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Paulo Moniz defende “modelo de funcionamento autónomo” para a RTP e RDP/Açores

O cabeça-de-lista da Coligação PSD/CDS/PPM pelos Açores, Paulo Moniz, defendeu “um modelo de funcionamento autónomo para a RTP e RDP regionais, com gestão enquanto SA- sociedade anónima”.
“Nós defendemos uma gestão em que a RTP/Açores seja uma SA – sociedade anónima, com um Conselho Próprio, um Conselho Geral Independente, um Conselho de Opinião Própria, com um provedor do ouvinte e do telespectador açoriano”, afirmou.
O candidato social-democrata falava aos jornalistas no final de uma reunião com a direcção do Centro Regional dos Açores da RTP e RDP, acrescentando que, “só assim se concretizará o princípio da subsidiariedade que subsiste no nosso regime autonómico”.
O encontro marcou assim o arranque da campanha eleitoral para as Legislativas de 2025, em que se fez acompanhar da candidata Maria Inês Gouveia.
“Nós iniciamos a primeira acção de campanha eleitoral pela RTP Açores, também para enfatizar a importância fundamental que a RTP e a RDP Açores têm no quadro da nossa autonomia”, realçou.
Para Paulo Moniz, “a RTP é um pilar da identidade açoriana e cumpre uma missão muito importante e difícil, que é unir todas as ilhas, unir todos os açorianos, os que residem nos Açores e os que estão na diáspora”.
A seu ver, a televisão açoriana “constitui uma função que é absolutamente estrutural e importante na afirmação enquanto açorianos”.
Contudo, adverte o cabeça-de-lista da Coligação PSD/CDS/PPM, “o cumprimento desta missão só é possível se a RTP/Açores estiver dotada de meios e de um modelo de funcionamento que seja compatível com o nosso regime económico”.
“Não faz sentido, passados 50 anos que a RTP Açores comemora este, termos um modelo que não é autónomo”, observou à comunicação social.
Actualmente, perante um mundo de “notícias falsas, da desinformação, se revela importante que a RTP seja um órgão de comunicação social que, por razões deontológicas, de formação, de obrigação, seja o repositório da verdade nas notícias, de isenção e de combate às notícias falsas”.
Para além do “pilar informativo que constituem a RTP e a RDP/Açores”, Paulo Moniz defende o seu papel “na adequação e resposta em casos de crise e de catástrofe, um dos papéis mais importantes que as nossas populações podem beneficiar, como a história tem vindo a demonstrar”.
O candidato social-democrata reitera, por fim, que o Governo de Luís Montenegro “tem um compromisso com a comunicação social nos Açores, em geral, e tem um compromisso com a RTP, quando a oposição quis retirar meios”.
“A imagem de marca da Coligação PSD/CDS/PPM tem assentado, desde o início, no princípio de fazer para além de prometer”, concluiu.

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