Açores ganham à Madeira prioridade para receber patrulhas oceânicos

Navio patrulha oceânicoSó no próximo ano e por um período de três meses, a Zona Marítima da Madeira (ZMM) será novamente controlada por um dos dois novos patrulhas oceânicos da Marinha Portuguesa (‘Viana do Castelo’ ou ‘Figueira da Foz’).
De acordo com o Diário de Notícias da Madeira, a informação foi avançada ontem, no Funchal, pelo comandante da ZMM, que reconheceu que a experiência do ‘Figueira da Foz’ na Madeira “correu muito bem” mas que a “prioridade” nas missões dos dois novos navios será “render as corvetas que estão atribuídas à Zona Marítima dos Açores”.
Em Julho, o patrulha ‘Cacine’, que conta já com 45 anos de actividade, termina a comissão na Zona Marítima da Madeira e será rendido por um navio da mesma classe, o ‘Cuanza’. Em Outubro, está prevista a vinda do patrulha ‘Schultz Xavier’. “Só de acordo com a disponibilidade é que porventura poderá haver a hipótese de para o ano um patrulha da classe ‘Viana do Castelo’ vir novamente para a Madeira por um período de três meses”, adiantou o capitão-de-mar-e-guerra Félix Marques.
O oficial falava no final da cerimónia de lançamento ao mar de uma coroa de flores em homenagem a todos aqueles que faleceram no mar. O evento, que encerrou as celebrações do Dia da Marinha, decorreu a bordo do patrulha ‘Cacine’ e ao largo do Funchal. O representante da República, Ireneu Barreto, que pela quarta vez presidiu a esta cerimónia, qualificou o acto como “tocante”, pois corresponde a “uma homenagem àqueles que deram a sua vida ao mar, quer civis quer militares” e a quem “devemos estar gratos”.

Conselho de Ilha de São Miguel quer "equidade" na distribuição de verbas comunitárias

Noé-RodriguesDe acordo com a agência Lusa, o Conselho de Ilha de São Miguel, que reuniu ontem pela primeira vez, quer equidade na “repartição dos recursos postos à disposição pelos financiamentos comunitários” para a maior ilha dos Açores, “o principal motor da economia” do arquipélago.
“Em cada momento há investimentos que são prioritários em cada uma das nossas nove ilhas e que podem, de alguma forma, contribuir para escurecer aquela que seria a repartição proporcional dos recursos que são postos à nossa disposição pelos financiamentos comunitários”, afirmou Noé Rodrigues, presidente do Conselho de Ilha de São Miguel, um órgão consultivo que ontem realizou a sua primeira reunião ordinária depois de ter estado inactivo durante mais de dez anos.
Um dos pontos de agenda era a análise do Programa Operacional 2014/2020 dos Açores, que tem uma dotação superior a 1,1 mil milhões de euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e do Fundo Social Europeu.
“Fora estas situações extraordinárias, em que cada ilha necessita de ter um investimento determinado para poder alavancar a sua actividade social e económica, nós achamos que São Miguel continua a ser, e continuará a ser no futuro, o principal motor da economia açoriana e por isso deve reivindicar de uma forma clara, consistente e permanente a alavancagem destes investimentos com os fundos comunitários que lhe devem ser destinados”, referiu.
Noé Rodrigues, deputado do PS na Assembleia Municipal de Ponta Delgada e antigo secretário regional da Agricultura, voltou a sublinhar a importância de estar em funcionamento o conselho de ilha, que pretende ser “uma voz” na defesa dos interesses da maior ilha açoriana.
“Tratava-se também da possibilidade de São Miguel se afirmar, através do seu conselho de ilha, se pronunciar sobre tal documento, uma vez que em outras ilhas tal pronunciamento tem sido feito”, acrescentou.
Além disso, os conselheiros consideraram que são importantes investimentos que permitam “melhorar” ainda a mobilidade “no interior de alguns concelhos da ilha” e permitir que “alguns investimentos na área da reabilitação urbana sejam facilitados” para “recuperar postos de trabalho” em São Miguel.
Noé Rodrigues afirmou que São Miguel “é uma ilha que de facto tem capacidade de ser motor dinamizador da economia” regional e que “por isso deve, de uma forma equitativa, de uma forma proporcional, receber o investimento que é necessário para poder continuar a ser esse motor dinamizador”.
Na reunião foi ainda aprovada uma proposta para o regimento de funcionamento do conselho de ilha no sentido de o submeter a uma comissão de redacção para “melhorar o texto”.
Integram o Conselho de Ilha de São Miguel os presidentes das câmaras e assembleias municipais dos seis municípios micaelenses e representantes da associação agrícola, da câmara do comércio e de sindicatos, entre outros.
Os deputados no parlamento dos Açores eleitos por São Miguel têm também assento no Conselho de Ilha, por inerência.

