56,1% ao registado em igual período de 2018.

De Janeiro a Março, os residentes em Portugal atingiram cerca de 44,2 mil dormidas, correspondendo a um acréscimo homólogo de 56,5%; os residentes no estrangeiro atingiram 47,6 mil dormidas, registando um aumento em termos homólogos de 55,7%.

Neste período registaram-se 27,6 mil hóspedes, apresentando uma taxa de variação positiva de 66,3% relativamente ao mesmo período de 2018. 

De Janeiro a Março a ilha de S. Miguel com 68,0 mil dormidas concentrou 74,1% do total das dormidas, seguindo-se a Terceira com 10,4 mil dormidas (11,3%), o Faial com 4,0 mil dormidas (6,8%) e o Pico com 3,4 mil dormidas (3,7%).

Atlânticoline sem barco para festas do Santo Cristo

Santo Cristo 2015A chegada aos Açores do navio da Atlânticoline, Azores Express, está dez dias atrasada. 

Uma situação que vai afectar os passageiros que querem usar o barco para chegar à ilha de São Miguel no fim-de-semana das festas em honra do Senhor Santo Cristo dos Milagres, que têm o ponto alto a 26 de Maio.

Segundo a Antena 1 Açores, a embarcação ainda nem saiu dos estaleiros da Grécia e na origem do imprevisto estarão atrasos na certificação do navio.

No entanto, explicou o presidente da Atlânticoline à rádio pública regional, a empresa vai avançar com alternativa para quem tenha já adquirido bilhete para as festas do Senhor Santo Cristo.

“Por mar, no Grupo Central, a Atlânticoline vai transportar os passageiros até à Terceira. Da Terceira para S. Miguel, vinda e regresso, a Atlânticoline assegura o transporte via aérea, através da SATA Air Açores. O mesmo para os passageirs com reserva de Santa Maria”, disse Carlos Faias. 

A Atlânticoline irá ainda devolver o dinheiro do bilhete aos passageiros que desistam da viagem.

Delta anuncia que vai produzir muito café nos Açores e lançar uma nova marca

rui nabeiroA Delta trouxe aos Açores uma equipa de brasileiros especialistas em café e chegou à conclusão de que é possível produzir café em massa no arquipélago e lançar uma marca 100% portuguesa, única na Europa.

Actualmente, há cerca de 30 cafeicultores nos Açores, com maior incidência na ilha Terceira. 

O compromisso da marca do grupo Nabeiro passa por estar a apoiar cerca de 500 agricultores em 15 anos.

“Não sabemos quando é que o café açoriano vai chegar às lojas. Há muito trabalho ainda a fazer. Trouxemos uma equipa do Brasil que está nos Açores a fazer um levantamento das necessidades. Esta equipa já percebeu que é possível fazer produção em massa de café nos Açores”, contou Rui Nabeiro, presidente do conselho de administração do Grupo Nabeiro, que esteve em Lisboa, ontem, para apresentar a estratégia global de sustentabilidade da Delta Cafés.

Actualmente, são produzidas nos Açores cerca de nove toneladas de café.

 “O que é muito pouco e, basicamente, serve o consumo local. Esta equipa vai dar formação aos agricultores. E o nosso compromisso é investir no desenvolvimento da produção, garantindo a compra de toda a produção”, acrescentou.

“Estamos muito satisfeitos com esta parceria que vai permitir aumentar a produção de café nos Açores e o rendimento dos agricultores, juntando o conhecimento local e a tecnologia e a experiência da Delta”, disse, por sua vez, José Bernardo, presidente da Associação de Produtores Açorianos de Café (APAC). 

“Vai ser certamente um grande compromisso para a sustentabilidade futura da região dos Açores”, que não pode assentar exclusivamente na monocultura da vaca leiteira. 

A aposta do Grupo Nabeiro surgiu depois de duas missões no terreno para averiguar da capacidade de produção de café no arquipélago.

 “Nós sózinhos não íamos a lado nenhum”, diz José Bernardo, presidente da APAC. 

O compromisso fechado com a Delta vai ajudar a aumentar os rendimentos das famílias, “algumas delas só produtoras de café a tempo parcial”. 

“Não queremos acabar com a produção da vaca leiteira, mas complementar”, frisa. 

A Delta Cafés irá apoiar os associados da APAC em todas as fases de produção de café: desde a introdução de novas variedades de café competitivas e economicamente viáveis, passando pelo aconselhamento técnico e pelo apoio na comercialização, até à elaboração de um plano estratégico para toda a cadeia produtiva do café, promovendo um sector socioeconómico rentável. 

Rui Miguel Nabeiro não arrisca valores de produção, mas garante que a companhia tem o compromisso para a compra deste café. 

O administrador não adianta uma data para a produção dos Açores começar a ser comercializada na oferta da Delta.