Quimioterapias são “pouco eficazes” no tratamento de cancro de pele

cancro de pelePele envelhecida, seca, queimaduras e cancro. Eis alguns dos resultados da exposição solar intensa e abusiva. Pessoas com pele branca, olhos e cabelos claros, crianças e idosos são as que têm maior risco. Em declarações ao Diário dos Açores, Patrícia Santos, Directora do Serviço de Dermatologia do Hospital de Ponta Delgada, alerta para a prevenção, uma vez que se tem verificado um “aumento progressivo da incidência” do melanoma nos Açores, doença esta que, antes dos 45 anos, é mais frequente na mulher e, acima dos 50, atinge maioritariamente o sexo masculino


O melanoma – o cancro de pele mais agressivo – já provocou a morte a “muitas pessoas” nos Açores. Quem o diz é a especialista Patrícia Santos, Directora do Serviço de Dermatologia do Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, em declarações ao Diário dos Açores. Por vezes, afirma, “a morte ocorre numa idade muito jovem, em pessoas no auge da sua vida profissional e com filhos pequenos que não conseguem ver crescer”, lamentando, por outro lado, que actualmente as quimioterapias são “pouco eficazes” no tratamento desta doença.
No entanto, este tipo de cancro não ocorre com muita frequência na infância e na adolescência – “a idade mais jovem em que ocorreu um caso de melanoma nas nossas ilhas, nos últimos anos, foi aos 18 anos”.
Não esquecendo que existem vários tipos de tumor cutâneo, relativamente ao melanoma em particular, “o principal factor de prognóstico é a sua espessura na pele. Quando tratado num estádio inicial, não invasivo, a probabilidade de cura é de 98%. Quando excisado numa fase mais avançada, a probabilidade de sobrevida é menor”. Este é, como já foi referido, um tumor muito agressivo em que “as quimioterapias são pouco eficazes e quando há metástases o prognóstico é muito mau”, diz, reforçando, por isso, a importância do diagnóstico precoce.
De acordo com a médica, tem-se verificado também  um “aumento progressivo da incidência” da doença, já que no ano de 2005 registaram-se nove casos de melanoma maligno nas ilhas de São Miguel e Santa Maria. Em 2011 verificaram-se 20 casos e, em 2012, 22. No que respeita ao sexo com maior propensão para ter cancro de pele, “o basalioma ou carcinoma basocelular, o cancro cutâneo mais frequente, atinge maioritariamente o sexo masculino. Quanto ao melanoma, antes dos 45 anos é mais frequente na mulher e acima dos 50 anos é mais frequente no homem”.

Diferença entre melanoma e não melanoma
Segundo a dermatologista, o melanoma é o tumor cutâneo “que pode surgir em pessoas mais novas” e que “tem mais impacto na sobrevida dos doentes”.  O principal tratamento é a sua excisão cirúrgica, seguida por outros procedimentos determinados pela espessura do tumor. “Quando o tumor é fino e não há evidência de metástases faz-se apenas a excisão alargada da área da cicatriz”, esclarece a especialista. Em casos de melanoma avançado, com metástases em outros orgãos, como por exemplo, o fígado, pulmão ou cérebro, faz-se quimioterapia e outras terapêuticas mais recentes que pretendem fazer com que o organismo reaja contra o tumor.
Contudo, existem outros tipos de cancro, como  o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular.  “O carcinoma basocelular é o tumor cutâneo mais frequente, surge em áreas de pele expostas ao sol, principalmente na face e pescoço e é mais frequente no sexo masculino. O aspecto clínico mais característico é o de uma ou várias pequenas pápulas agrupadas, semelhantes a minúsculas pérolas, em círculos, que delimitam uma área deprimida. A sua malignidade é local, ou seja, é um tumor que não metastiza. Se não for excisado vai crescendo lenta e progressivamente, invadindo as estruturas adjacentes, pelo que deve ser retirado mais precocemente possível”, explica.
Por outro lado, “o carcinoma espinocelular pode surgir em qualquer área da pele e mucosas, embora também seja mais frequente nas áreas foto-expostas, sob a forma de um nódulo indolor, rapidamente evolutivo, rugoso, que pode sangrar facilmente”. Além disso, pode surgir de novo ou “sobre uma queratose actínica pré-existente. As queratoses actínicas são lesões pré-malignas que surgem em áreas expostas ao sol (frequentemente na face e dorso das mãos), sob a forma de pequenas manchas vermelhas e descamativas, rugosas à palpação”. O carcinoma espinocelular “é mais agressivo que o carcinoma basocelular e pode metastizar, geralmente para os gânglios linfáticos e posteriormente para os outros órgãos”.
Entretanto, a médica aproveita para salientar que as campanhas de sensibilização têm sido úteis para sensibilizar a população para os perigos do sol, pois “as pessoas procuram os dermatologistas logo que vêem a alteração do sinal e tem sido possível diagnosticar melanomas em estádios iniciais, com bom prognóstico”. Porém, “a maior parte dos melanomas que hoje observamos são resultado de excessos praticados no passado, há 20 ou mais anos, altura em que não se ouvia falar tanto de cancro de pele. Por isso, a incidência ainda continua a aumentar. Com os cuidados que as pessoas têm actualidade só iremos provavelmente observar uma redução da incidência daqui a alguns anos”.

Hospital organiza rastreio
O Hospital de Ponta Delgada, volta a organizar hoje, o rastreio do cancro de pele, incluído no programa europeu do Euromelanoma 2014.
Esperando-se cerca de 60 pessoas, no ano passado foram diagnosticados vários tumores cutâneos não-melanoma (carcinomas basocelulares e carcinomas espinocelulares). No ano passado não foi diagnosticado nenhum melanoma nesta acção, “mas o objectivo do rastreio, para além do diagnóstico precoce do cancro cutâneo, é também o de sinalizar pessoas pertencentes a grupos de risco, que passam a ser vigiadas na consulta de Dermatologia. Com esta estratégia consegue-se fazer uma vigilância dos sinais e retirá-los antes de tornarem malignos”.
Para a época balnear que se aproxima, Patrícia Santos alerta para o risco de melanoma estar associado a factores hereditários (cor da pele, cor dos olhos, cor do cabelo) e a factores ambientais – o principal dos quais são as queimaduras solares de repetição. “As queimaduras de 1º grau (ficar com a pele vermelha ou rosada) e as queimaduras de 2º grau (formação de bolha), vulgarmente conhecidos como “escaldões” danificam as células da pele, em particular o seu DNA, o que pode levar ao aparecimento do melanoma, muitos anos mais tarde”, diz. Hoje sabe-se que as queimaduras solares na infância e na adolescência “são particularmente graves e podem deixar a pele irremediavelmente danificada para sempre. Por isso, a adopção de regras de fotoprotecção torna-se fundamental desde tenra idade. São elas: evitar a exposição solar entre as 11h00 e as 16h00 (horas de maior calor); fazer uma exposição gradual e progressiva; a melhor protecção solar é a sombra e o vestuário, ou seja, as pessoas devem usar chapéu e óculos de sol; devem aplicar um protector solar 15 a 30 minutos antes da exposição solar e renová-lo de duas em duas horas ou após cada banho; as crianças não devem ser expostas directamente ao sol antes de um ano de idade. Devem usar t-shirt, chapéu e devem estar predominantemente debaixo de um guarda-sol; é preciso ter cuidado com os dias nublados e ventosos (muito frequentes nas nossas ilhas): os raios solares atravessam facilmente as nuvens e podem provocar um “escaldão”; nunca adormecer ao sol; e evitar em absoluto os solários”.
Por todos estes motivos, os bronzeadores à venda nos supermercados e o conhecido óleo de bebé para ajudar a “escurecer” o corpo estão absolutamente contra-indicados para todos, mesmo para quem tem a pele escura.

Açores lamentam “inexistência de estudo sobre centros regionais da RTP”

Vasco Cordeiro3De acordo com a agência Lusa, o presidente do Governo Regional reafirmou ontem que irá apresentar, até ao final do mês, uma contraproposta sobre o futuro da RTP/Açores e lamentou a inexistência do estudo sobre os centros regionais anunciado pela administração da empresa.
“Nós estamos a ultimar uma contraproposta, que poderá ter até várias abordagens possíveis. Naturalmente que contávamos com o estudo que o senhor presidente do Conselho de Administração da RTP referiu na Assembleia da República, mas segundo o meu gabinete foi informado, afinal esse estudo não existe”, afirmou Vasco Cordeiro, após uma audiência com a direcção da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada.
O presidente do Conselho de Administração da RTP, Alberto da Ponte, confirmou em março, numa conferência de imprensa para apresentar os resultados anuais da empresa, que já tinha entregado o estudo sobre os centro regionais dos Açores e da Madeira à tutela.
No entanto, o chefe do executivo açoriano adiantou que “o estudo relevava apenas” porque “poderia contar novos dados ou até outros ângulos de abordagem sobre este assunto”.
Em abril, o ministro Miguel Poiares Maduro apresentou a Vasco Cordeiro uma proposta para a RTP/Açores que passa pela criação de uma empresa regional para garantir a parte de conteúdos audiovisuais, ficando a RTP com a área da informação.
Sublinhando que a postura do Governo Regional neste processo é de diálogo, Vasco Cordeiro voltou a defender que o centro de decisão da RTP/Açores deve estar na região e mostrou-se contra a constituição de uma nova empresa.
“Aparenta servir mais para transferir trabalhadores de um sítio para o outro do que propriamente dar outra vitalidade e outro futuro ao serviço público de rádio e televisão. Se já existem empresas privadas, que já têm os seus recursos humanos, compreensivelmente, digo eu, que não estão propriamente disponíveis para alinhar num processo de pura e simples recepção de recursos humanos de uma empresa que já existe”, disse Vasco Cordeiro.
O parlamento dos Açores aprovou no início deste mês, com os votos favoráveis do PS, PSD, CDS/PP, PCP e PPM, que recusa a solução apresentada pelo ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional.
Por outro lado, na semana passada, a Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD) tornou público o interesse em conhecer os contornos da reestruturação da RTP/Açores, nomeadamente a constituição de uma empresa de conteúdos, tendo reunido no início desta semana, em Lisboa, com o Conselho de Administração da RTP.
Após uma audiência pedida a Vasco Cordeiro, o presidente da direcção da CCIPD revelou a existência de “preocupação” com a operacionalização do modelo proposto pelo ministro Poiares Maduro, alertando para o facto de já existirem nos Açores empresas que produzem conteúdos para a RTP regional.
“Existem privados que já têm como actividade principal o desenvolvimento de conteúdos e também trabalho logístico à volta da produção audiovisual e para nós seria fundamental que o que quer que seja feito, e se vier a ser constituída a empresa de conteúdos, se tenha em atenção que existem privados já a ocupar parte desse espaço”, referiu Mário Fortuna.
O responsável reiterou o interesse de associados da CCIPD nesta área, sem revelar nomes, acrescentando que este assunto já foi abordado também com as câmaras de comércio de Angra do Heroísmo e Horta.

Serviço Regional de Saúde dos Açores “perto do equilíbrio financeiro”

Luis Cabral - jornalistasO titular da pasta da Saúde disse esta segunda-feira que o Serviço Regional Saúde está “perto do equilíbrio” em termos financeiros, face aos 276 milhões de euros que foram atribuídos ao setor pelo orçamento regional de 2014.
“O orçamento que temos no Serviço Regional de Saúde, os 276 milhões que nos foram atribuídos pelo orçamento regional, já nos permitem encontrar uma situação, tal como aconteceu em 2013, perto do equilíbrio”, declarou Luís Cabral.
O secretário regional da Saúde apresentou à comunicação social a análise do desempenho de 2012-2013 da Unidade de Saúde da Ilha de Miguel, que congrega os centros de saúde de Ponta Delgada, Ribeira Grande, Povoação, Nordeste e Vila Franca do Campo.
“O Serviço Regional de Saúde funciona, e funciona de forma sustentável. Foi o que se alcançou em 2013, essa capacidade das unidades de saúde terem as suas contas equilibradas perto do zero, sem um crescimento adicional de dívida”, referiu.
Quanto às dívidas aos fornecedores, disse que há um historial que “vem sendo renovado”, o que significa que, na maior parte das situações, não há dívidas em atraso de “forma regular”.
“Vamos pagando as faturas mais antigas e recebendo novas faturas com prazo de pagamentos diferentes. É com esse historial de dívida que temos tido mais dificuldades em lidar”, declarou.
Luís Cabral referiu que, em 2013, o Governo dos Açores liquidou cerca de 30 milhões de euros de dívidas em atraso aos fornecedores regionais do Sistema Regional de Saúde. 
Referindo-se especificamente aos resultados da Unidade de Saúde da Ilha de Miguel, disse que a transformação de cinco unidades em apenas uma permitiu, de 2011 para 2013, um aumento de 144% no número de consultas, de 115 mil para 282 mil.
O titular da pasta da Saúde nos Açores revelou, por outro lado, que de 2011 para 2013 houve um “aumento significativo” de 26% nas especialidades de medicina dentária, psicologia e nutrição (21.000 atendimentos em 2011 contra 26.900 em 2013).
Luís Cabral referiu ainda uma redução em 40% do número de horas extraordinárias nas unidades de Saúde de S. Miguel, o que significa menos 58 mil horas extras, apesar da quebra do número de profissionais, de 83 para 74, com a saída dos médicos colombianos e algumas aposentações.
A fusão dos cinco centros de saúde na Unidade de Saúde da Ilha de Miguel permitiu ainda uma diminuição de compras no valor de 42% e de 20% no fornecimento de serviços externos, acrescentou.
“Foi possível, com um aumento significativo de 144% de consultas, uma poupança, de 2011 para 2013, de 8,5 milhões de euros. Ou seja, a realidade da Unidade de Saúde de Ilha de São Miguel não só permitiu melhorar a nossa atividade assistencial como também poupar dinheiro aos contribuintes açorianos”, declarou.
Luís Cabral considerou que estes resultados são a “prova” de que, com o modelo de Unidade de Saúde de Ilha de São Miguel é possível prestar “melhores cuidados primários de saúde”.